Globo reforça sinal digital em SP

Até que enfim as emissoras de TV estão se mexendo para divulgar a tecnologia digital.
Leio na coluna de hoje de Daniel Castro, da “Folha de S.Paulo”, que a Globo irá instalar reforçadores de sinal digital nos shopping centers de São Paulo.
A idéia é fazer com que os show rooms das lojas de eletrônicos possam demonstrar [...]

philcoAté que enfim as emissoras de TV estão se mexendo para divulgar a tecnologia digital.

Leio na coluna de hoje de Daniel Castro, da “Folha de S.Paulo”, que a Globo irá instalar reforçadores de sinal digital nos shopping centers de São Paulo.

A idéia é fazer com que os show rooms das lojas de eletrônicos possam demonstrar as tão alardeadas qualidades da TV digital – em muitos casos, o prédio do shopping acaba por atenuar o sinal.

Castro diz que a Globo já instalou os reforçadores nos shoppings Market Place e Morumbi, e que os próximos serão Anália Franco, Higienópolis e Eldorado.

Com atraso

A TV digital foi lançada com alarde em dezembro de 2007 inicialmente em São Paulo. Mas só agora, em fevereiro, as TVs começaram a veicular anúncios promovendo a tecnologia.

Os preços iniciais dos conversores, na casa dos R$ 1.000, também não ajudaram. Para alguns fabricantes, o alto custo foi reflexo de uma baixa demanda, responsável entre outros fatores pelas próprias emissoras, que não divulgavam a nova tecnologia.

Embora as emissoras tenham feito pouco mais que incluir um selo “HD” nos programas de sua grade, atualmente é possível encontrar conversores a partir de R$ 300 e receptores USB, de resolução menor, a partir de R$ 130.

O cenário parece mudar, e iniciativas como a da Globo certamente ajudarão o consumidor a compreender melhor os benefícios da recepção digital. Mas fica a pergunta: se todas as emissoras são beneficiadas, por que só a Globo pôs a mão no bolso?

Avalie: 
Muito RuimRuimRegularBomMuito Bom
Compartilhe:
 
Governo barra multiprogramação na TV Digital

Há alguns dias os canais da TV aberta vêm exibindo um comercial que ressalta o caráter “democrático” do Sistema Brasileiro de TV Digital. A iniciativa, embora atrasada, é digna de nota, principalmente porque as grandes emissoras eram acusadas pelos fabricantes de conversores a não se esforçarem como poderiam na divulgação dessa tecnologia, que estreou em [...]

philcoHá alguns dias os canais da TV aberta vêm exibindo um comercial que ressalta o caráter “democrático” do Sistema Brasileiro de TV Digital. A iniciativa, embora atrasada, é digna de nota, principalmente porque as grandes emissoras eram acusadas pelos fabricantes de conversores a não se esforçarem como poderiam na divulgação dessa tecnologia, que estreou em dezembro de 2007 em São Paulo e já cobre diversas capitais do Brasil.

Não sabemos, contudo, se “democrático” seria a melhor palavra para descrever a alma da norma publicada ontem pelo Ministério das Comunicações, que restringe o uso do recurso de multiprogramação pelas emissoras.

Como se sabe, a banda de frequência de 6 MHz reservada a cada emissora para transmissão digital pode ser utilizada tanto para a transmissão em alta definição (Full HD) como para a transmissão simultânea de até quatro programas, todos em definição padrão (SD – Standard Definition). Ou seja, se uma emissora ocupa o canal X, então tecnicamente ela poderia transmitir simultaneamente os canais X.1, X.2, X.3 e X.4. Afinal, entre novela, notícias e futebol, que tal os três ao mesmo tempo?

Mas a Norma Geral 01/2009, que trata da Execução dos Serviços de Televisão Pública Digital, restringe, em suas Disposições Finais (parágrafo 10.3), o uso da multiprogramação aos canais “consignados a órgãos e entidade integrantes dos poderes da União”, conforme o artigo 12 do Decreto 5.820/2006.

Só para lembrar: esse decreto 5.820 prevê que, nas localizades com sinal digital, quatro canais de 6 MHz sejam reservados à União. Com a Norma publicada ontem, significa que só as TVs federais – na prática, os canais Brasil, Senado, Câmara e Justiça – terão multiprogramação.

Combate ao mau uso

Um representante do Ministério das Comunicações explicou ao jornalista Daniel Castro, da “Folha de S.Paulo”, que a medida se justifica pelo risco de que algumas emissoras poderiam alugar os subcanais a televendas ou igrejas, sugerindo com isso um mau uso da tecnologia.

O que nos parece, no entanto, é que o governo acaba por restringir mais uma inovação trazida pela TV Digital, beneficiando o status vigente antes da implantação dessa tecnologia, baseado em poucos canais e na programação massificada. Uma das prejudicadas, lembra a “Folha”, é a TV Cultura, que mantêm dois canais, um com a programação normal e outro dedicado ao projeto Univesp de universidade virtual pública. Outra é a Abril, que intencionava abrir a programação dos canais Ideal e Fiz sob a frequencia-mãe da MTV.

Já perdemos uma possibilidade de diversidade de canais quando o governo brasileiro descartou o sistema europeu DVB de TV digital. Agora, com a norma 01/2009, a diversidade se reduz ainda mais.

Avalie: 
Muito RuimRuimRegularBomMuito Bom
Compartilhe:
 
Scarlet Phone, o celular com TV da LG

A Samsung e a STI já não estão sós. A LG Electronics anunciou hoje seu celular com TV. O nome do modelo é Scarlet Phone e seu principal destaque é a recepção de TV digital (transmissão 1-seg, de baixa resolução – 320 x 180 pixels), que pode ser vista numa tela TFT de 3 polegadas [...]

lg-scarlet-celular-tv

A Samsung e a STI já não estão sós. A LG Electronics anunciou hoje seu celular com TV. O nome do modelo é Scarlet Phone e seu principal destaque é a recepção de TV digital (transmissão 1-seg, de baixa resolução – 320 x 180 pixels), que pode ser vista numa tela TFT de 3 polegadas sensivel ao toque.


O Scarlet Phone vem pronto para tirar vantagem das redes 3G de alta velocidade (padrão HSDPA 7.2). Além disso, tem Bluetooth estéreo e aceita cartões de memória micro SD de até 8 gigas (o cartão que vem na caixa tem 1 giga).

O preço sugerido do Scarlet Phone é 1.099 reais. O preço final, contudo, vai depender da operadora. As primeiras unidades deverão chegar às lojas em março de 2009.

lg-scarlet-celular-tv-pe

lg-scarlet-celular-tv-tras

Avalie: 
Muito RuimRuimRegularBomMuito Bom
Compartilhe:
 
EUA adiam transição para TV digital

O governo americano decidiu adiar o fim das transmissões analógicas de TV. O que era para terminar em 17 de fevereiro de 2009 agora vai durar até 12 de junho de 2009. A decisão foi aprovada ontem, 4 de fevereiro, pelo Congresso dos EUA, e recebeu o nome de “DTV Delay Act”. O Senado já [...]

philcoO governo americano decidiu adiar o fim das transmissões analógicas de TV. O que era para terminar em 17 de fevereiro de 2009 agora vai durar até 12 de junho de 2009. A decisão foi aprovada ontem, 4 de fevereiro, pelo Congresso dos EUA, e recebeu o nome de “DTV Delay Act”. O Senado já havia aprovado decisão parecida, e o presidente Barack Obama já sinalizou que não vai contrariar o Congresso.

A razão oficial é que a administração Obama quis dar mais tempo para que as pessoas se adaptem à nova tecnologia, ou comprando conversores (com ajuda do governo, que oferece um cupom de 40 dólares para o interessado), ou assinando uma TV a cabo ou por satélite.

Tal decisão, contudo, causa impacto nos interesses de empresas como AT&T, Verizon e Qualcomm, cujo serviço de vídeo móvel dependia da liberação das frequências ocupadas hoje pelos canais analógicos. E nos das transmissoras, que terão que manter seus transmissores analógicos ligados.

No entanto, algumas emissoras temiam ver sua audiência cair depois da transição. Para elas, o tempo a mais dado para que os consumidores entendam a TV digital e se adaptem a ela veio em boa hora…

Avalie: 
Muito RuimRuimRegularBomMuito Bom
Compartilhe:
 
Conversor digital USB salva final de novela

A chuva cai forte e a TV a cabo sai do ar, levando junto a internet. Pior: é dia do antepenúltimo capítulo da novela, peça chave para entender o final da história. O que você faz?
Bom, se você tem um conversor de TV digital USB e alguns cabinhos, quase nada. Usamos o que tínhamos à [...]

Maísa no velho monitor: melhor que muita TV analógica

Maysa no monitor: melhor que TV analógica

A chuva cai forte e a TV a cabo sai do ar, levando junto a internet. Pior: é dia do antepenúltimo capítulo da novela, peça chave para entender o final da história. O que você faz?

Entra TV, sai VGA

Entra TV, sai VGA

Bom, se você tem um conversor de TV digital USB e alguns cabinhos, quase nada. Usamos o que tínhamos à mão: conversor, notebook e um monitor de tubo, emprestado de um velho Macintosh (com o devido adaptador VGA-Mac). Um cabinho de áudio estéreo levou o som do notebook aos alto-falantes embutidos no monitor.

Nessas horas, o monitor de tubo mostrou-se conveniente. É que a imagem captada por esses conversores USB tem resolução muito baixa (320 x 180 pontos). Quando ampliada na tela LCD do notebook, percebemos a granularidade da imagem. Efeito que fica bem disfarçado quando a vemos num monitor de tubo.

O mais importante é que não perdemos a novela, nem sob tempestade. E isso usando peças de fundo de gaveta, além do humilde conversor (que já pode ser encontrado por menos de 150 reais). Nossa conclusão: até para sinal de TV é preciso pensar em backup.

Avalie: 
Muito RuimRuimRegularBomMuito Bom
Compartilhe:
 
Gravador de DVD: espécie em extinção?

A julgar pela baixa oferta, os gravadores de DVD caminham para a extinção. Exagero? Basta dar uma olhada nas lojas de eletrônicos.
O mais fácil de achar é o Samsung R170 (R$ 289 nas Lojas Americanas), que tem conexão videocomponente e reproduz DivX, mas que não grava em mídias DVD+R nem DVD+RW.
Em segundo lugar vem o [...]

DR385, da LG: difícil de achar

DR385, da LG: difícil de achar

A julgar pela baixa oferta, os gravadores de DVD caminham para a extinção. Exagero? Basta dar uma olhada nas lojas de eletrônicos.

O mais fácil de achar é o Samsung R170 (R$ 289 nas Lojas Americanas), que tem conexão videocomponente e reproduz DivX, mas que não grava em mídias DVD+R nem DVD+RW.

Em segundo lugar vem o LG DR385 (R$ 368 no Magazine Luiza), também com scan progressivo, videocomponente e DivX.

O resto, só nos sites dos fabricantes. Às vezes, nem isso. O site da Samsung, por exemplo, ainda traz detalhes do gravador R155, um dos poucos a ter conexão HDMI, mas que saiu de linha há alguns meses.

Mistério? Nem tanto.

Todo gravador de DVD traz dentro de si um circuito receptor de TV analógica – peça que tem data certa para morrer. E o maior consumidor de eletrônicos do planeta, os EUA, se prepara para desativar as transmissões analógicas de TV em 17 de fevereiro de 2009 (ou seja, no mês que vem).

Como os fabricantes costumam produzir apenas aquilo que tem escala mundial, tudo que for relacionado à TV analógica – gravadores convencionais de DVD, inclusive – vai virar dinossauro.

Que, venham, então, os gravadores com recepção digital!

Avalie: 
Muito RuimRuimRegularBomMuito Bom
Compartilhe:
 
Teste: TV Toshiba LCD com conversor digital

São raras as TVs widescreen que vêm com conversor digital integrado de fábrica. Uma dessas é a Toshiba de 32 polegadas (32CV550DA). Versão Zero teve a oportunidade de conhecer o modelo de perto. Confira.

Muitas TVs LCD têm sua capacidade de alta definição desperdiçada por não terem um conversor digital acoplado. Não é o caso da [...]

Rede TV: sinal digital em widescreen

Rede TV: sinal digital em widescreen

São raras as TVs widescreen que vêm com conversor digital integrado de fábrica. Uma dessas é a Toshiba de 32 polegadas (32CV550DA). Versão Zero teve a oportunidade de conhecer o modelo de perto. Confira.

Muitas TVs LCD têm sua capacidade de alta definição desperdiçada por não terem um conversor digital acoplado. Não é o caso da Toshiba Regza 32CV550DA. Ter o conversor integrado é uma comodidade e tanto: a sala fica mais limpa, com um cabo e um controle remoto a menos; e a configuração, mais fácil.

O teste já começou com uma surpresa. Depois de ligada à tomada, conectamos o cabo da antena coletiva do prédio (o teste ocorreu em São Paulo), e acionamos a busca automática de canais. Para nossa decepção, só conseguimos um canal, o da Mix TV. Na segunda tentativa, perdemos a Mix TV e ganhamos a Globo.

Anteninha mágica

Culpa do conversor? Não. Decidimos arrancar uma antena V de uma pequena TV de tubo de 14 polegadas, e a ligamos no Toshiba Regza. Dessa vez, deu certo: quase dependurada, a pequena antena quebra-galho nos deu os canais Cultura, Univesp, SBT, Globo, Record, Rede TV (HD e SD), Gazeta (HD e SD), Band, Mix TV, MTV e RIT. De todas, a única que ficou com o sinal instável foi a Record. Mas bastou reposicionar a anteninha para resolver o problema.

Detalhes da programação vêm pelo ar

Detalhes da programação vêm pelo ar

A partir daí, tudo que se tem a fazer é dominar o controle remoto. Uma tecla central permite saltar entre os modos de recepção digital e analógico. No digital, a tecla Guide mostra, em forma de texto, a programação dos canais. E dá para usar a tecla Still, que congela a cena na tela – útil para conferir a tabela de pontos do Campeonato Brasileiro ou anotar detalhes daquela receita de bolo.

É preciso se acostumar com algumas coisas, como as faixas escuras laterais, por exemplo. Lembre-se: nem todas as emissoras transmitem em widescreen. E alta definição, então, só no horário nobre, como na hora da novela das 9. Nessa hora, o nível de detalhe da imagem é de babar – e olhe que a Regza nem tem 1.080 linhas (sua resolução é de 768 linhas).

Falta um mouse

toshiba-regza-controle-remotoO controle remoto também poderia ser mais amigável. Não há um botão direto para ativar o Closed Caption, por exemplo. Na verdade, boa parte dos recursos depende de um longo passeio pelas opções do menu – são tantas as opções que melhor seria se tivéssemos um mouse. Vale gastar um tempinho para se familiarizar com os comandos.

Uma tecla merece atenção especial. É a Pic Size, que ajusta as dimensões da imagem na tela. Já notou que em muitas TVs LCD a imagem parece alargada? Essa é a função da Pic Size. Neste Toshiba, há 3 opções para preenchimento total da tela: alargando, ampliando ou uma combinação das 2 primeiras.

Nossa experiência mostrou que o resultado fica aquém do esperado. Descartamos o uso dos efeitos na transmissão analógica, pois a imagem perde sua proporção original. E tentamos “melhorar” a exibição de um filme em DVD, ampliando-o para que ocupasse toda a tela. Um esforço em vão: a ampliação só serve para tornar a imagem mais serrilhada. Hora de pensar em um DVD player com recurso upscale ou partir para um Blu-ray player.

Ei, ganhamos uma porta HDMI

toshiba-regza-painel-traseiroEm termos de conexões, esta Regza é generosa. Há 3 entradas HDMI, uma delas na lateral (e lembre-se, nas outras TVs uma delas já seria ocupada pelo conversor digital). Duas saídas de áudio digital, coaxial e óptica, permitem ligar a Regza a um amplificador/decodificador de home theater.

Pode-se ligar um PC à Regza de dois modos: ou via porta VGA, ou via HDMI, mediante o uso de um cabo adaptador DVI/HDMI. O áudio do PC entra por uma conexão separada. As resoluções suportadas variam de VGA (640 x 480) a SXGA (1.280 x 1.024), com a devida adaptação à resolução nativa da TV.

Tem um gravador de DVD? Então deixe de usá-lo como sintonizador de TV. Para gravar a programação digital, você irá preferir plugá-lo à saída AV (tendo o cuidado de, antes, associar o sintonizador digital DTV a ela). E a caixinha da TV a cabo poderá usar um HDMI, se for digital, ou a entrada analógica, se for do tipo convencional.

Conclusão

Em termos técnicos, a Toshiba Regza 32CV550DA não decepciona, embora alguns itens do acabamento poderiam melhorar. O som é eficiente e a imagem, excelente, só mostra a que veio quando sintoniza a programação digital em alta definição. Daí que seu maior trunfo seja mesmo o conversor digital embutido. Com ele, a TV digital perde a complicação e dá a sensação de dinheiro bem gasto. (Se a programação da TV aberta vale o investimento ou não, você decide!) E prepare o bolso, porque quem entra nessa vai querer um Blu-ray player bem rapidinho.

TV Toshiba LCD 32” com sintonizador digital integrado
Modelo Regza 32CV550DA
Tela 32′ (80 cm diagonal)
Resolução 1.366 x 768 pixels
Sintonia Digital, analógica e por cabo
Brilho 500 cd/m²
Contraste 10.000:1
Entradas digitais HDMI (3), VGA (1)
Entradas analógicas Vídeo composto, componente, S-Video
Saídas digitais Áudio óptico e coaxial
Saídas analógicas Vídeo componente, áudio estéreo
Consumo 117 watts
Peso 13,3 kg
Preço R$ 1.999 (sugestão)
Informações www.semptoshiba.com.br


Avalie: 
Muito RuimRuimRegularBomMuito Bom
Compartilhe:
 
DVD player com HDMI: hora da pechincha

Pensando em trocar de DVD player? A hora é dos aparelhos com conexão HDMI. O Versão Zero encontrou ofertas a partir de 170 reais – por esse preço, você leva para casa um player com DivX e recurso upscaling.
Para quem não sabe, upscaling é um artifício de software que melhora a qualidade da imagem, dando-lhe [...]

DV397H, da LG: com HDMI

DV397H, da LG: com upscaling e HDMI

Pensando em trocar de DVD player? A hora é dos aparelhos com conexão HDMI. O Versão Zero encontrou ofertas a partir de 170 reais – por esse preço, você leva para casa um player com DivX e recurso upscaling.

Para quem não sabe, upscaling é um artifício de software que melhora a qualidade da imagem, dando-lhe mais resolução. É especialmente útil quando se tem uma TV de alta definição (768 ou 1.080 linhas). A resolução original do DVD comum é 480 linhas.

E o HDMI – sigla de High Definition Multimedia Interface – é uma conexão mais pura e limpa, pois leva os sinais digitais de áudio e vídeo à TV, por um único cabo, sem conversão.

Dado o baixo preço da maioria das ofertas (ver tabela abaixo), dá para entender por que muita gente tem adiado a compra dos ainda caros players com tecnologia Blu-ray…

DVD players com conexão HDMI e Upscaling
Fabricante Modelo DivX Prog. Scan Upscaling Karaoke Preço
LG DV397H Sim Sim Sim (1080p) Sim 259
Samsung DVD-1080P7 Sim Sim Sim (1080p) Não 339
Samsung DVD-1080P8 Sim Sim Sim (1080p) Não 228
Samsung DVD-F1080 Sim Sim Sim (1080p) Não 273
Philips DVP3980KX/78 Sim Sim Sim (1080p) Sim 170
Sony DVP-NS708HP Sim Sim Sim (1080p) Não 269


Avalie: 
Muito RuimRuimRegularBomMuito Bom
Compartilhe:
 
Por que minha HDTV não é HD?

A TV digital estreou oficialmente no Brasil em dezembro de 2007. Até agora, no entanto, ela tem sido vítima de má informação. E, com o estouro das vendas de TVs de tela plana LCD, no fim de 2008, a confusão tende a aumentar.
Por que? Bem, não foram poucos os que compraram as tais TVs LCD [...]

sony-bravia-lcd-hdtv

A TV digital estreou oficialmente no Brasil em dezembro de 2007. Até agora, no entanto, ela tem sido vítima de má informação. E, com o estouro das vendas de TVs de tela plana LCD, no fim de 2008, a confusão tende a aumentar.

Por que? Bem, não foram poucos os que compraram as tais TVs LCD pensando em assistir à novela das nove ou ao filminho em DVD com imagem superior. E, quando isso não se realiza, vem a frustração – e a culpa cai sobre a TV digital.

TV Digital x HD

É preciso, antes de tudo, separar dois conceitos. Um é a TV digital; outro é a alta definição (High Definition, ou HD).

Uma emissora de TV pode, por exemplo, transmitir sinal digital, tanto em HD como na definição padrão de 480 linhas (Standard Definition, ou SD).

E essa imagem pode chegar à sua tela tanto no formato widescreen (que vai preencher toda a tela das TVs de tela larga) como no formato convencional, mais quadrado, chamado “letterbox” (nesse caso, ela virá com faixas pretas laterais).

Falta o sintonizador

Para sintonizar a TV digital, você vai precisar de um sintonizador. Parece óbvio, mas a maioria das TVs LCD vendidas no Brasil só vem com o sintonizador analógico embutido. Para sintonizar os canais digitais será preciso comprar uma caixinha decodificadora (ou conversora), que vai lhe custar pelo menos mais 300 reais.

Mas atenção: as caixinhas mais baratas podem não sintonizar o sinal HD. Por isso, quem tem TV LCD deve preferir os modelos com HD e conexão digital HDMI.

DVD também muda

Na época em que surgiram os DVD players, muita gente (como eu) teve que trocar a TV. Agora o movimento é oposto: quem compra uma TV LCD vai querer trocar seu DVD player por um mais novo.

O que acontece é o seguinte: a resolução dos DVDs é de 480 linhas. Já a resolução das novas TVs é de 720 ou 1.080 linhas. O DVD player vai funcionar, mas a tela grande do LCD acaba por ampliar os defeitos que você nem percebia quando usava a TV velha.

Para piorar, alguns DVD players mais velhos não conseguem reproduzir a imagem no formato widescreen. Resultado: na TV grande, o filme ganha bordas pretas de todos os lados.

A solução natural seria trocar o DVD player por um Blu-ray player. A tecnologia dos discos Blu-ray permite reproduzir filmes com resolução de 1.080 linhas. Mas os Blu-ray players e os filmes Blu-ray ainda são muito caros.

Uma segunda opção são os DVD players com tecnologia de melhoria de resolução (upsacaling). Eles ainda tocam os velhos DVDs de 480 linhas, mas aumentam artificialmente sua resolução para que se adequem às novas TVs de alta definição.

E o videocassete da era Blu-ray?

E como gravar um programa de TV digital? Por enquanto, isso não é algo tão fácil. Os gravadores de DVD que existem no mercado só conseguem sintonizar TV analógica; ainda não temos gravadores/players com sintonia digital.

Além disso, eles teriam que usar um gravador Blu-ray, algo que só se consegue encontrar hoje para PCs (e a preços exorbitantes). E, ao que parece, nem as emissoras, nem os estúdios têm muito interesse em dar ao espectador o poder de gravar seus programas preferidos em HD.

Moral da história: quem acabou de comprar uma TV LCD tendo em vista as maravilhas da alta resolução tem apenas uma parte do quebra-cabeças. Falta-lhe um DVD com resolução melhor (Blu-ray ou DVD com upscaling) e um sintonizador digital (nas cidades que já têm transmissão digital).

Nada que paciência, algum dinheiro e muita vontade de aprender não resolva.

Avalie: 
Muito RuimRuimRegularBomMuito Bom
Compartilhe:
 
A mina dos efeitos especiais de TV

Achou genial a abertura da minissérie “Capitu” (TV Globo), com aquelas texturas que imitam cartazes de rua?
Pois de onde ela veio, tem muito mais.
A abertura é criação do Vetor Zero, um estúdio paulistano com tradição em computação gráfica.
É coisa deles, por exemplo, a tartaruga da Brahma. A laranja enamorada da Coca-Cola. Os pingüins do Halls. [...]

capitu-frame-abertura

Achou genial a abertura da minissérie “Capitu” (TV Globo), com aquelas texturas que imitam cartazes de rua?

Pois de onde ela veio, tem muito mais.

A abertura é criação do Vetor Zero, um estúdio paulistano com tradição em computação gráfica.

É coisa deles, por exemplo, a tartaruga da Brahma. A laranja enamorada da Coca-Cola. Os pingüins do Halls. O cartão de crédito do Unibanco. As lagartas da Gol. Ente tantas outras.

Para conferir tudo que já fizeram, nem precisa ir ao YouTube. É só visitar o site deles, aqui, e escolher Trabalhos. Vale a pena.

Avalie: 
Muito RuimRuimRegularBomMuito Bom
Compartilhe:
 
   Páginas:   1  |  2  |  3     Próximo >
Versão Zero
 
Computadores, gadgets, celulares, software, internet, testes e muito mais
 
Páginas
 
 
Categorias
 
 
Twitter
 
 
Busca
 
 
Arquivo
 
February 2012
S M T W T F S
« Nov    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
26272829  
 
Tags
 
 
Comentários