
Vaio W: um netbook sem invencionices no design
A Sony lançou hoje, no Japão, seu primeiro netbook: o Vaio W. É verdade que há discordâncias aqui e ali sobre o fato de o W ser o primeiro; afinal, a Sony já não tinha lançado um ultraportátil, o P, em fevereiro passado?
Bem, é preciso retomar o que, afinal, podemos entender por netbook. Para muita gente, incluindo nós aqui do Versão Zero, netbook é uma classe de notes ultraportáteis com preços acessíveis, cujo símbolo de primeira hora foi o Eee PC 2G da Asus – vendido, no lançamento, por US$ 200.
Mas as ofertas foram se sofisticando a tal ponto que, hoje, os netbooks podem até ser ultraportáteis, mas não seguram mais a bandeira da inclusão digital.
É nessa leva que entra o Sony Vaio P – um modelo que pode até vir com processador Atom, tela pequena (8 polegadas) e disco de estado sólido SSD, mas que, custando a partir de US$ 999 (nos EUA), não pode ser considerado um representante do popular Eee PC.

No Vaio P, ponteira serve de mouse
De certa forma, o Vaio W veio para remendar essa situação. Custando o equivalente a pouco mais de US$ 600 no Japão, o modelo é uma porta de entrada a quem busca a praticidade de um netbook aliada às benesses da marca Sony, mas que simplesmente não se viu utilizando o apertado Vaio P.
E não se trata só de preço. O Vaio W segue um design mais convencional e já consagrado pelo mercado: tela de 10,1 polegadas (1.366 x 768 pixels), HD de 160 gigas, processador Intel Atom N280, 1 giga de memória, bateria de 3,5 horas e Windows XP.
Nos EUA, onde foi apresentado como “uma linha de mini notebooks chiques”, o Sony W chegará em agosto em três cores – rosa, branco ou marrom -, e custando cerca de US$ 500. A Sony já abriu um sítio web para receber pedidos. Não são os US$ 200 dos primeiros netbooks, mas já dá para sonhar com um mini-Vaio na bolsa.






