Flash: Positivo Mobo a 899 reais

Deu no intervalo da TV: as Casas Bahia baixaram o preço do Positivo Mobile Mobo. De 999 reais, o micrinho foi remarcado para 899 reais.

Deu no intervalo da TV: as Casas Bahia baixaram o preço do Positivo Mobile Mobo. De 999 reais, o micrinho foi remarcado para 899 reais.

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Proview 81001: é este o notebook do professor?

Enquanto todo mundo olha para o conversor digital popular da Proview, outro produto cintila no site – e, por enquanto, apenas no site – da empresa.
É o PC 81001, notebook compacto que já foi oferecido ao presidente Lula como o “PC do Professor”, teve o lançamento prometido para março e preço definido em 800 reais [...]

Enquanto todo mundo olha para o conversor digital popular da Proview, outro produto cintila no site – e, por enquanto, apenas no site – da empresa.

É o PC 81001, notebook compacto que já foi oferecido ao presidente Lula como o “PC do Professor”, teve o lançamento prometido para março e preço definido em 800 reais – e que, até agora, não chegou às lojas e que começa a ser vendido no país.

Leia mais sobre o PC 81001

>> Testamos o PC 81001, o netbook da Proview

Há poucas informações disponíveis no site da Proview. Na internet, o Versão Zero encontrou uma galeria de fotos do modelo, junto com um Eee PC 701 (na foto acima, o note Proview é o da esquerda).

Agora a idéia se fecha. O decreto 6.504, que cria o Projeto Computador Portátil para Professores, limita a compra a aparelhos que custem, no máximo, mil reais.

Com tal limitação, a lista de opções incluiria hoje apenas três equipamentos: Eee PC, Positivo Mobo e Proview.

Como o decreto exige fabricação local, o Eee PC ficaria de fora. Sobrariam Mobo e Proview.

Caso o Ministério da Ciência e Tecnologia, responsável pela lista de especificações mínimas do Notebook do Professor, exija disco rígido, então só restaria o Proview… Será?

Notebook Proview PC-81001
Sistema Linux ou Windows XP
Processador AMD Geode LX de 500 Mhz
Memória 512 MB
Tela Widescreen de 10 polegadas
Disco rígido 60 GB
Expansão VGA, USB, PC Card, Wi-Fi


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Teste: Positivo Mobile Mobo

Já estamos perdendo a conta do número de mini-notebooks lançados no mercado internacional. No Brasil, o nicho dos portáteis baratinhos é representado, até agora, por 2 modelos: o Eee PC, da Asus, e o Mobo, da Positivo Informática.
Leia mais sobre mini-notebooks
>> Testamos o PC 81001, da Proview

O Mobo e o Eee PC são bastante parecidos. [...]

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Já estamos perdendo a conta do número de mini-notebooks lançados no mercado internacional. No Brasil, o nicho dos portáteis baratinhos é representado, até agora, por 2 modelos: o Eee PC, da Asus, e o Mobo, da Positivo Informática.

Leia mais sobre mini-notebooks

>> Testamos o PC 81001, da Proview

O Mobo e o Eee PC são bastante parecidos. Ambos têm tela LCD de 7 polegadas e usam memória flash no lugar do HD. Mas também há diferenças importantes entre os dois, e que podem ser decisivas na hora da compra.

Este novo teste de Versão Zero concentra-se no Mobo, um micrinho que compartilha o mesmo hardware que o Kira, da espanhola Airis. É preciso reconhecer que o Mobo foi bem adaptado ao uso no Brasil: tem teclado com cedilha e manual e sistema operacional em português.

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Sistema espremido

O Mobo vem com Windows XP Home, atualizado com o Service Pack 2. O sistema se espreme nos 2 GB da memória flash; sobram 800 MB livres para outros arquivos e programas. A compactação de dados já vem ligada e o tamanho do arquivo de paginação é zero.

Sem arquivo de paginação – um truque de software que faz o computador aparentar ter mais memória RAM do que realmente tem, descarregando o excesso no HD -, o Windows fica dependendo unicamente da memória física, que é de menos de 500 MB (descontados daí o naco dedicado à memória de vídeo).

Não que a falta da paginação seja limitadora: carregamos uma dezena de aplicativos sem ameaçar o funcionamento do sistema. Mas, se for fazer algo mais pesado, como editar fotos ou vídeo, cuidado.

Outro sinal de ambiente limitado é que a opção Hibernar deve ser usada com cautela. Essa opção, que economiza tempo na hora de ligar o sistema, até pode ser ligada, mas vai tomar 447 MB, ou metade do espaço livre no disco (isso é necessário para guardar uma “fotografia” da memória na hora em que o micro é desligado).

Se o espaço no drive C for mesmo um problema, uma solução é encaixar um cartão SD ou SDHC no slot frontal – uma espécie de upgrade instantâneo para o armazenamento de grandes arquivos, como músicas e filmes. Ou apelar para um HD externo, como o da foto que abre este teste.

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Máquina zerada

Apesar de ser um exemplar que já passou por muitos testes, o Mobo chegou ao laboratório do Versão Zero como se tivesse vindo da fábrica. Ligamos o micrinho e logo o Windows XP pediu dados para criação de usuários e sugeriu o registro do sistema na Microsoft.

O processo de inicialização inclui também a criação de uma conta na internet discada da Positivo, um serviço que é prestado pela Brasil Telecom. Isso pode ser deixado de lado, caso se vá usar alguma banda larga ou conexão sem fio (Wi-Fi). Mas é bom saber que tem.

Há também um serviço online de consulta ao dicionário Aurélio, com franquia de um ano. O cadastro no site do dicionário exige número de série do PC, usuário e senha, e a consulta só poderá ser feita a partir de um computador Positivo. Essa verificação é feita por um controle ActiveX, que é baixado no micro logo no primeiro acesso.

A lista de softwares inclui ainda os gratuitos BrOffice – conjunto de aplicativos de escritório com planilha eletrônica, processador de textos e software de apresentação – e Adobe Reader. Faltou o Java, que é essencial para muitos sites e que nós tivemos de instalar por conta própria.

Dicas para usar bem o Mobo
Para digitação prolongada
Use teclado e mouse USB de tamanho natural. Se
possível, use também monitor externo
Para navegação na internet
Use a tecla F11 para expandir a tela do navegador
Para aumentar a área da trabalho
Oculte a barra de tarefas do Windows clicando nela com
o botão direito e escolhendo Propriedades, Ocultar
Automaticamente a Barra de Tarefas. Para fazê-la
aparecer de novo, arraste o cursor para o rodapé da tela
Para melhorar a leitura de textos
Ative o ClearType, que suaviza o contorno das letras.
Clique com o botão direito na área de trabalho e escolha
Propriedades, Aparência, Efeitos e trocando “padrão”
para “ClearType”
Para estender a duração da bateria
Desligue o Wi-Fi quando não estiver usando e diminua o
brilho da tela LCD

Ajuste fino

O Java não foi o único acerto necessário no Mobo saído da caixa. Depois de ligar o micro, notamos que a imagem parecia distorcida. Decidimos então mudar o modo de exibição para ajustar o Windows ao formato widescreen, clicando na área de trabalho com o botão direito e escolhendo o modo 800×480, True Color, 60 Hertz na ficha Propriedades, Adaptador.

A digitação no Mobo é relativamente confortável. Conta pontos os cantos arredondados da base, que se encaixam bem nas palmas das mãos. Mas não vá pensar em passar horas digitando no micrinho. Se isso for mesmo preciso, arranje um teclado USB e, se der, ligue um monitor externo à saída VGA.

Mesmo porque o teclado do Mobo traz algumas idiossincrasias. Exemplo: é preciso apertar Alt-Gr, Q para obter a barra /, e Alt-Gr, W para obter a interrogação ? (foto abaixo). Se você tiver um teclado externo ABNT2, bastará espetar e usar.

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O sistema de restauração da configuração original do Mobo também é curioso. Exige o uso de um pen drive de pelo menos 1 GB. A Positivo fornece apenas o CD com o sistema original. A partir desse CD, a pessoa poderá usar um PC comum e criar, no pen drive, os arquivos necessários para a restauração. Esse pen drive servirá de “disco de boot” para o Mobo. Depois de utilizado, será preciso reformatar o pen drive usando, de novo, o CD da Positivo.

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Bateria nota dez

A duração da bateria é a grande surpresa. Ligado e carregado, o Mobo promete funcionar por 4h40. Deixamos rodar “O incrível homem que derreteu”, com som e Wi-Fi ligados e tela no brilho máximo. No fim, o XP ainda acusava energia para mais 3h00. Rodamos o filme mais uma vez, até o fim. E ainda sobrou gás no Mobo para 1h14 de operação.

O segredo está no processador. O Via C7-M ULV ajusta sua velocidade – e, portanto, seu consumo de energia – à tarefa que estiver sendo executada. Tem que exibir vídeo? Tome potência. Vai apenas digitar texto? Ok, vamos economizar.

Isso acaba distorcendo um pouco a estimativa que o Windows XP faz da durabilidade da carga. Em certo momento do teste, quando navegávamos na internet, o sistema prometia autonomia de 40 minutos, mas bastou rodar um vídeo do YouTube para que o sistema desligasse abruptamente, sem avisar ninguém.

E upgrade, dá para fazer? Segundo o manual, não. Diz lá: “A arquitetura do Positivo Mobile Mobo não permite que se acrescentem dispositivos internos de expansão, ou seja, não é possível realizar upgrade”. De fato, não há sequer uma porta de acesso à memória RAM (foto acima). Relatos na internet dão conta de que a troca de RAM é possível, desde que se remova o teclado. Portanto, se for realmente necessário, melhor procurar um técnico.

O que é legal no Mobo

Posição do microfone no teclado melhora recepção da voz
Tela LCD brilhante
Longa duração da carga da bateria
Boa ventilação contra o superaquecimento
Cabe numa bolsa pequena e não chama atenção

O que não é tão legal assim

Poucas opções de ajuste de iluminação da tela
Posição frontal do slot de memória atrapalha encaixe
Carregador grande e com tomada de 3 pinos
Só tem duas portas USB
Não dá para ampliar a memória RAM

Por dentro do Mobo
Processador Via C7-M ULV de 1 Ghz
Tela LCD TFT de 7 polegadas, widescreen
Memória RAM de 512 MB DDR2
Webcam embutida, resolução de 640×480 (0,3 MP)
Memória flash de 2 GB (tem a função do HD)
Leitor de cartões 3 em 1 (para SD, MMC e MS)
Porta de rede 10/100 Mbps
2 portas USB
Porta VGA
Rede sem fio Wi-Fi 802.11 b/g
Modem interno 56Kbps
Bateria Li-Ion 4800 mAh; autonomia aproximada 4 h
Teclado de 80 teclas,
Touchpad com 2 botões, controle de rolagem de tela
Alto-falantes e microfone embutidos
Peso: 1,1 kg
Acompanha: bateria, carregador, bolsa protetora
Preço: 999 reais


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Netbooks tentam reproduzir sucesso do Eee PC

Pequenos, enxutos e baratos. Com essa combinação improvável, os PCs ultraportáteis têm ganhado cada vez mais adeptos, tanto entre consumidores como entre fabricantes.
A Computex, feira de tecnologia de Taipei (Taiwan) que terminou hoje, 07/06, deu várias provas disso. Asus, Acer, MSI e FIC (dona da Everex) mostraram seus novos produtos para o nicho.
Que, por sinal, [...]

Pequenos, enxutos e baratos. Com essa combinação improvável, os PCs ultraportáteis têm ganhado cada vez mais adeptos, tanto entre consumidores como entre fabricantes.

A Computex, feira de tecnologia de Taipei (Taiwan) que terminou hoje, 07/06, deu várias provas disso. Asus, Acer, MSI e FIC (dona da Everex) mostraram seus novos produtos para o nicho.

Que, por sinal, náo pára de crescer. Até HP e Dell estão de olho nesse segmento, inaugurado de fato pelo Eee PC, da Asus.

Nos EUA, no fim de 2007, a Asus fechou as 2 primeiras semanas do lançamento do Eee PC com 10 mil unidades vendidas. Este ano, a previsão era de que de 3 a 5 milhões de Eee PC seriam vendidos por lá.

Tanta concorrência pode complicar bastante a vida da Asus. O mercado, contudo, agradece.

Fórmula do sucesso

A fórmula de um netbook, como esses aparelhos são chamados, é simples. Tire o leitor de CD/DVD; troque o disco rígido por chips de memória; use uma tela menor; e, para reduzir custos, instale software livre.

A receita, que ainda faz muita gente torcer o nariz, provou ser bem sucedida. Baratos e leves, os netbooks são a solução para estudantes e profissionais que, embora precisem estar conectados, não se adaptam às limitações físicas de um smartphone.

Variações dessa culinária não param de aparecer. O CE2A1 da FIC, por exemplo, tem tela de 8,9 polegadas e processador Via C7-M de 1,2 GHz. Outro modelo, mais avançado, usa processador Intel Atom N270, o queridinho da nova geração de mininotebooks.

A MSI mostrou o U100 (foto acima), que tem tela ainda maior -10 polegadas- e processador Atom de 1,6 GHz, com opção entre sistemas Windows e Linux.

Já a Acer manteve a marca Aspire no One (foto ao lado), netbook com tela de 8,9 polegadas, processador Atom, escolha entre Windows e Linux (distribuição Linpus) e entre HD e memória SSD.

E a Asus, ficou para trás? Ainda não. Sua linha Eee PC de mininotebooks ganhou três modelos: o Eee PC 901 (tela de 8,9″ e memória SSD de 12 GB ou 20 GB), o Eee PC 1000 (tela de 10″ e memória SSD de 40 GB) e o Eee PC 1000(H) (tela de 10″ e HD de 80 GB). Todos têm processador Atom de 1,6 GHz.

O problema, para variar, será o preço. Claro que, perto destes, o Eee PC 701 2G original (US$ 299,99 na Amazon) parece simples demais. Mas, à medida que ganham recursos, como HD e tela maior, os netbooks ficam cada vez mais distantes da faixa de preço inicial de 200 dólares.

No Brasil, o problema ganha outra dimensão, já que os netbooks mais simples, como o Positivo Mobo e o Eee PC 4G, custam relativamente caro – cerca de 1.000 reais (entre 580 e 600 dólares).

A briga, como se vê, será boa. E você, ainda acha que os netbooks não têm futuro?

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