Em Portugal, um mestrado em Open Source

Essa vem do outro lado do Atlântico: o Instituto Universitário de Lisboa, em Portugal, oferece um Mestrado em Open Source Software. O curso compreende um conjunto de disciplinas, oferecidas em 2 semestres, e a produção de uma dissertação. O diploma será emitido pelo ISCTE – Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, ligado [...]

opensource_imageEssa vem do outro lado do Atlântico: o Instituto Universitário de Lisboa, em Portugal, oferece um Mestrado em Open Source Software. O curso compreende um conjunto de disciplinas, oferecidas em 2 semestres, e a produção de uma dissertação. O diploma será emitido pelo ISCTE – Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, ligado ao IUL. As candidaturas estão abertas desde o dia 1.o e seguem até 4 de setembro. Mais detalhes sobre preços, prazos e disciplinas podem ser obtidas no sítio do Instituto, aqui.

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Em São Paulo, boas notas podem valem dinheiro

Então você pensava que a idéia de melhorar a educação por meio da distribuição de dinheiro estava restrita a Portugal. Cara leitora, caro leitor, devo dizer que não. São Paulo e o Brasil estão fazendo a sua parte.
Leia mais sobre prêmios em educação
>> Portugal premia melhor aluno com dinheiro
Neste momento o governo do Estado de [...]

"E ai, sócio, passou de ano?"

Então você pensava que a idéia de melhorar a educação por meio da distribuição de dinheiro estava restrita a Portugal. Cara leitora, caro leitor, devo dizer que não. São Paulo e o Brasil estão fazendo a sua parte.

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>> Portugal premia melhor aluno com dinheiro

Neste momento o governo do Estado de São Paulo aguarda a apreciação, pela Assembléia Legislativa, de um projeto de lei que estabelece bônus para os professores, de acordo com as notas obtidas pelos alunos.

O projeto de lei define que a meta a ser atingida ou superada será dada por escola. O cálculo do bônus individual, no entanto, levará em conta o número de faltas do professor. Quanto maior o número de faltas, menor o bônus.

Segundo simulações feitas pela Secretaria da Educação, um professor com salário mensal de 1.600 reais (cerca de 1.000 dólares) poderá receber, no fim do ano, 960 reais de bônus, caso tenha 50% de faltas e a escola tenha alcançado 50% da meta.

Em outro cenário, se a escola superar a meta em 20% e o professor não tiver faltado um só dia, receberá no fim do ano bônus de 4.608 reais.

Se São Paulo quer premiar o professor com base nas notas dos alunos, o Governo Federal tem pensado em distribuir dinheiro diretamente aos alunos. Desde o ano passado tem-se discutido, dentro do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a idéia de dar um prêmio, estimado em 204 reais, a quem passe de ano, da 5.a à 8.a séries (6.o ao 9.o anos).

Claro que ninguém será louco de recusar dinheiro. Mas vale repetir a pergunta: que valores a escola busca estimular com tais iniciativas?

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Portugal premia melhor aluno com dinheiro

Prêmios em dinheiro podem estimular os jovens a estudar? Difícil dizer. Mas essa é a inusitada estratégia posta em ação pelo Ministério da Educação em Portugal.
O despacho 20.513/2008, publicado ontem no Diário Oficial daquele país, institui o Prêmio de Mérito, que será concedido ao melhor aluno de cada escola, pública ou privada.
O prêmio consiste em [...]

estimulo à produção de ciência

Os premiados da Intel: estímulo à produção de ciência

Prêmios em dinheiro podem estimular os jovens a estudar? Difícil dizer. Mas essa é a inusitada estratégia posta em ação pelo Ministério da Educação em Portugal.

O despacho 20.513/2008, publicado ontem no Diário Oficial daquele país, institui o Prêmio de Mérito, que será concedido ao melhor aluno de cada escola, pública ou privada.

O prêmio consiste em 500 euros em dinheiro (cerca de 1.250 reais) , além de um diploma oficial e da publicação do nome do ganhador junto à sua comunidade.

Em abril, quatro jovens indianos visitaram o Brasil por uma semana. Shréa Kapoor, 16, e outros três amigos ganharam a viagem por desenvolver um cardápio mais saudável para a cantina da escola em que estudam.

A premiação, chamada Wizkids, é oferecida pela organização não-governamental indiana The Activity e valoriza soluções para questões sociais e ambientais.

Na iniciativa privada, a fabricante de chips Intel premia projetos de pesquisa científica de alunos do Ensino Médio com o Intel Science Talent Search. O prêmio maior é uma bolsa de estudos de 100 mil dólares.

Que tipo de valores a iniciativa portuguesa pretende estimular, no entanto, é mistério. Mas eu não me surpreenderia se visse iniciativa semelhante por aqui.

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Portugal: netbook para alunos, a 50 euros cada

Leio com algum espanto, aqui, que o governo de Portugal teria encomendado 500 mil notebooks do modelo Classnote PC, da Intel, para uso educacional.
É mais ou menos a idéia que nosso governo tinha, até o começo deste ano, de equipar as escolas públicas com notebooks educacionais.
Leia mais sobre inclusão digital na educação
>> Professor terá notebook [...]

PC português custará 50 euros

Magalhães, o netbook português, pode sair de graça

Leio com algum espanto, aqui, que o governo de Portugal teria encomendado 500 mil notebooks do modelo Classnote PC, da Intel, para uso educacional.

É mais ou menos a idéia que nosso governo tinha, até o começo deste ano, de equipar as escolas públicas com notebooks educacionais.

Leia mais sobre inclusão digital na educação

>> Professor terá notebook de mil reais

>> Portal para professor encomendar notebook já está pronto

O projeto brasileiro foi engavetado: o governo achou o preço, de pouco mais de 600 reais por peça (a melhor oferta havia sido feita pela Positivo), alto demais.

Em Portugal, no entanto, parece que a coisa vingou – ou melhor, passou mais fácil. O Magalhães, como foi batizado o micrinho, será produzido em Portugal, mediante parceria entre a Intel – dona do projeto – e o grupo industrial JP Sá Couto, que para fabricá-lo se associou a outra empresa portuguesa, chamada Prológica (que, curiosamente, tem o mesmo nome de uma antiga fabricante brasileira de PCs).

O tom do anúncio é de festa, pois mil novos empregos serão criados. E o micrinho – alardeado como o “primeiro computador portátil português” – custará, no máximo, 50 euros (125 reais).

Preço depende da renda familiar

A mágica portuguesa é a seguinte. O Magalhães será parte do projeto português de inclusão digital escolar, chamado e-escola. O governo classificou os alunos em três grupos, de acordo com as condições financeiras.

Quem tem mais condições, paga 50 euros por peça. Os da faixa intermediária pagarão 20 euros (50 reais). Os mais necessitados terão o micrinho de graça.

O fabricante, JP Sá Couto, declarou que o custo de produção é de 180 euros (450 reais). A diferença será paga pelo governo e pelas empresas envolvidas.

A meta portuguesa com esse projeto, chamado e-escolinhas, é distribuir 500 mil Magalhães aos alunos das séries iniciais do ciclo básico, que têm entre 6 e 11 anos. Ao contrário do e-escola, no e-escolinhas a conexão com a internet é opcional.

Ainda se discute qual sistema operacional será utilizado no bichinho – se Windows (o mais provável) ou Linux. Os mais críticos desabam referências ao ufanismo do “primeiro portátil português” – afinal, trata-se da plataforma Classmate PC.

De qualquer forma, quem queria ver as crianças brincando com notebook na sala de aula conseguiu ter seu sonho realizado. Será um bom laboratório das coisas que, algum dia, poderão ocorrer também por aqui.

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Professor terá notebook de mil reais

Foi publicado hoje no Diário Oficial da União o decreto que facilita a compra de notebooks por professores.

Trata-se do projeto Computador Portátil para Professores, instituído pelo decreto 6.504, que já havia sido assinado pelo presidente Luíz Inácio Lula da Silva em 4 de julho.
Leia mais sobre Computador para Professores
>> Testamos o PC 81001, o netbook [...]

Foi publicado hoje no Diário Oficial da União o decreto que facilita a compra de notebooks por professores.

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Trata-se do projeto Computador Portátil para Professores, instituído pelo decreto 6.504, que já havia sido assinado pelo presidente Luíz Inácio Lula da Silva em 4 de julho.

Leia mais sobre Computador para Professores

>> Testamos o PC 81001, o netbook da Proview

>> Proview 81001: é esse o notebook do professor?

>> Portal para professor comprar notebook já está pronto

A intenção, de acordo com o texto do decreto, é “promover a inclusão digital de professores ativos da rede pública e privada da educação básica, profissional e superior (…) mediante a aquisição de soluções de informática constituídas de computadores portáteis”.

Há alguns critérios que devem ser obedecidos. Os notebooks devem ser produzidos no país, o valor não poderá ser maior que mil reais e cada professor poderá comprar apenas um computador.

O parcelamento será feito junto aos bancos credenciados. Segundo o governo, as taxas deverão ficar entre 1,4% e 1,8% ao mês.

Os pedidos poderão ser feitos nas agências dos Correios ou em agências dos bancos participantes do projeto. As vendas devem começar em setembro, inicialmente nas capitais.

Notebook de R$ 1 mil: as parcelas*
Financiamento em 24 meses
Taxa Prestação Valor final
1,4% R$ 49,35 R$ 1.184,40
1,8% R$ 51,68 R$ 1.240,32
* Estimativa

Netbooks de fora?

O decreto atribui ao Ministério da Ciência e Tecnologia a definição da configuração mínima das máquinas. É também esse ministério que receberá os pedidos de credenciamento dos fabricantes.

Já o Ministério da Educação tem 15 dias para criar um sistema que comprove a vinculação profissional do professor. Pelas contas do governo, o projeto poderá beneficiar 3,4 milhões de professores.

Para funcionar, o programa depende da adesão dos participantes – fabricantes e bancos. Não há verba nem subsídio do governo para sua implementação.

E, ao contrário do que foi noticiado, o decreto não estabelece a configuração mínima, que deverá ser confirmada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia em no máximo 15 dias.

O portal de notícias G1, por exemplo, afirmou que o laptop deveria ter 512 MB de RAM e HD de 40 GB. Se isso se confirmar, os netbooks, como o Positivo Mobo, ficarão de fora.

Mais curioso foi o portal Universia, que incluiu nas especificações mínimas monitor LCD ou CRT – como se fosse possível, hoje em dia, um notebook com monitor de tubo (CRT).

Experiência portuguesa

Há um ano, Portugal lançava seu programa de inclusão digital para alunos, professores e formandos.

O programa e-professor, como foi chamado, começou em setembro passado e permite que professores do ensino primário e secundário comprem um laptop e contratem o acesso à internet banda larga em condições facilitadas.

Em um dos planos, o professor paga entrada de 150 euros, ou 375 reais (por um notebook Insys Pentium Dual Core, 3 GB de RAM, disco de 250 GB e sistema Linux), e se compromete a pagar mensalidade de 17,50 euros, ou 43,75 reais, durante 3 anos por uma banda larga de 512 kbps. E só.

O programa é parcialmente financiado por um Fundo para a Sociedade da Informação, composto por dinheiro das operadoras móveis – é, na verdade, parte do dinheiro pago pelas licenças 3G. Deve atingir 500 mil pessoas, entre estudantes e professores.

O Brasil também tem seu Fundo – é o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, composto por 1% da receita bruta das operadoras de telefonia e 50% da receita da Anatel.

Desde sua criação em 2000, o Fust acumulou uma verba de 6 bilhões de reais, que por enquanto não foi utilizada.

O governo português anunciou, em 30 de julho, a distribuição de 500 mil mini-notebooks aos alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental. Os equipamentos, que são semelhantes aos que a Positivo ofertou ao governo brasileiro no começo deste ano, serão fabricados em Portugal e serão subsidiados: para os pais, vão custar entre zero e 50 euros. Saiba mais clicando aqui.


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