
Há quase três anos comprei uma impressora laser pessoal por cerca de 300 reais. Diante de um toner que dá sinais de esgotamento, fui pesquisar o preço de um novo cilindro (original, claro) – e descubro que, em algumas lojas, a impressora nova é mais barata que o toner.
História velha? Com certeza. Já era assim com as impressoras jato de tinta: o preço dos 4 cartuchos coloridos podia superar o preço de uma impressora novinha em folha, e com muito mais recursos que a sua.
Para tornar o processo de decisão ainda mais difícil, fico sabendo que a Elgin acaba de lançar no Brasil novos modelos de multifuncionais Pixma (que imprime, escaneia e copia), com preços entre 299 e 399 reais.
A mais incrementada é a Pixma MP 480 (399 reais, foto acima), que vem com um visor LCD de 1,8 polegadas para pré-visualizar a impressão. Ela lê cartões de memória e tem interface PictBridge, que permite a impressão direta a partir de outros dispositivos, como câmeras e celulares, sem o PC.
Modelo intermediário, a Pixma MP 260 (349 reais) também vem com leitor de cartões (SD, SDHC, micro SD, MS, Compact Flash e outros). A caçula da turma é a Pixma MP 190 (299 reais, sem visor ou leitor de cartões).
E aí, será que vale a pena trocar de toner? Ou de impressora?


