Teste: monitor LCD Matsui Wide 14

Por Robinson dos Santos, do Versão Zero

Seu netbook pede por um monitor de mesa quando está em casa? Um dos mais baratos é o Matsui widescreen de 14 polegadas, fabricado em Manaus pela Digibrás (ligada à CCE). O Versão Zero pôs as mãos num desses, que podem ser encontrados no varejo por 249 reais, ou [...]

Por Robinson dos Santos, do Versão Zero

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Seu netbook pede por um monitor de mesa quando está em casa? Um dos mais baratos é o Matsui widescreen de 14 polegadas, fabricado em Manaus pela Digibrás (ligada à CCE). O Versão Zero pôs as mãos num desses, que podem ser encontrados no varejo por 249 reais, ou até por menos.

O Matsui é um monitor bem simples. Tem apenas dois fios, o da eletricidade e o da conexão D-Sub, padrão de vídeo em PC. Além dos cabos, a caixa traz um manual de instruções em forma de folheto, o certificado de garantia (1 ano) e uma lista de oficinas autorizadas.

Sua resolução nativa é 1.280 x 800 pixels. O tamanho da tela, de 14 polegadas, adequa-se perfeitamente ao trabalho como monitor auxiliar de netbook e, dado o baixo preço, pode servir como substituto de tela de tubo de 15 polegadas.

Usamos o pequeno Matsui como monitor externo de 2 notebooks: um Eee PC com Linux Xandros e um Itautec com Windows XP. Nos dois, o ajuste foi automático, mas no XP a configuração mais próxima disponível foi a 1.280 x 768 pixels. Isso deu um leve desconforto na hora de rolar textos na tela, pois os pixels iam se ajustando à tela cada vez que se apertava a tecla de seta.

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Quase um espelho

É preciso ter em mente que o Matsui é um monitor de baixo custo. Isso significa que alguns detalhes do acabamento, apesar de simples e funcionais, podem lhe parecer frágeis, caso das capinhas plásticas que protegem as dobradiças traseiras. E a capacidade de reflexão da tela é absurda: quando desligado, o monitor quase pode ser usado como espelho.

Mas a surpresa definitiva deste monitor foi a presença de um stuck pixel – para quem não sabe, stuck pixel é aquele pontinho da tela que teima em permanecer aceso. O contrário dele é o dead pixel, pontinho que permanece apagado.

Assim que percebeu o problema do stuck pixel, a compradora desse monitor ligou para a loja virtual que o vendeu, pedindo uma troca. Como estava no prazo de 7 dias da compra, foi atendida. O problema é que o segundo monitor também veio com um stuck pixel.

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A compradora, enfim, decidiu ficar com a segunda peça, principalmente porque o ponto aceso fica bem em cima da linha que divide a barra de tarefas do resto da tela. No entanto, sua experiência indica que a chance de ganhar um pixel aceso ou morto é grande.

Atendimento nota 10

É preciso, aliás, ressaltar a boa vontade da loja que o vendeu, pois de acordo com o fabricante dead pixel não é defeito. Numa folha encartada no manual, a Digibrás afirma que, para um painel de 1.280 x 800 pixels de Classe II (coisa que ela não explica o que significa, mas tem relação com a qualidade do painel), ter até 2 pixels acesos, 2 apagados, ou 5 subpixels acesos ou apagados não constitui defeito (um subpixel é um dos 3 pontos – vermelho, verde ou azul – que formam o pixel).

Feitas essas ressalvas, por que alguém recomendaria o Matsui? Bem, porque é muito mais barato que outros monitores LCD de uso geral. Ele não será o mais rápido para jogos, nem terá conexão digital DVI. Mas vai lhe oferecer mais conforto e irá consumir menos energia que um monitor de tubo. Se é isso o que você precisa, não há por que gastar mais. Agora, se você não suporta a idéia de receber um painel com um pixel que ficará eternamente aceso ou apagado, melhor não tentar a sorte.

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Um monitor LCD por 200 reais

Você quer um monitor LCD auxiliar ou busca uma opção para usar o netbook como micro de mesa e não quer gastar muito? As opções custam em média 400 reais, que é o preço de um monitor LCD de 15 polegadas.
Há, no entanto, uma alternativa: o monitor CCE Matsui. Trata-se de um LCD wide de [...]

você se arriscaria?

O desconhecido Matsui: você se arriscaria?

Você quer um monitor LCD auxiliar ou busca uma opção para usar o netbook como micro de mesa e não quer gastar muito? As opções custam em média 400 reais, que é o preço de um monitor LCD de 15 polegadas.

Há, no entanto, uma alternativa: o monitor CCE Matsui. Trata-se de um LCD wide de 14 polegadas – um pouco menor, portanto -, mas que está à venda na loja virtual do hipermercado Extra por 199 reais.

Seja como acessório de netbook ou daquele servidor do canto do escritório, o pequeno e desconhecido Matsui pode ser uma opção inteligente. Ok, não é a marca mais badalada. Nem suas especificações impressionam (o tempo de resposta é de 10 ms e a única conexão disponível é a VGA). Mas tem garantia de 1 ano e, se funcionar direitinho, já terá feito jus ao investimento.

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Monitor Samsung 22″: agora, por até 835 reais

Já disse aqui como me sinto ao ver monitores tão bacanas, vendidos a preços cada vez mais baixos. E não é que o preço continua a cair?
Nesta oferta da loja virtual Saraiva, o monitor Samsung 2232bw de 22 polegadas, com tela widescreen, conexão DVI e tempo de resposta de 2 milissegundos, sai por 879 reais.
Pagando [...]

E pagando no boleto, sai por R$ 835,05

E pagando no boleto, sai por R$ 835,05

Já disse aqui como me sinto ao ver monitores tão bacanas, vendidos a preços cada vez mais baixos. E não é que o preço continua a cair?

Nesta oferta da loja virtual Saraiva, o monitor Samsung 2232bw de 22 polegadas, com tela widescreen, conexão DVI e tempo de resposta de 2 milissegundos, sai por 879 reais.

Pagando com boleto, à vista, tem-se 5% de desconto, o que reduz o preço para 835,05 reais.

Para quem já quer trocar seu monitor ou arranjar um para seu notebook, taí a dica.

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Monitor de 22 polegadas da LG a preço “popular”

Pode ser a tecnologia. O dólar barato. Ou ambos. O fato é que me surpreendi ao saber que este novo monitor widescreen de 22 polegadas da LG chega ao mercado custando 1.069 reais (preço sugerido).
O espanto não é gratuito. Há 3 anos, paguei 1.700 reais por um monitor de 17 polegadas. Era uma época em [...]

Pode ser a tecnologia. O dólar barato. Ou ambos. O fato é que me surpreendi ao saber que este novo monitor widescreen de 22 polegadas da LG chega ao mercado custando 1.069 reais (preço sugerido).

O espanto não é gratuito. Há 3 anos, paguei 1.700 reais por um monitor de 17 polegadas. Era uma época em que tempo de atualização de tela de 8 milissegundos era “top”.

Pois bem, o W2284F da LG promete atualizar a tela em 2 milissegundos. Sem falar na razão de contraste, de 30.000:1.

Para quem não sabe, a razão de contraste indica a diferença entre a cor mais clara e a mais escura produzida pela tela. Quanto maior esse intervalo, maior será a chance de que a cor preta será mostrada como preta e a branca como branca, e não como algum tom de cinza.

O recorde parece ser ainda da Sharp, que em 2005 anunciou seu monitor ASV Premium, com contraste de 1.000.000:1 – um espectro de cores para ninguém botar defeito.

Para completar, o W2284F tem conexões VGA e DVI – padrão para os dias de hoje – e resolução de 1.680 x 1.050 pontos, que equivale, na prática, à resolução “full HD” da TV digital, que é de 1.080 linhas.

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Com USB, monitor da LG é videowall caseiro

Muita gente sonha em ter mais de um monitor em cima da mesa. O problema é que, além do monitor, é preciso ter outra placa de vídeo dentro do PC.
Bom, já não é mais. Há monitores que podem ser interligados por cabos USB – e que funcionam como se fossem um único grande painel.
É o [...]

Muita gente sonha em ter mais de um monitor em cima da mesa. O problema é que, além do monitor, é preciso ter outra placa de vídeo dentro do PC.

Bom, já não é mais. Há monitores que podem ser interligados por cabos USB – e que funcionam como se fossem um único grande painel.

É o caso do L206WU, que a LG começa a vender no Brasil. O monitor de 20 polegadas tem portas USB que permitem encadear outros 5 L206WU.

Todos esses monitores são, por sua vez, controlados por um software desenvolvido pela LG, e que roda em Windows (2000 ou XP, no mínimo).

O bacana é que os monitores encadeados podem ser arranjados de várias formas. As telas giram 90 graus e a altura da coluna da base pode ser estendida em 14 cm. E há 3 conexões primárias disponíveis: VGA, DVI e USB.

O chato é que o tal software não funciona nem com Macs, nem com Linux – sinal de que a tão falada interoperabilidade ainda está longe do desktop doméstico.

Monitor L206WU da LG
Tipo do painel TFT Wide, 20,1”
Entradas de vídeo VGA, DVI e USB 2.0
Resolução máxima 1680 x 1050, 60 Hz
Tempo de resposta 2 milisegundos
Preço sugerido 1.199 reais
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