Positivo: netbook Mobo com tela de 10″

Tem mais Mobo na parada. A Positivo Informática anunciou hoje os sucessores do popular netbook Mobo – aquele que as Casas Bahia vendem por 999 reais, e cujo teste publicamos aqui. E o Versão Zero, claro, foi conferir a novidade.
Em comum, os netbooks da série Mobo 10xx têm tela de 10 polegadas e teclado e [...]

Tem mais Mobo na parada. A Positivo Informática anunciou hoje os sucessores do popular netbook Mobo – aquele que as Casas Bahia vendem por 999 reais, e cujo teste publicamos aqui. E o Versão Zero, claro, foi conferir a novidade.

Mobo: teclado maior e tela de 10 polegadas

Mobo: teclado maior e tela de 10 polegadas

Em comum, os netbooks da série Mobo 10xx têm tela de 10 polegadas e teclado e touchpad maiores. Seu processador é um Intel Atom N270. Leitor de cartões SD/MMC/MS, webcam de 1,3 megapixel, rede, 3 portas USB e Wi-Fi b/g fazem parte do perfil comum.

Vamos às diferenças. O Mobo 1000, por exemplo, tem 512 megas de RAM, HD de 80 gigas e é o único da série a vir com Linux (sabor Mandriva).

Os outros Mobos 10xx vêm com Windows XP Home e tem 1 giga de RAM. A variação, aí, estará no tamanho do HD, que poderá ser de 120 (no modelo 1050) e 160 gigas (nos modelos 1050 e 1070). O 1070, aliás, tem outro diferencial: nele, a bateria dura 6 horas. Os outros modelos prometem 4 horas de trabalho por carga.

Do outro lado: USB, SD e VGA

Do outro lado: USB, SD e VGA

E o Mobo original? Bem, evoluiu. Agora a mesma carcaça do pequeno Mobo abriga uma tela maior, de 8,9 polegadas, e permite escolher entre HD de 60 gigas (modelo M970) e memória flash de 4 gigas (modelo M900). A memória RAM continua em 512 megas, e teclado e touchscreen também não tiveram mudanças.

Mobo de 9 polegadas: evolução do original

Mobo de 9 polegadas: evolução do original

Segundo a Positivo, todos os novos Mobos estarão disponíveis a partir da segunda quinzena de outubro, com preços a partir de 1.000 reais.

O principal, contudo, ficou para depois. A Positivo está costurando um acordo com uma operadora de celular para lançar um Mobo com conexão 3G embutida. Os detalhes da coisa devem ser divulgados em novembro. Se o que você quer é um netbook com 3G, aguarde.

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Teste: notebook Proview Compact PC 81001

Os notebooks ultracompactos deixaram de ser privilégio de endinheirados. Com o surgimento dos econômicos netbooks, eles passaram a ser a porta de entrada para o mundo da computação móvel – e até servir, às vezes, como o primeiro PC.
No Brasil, o mais novo da turma é o PC 81001, da Proview. Lançado sem muito alarde, [...]

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Os notebooks ultracompactos deixaram de ser privilégio de endinheirados. Com o surgimento dos econômicos netbooks, eles passaram a ser a porta de entrada para o mundo da computação móvel – e até servir, às vezes, como o primeiro PC.

No Brasil, o mais novo da turma é o PC 81001, da Proview. Lançado sem muito alarde, ele já pode ser encontrado em algumas lojas pelo país. Um de nossos leitores, dono de um PC 81001, sugeriu produzir, ele mesmo, um teste de usabilidade – proposta que Versão Zero aceitou prontamente.

Leia mais sobre o PC 81001

>> Conheça o sucessor do PC 81001

>> PC 81001: será este o notebook do professor?

>> Saiba mais sobre o Geode, o processador do PC 81001

>> Notebook da Proview, à venda por menos de mil reais


A pedido, nosso avaliador teve sua identidade preservada. O resultado está publicado abaixo. Confira.

O Compact PC da Proview

A cada dia novos notebooks ultracompactos são lançados no mercado mundial. Mas nem todos chegam ao Brasil, e encontrá-los nas lojas exige certo esforço. Com o PC 81001, a história é outra, pois ele é fabricado em Manaus. Isso faz com que a análise deste portátil seja ainda mais necessária: afinal, em muitas lojas o vendedor não sabe o que está vendendo, nem o consumidor o que está comprando.

Minha intenção ao adquirir o PC 81001 era simples: substituir meia dúzia de livros que carregava diariamente, dicionário, folhas e o caderno universitário por algo portátil. E posso dizer que fui bem atendido. Tanto que já nem uso mais aqueles mochilões: saio apenas uma pequena bolsa lateral, com o PC e um bloco de notas.

A análise pode ser resumida em uma frase: você estará comprando um hardware. Portanto, os problemas serão os mesmos que os de qualquer PC conectado que comprar numa loja de eletrodomésticos: sistemas operacionais ruins, assistência demorada e pouca ajuda dos fabricantes.

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O que vem na caixa

No empacotamento, a Proview foi bastante econômica. Além do notebook, o comprador recebe bateria, manual, adaptador de energia (pouco maior que o de um celular), certificado de garantia e bolsa para transporte tipo glove (que, embora não seja impermeável, é bem resistente). Um aspecto curioso – na verdade, seu ponto fraco – é que o PC 81001 não vem com os discos do sistema operacional, nem com drivers.

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O manual é extremamente pobre. Contém informações básicas, como reconhecer o que é um teclado e um touchpad, ou como aumentar e diminuir o contraste, por exemplo. Tem apenas 23 páginas e um agravante: a imprecisão. As especificações do manual diferem das do site, que também diferem das impressas no fundo do aparelho.

Por exemplo, enquanto no site as dimensões são 260 (C) x 180 (L) x 33 (A) mm, o manual traz 260 (C) x 188 (C) x 34,5 (C). Outro exemplo: o consumo, segundo o manual, é menor que 36W. Segundo o que está impresso no aparelho, é menor que 24W. A desorganização, aqui, impera.

O pior é que também não há informação alguma sobre o hardware, ou sobre como substituir componentes básicos se os mesmos derem defeito. Em uma frase: é como o manual de sua TV.

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Os pecados da configuração

A Proview deveria ter tomado mais cuidado na configuração feita na fábrica. A começar pelo Bios, que vem totalmente “desconfigurado” – o que torna a inicialização bastante lenta. Durante o boot, ele fica procurando por endereços Macs (quando conectado num cabo de rede), dispositivos USB e todas as outras opções. Depois de tudo isso, no fim da fila, está o boot pelo HD. Só com isso perdemos mais de um minuto.

As possibilidades de configuração do Bios são bastante pobres – há apenas dois menus. O lado bom é que são fáceis e intuitivas.

O sistema operacional foi outra proeza da Proview. O PC 81001 veio com Ubuntu, aparentemente a MID – Mobile Internet Device Edition (!!!). Sim, isso mesmo, dá até para ativar o teclado touchscreen! (Se ele, de fato, existisse no PC 81001.) O único trabalho que tiveram foi mudar o tema original da splash screen e do GDM para um tema da Proview. É possível trocar o gerenciador de janelas original pelo Gnome, mas isso não melhora muita coisa. Com o Ubuntu original, a inicialização levava mais de cinco minutos.

As consequências disso? Desempenho medíocre. Mesmo usando o Audacious, ou o VLC, nem vídeos AVI, nem músicas MP3 eram reproduzidos corretamente. Tudo sempre funcionava com aquelas travadinhas. Mesmo com o Firefox, a navegação era lenta e a exibição de páginas era ruim, com muitos bugs. Aliás, o ponteiro do mouse travava até quando nenhum programa estava aberto. Hora de trocar de sistema.

Depois de tentar outras distribuições Linux, sem sucesso (por causa da resolução de 1024×600 e de outros problemas com vídeo), resolvi colocar o Windows XP nele. (Dica para quem usa Windows: o unetbootin pode ajudar bastante para colocar o Linux no seu pendrive). Para isso, usei um cabo conversor de IDE/USB para dar boot pelo drive de CD. Tive que tentar várias vezes para que o Bios reconhecesse o mesmo. A instalação correu normalmente, mas foi necessário valer-se de um monitor VGA externo para instalar o driver de vídeo, já que sem o mesmo o LCD do notebook fica inutilizado.

Com o XP, o PC 81001 ficou bastante leve. Agora as janelas abrem instantaneamente. O Google Chrome carrega em aproximadamente 4 segundos; o Firefox, em cerca de 10 segundos.

O VLC funciona muito bem para a maioria dos codecs, mas não aqueles que exigem maior processamento, como MKV. Já o Rmvb funciona razoavelmente. Videos do YouTube e algumas aplicações Flash mais pesadas só funcionam bem se diminuirmos a qualidade. No Windows, o desempenho do Octave (um programa de cálculo numérico que utilizo) foi inferior, mas como era esperado rodou os algoritmos que uso normalmente. Até aqui tudo normal – é o que se espera de um Geode LX 800. PDFs e outros arquivos de leitura também funcionam normalmente, como em qualquer outro PC.

Conclusão: a configuração de fábrica é mais um ponto negativo para a Proview, já que a maioria das pessoas não tem paciência, conhecimento ou bugigangas em casa para resolver esses problemas. A assistência da esquina agradece.

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A máquina no dia-a-dia

O PC 81001 é muito agradável de se usar. Pouco menor que um caderno universitário, ele não esquenta e nem faz barulho.

Ponto positivo para o visor, o grande diferencial do PC 81001. A tela de 10,2 polegadas e resolução de 1024×600 pixels revelou-se ideal. O tamanho é perfeito para o uso que faço dele. Já conhecia as telas de 7″ e 9″, e para mim, não foram satisfatórias. Ler livros, navegar em sites e editar textos fica bastante agradável.

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O teclado é menor que o convencional, mas ainda assim bastante agradável de usar. Dá para digitar tranquilamente, sem aquele incômodo que se nota no Eee PC. Nada de esbarrar o dedo em outras teclas. É uma pena – e outro ponto negativo – não ter o layout brasileiro e sim o de Portugal (85 teclas). Como sempre lido com teclados diferentes, não tive problemas em me acostumar.

O touchpad é normal, com dois botões. Seu tamanho é suficiente, mas pode ficar um pouco incômodo para quem prefere sensibilidade baixa. Quanto ao microfone embutido, ainda não consegui fazer funcionar, embora não tenha insistido muito nisso. Seus dois alto-falantes integrados dão conta do recado.

Em termos de conectividade, o PC 81001 é objetivo e funcional. Oferece duas portas USB, uma saída VGA, uma RJ45 (Ethernet), conexão sem fio Wi-Fi (com adaptador Atheros AR5007UG), entrada para microfone e fone de ouvido e slot PCMCIA. Não há modem interno.

pc81001_telas_cpu-z1

O processador dá conta das tarefas básicas. Octave, plotar gráficos, ler livros, navegação, programas simples de CAD, dicionários, etc. Além do Octave, costumo sempre ficar com o Foxit (leitor de PDFs), CADemia (um sistema CAD de código aberto) e Foobar2000 (MP3 player) abertos, geralmente ao mesmo tempo. Em nenhum momento o PC 81001 reclama.

Bem que a autonomia poderia melhorar. Uma carga de bateria costuma durar em média pouco mais de 2 horas. O curioso é que, quando inicia, o medidor do Windows costuma indicar cerca de 2 horas e 30 minutos. Em contrapartida, como o consumo é pequeno, dá para deixar ligado na tomada sem se preocupar com a conta de luz.

Proview Compact PC 81001
Sistema Ubuntu
Processador AMD Geode LX, 500 Mhz
Memória 512 megas
Disco rígido 60 gigas
Tela 10,2” wide (1.024 x 600)
Conectividade USB (2), VGA, Ethernet, slot PCMCIA, leitor de cartões SD/MMC, rede sem fio Wi-Fi
Multimídia 2 alto-falantes, microfone embutido, entradas mic e fone de ouvido
Bateria energia para 2 horas, em média
Preço 899 reais (o modelo testado)


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Proview PC81001: à venda por mil reais

A Daniele, leitora deste blog, deixou a dica. Fomos conferir, e não deu outra: o PC81001, netbook da Proview, já está à venda. Fomos encontrá-lo na Set, uma loja de computadores de Belo Horizonte (MG). Está disponível em duas cores – tampa preta ou branca, em corpo cinza – e pode ser entregue em São [...]

concorrente do Eee PC

O note da Proview: concorrente do Eee PC

A Daniele, leitora deste blog, deixou a dica. Fomos conferir, e não deu outra: o PC81001, netbook da Proview, já está à venda. Fomos encontrá-lo na Set, uma loja de computadores de Belo Horizonte (MG). Está disponível em duas cores – tampa preta ou branca, em corpo cinza – e pode ser entregue em São Paulo, com frete por conta do comprador.

Leia mais sobre netbooks

>> Versão Zero publica teste do PC 81001, netbook da Proview

>> Testamos o Positivo Mobo

>> PC 81001: é este o notebook do professor?

O melhor da história é o preço: 998,90 reais, bem na faixa do Eee PC 701 e do Positivo Mobo. A favor do PC81001 há a tela, que é de 10,2 polegadas; e o HD, que é de 60 GB.

Contra o netbook estão a bateria de 2.600 mAh, que promete aguentar 2 horas de trabalho (nesse quesito, o Mobo é campeão), e o fato de ter somente 2 portas USB, coisa que faz falta num netbook. Ah: não tem webcam. Mas também, quem precisa mesmo disso?

Segundo a loja, o micro vem com um sistema Linux e um disco com os drivers necessários para quem quiser instalar o Windows XP. É verdade que o processador de 500 MHz ainda nos deixa um tanto céticos, e também não sabemos se dá para aumentar a memória RAM. Assim que pudermos colocar as mãos num PC 81001, voltaremos ao assunto.

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Mini 9, o netbook da Dell, está à venda

A Dell já colocou à venda, nos Estados Unidos, seu netbook (ou minilaptop, como queiram).
O mimo tem por nome Inspiron Mini 9. O número corresponde ao tamanho da tela, que tem quase 9 polegadas.
Leia mais sobre netbooks
>> Testamos o mini-notebook PC 81001, da Proview
Pela configuração, deve ser um micrinho e tanto. A começar pelo processador, [...]

As medidas do Mini, em centimetros

As medidas do Mini, em centímetros

A Dell já colocou à venda, nos Estados Unidos, seu netbook (ou minilaptop, como queiram).

O mimo tem por nome Inspiron Mini 9. O número corresponde ao tamanho da tela, que tem quase 9 polegadas.

Leia mais sobre netbooks

>> Testamos o mini-notebook PC 81001, da Proview

Pela configuração, deve ser um micrinho e tanto. A começar pelo processador, um Intel Atom de 1,6 GHz. Como “disco rígido”, o Mini 9 usa uma memória similar a dos pen drives. A capacidade vai até 16 gigas.

E, a julgar por outros produtos da Dell, o acabamento e a montagem devem ser impecáveis – projetar gabinetes é justamente uma das melhores especialidades da empresa.

Quem não é o primeiro, tem que ser melhor. Talvez por isso a Dell alardeie a capacidade da bateria do bichinho, que promete energia para mais de 4 horas. Parte dessa economia se deve ao uso de um tipo alternativo de tela, com tecnologia LED – os outros notebooks usam tela LCD.

Os preços começam em 349 dólares – por esse preço, leva-se para casa um micro com 512 megas de RAM, “HD” de 4 gigas e sistema Ubuntu Linux. Com “HD” de 16 gigas e 1 giga de RAM, o preço sobe para 449 dólares.

Como é costume na Dell, o comprador pode configurar sua máquina como desejar. Para se ter uma idéia, se adicionar câmera de 1,3 Mpixels, Bluetooth, 1 giga de RAM e gabinete com tampa branca, a conta sobe para mais de 500 dólares.

O Dell Inspiron Mini 9 por dentro
Sistema Ubuntu ou Windows XP
Processador Intel Atom N270 1,6 Ghz
Memória DDR2/533, 512 MB ou 1 GB
HD (SSD) 4, 8 ou 16 GB
Tela 8,9” LED (1.024 x 600 pixels)
Webcam Opcional, 0,3 ou 1,3 Mp
Conexões Wi-Fi G, Ethernet
Bluetooth Sim, opcional
Cores Preto ou branco
Bateria 4 células (autonomia de 4 h)
Peso 1,1 kg

Uma curiosidade: para levar um Mini 9 com Windows XP, só comprando os modelos com “HD” de 8 ou 16 gigas. O modelo de 4 vem obrigatoriamente com Linux – provavelmente o único sistema que se vira bem com tão pouco espaço.

Quer o Branco Alpino? Mais US$ 25...

Quer o Branco Alpino? Mais US$ 25...

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Novos netbooks chegam a São Paulo

Não se pode dizer que os mini-notebooks – ou netbooks, como o Versão Zero também gosta de chamá-los – tenham se tornado febre no Brasil. Isso porque alguns notebooks completos têm se aproximado bastante deles.
Notamos, no entanto, que o Positivo Mobo – cujo teste já publicamos – dá mostra de vender bem, e que o [...]

Aspire One já pode ser encontrado em São Paulo

Aspire One já pode ser visto - e comprado - em São Paulo

Não se pode dizer que os mini-notebooks – ou netbooks, como o Versão Zero também gosta de chamá-los – tenham se tornado febre no Brasil. Isso porque alguns notebooks completos têm se aproximado bastante deles.

Notamos, no entanto, que o Positivo Mobo – cujo teste já publicamos – dá mostra de vender bem, e que o Asus Eee PC, ao custar cerca de 900 reais, começa a chamar ainda mais atenção.

A novidade agora é que, mesmo sem representação ou garantia oficiais, algumas marcas começam a chegar a São Paulo. Uma delas é a Acer, que produz o pequeno Aspire One. Outra é a MSI, com seu Wind.

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>> Testamos o netbook PC 81001, da Proview

>> Netbooks tentam reproduzir sucesso do Eee PC

Os dois micrinhos foram flagrados numa loja da região da Rua Santa Ifigênia – mais precisamente, numa galeria da Rua Aurora, no centro de São Paulo.

O único preço que pudemos checar foi o do MSI Wind: 1.600 reais. Bem mais que os 899 reais cobrados por esta loja aqui pelo Eee PC.

É preciso ter coragem para comprar um micro assim, em que a única garantia é a do lojista de rua. Ainda mais, pagando à vista. Mas, se eles estão lá, é por que os compradores têm aparecido!

MSI Wind pode ser seu por 1.600 reais

MSI Wind pode ser seu por 1.600 reais. Moça e cachorro não estão incluídos

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Eee PC em oferta: 799 reais no Carrefour

Essa eu acabei de ver na TV: o hipermercado Carrefour vai vender Eee PC a 799 reais.
O anúncio, veiculado durante o SPTV 2.a Edição, na TV Globo, foi muito rápido – tudo que apareceu foi um Eee PC branco, como o da foto, e o preço. Mas deu para ver que a oferta vale até [...]

Essa eu acabei de ver na TV: o hipermercado Carrefour vai vender Eee PC a 799 reais.

O anúncio, veiculado durante o SPTV 2.a Edição, na TV Globo, foi muito rápido – tudo que apareceu foi um Eee PC branco, como o da foto, e o preço. Mas deu para ver que a oferta vale até amanhã, 1.o de julho.

Leia mais sobre netbooks

>> Teste: Positivo Mobo

O Eee PC é um micro da categoria dos netbooks – bem pequeno e leve, com uma memória flash no lugar do HD e sistema operacional Linux.

A quem tentar levar um para casa, boa sorte!

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Teste: Positivo Mobile Mobo

Já estamos perdendo a conta do número de mini-notebooks lançados no mercado internacional. No Brasil, o nicho dos portáteis baratinhos é representado, até agora, por 2 modelos: o Eee PC, da Asus, e o Mobo, da Positivo Informática.
Leia mais sobre mini-notebooks
>> Testamos o PC 81001, da Proview

O Mobo e o Eee PC são bastante parecidos. [...]

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Já estamos perdendo a conta do número de mini-notebooks lançados no mercado internacional. No Brasil, o nicho dos portáteis baratinhos é representado, até agora, por 2 modelos: o Eee PC, da Asus, e o Mobo, da Positivo Informática.

Leia mais sobre mini-notebooks

>> Testamos o PC 81001, da Proview

O Mobo e o Eee PC são bastante parecidos. Ambos têm tela LCD de 7 polegadas e usam memória flash no lugar do HD. Mas também há diferenças importantes entre os dois, e que podem ser decisivas na hora da compra.

Este novo teste de Versão Zero concentra-se no Mobo, um micrinho que compartilha o mesmo hardware que o Kira, da espanhola Airis. É preciso reconhecer que o Mobo foi bem adaptado ao uso no Brasil: tem teclado com cedilha e manual e sistema operacional em português.

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Sistema espremido

O Mobo vem com Windows XP Home, atualizado com o Service Pack 2. O sistema se espreme nos 2 GB da memória flash; sobram 800 MB livres para outros arquivos e programas. A compactação de dados já vem ligada e o tamanho do arquivo de paginação é zero.

Sem arquivo de paginação – um truque de software que faz o computador aparentar ter mais memória RAM do que realmente tem, descarregando o excesso no HD -, o Windows fica dependendo unicamente da memória física, que é de menos de 500 MB (descontados daí o naco dedicado à memória de vídeo).

Não que a falta da paginação seja limitadora: carregamos uma dezena de aplicativos sem ameaçar o funcionamento do sistema. Mas, se for fazer algo mais pesado, como editar fotos ou vídeo, cuidado.

Outro sinal de ambiente limitado é que a opção Hibernar deve ser usada com cautela. Essa opção, que economiza tempo na hora de ligar o sistema, até pode ser ligada, mas vai tomar 447 MB, ou metade do espaço livre no disco (isso é necessário para guardar uma “fotografia” da memória na hora em que o micro é desligado).

Se o espaço no drive C for mesmo um problema, uma solução é encaixar um cartão SD ou SDHC no slot frontal – uma espécie de upgrade instantâneo para o armazenamento de grandes arquivos, como músicas e filmes. Ou apelar para um HD externo, como o da foto que abre este teste.

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Máquina zerada

Apesar de ser um exemplar que já passou por muitos testes, o Mobo chegou ao laboratório do Versão Zero como se tivesse vindo da fábrica. Ligamos o micrinho e logo o Windows XP pediu dados para criação de usuários e sugeriu o registro do sistema na Microsoft.

O processo de inicialização inclui também a criação de uma conta na internet discada da Positivo, um serviço que é prestado pela Brasil Telecom. Isso pode ser deixado de lado, caso se vá usar alguma banda larga ou conexão sem fio (Wi-Fi). Mas é bom saber que tem.

Há também um serviço online de consulta ao dicionário Aurélio, com franquia de um ano. O cadastro no site do dicionário exige número de série do PC, usuário e senha, e a consulta só poderá ser feita a partir de um computador Positivo. Essa verificação é feita por um controle ActiveX, que é baixado no micro logo no primeiro acesso.

A lista de softwares inclui ainda os gratuitos BrOffice – conjunto de aplicativos de escritório com planilha eletrônica, processador de textos e software de apresentação – e Adobe Reader. Faltou o Java, que é essencial para muitos sites e que nós tivemos de instalar por conta própria.

Dicas para usar bem o Mobo
Para digitação prolongada
Use teclado e mouse USB de tamanho natural. Se
possível, use também monitor externo
Para navegação na internet
Use a tecla F11 para expandir a tela do navegador
Para aumentar a área da trabalho
Oculte a barra de tarefas do Windows clicando nela com
o botão direito e escolhendo Propriedades, Ocultar
Automaticamente a Barra de Tarefas. Para fazê-la
aparecer de novo, arraste o cursor para o rodapé da tela
Para melhorar a leitura de textos
Ative o ClearType, que suaviza o contorno das letras.
Clique com o botão direito na área de trabalho e escolha
Propriedades, Aparência, Efeitos e trocando “padrão”
para “ClearType”
Para estender a duração da bateria
Desligue o Wi-Fi quando não estiver usando e diminua o
brilho da tela LCD

Ajuste fino

O Java não foi o único acerto necessário no Mobo saído da caixa. Depois de ligar o micro, notamos que a imagem parecia distorcida. Decidimos então mudar o modo de exibição para ajustar o Windows ao formato widescreen, clicando na área de trabalho com o botão direito e escolhendo o modo 800×480, True Color, 60 Hertz na ficha Propriedades, Adaptador.

A digitação no Mobo é relativamente confortável. Conta pontos os cantos arredondados da base, que se encaixam bem nas palmas das mãos. Mas não vá pensar em passar horas digitando no micrinho. Se isso for mesmo preciso, arranje um teclado USB e, se der, ligue um monitor externo à saída VGA.

Mesmo porque o teclado do Mobo traz algumas idiossincrasias. Exemplo: é preciso apertar Alt-Gr, Q para obter a barra /, e Alt-Gr, W para obter a interrogação ? (foto abaixo). Se você tiver um teclado externo ABNT2, bastará espetar e usar.

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O sistema de restauração da configuração original do Mobo também é curioso. Exige o uso de um pen drive de pelo menos 1 GB. A Positivo fornece apenas o CD com o sistema original. A partir desse CD, a pessoa poderá usar um PC comum e criar, no pen drive, os arquivos necessários para a restauração. Esse pen drive servirá de “disco de boot” para o Mobo. Depois de utilizado, será preciso reformatar o pen drive usando, de novo, o CD da Positivo.

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Bateria nota dez

A duração da bateria é a grande surpresa. Ligado e carregado, o Mobo promete funcionar por 4h40. Deixamos rodar “O incrível homem que derreteu”, com som e Wi-Fi ligados e tela no brilho máximo. No fim, o XP ainda acusava energia para mais 3h00. Rodamos o filme mais uma vez, até o fim. E ainda sobrou gás no Mobo para 1h14 de operação.

O segredo está no processador. O Via C7-M ULV ajusta sua velocidade – e, portanto, seu consumo de energia – à tarefa que estiver sendo executada. Tem que exibir vídeo? Tome potência. Vai apenas digitar texto? Ok, vamos economizar.

Isso acaba distorcendo um pouco a estimativa que o Windows XP faz da durabilidade da carga. Em certo momento do teste, quando navegávamos na internet, o sistema prometia autonomia de 40 minutos, mas bastou rodar um vídeo do YouTube para que o sistema desligasse abruptamente, sem avisar ninguém.

E upgrade, dá para fazer? Segundo o manual, não. Diz lá: “A arquitetura do Positivo Mobile Mobo não permite que se acrescentem dispositivos internos de expansão, ou seja, não é possível realizar upgrade”. De fato, não há sequer uma porta de acesso à memória RAM (foto acima). Relatos na internet dão conta de que a troca de RAM é possível, desde que se remova o teclado. Portanto, se for realmente necessário, melhor procurar um técnico.

O que é legal no Mobo

Posição do microfone no teclado melhora recepção da voz
Tela LCD brilhante
Longa duração da carga da bateria
Boa ventilação contra o superaquecimento
Cabe numa bolsa pequena e não chama atenção

O que não é tão legal assim

Poucas opções de ajuste de iluminação da tela
Posição frontal do slot de memória atrapalha encaixe
Carregador grande e com tomada de 3 pinos
Só tem duas portas USB
Não dá para ampliar a memória RAM

Por dentro do Mobo
Processador Via C7-M ULV de 1 Ghz
Tela LCD TFT de 7 polegadas, widescreen
Memória RAM de 512 MB DDR2
Webcam embutida, resolução de 640×480 (0,3 MP)
Memória flash de 2 GB (tem a função do HD)
Leitor de cartões 3 em 1 (para SD, MMC e MS)
Porta de rede 10/100 Mbps
2 portas USB
Porta VGA
Rede sem fio Wi-Fi 802.11 b/g
Modem interno 56Kbps
Bateria Li-Ion 4800 mAh; autonomia aproximada 4 h
Teclado de 80 teclas,
Touchpad com 2 botões, controle de rolagem de tela
Alto-falantes e microfone embutidos
Peso: 1,1 kg
Acompanha: bateria, carregador, bolsa protetora
Preço: 999 reais


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Eee PC aprende a escrever… Em chinês

O comando Add/Remove Software do Eee PC, netbook da Asus, sempre traz uma surpresa.
Desta vez, ao conferir as atualizações para o sistema Xandros, encontrei o aplicativo Penpower Jr e a descrição “Handwriting pad” (que entendi como ‘programa de reconhecimento de escrita’).
Depois de instalado, contudo, nada de o aplicativo funcionar. Dizia apenas algo sobre “pad not installed”.
Curioso, [...]

O comando Add/Remove Software do Eee PC, netbook da Asus, sempre traz uma surpresa.

Desta vez, ao conferir as atualizações para o sistema Xandros, encontrei o aplicativo Penpower Jr e a descrição “Handwriting pad” (que entendi como ‘programa de reconhecimento de escrita’).

Depois de instalado, contudo, nada de o aplicativo funcionar. Dizia apenas algo sobre “pad not installed”.

Curioso, pesquisei na internet. E descobri. O Penpower Jr realmente reconhece a escrita, só que em chinês. Há até um vídeo no YouTube que demonstra o uso do aplicativo – que, de fato, requer uma pranchetinha digital (ver abaixo).

Da próxima vez, já sei: pesquisar antes, instalar depois. E não confiar no Add/Remove Software.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=vwt46hIPoLg&hl=en]
 

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Zumo testa netbook de luxo da HP

Eis que os amigos do blog Zumo tiveram a chance de experimentar o mininotebook HP 2133 antes que chegasse às lojas brasileiras.
Pelas primeiras impressões, é uma máquina elegante e bem equipada. Tem tela de 8,9 polegadas, HD de verdade de 140 gigas e Windows Vista instalado.
Dá para ver que se trata de um netbook de [...]

Eis que os amigos do blog Zumo tiveram a chance de experimentar o mininotebook HP 2133 antes que chegasse às lojas brasileiras.

Pelas primeiras impressões, é uma máquina elegante e bem equipada. Tem tela de 8,9 polegadas, HD de verdade de 140 gigas e Windows Vista instalado.

Dá para ver que se trata de um netbook de nível superior: o corpo é de alumínio, e o uso do HD encurta a distância do HP 2133 em relação aos notes convencionais.

Complexo de inferioridade?

Natural compará-lo com os netbooks que estão à venda por aí, como o Eee PC 701 (cujo teste, produzido por mim, também foi publicado no Zumo) e o Positivo Mobo.

Claro que esses últimos saem perdendo. Não vá pensar, contudo, que o HP 2133 será vendido em 10 prestações de 99 reais. Seu público com certeza será outro.

A rápida evolução dos netbooks/mininotebooks, com seus eventuais saltos e tropeços, merece uma reflexão. Por isso, reproduzo aqui uma frase que abre o capítulo “Don’t worry, be crappy” do livro Rules for Revolutionaries, de Guy Kawasaki, um antigo evangelista-chefe da Apple. A dica é valiosa.

Há mais progresso resultante da execução vibrante de um plano imperfeito do que da perfeição de um plano a ser executado de forma vibrante.

O teste completo do HP 2133 você confere lá no Zumo.

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Submarino tem Mobo? Tem, sim senhor

Mais tranquilidade na compra do Positivo Mobo: você também pode comprar o mininotebook na loja virtual Submarino.
Infelizmente, o estoque é curto – quando Versão Zero checou a disponibilidade, encontrou a prateleira vazia. Recomenda-se cadastrar o e-mail para ser avisado quando mais Mobos chegarem à loja. Quando o aviso por e-mail chegar, fique esperto: quem chegar [...]

Mais tranquilidade na compra do Positivo Mobo: você também pode comprar o mininotebook na loja virtual Submarino.

Infelizmente, o estoque é curto – quando Versão Zero checou a disponibilidade, encontrou a prateleira vazia. Recomenda-se cadastrar o e-mail para ser avisado quando mais Mobos chegarem à loja. Quando o aviso por e-mail chegar, fique esperto: quem chegar primeiro, leva.

Leia mais sobre mininotebooks

>> Netbooks tentam repetir sucesso do Eee PC

>> Casas Bahia: propaganda põe Windows Starter no Mobo

O preço continua o mesmo: 999 reais. Também tem Mobo a esse preço na loja do Ponto Frio na web. Mas aqui o parcelamento leva juros de pelo menos 1,99% mensais.

Confira abaixo as especificações do Mobo. Note que, em vez de HD, o micro usa memória flash, parente das que são empregadas nos pen drive, com capacidade de 2 gigas.

Ficha técnica: Positivo Mobo
Processador Via C7-M, 1 GHz
Barramento 533 MHz
Memória 512 MiB DDR2
Disco 2 GB, memória flash
Tela LCD de 7 polegadas
Som integrado
Vídeo integrado, compartilhado
Conexões Rede, Wi-Fi, modem 56 K
Multimídia webcam integrada
Teclado 80 teclas, padrão brasileiro
Bateria Li-Ion 4800 mAh para até 4 h
Sistema Windows XP Home
Softwares Suíte BrOffice
Peso 1,1 kg
Dimensões 24,4 x 4,3 x 17,2 cm (LxAxP)

 

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