Um dicionário para ler o “New York Times”

O inglês praticado pelo “The New York Times” é um dos mais rebuscados da imprensa norte-americana. Mas é, também, um prato cheio para quem quer aprender a língua. Sabendo disso, os editores da versão eletrônica do site criaram um mecanismo para lá de prático: a busca facilitada em dicionário.
A coisa funciona assim: se, ao ler [...]

nyt-busca-palavras-editadoO inglês praticado pelo “The New York Times” é um dos mais rebuscados da imprensa norte-americana. Mas é, também, um prato cheio para quem quer aprender a língua. Sabendo disso, os editores da versão eletrônica do site criaram um mecanismo para lá de prático: a busca facilitada em dicionário.

A coisa funciona assim: se, ao ler um dos artigos do jornal, você encontrar uma palavra que não conhece, marque-a com o mouse e clique no botão de interrogação que aparecerá sobre ela. Como resultado, aparecerá, como pop-up, a definição daquela palavra (fornecida pelo Answers.com).

Se preferir, você também poderá mudar o escopo da busca, selecionando entre os arquivos do NYT antes e depois de 1981, os blogs do NYT, o guia da cidade de Nova York e o Google.

O mais curioso disso tudo é que, graças a esse serviço, o jornal sabe quais as palavras que mais exigiram consultas ao dicionário. Parte dessa lista foi divulgada pelo Nieman Journalism Lab. A campeã – ou seja, a mais desconhecida entre os leitores – foi a expressão latina sui generis.

O jornal reconhece que, ao mesmo tempo que seus leitores formam a parcela mais bem educada do país, também não carregam um dicionário a tiracolo. A questão é: deve-se simplificar a linguagem, evitando as palavras menos conhecidas? Ou investir no gosto do leitorado pelo texto, digamos, mais erudito? Isso, infelizmente, a web e suas estatísticas não respondem.

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Fitas TDK estão de volta ao Brasil

Quem pegou a época das fitas cassete deve se lembrar da TDK. A marca era a rainha das fitas e era comum pedir aos amigos que trouxessem da viagem ao Exterior uma caixinha com 10 – nem que o Exterior fosse a Ciudad Del Leste, no Paraguai. Tudo para ouvir as cópias dos LPs naquele [...]

Quem pegou a época das fitas cassete deve se lembrar da TDK. A marca era a rainha das fitas e era comum pedir aos amigos que trouxessem da viagem ao Exterior uma caixinha com 10 – nem que o Exterior fosse a Ciudad Del Leste, no Paraguai. Tudo para ouvir as cópias dos LPs naquele Roadstar que outro amigo havia acabado de instalar em seu Gol GTI.

O Brasil era assim. Pois bem, eis que descubro, com surpresa, que a TDK não morreu – foi comprada, em abril de 2007, pela Imation, que agora traz para o Brasil a linha de fitas magnéticas TDK. Veja só, elas ainda existem, mas para uso profissional, nos formatos DDS e DAT, para dados e mídia.

Quem quiser conferir as novidades pode visitar os sites TDK Media e Imation. Quanto às fitas cassete, elas ainda estão por aí, sim – a última que comprei, em 2005, foi uma Maxell. Para gravar entrevistas, já que, na última vez que usei um gravador MP3, fiquei na mão.

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