Asus garante ida para Windows 7 desde já

Começou a corrida rumo ao Windows 7. E quem sai na frente, aparentemente, é a Asus. A fabricante taiwanesa anunciou hoje que quem comprar algum dos produtos selecionados terá direito a uma oferta especial de upgrade para a próxima versão do sistema operacional da Microsoft.
O período de elegibilidade compreende de hoje, 26 de junho, a [...]

windows-7-box-artComeçou a corrida rumo ao Windows 7. E quem sai na frente, aparentemente, é a Asus. A fabricante taiwanesa anunciou hoje que quem comprar algum dos produtos selecionados terá direito a uma oferta especial de upgrade para a próxima versão do sistema operacional da Microsoft.

O período de elegibilidade compreende de hoje, 26 de junho, a 31 de janeiro de 2010. Para ter direito a tal mimo, os compradores terão que cadastrar seus equipamentos neste site oficial da Asus. A empresa se compromete a entregar kits de upgrade aṕos o lançamento oficial do sistema.

E quão especial será essa oferta? Ainda não sabemos. Segundo o comunicado, o upgrade será oferecido gratuitamente apenas nos EUA. Para os usuários de outras partes do mundo, a Asus diz que apenas os custos de envio e embalagem serão gratuitos.

Detalhe: são elegíveis também aqueles usuários que, por qualquer razão, optarem pelo downgrade do Windows Vista para o XP.

Participam do programa modelos selecionados de desktops e notebooks produzidos pela Asus, incluindo alguns modelos de Eee PC. A migração obedecerá à seguinte correspondência: quem tiver Windows Vista Home Premium vai receber o Windows 7 Home Premium; quem tem Vista Business levará o Windows 7 Professional; e os usuários de Windows Vista Ultimate terão o Windows 7 Ultimate.

Confira abaixo os modelos com direito a upgrade. A Asus avisa que essa lista pode sofrer alterações; a última versão poderá ser vista no hot site criado pela empresa para o programa.

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Jogos 3D ajudam a entender matemática

Aprender brincando. Essa é a promessa de muitas iniciativas que buscam combinar o currículo escolar com jogos eletrônicos. Não sem alguma desconfiança de pais e de professores.
A mais recente tentativa está acontecendo enquanto você lê este post. Soube pelo The New York Times que um grupo de escolas públicas de Nova York vem testando jogos [...]

O site permite baixar versões demo

O site permite baixar versões demo

Aprender brincando. Essa é a promessa de muitas iniciativas que buscam combinar o currículo escolar com jogos eletrônicos. Não sem alguma desconfiança de pais e de professores.

A mais recente tentativa está acontecendo enquanto você lê este post. Soube pelo The New York Times que um grupo de escolas públicas de Nova York vem testando jogos em 3D para aprender… Matemática.

A coleção de jogos é chamada de Dimension M e foi produzida por uma empresa novaiorquina chamada Tabula Digita, criada em 2003 por um ex-executivo do Citibank para produzir jogos educacionais.

Para licenciar seus jogos, a Tabula Digita cobra das escolas uma taxa anual por aluno, que varia de 10 a 20 dólares. Treze escolas já adotaram a fórmula, quatro delas em Nova York.

Xô, medo

Pelos depoimentos dados ao NYT, a coisa tem dado certo, pelo menos no que diz respeito a dois objetivos básicos: diminuir o medo causado pela matemática e incentivar o gosto pelo estudo da disciplina.

Versão Zero baixou um desses jogos, o Dimenxian. Ele rodou bem no nosso velho Pentium III, mas foi preciso atualizar o driver da placa gráfica (uma ATI Radeon 9000) e instalar o .Net Framework, uma atualização gratuita para o Windows.

A primeira fase (única disponível no demo) consiste em conduzir o personagem numa ilha habitada por “sentinelas” – criaturas que podem paralisá-lo. Sua missão é coletar dados de quatro sondas e baixar tudo em um computador central.

A matemática entra aí de forma acessória, mas importante. O endereço das sondas é dado na forma de par ordenado (x,y). O mapa de orientação, o plano cartesiano, fica num canto da tela. Na hora de descarregar os dados, é preciso construir gráficos a partir de tabelas dos dados coletados.

Os outros jogos da Tabula Digita são o Evolver, para o currículo de pré-álgebra, e a série de desafios Evolver Multiplayer.

Evidências

Para entender e explorar as reais possibilidades dos jogos na educação é que foi anunciada nos EUA terça-feira, 7/10, a criação do Games for Learning Institute – G4LI.

O comunicado à imprensa afirma que o instituto vai “fornecer as evidências científicas fundamentais para apoiar games como ferramentas de aprendizagem para assuntos relacionados a matemática e ciências entre alunos da Middle School”.

O período entre o 6.o e o 8.o ano foi escolhido por ser “um estágio crítico para estudantes”, disse o professor de ciência da computação da New York University, Ken Perlin.

O instituto começa com uma verba de 3 milhões de dólares e um patrocinador de peso, a Microsoft Research (que deu metade desse dinheiro). O G4LI funcionará dentro da New York University e tem como associadas, além da NYU, mais cinco universidades: Columbia University, City University of New York, Dartmouth, Parsons the New School for Design, e o Rochester Institute of Technology.

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Novo Zune permite comprar música de rádio

A Microsoft ampliou as possibilidades de escolha de seu tocador de mídia Zune. Agora, além do Zune 8GB na cor azul, há outros dois modelos, de 16GB e 120GB.
Ok, não é o iPod. Mas os novos Zune têm um truque bem interessante, pelo menos para os americanos: a compra de música via Wi-Fi, baseado no [...]

novas capacidades

16GB e 120GB: novas capacidades

A Microsoft ampliou as possibilidades de escolha de seu tocador de mídia Zune. Agora, além do Zune 8GB na cor azul, há outros dois modelos, de 16GB e 120GB.

Ok, não é o iPod. Mas os novos Zune têm um truque bem interessante, pelo menos para os americanos: a compra de música via Wi-Fi, baseado no que você ouve na FM.

Compra, compra, compra...

Do rádio para o HD

A coisa funciona com base no recurso RDS, ou transmissão de dados por rádio. Você já deve ter visto isso quando ouve rádio pelo celular (meu W300i, por exemplo, mostra o nome da estação e da música).

Pois bem: essa informação, no Zune, permite que você baixe a música na hora em que estiver ouvindo no rádio, desde que haja uma rede Wi-Fi por perto.

O cerco se fecha quando sabemos que a Microsoft costurou um acordo com a provedora de Wi-Fi para a rede McDonald’s dos EUA, para que o moleque possa comprar via Wi-Fi enquanto come seu Big Mac.

Para completar, os donos de Zune poderão comprar audiolivros e até ver as horas, pois agora o aparelhinho tem relógio. Os preços lá fora começam em 129,99 dólares.

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Dica: como abrir documentos do Word 2007

Recebeu um arquivo .docx e seu velho Word não o abre? É hora de instalar o conversor de formato de arquivo do Office 2007 para as versões mais antigas.
A terminação “.docx” identifica os documentos criados com o Word 2007. Esse formato baseia-se na especificação Open XML. Sem ajuda, os programas mais antigos, como o Word [...]

Depois de instalado, a opção .docx aparece

Depois de instalado, a opção .docx aparece

Recebeu um arquivo .docx e seu velho Word não o abre? É hora de instalar o conversor de formato de arquivo do Office 2007 para as versões mais antigas.

A terminação “.docx” identifica os documentos criados com o Word 2007. Esse formato baseia-se na especificação Open XML. Sem ajuda, os programas mais antigos, como o Word 2000, não conseguem abri-lo.

A ajuda vem por meio de um programinha: o FileFormatConverters.exe (27,5 MB). Você pode baixá-lo do site da Microsoft. Depois de instalado, a caixa Abrir Arquivo terá opções adicionais (veja figura), que o ajudarão a abrir tais arquivos.

Se você usa o BrOffice ou o OpenOffice, então vai precisar do Odf Converter (4,8 MB). Depois de instalado, você simplesmente roda o conversor, diz onde está o arquivo .docx e espera. Em segundos, uma nova versão do arquivo, compatível com o OO, será criada.

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Microsoft, de olho na Web semântica

A Web semântica está na boca do povo. Ontem a Microsoft anunciou um acordo para a compra da Powerset, uma pequena empresa com foco nessa que é uma das tecnologias-chave da Web 3.0.
Conversas sobre a Web semântica são antigas. Em um artigo publicado em 2001 pela revista “Scientific American”, o físico Tim Berners-Lee já havia explicado o [...]

A Web semântica está na boca do povo. Ontem a Microsoft anunciou um acordo para a compra da Powerset, uma pequena empresa com foco nessa que é uma das tecnologias-chave da Web 3.0.

Tim Berners-LeeConversas sobre a Web semântica são antigas. Em um artigo publicado em 2001 pela revista “Scientific American”, o físico Tim Berners-Lee já havia explicado o que esperava da Web semântica – uma forma de publicação na internet cujo conteúdo fosse possível de ser “entendido” por computadores.

A diferença é importante porque, da forma que é feita hoje, a Web só pode ser perfeitamente compreendida por pessoas, já que a base de seu conteúdo é texto puro.

Embora já existam tecnologias poderosas para indexar e recuperar esse conteúdo (e o Google é um bom exemplo disso), a Web semântica promete agregar “significado” a essas informações, por meio da utilização de uma codificação mais rígida.

Essa codificação implica no uso de uma forma estruturada de descrever informações e em regras de inferência que descrevem as relações entre essas informações, e que são capazes de conduzir o processo de busca com mais precisão.

Como resultado, haverá respostas mais corretas e orientadas; nada parecido com o saco-de-gatos que se recebe depois de uma pesquisa no Google atual.

 

Garantia de procedência

Além das regras de inferência, que podem ajudar a separar “zip code” de “zip disk” ou “compactador zip”, a Web semântica terá algum tipo de assinatura digital – sua função será assegurar a fonte daquilo que se lê, separando o joio do trigo e reduzindo a possibilidade de recebermos informação adulterada.

E tudo isso poderá ser utilizado não apenas por pessoas, mas por máquinas. Pequenos programas, chamados agentes, poderão condensar as informações da Web 3.0 de forma útil e com muito mais confiabilidade que a Web atual.

Com o apoio das tais regras de inferência, esses agentes poderão desencadear outras ações – como, por exemplo, um pedido de reserva de vôo que dispara um pagamento com cartão de crédito que dispara um lançamento contábil, e que dispara o reagendamento de uma consulta ao dentista, por causa do horário do vôo. Tudo ao mesmo tempo.

Claro que se pode imaginar também um cenário reverso, em que alguém com privilégios suficientes possa, a partir de seu CPF, descobrir se você comprou lingeries de tamanho diferente do da sua esposa. Mas isso é outra história que, me garantem, não vai sair dos filmes de ficção científica.

Pode-se ver, de qualquer modo, que a marca do sistema operacional e da base de dados vai se tornar mais irrelevante do que é hoje. Não surpreende, portanto, que a Microsoft tenha interesse em marcar presença nesse terreno.

Em seu blog corporativo, a Powerset afirma que a empresa vai continuar no mesmo prédio (em São Francisco, Califórnia), fazendo as mesmas coisas e contratando mais gente. Mas, agora, com o apoio da Microsoft.

Não é pouca coisa. Mas resultados, mesmo, só com o tempo…

 

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Microsoft reduz preço de Windows e Office

A Microsoft anunciou hoje uma redução nos preços sugeridos para dois de seus softwares. O Office 2007 Home & Student, que era vendido em caráter promocional a 199 reais, continua com esse preço de vez. E o Windows Vista Home Basic baixa para 299 reais – antes, era 450 reais.
O varejo, que segue à risca [...]

A Microsoft anunciou hoje uma redução nos preços sugeridos para dois de seus softwares. O Office 2007 Home & Student, que era vendido em caráter promocional a 199 reais, continua com esse preço de vez. E o Windows Vista Home Basic baixa para 299 reais – antes, era 450 reais.

O varejo, que segue à risca as sugestões de preço da Microsoft, alinhou-se rapidamente à nova política. Fnac, Kalunga e Saraiva já vendem o Vista HB Full com preço novo. É só procurar.

Bom, e o que é o Vista Home Basic? Se você comprou um micro com o Vista Starter e quer se livrar da limitação de programas e janelas abertas ao mesmo tempo, então o Home é uma opção.

Já o Office H&S vem com o feijão-com-arroz da computação pessoal – Word, Excel e PowerPoint – além do OneNote, que permite agregar recursos multimídia às suas anotações.

Outros tempos

Estaria a Microsoft se tornando mais flexível? Há alguns anos perguntei, numa coletiva de imprensa, por que o preço do Office não acompanhava a queda que se via no preço do hardware. Uma questão pertinente – já que, na hora da fabricação, copiar CDs é bem mais fácil e barato que fabricar processadores.

A resposta foi que o preço tinha que remunerar o desenvolvimento dos inúmeros recursos que eram incorporados a cada nova versão (mas peraí, os processadores também não têm recursos novos a cada versão?). E ficamos por isso mesmo.

E você pode até ser fã do Office e tal, mas em nome do equilíbrio do mercado nunca é demais lembrar que há um pacote gratuito, o OpenOffice, que também vem com editor de textos, planilha e software de apresentação. Dia desses até me surpreendi: dá para programar funções em Basic na planilha do OO – que no Brasil, por questões comerciais, é chamado de BrOffice.

Se ainda não conferiu, experimente. O Open/BrOffice é software livre e pode ser baixado aqui.

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