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	<title>// Versão Zero &#187; macmania</title>
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		<title>Documentário investiga o fenômeno Apple</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 17:04:42 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3454" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-3454" title="welcome-to-macintosh" src="http://www.versaozero.com/wp-content/uploads/2009/01/welcome-to-macintosh.jpg" alt="O colecionador: Apples no sótão" width="400" height="229" /><p class="wp-caption-text">O colecionador: Apples no sótão</p></div>
<p>Muita coisa aconteceu em 1977. George Lucas lançou &#8220;Star Wars&#8221;, nevou em Miami, as bandas punk Sex Pistols e The Clash tornaram-se conhecidas,  e a Apple começou a revolucionar a computação pessoal com seu Apple II. O problema é que muita gente nem tinha nascido, o que dá a tudo isso um ar de aula de história. Se esse é o seu caso e mesmo assim você se tornou fã da Apple e de seus produtos, então vale a pena assistir ao documentário &#8220;Welcome to Macintosh &#8211; The documentary for the rest of us&#8221; (2008), de Jeff Boca e Josh Rizzo.</p>
<p>&#8220;Welcome to Macintosh&#8221; fala da Apple e de suas principais criações, como o Apple II, o Mac clássico e o Lisa. E também de sua principal criatura, o carismático Steve Jobs. Mas nem Jobs, nem seu sócio, o cultuado nerd Steve Wozniak, foram ouvidos. Eles aparecem pelas falas de dezenas de entrevistados, muitos dos quais trabalhavam para a Apple à época do lançamento do Mac.</p>
<p>Como filme, &#8220;Welcome&#8230;&#8221; é um tanto pobre, e mesmo a história não traz muita coisa nova. Mas pode ter seu valor para quem está chegando agora. Seu maior mérito é aproveitar que as testemunhas do que se passou na Apple desde sua fundação estão vivas &#8211; e algumas, como o investidor Guy Kawasaki, que já foi o homem de marketing da Apple, já se sentem mais à vontade para falar o que pensam.</p>
<p><strong>Curiosidades<br />
</strong></p>
<p>Há, sim, algumas curiosidades, como a origem do primeiro logo da Apple &#8211; um escudo com Isaac Newton e a maçã em queda no centro -, concebido por Ron Wayne. Ou sobre a evolução do som que avisa a carga do sistema do Mac &#8211; que, segundo um engenheiro, deveria se comparar ao &#8220;primeiro grito de um recém-nascido&#8221;.</p>
<p>O filme nos leva a conhecer o dono da primeira loja a vender Macs, e a obsessão de um megacolecionador que mantém uma casa com centenas de peças, componentes e sistemas, incluindo dezenas de Apple II que entulham o sótão de sua casa no interior do Estado de Nova York.</p>
<p><strong>Do inferno ao céu<br />
</strong></p>
<p>Não dá para não refletir sobre a trajetória dessa empresa singular, que quase quebrou entre 1985 &#8211; ano da saída de Jobs &#8211; e 1997 &#8211; ano de seu retorno, e que de lá para cá não parou de surpreender. Primeiro foi o iMac, depois o iPod, para em seguida vir o iPhone &#8211; e sabe-se lá o que ainda estão a aprontar.</p>
<p>Kawasaki resume bem o espírito que anima a empresa. &#8220;A Apple é uma empresa de engenharia. Não é uma empresa de marketing. Se tem algo que a Apple não faz é perguntar a seus clientes o que eles querem.&#8221; Pensamento parecido com o do diretor de cinema Robert Altman, que disse certa vez, sobre roteiros baseados em pesquisas de mercado: &#8220;o público quer ver aquilo que nunca viu antes. Uma pesquisa nunca vai dizer a você o que eles querem ver.&#8221;</p>
<p>&#8220;Welcome to Macintosh&#8221; termina com uma pergunta: a Apple sobreviverá sem Steve Jobs? Por enquanto, não há como respondê-la. Mas, a depender da vontade de seus funcionários e da legião de fãs de seus produtos, a resposta é óbvia. História, pelo menos, ela já fez.</p>
<p><em>Welcome to Macintosh &#8211; The documentary for the rest of us, DVD/Region Free, US$ 19,84. Vende pela internet, com envio para qualquer país. www.welcometomacintosh.com</em><br />
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