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	<title>// Versão Zero &#187; História</title>
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	<description>Computadores, gadgets, celulares, software, internet, testes e muito mais</description>
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		<title>A Informática nos anos de chumbo</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 14:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ditadura militar]]></category>
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		<category><![CDATA[Informática]]></category>
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		<description><![CDATA[
Uma aura de romantismo cerca a época em que vivíamos de programar micros brasileiros de 8 bits. São raras, no entanto, as vezes em que se notam vestígios, na informática, do contexto político daquela época. Falamos da ditadura militar de 1964 a 1985, que a &#8220;Folha de S.Paulo&#8221; classificou em editorial (17/02) como &#8220;ditabranda&#8221; pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3932" title="ringo-r-470-crop" src="http://www.versaozero.com/wp-content/uploads/2009/03/ringo-r-470-crop.jpg" alt="ringo-r-470-crop" width="518" height="370" /></p>
<p>Uma aura de romantismo cerca a época em que vivíamos de programar micros brasileiros de 8 bits. São raras, no entanto, as vezes em que se notam vestígios, na informática, do contexto político daquela época. Falamos da ditadura militar de 1964 a 1985, que a &#8220;Folha de S.Paulo&#8221; classificou em editorial (17/02) como &#8220;ditabranda&#8221; pela suposta suavidade com que controlou a oposição e cerceou os direitos políticos e individuais.</p>
<p>Pois bem, um dos órgãos policiais mais ativos de repressão e censura no Brasil daqueles tempos era o DOPS &#8211; Departamento de Ordem Política e Social. Eis que o redator do &#8220;Manual de Operação do Microcomputador R-470 Ringo&#8221; resolveu, por brincadeira, citar o órgão numa crônica (págs. 105-106) que, embora tivesse intenção de divertir, não deixa dúvidas sobre o ideário de boa parcela da sociedade da época &#8211; e que persiste nos dias de hoje, como nos prova o editorial da &#8220;Folha&#8221;.</p>
<p>O manual foi obtido em versão digitalizada, no site <a href="http://www.datacassete.com.br/" target="_blank">DataCassete</a>. Segue a transcrição.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Dinheiro&#8230; pra que dinheiro?</strong></p>
<p>Um certo programa foi pedir empréstimo em um dos vários bancos de memória do nosso querido R-470. Ao entrar no BANCO SAVE, famoso por salvar programas perdidos pelos integrados da vida, avistou aquela moça que fica na entrada de todos os bancos e deu um EDIT de sua linha que estava com problema. Ela, processando os dados obtidos, conclui com quem ele deveria conversar. Em seguida, deu um GOTO sr. $, o gerente.</p>
<p>- Bom dígito, como vai?</p>
<p>- Vai-se indo. Naquele FOR NEXT de sempre. Mas, em que posso serví-lo?</p>
<p>- Bem. Vou dar logo a DIM de meu problema&#8230;</p>
<p>O programa deu um PAUSE 100, como quem está encontrando dificuldade para falar, e prosseguiu.</p>
<p>- Estou precisando urgentemente de uma expansão de memória. A que eu tenho já não é suficiente. Estou ficando sufocado.</p>
<p>De repente, toca o telefone e o sr. $ dá um BREAK na conversa. Era a sua esposa. Estava lhe mandando um LIST do que queria que ele levasse para casa depois do serviço.</p>
<p>Desligou o telefone e deu um CONT.</p>
<p>- Voltando ao assunto. Quanto é que o senhor está precisando?</p>
<p>- Aproximadamente, 16 bytes.</p>
<p>- Entendo&#8230; E sua renda? É fixa?</p>
<p>- Não, é variável, mas não se preocupe. Às vezes, tenho tanto serviço 	que até preciso de um SCROLL.</p>
<p>- Então, não tem problema nenhum. Agora, o senhos vai responder um pequeno questionário. Não demora nada. É FAST.</p>
<p>- Tudo bem.</p>
<p>- Bem. Este questionário é divido em 3 partes. O senhor só prossegue se atender às exigências de cada fase. Entendeu?</p>
<p>- Entendi.</p>
<p>- Então, vamos à primeira. O senhor só passa para a 2.a fase se tiver um veículo, um imóvel e uma renda mensal superior à 2 bytes. Traduzindo, é o seguinte: Passa para a 2.a fase IF 	tem veículo AND imóvel AND renda &gt; 2 bytes.</p>
<p>- O senhor tem tudo isso?</p>
<p>- Sim, tenho.</p>
<p>- Vamos, então, à 2.a fase.</p>
<p>Para passar à terceira fase o senhos precisa ter um vídeo-inverso ou caracteres coloridos. Traduzindo&#8230; passa para a 3.a fase IF tem vídeo-inverso OR caracteres coloridos.</p>
<p>- Eu só tenho vídeo-inverso.</p>
<p>- Ótimo. Chegamos, com isso, à 3.a e última fase.</p>
<p>É preciso que o senhor não tenha nenhuma ENTER no DOPS (Departamento de Opressão à Programas Suspeitos).</p>
<p>- Não, nenhuma.</p>
<p>- Eu logo vi que o senhor era uma pessoa de caracter.</p>
<p>- Obrigado. Mas&#8230; fui aprovado?</p>
<p>- Claro. O empréstimo é seu. Só preciso de mais algumas coordenadas de praxe. Seu nome por favor.</p>
<p>- REM Digit Cavalcanti.</p>
<p>- Profissão&#8230;</p>
<p>- Autônomo. Dou PRINT à	GRAPHICS.</p>
<p>- Endereço&#8230;</p>
<p>- PLOT 10,20. É NEXT daqui.</p>
<p>- Agora, INPUT sua assinatura aqui e espere um comando para voltar e acoplar seu empréstimo.</p>
<p>- Muito obrigado.</p>
<p>E, muito feliz, o programa REM Digit Cavalcanti RUN ENTER para casa.</p>
<p>STOP</p>
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		<title>Fotos históricas, mais uma do Google</title>
		<link>http://www.versaozero.com/2008/12/05/fotos-historicas-mais-uma-do-google/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 21:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robinson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Time-Life]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta nem é tão nova &#8211; foi anunciada em meados de novembro. Mas é de se comemorar.
O Google passou a oferecer, em seu serviço de buscas online, o acervo de fotos e ilustrações da Time-Life. São 10 milhões de imagens, de 1750 (assim diz o Google!) aos dias de hoje.
Para pesquisar, você pode digitar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2733" class="wp-caption alignnone" style="width: 236px"><img class="size-medium wp-image-2733" title="time-capa-bill-gates" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/12/time-capa-bill-gates.jpg?w=226" alt="Bill Gates em capa de 1984" width="226" height="300" /><p class="wp-caption-text">Bill Gates em capa de 1984</p></div>
<p>Esta nem é tão nova &#8211; foi anunciada em meados de novembro. Mas é de se comemorar.</p>
<p>O Google passou a oferecer, em seu serviço de buscas online, o acervo de fotos e ilustrações da Time-Life. São 10 milhões de imagens, de 1750 (assim diz o Google!) aos dias de hoje.</p>
<p>Para pesquisar, você pode digitar a palavra-chave, seguida pelo termo &#8220;source: life&#8221; (sem as aspas). Ou visitar o portal que o Google criou para a coleção, <a href="http://images.google.com/hosted/life" target="_blank">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Na Unesp, uma calculadora de 15 mil dólares</title>
		<link>http://www.versaozero.com/2008/11/01/na-unesp-uma-calculadora-de-15-mil-dolares/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 00:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robinson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Calculadoras]]></category>
		<category><![CDATA[calculadora]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa das pausas para café de um seminário sobre educação matemática na Unesp de Rio Claro (SP), quinta-feira passada, notei uma máquina enorme encostada num armário de aço. Do modo como estava guardada, só podia ver a tecla de raiz quadrada e o design que mais lembrava um velho terminal de computador, só que com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2357" class="wp-caption alignnone" style="width: 330px"><a href="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/11/friden-ec-132a.jpg"><img class="size-full wp-image-2357" title="friden-ec-132a" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/11/friden-ec-132a.jpg" alt="reliquia na Unesp" width="320" height="244" /></a><p class="wp-caption-text">A incrível calculadora de 4 operações de 1966. A foto é do site Vintage Calculators</p></div>
<p>Numa das pausas para café de um seminário sobre educação matemática na Unesp de Rio Claro (SP), quinta-feira passada, notei uma máquina enorme encostada num armário de aço. Do modo como estava guardada, só podia ver a tecla de raiz quadrada e o design que mais lembrava um velho terminal de computador, só que com uma tela bem menor.</p>
<p>De volta à internet, uma rápida pesquisa sobre &#8220;electronic desktop calculator&#8221;, aliada à minha memória fotográfica, revelou a identidade daquela máquina. O que o Departamento de Matemática da Unesp tem por lá é uma <strong>Friden EC-132</strong>, fabricada nos EUA entre 1965 e 1968.</p>
<p>A EC-132 é uma calculadora de quatro operações, com memória e raiz quadrada. Sua tela é um pequeno tubo CRT que exibe até 4 números com 12 dígitos. Seu peso total é de 19 quilos.</p>
<p>Além da tecla de raiz quadrada &#8211; justamente a que fez com que eu examinasse a calculadora com mais atenção &#8211; a EC-132 se destaca por ter teclas de ponto decimal e mudança de sinal com inscrições por extenso. Note que não há tecla de igual &#8211; a calculadora usa notação polonesa inversa (RPN), sistema que ficou famoso com as calculadoras da HP.</p>
<div id="attachment_2358" class="wp-caption alignnone" style="width: 330px"><a href="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/11/friden-ec-132b.jpg"><img class="size-full wp-image-2358" title="friden-ec-132b" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/11/friden-ec-132b.jpg" alt="Raiz quadrada, só na 2.a versão" width="320" height="153" /></a><p class="wp-caption-text">Raiz quadrada, só na 2.a versão</p></div>
<p>Segundo o site <a href="http://www.vintagecalculators.com/html/friden_ec-132.html">Vintage Calculators</a>, a Friden EC-132 foi uma evolução da EC-130 (o sinal dessa evolução é justamente a tecla de raiz quadrada). E a EC-130 é tida como uma das primeiras calculadoras totalmente transistorizadas do mundo.</p>
<p>Em 1966, a EC-132 era vendida na Inglaterra por 810 libras (cerca de 2.250 dólares, no câmbio da época). A <a href="http://data.bls.gov/cgi-bin/cpicalc.pl">calculadora de inflação </a>do site do governo federal americano indica que 2.250 dólares de 1966 tinha o mesmo poder de compra que <strong>15 mil dólares</strong> em 2008.</p>
<p>Hoje, uma calculadora de 4 operações pode ser encontrada por 1,50 real. Como disse uma vez Bill Gates, se os carros tivessem sofrido a mesma redução de preço dos computadores&#8230;</p>
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		<title>Discovery conta a história da web</title>
		<link>http://www.versaozero.com/2008/09/04/discovery-conta-a-historia-da-web/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 15:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robinson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[Discovery]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet nasceu ontem. Mesmo assim, já tem uma história &#8211; e das boas, rechada de embates e intrigas. É o que mostra A Internet (Download: The True Story of the Internet), série com 4 episódios produzida pelo canal americano Discovery.
Não interessa ao Discovery relembrar a origem militar da internet, coisa que, a essa altura, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1677" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/09/discovery_internet.jpg"><img class="size-medium wp-image-1677" title="discovery_internet" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/09/discovery_internet.jpg?w=300" alt="bom humor que dá liga à trama" width="300" height="252" /></a><p class="wp-caption-text">Heilemann: bom humor que dá liga à trama</p></div>
<p>A internet nasceu ontem. Mesmo assim, já tem uma história &#8211; e das boas, rechada de embates e intrigas. É o que mostra <em>A Internet</em> (Download: The True Story of the Internet), série com 4 episódios produzida pelo canal americano <a href="http://www.discoverybrasil.com">Discovery</a>.</p>
<p>Não interessa ao Discovery relembrar a origem militar da internet, coisa que, a essa altura, todos já sabem. O ponto de partida é a web de Tim Berners-Lee e Marc Andreessen &#8211; e, mais especificamente, a briga entre Netscape e Microsoft pelos corações e mentes dos usuários de navegadores.</p>
<p><em>A Internet</em> estréia na TV em 11 de setembro. Eu assisti à <a href="http://www.discoverybrasil.com/internet">pré-estréia do primeiro episódio</a> no site do canal, e fiquei impressionado: é um documentário dinâmico, com um toque de suspense e simulações ao modo de <em>Linha Direta</em>.</p>
<p>O que valem são os depoimentos de ex-funcionários de empresas como Microsoft e Netscape; os detalhes sobre pontos obscuros, como a reunião de 1995 em que a Microsoft ofereceu parcos 1 milhão de dólares pela Netscape (o fundador, Jim Clark, disse que a Netscape lhe rendeu 2 bilhões); e cenas que nunca tinha visto &#8211; como a das evasivas de Bill Gates perante o tribunal que julgava abusos cometidos pela Microsoft.</p>
<p>E <em>A Internet</em> promete mais: Google, eBay, Amazon e redes P2P estão no cardápio dos próximos episódios. Assista &#8211; e, se puder gravar, grave. A narração é do bem-humorado jornalista John Heilemann, da <em>Wired</em>. Confira a programação completa:</p>
<p>1. <strong>A guerra dos navegadores</strong> &#8211; Qui, 11.set, 23h (Reprise: Dom, 14.set, 19h)</p>
<p>2. <strong>A pesquisa</strong> &#8211; Qui, 18.set, 23h (Reprise: Dom, 21.set, 19h)</p>
<p>3. <strong>eBay e Amazon</strong> &#8211; Qui, 25.set, 23h (Reprise: Dom, 28.set, 19h)</p>
<p>4. <strong>O Futuro Digital</strong> &#8211; Qui, 2.out, 23h (Reprise: Dom, 5.out, 19h)</p>
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		<title>Wozniak, o homem e a lenda</title>
		<link>http://www.versaozero.com/2008/08/22/wozniak-o-homem-e-a-lenda/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 12:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robinson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Micros]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[computador pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Wozniak]]></category>

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		<description><![CDATA[
Imaginem a situação. Você é um jornalista de tecnologia e está na Califórnia, cobrindo um fórum patrocinado pela maior empresa de chips do mundo. E pela manhã, no caminho do hotel para o evento, você esbarra na rua com ninguém menos que Steve Wozniak, co-fundador da Apple e inventor do microcomputador Apple II, que teve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-4013" title="steve_jobs_wozniak_apple_computer" src="http://www.versaozero.com/wp-content/uploads/2008/08/steve_jobs_wozniak_apple_computer.jpg" alt="steve_jobs_wozniak_apple_computer" width="440" height="329" /></p>
<p>Imaginem a situação. Você é um jornalista de tecnologia e está na Califórnia, cobrindo um fórum patrocinado pela maior empresa de chips do mundo. E pela manhã, no caminho do hotel para o evento, você esbarra na rua com ninguém menos que <strong>Steve Wozniak</strong>, co-fundador da Apple e inventor do microcomputador Apple II, que teve <a href="http://www.versaozero.com/2008/04/25/retro-review-milmar-laser-iic-1985/">muitos clones no Brasil</a>.</p>
<p>Foi o que aconteceu com o amigo Mario Nagano, editor de testes do blog <a href="http://zumo.uol.com.br">Zumo</a>, que puxou uma conversa com Woz, como o chamam. (Sinceramente, fosse eu a encontrá-lo, talvez só conseguisse balbuciar um &#8220;obrigado&#8221;&#8230;) Desse rápido bate-papo <a href="http://zumo.com.br/2008/08/21/i-and-woz/">saiu uma foto</a>. Que me inspirou a deixar um longo comentário. Que depois decidi copiar e colar também aqui. E que segue abaixo.</p>
<blockquote><p>Steve Wozniak é um nome que remete a muitas coisas. Geralmente lemos sobre ele nas notas de rodapé. Uma dessas notas dizia que ele usava a própria garagem para ensinar matemática às crianças do bairro &#8211; usando, claro, Macs. Coisa que pensei que um dia, também, pudesse fazer.</p>
<p>Mas fazer uma segunda faculdade por 5 anos &#8211; coisa que de fato fiz &#8211; é fácil. Ser Wozniak é outra história. E agora ele está aí, numa foto ao lado de um cara que conheço e sei que existe, usando uma camiseta pólo esgarçada, com muitos quilos a mais &#8211; fruto da dieta especial do país mais rico do mundo -, usando um veículo (um patinete Segway) que, fosse na barbárie paulistana, lhe daria não alegrias, mas muitas fraturas.</p>
<p>Steve Wozniak sempre foi, para mim, uma lenda. Agora, ao lado do Nagano, sei que ele existe, mas já não me importa. Ainda o imagino abrindo a garagem numa dessas manhãs geladas da Califórnia, capuccino na mão, ligando os computadores e esperando que venham as crianças. É o Mágico de Woz. É neste em que acredito. Longa vida a Woz!</p></blockquote>
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		<title>Computador é estrela de filme cinqüentão</title>
		<link>http://www.versaozero.com/2008/06/23/computador-e-estrela-de-filme-cinquentao/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 19:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robinson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[computador]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
		<category><![CDATA[mainframe]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em meio à leitura de &#8220;Super Crunchers&#8221;, encontrei uma referência ao que bem pode ser o primeiro filme romântico em que um computador aparece como protagonista. Trata-se de &#8221;Amor Eletrônico&#8221; (Desk Set), de 1957, estrelado por Katharine Hepburn e Spencer Tracy &#8211; além de Emmerac, o computador.
No filme, Bunny Watson (Katharine) é a chefe do departamento de pesquisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/pdvd_000-copy.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-863" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/pdvd_000-copy.jpg?w=300" alt="Desk Set" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Em meio <a href="http://versaozero.wordpress.com/2008/06/17/super-crunchers-e-a-ditadura-das-estatisticas/">à leitura de &#8220;Super Crunchers&#8221;, </a>encontrei uma referência ao que bem pode ser <strong>o primeiro filme romântico</strong> em que um computador aparece como protagonista. Trata-se de &#8221;Amor Eletrônico&#8221; (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0050307/">Desk Set</a>), de 1957, estrelado por Katharine Hepburn e Spencer Tracy &#8211; além de Emmerac, o computador.</p>
<p>No filme, Bunny Watson (Katharine) é a chefe do departamento de pesquisas de uma rede de TV. Ela e suas três assistentes têm como trabalho responder a dúvidas dos produtores e dos jornalistas, com base em uma biblioteca reservada repleta de estatísticas, citações e almanaques.</p>
<p>Eis que chega o computador &#8211; e, com ele, o &#8220;especialista em eficiência&#8221; Richard Sumner (Tracy), precursor do que conheceríamos depois como analista de sistemas. Como se pode esperar de um filme desses, da aparente rivalidade entre Richard e Bunny nasce o romance que dará sentido ao filme.</p>
<p><a href="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/pdvd_003-copy.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-865" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/pdvd_003-copy.jpg?w=300" alt="Desk Set - IBM" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Mas há algo mais em &#8220;Amor Eletrônico&#8221;, que não teve pudor em estampar logo nos créditos iniciais um agradecimento profundo à IBM (ver foto acima).</p>
<p>Que, talvez, tenha a ver com o tom didático de certas cenas, como a que apresenta a chegada do mainframe à biblioteca &#8211; nela, uma zelosa operadora dá sucessivas broncas às assistentes de Bunny, por trazerem pó ao ambiente, deixarem a porta aberta e fumarem dentro da sala.</p>
<p>A impressão que se tem, a essa altura, é que o filme foi usado para treinar os trabalhadores a lidar com o recém-chegado &#8220;cérebro eletrônico&#8221;. (Isso, aliás, é curioso: em nenhum momento os atores falam a palavra &#8220;computador&#8221; &#8211; preferem &#8220;electronic brain&#8221;.)</p>
<p>Um discurso mais intencional aparece quando as assistentes conversam sobre o medo de perderem seus empregos para a nova máquina. Sinais de uma tensão moderna, que se resolve no final com algum humor e um tom conciliatório &#8211; que, sabemos agora, não foi de todo verdadeiro.</p>
<p>Como diversão, &#8220;Amor Eletrônico&#8221; é para apreciadores do velho cinemão, visto que é um filme bem datado. Sua melhor qualidade, hoje, é funcionar como registro de uma época em que o computador começava a fazer parte do imaginário das pessoas. E profetizar o dia em que, por meio de um terminal, qualquer um pudesse fazer perguntas em linguagem natural, recebendo uma lista com as respostas relacionadas.</p>
<p>Google, quem diria, nasceu em 1957&#8230;</p>
<p><a href="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/pdvd_001-copy.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-868" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/pdvd_001-copy.jpg?w=300" alt="Desk Set IBM" width="300" height="200" /></a></p>
<blockquote><p>Fato curioso: &#8220;Amor Eletrônico&#8221; <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=6&amp;ProdId=1798821&amp;ST=SE">pode ser comprado em um DVD duplo</a>, com um filme em cada face &#8211; o outro filme é &#8220;A Fonte dos Desejos&#8221;. Ou seja, lado B não é só coisa dos tempos de vinil! </p></blockquote>
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