
Uma colega de trabalho perguntou se um Palm Z22 seria adequado para usar no dia-a-dia. Disse que sim, a julgar pelo que ela sabia de computadores e do uso que ela faria dele.
Isso foi há cerca de 7 anos. Mesmo assim, o Palm Z22 continua a ser vendido. E por um preço que, embora congelado no tempo (pouco menos de 400 reais), tornou-se caro diante de outros gadgets que fazem bem mais, por menos.
Por que falar dele agora? Bem, chegou à minha caixa postal uma oferta da loja virtual da Palm: um Z22, mais duas capinhas de silicone, por 359,10 reais, ou em 9 prestações de 39,90.
Apesar de ter um design que ainda captura minha atenção, fica a pergunta: quem gastaria quase 400 reais num micrinho de bolso que não tira fotos, não faz ligações, não tem Wi-Fi nem é expansível com cartões de memória?
Estranho, não?


