Jogos e karaoke dão sobrevida ao velho DVD

Diante da TV, só fica sentado no sofá quem quer. Jogos como Guitar Hero, que simula um ás da guitarra, e o Wii Fit, em que exercícios físicos valem pontos, são bons exemplos.
Junte isso ao popular DVD player de resolução standard e você terá uma nova máquina. Que, para os padrões dos gamers, pode ser [...]

dancemachine

Diante da TV, só fica sentado no sofá quem quer. Jogos como Guitar Hero, que simula um ás da guitarra, e o Wii Fit, em que exercícios físicos valem pontos, são bons exemplos.

Junte isso ao popular DVD player de resolução standard e você terá uma nova máquina. Que, para os padrões dos gamers, pode ser até piada, mas que para o jogador de fim de semana pode ser uma boa opção de diversão familiar.

O novo DVD player da Tectoy é assim. Além de tocar DVDs e servir de karaoke, o Dancemachine vem com quatro jogos, disco com 14 músicas, microfone, tapete e joystick.

Um, o Let’s Dance, é o da dança no tapete: para vencer, você tem que seguir a sequência de passos indicados na TV.

Rock Show

Rock Show

Já no Rock Show o jogador usa um joystick (do Master System?) para acompanhar os acordes da guitarra virtual que aparece na tela.

O terceiro e o quarto jogo são versões do Let’s Dance e do Rock Show, mas com uma novidade: é preciso cantar junto com a dança ou a guitarra, como num karaoke aeróbico. É coisa pra fazer em dupla – e sem inibição.

Ok, o Dancemachine não vai carregar o joguinho da banca da esquina. Mas traz versões dos dois jogos mais populares do momento, e ainda pode colaborar para que você perca alguns gramas.

Será que é isso mesmo que o povo quer? Você decide. O preço sugerido do aparelho é 299 reais.

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No Sesc, um festival só para games

A idéia do “Faça Você Mesmo” levada ao mundo dos games. Essa é a proposta do Game_Cultura 2008, um festival que reúne palestras, oficinas, campeonatos e ateliês sobre criação de jogos para computador.
O Versão Zero foi conferir o espaço no sábado, 29/11 – primeiro dia da exposição. Fora a área de jogos online, o espaço [...]

em exposição

Odissey, da Philips: em exposição

A idéia do “Faça Você Mesmo” levada ao mundo dos games. Essa é a proposta do Game_Cultura 2008, um festival que reúne palestras, oficinas, campeonatos e ateliês sobre criação de jogos para computador.

O Versão Zero foi conferir o espaço no sábado, 29/11 – primeiro dia da exposição. Fora a área de jogos online, o espaço estava relativamente vazio. Isso porque a programação se dilui até fevereiro de 2009, e muitos encontros foram marcados para as tardes dos dias da semana.

Museu de novidades

O evento ocupa dois galpões. O da esquerda abriga uma seleção de videogames e computadores antigos, extraídos do acervo do Museu do Computador de José Carlos Valle. Nas bancadas, os visitantes podem experimentar diversos games recém-saídos do forno, e que foram projetados e produzidos por brasileiros.

No galpão direito há uma exposição de trabalhos do sempre bem-humorado artista plástico Guto Lacaz, além dos espaços onde serão realizadas as oficinas e os ateliês – incluindo a curiosa Oficina 1,99, onde os participantes poderão construir robôs a partir de peças de brinquedos de 1,99 real.

De jogador a projetista

A programação de oficinas e palestras é bem rica e inclui conversas com especialistas sobre linguagens de programação para jogos, software livre, ferramentas 3D, trilha sonora para games, desenvolvimento de personagens, jogos educativos e muito mais.

E muito mais, aqui, não é força de expressão. O festival tem de tudo um pouco, seja celulares, mangás, física, ilustração, Java e Nintendo Wii, só para citar alguns dos temas.

O Game_Cultura teve início no sábado, 29 de novembro, e vai até 8 de fevereiro de 2009. Confira o programa no site do Sesc de São Paulo – escolha a unidade Pompéia na caixa à esquerda da tela e clique em “Consulte a programação”. O Sesc Pompéia fica na Rua Clélia, 93, tel 11/3871-7700.

marco nacional

CP 500, da Prológica: marco nacional

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Mini games Nintendo, agora a 20 reais

Se é verdade que saem perdendo se comparados aos joguinhos atuais para celular, os mini games Nintendo Classics têm um trunfo inigualável: o ar retrô de pocket game dos anos 80.
A boa notícia é que eles ficaram mais baratos. Em uma loja Ri Happy de um grande shopping de São Paulo, os joguinhos eram vendidos [...]

Na Ri Happy de São Paulo: em promoção

Na Ri Happy de São Paulo: em promoção

Se é verdade que saem perdendo se comparados aos joguinhos atuais para celular, os mini games Nintendo Classics têm um trunfo inigualável: o ar retrô de pocket game dos anos 80.

Minigame Carrera

Minigame Carrera

A boa notícia é que eles ficaram mais baratos. Em uma loja Ri Happy de um grande shopping de São Paulo, os joguinhos eram vendidos ontem a 19,99 reais.

Compare com os preços na loja virtual Submarino: lá, esses mesmos games não saem por menos de 40 reais.

Os títulos disponíveis são Carrera, Soccer, Mario’s Cement Factory, Super Mario Bros e Donkey Kong Jr. Todos têm as funções de relógio e alarme.

Quem tiver sorte de encontrar, leva.

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Jogos 3D ajudam a entender matemática

Aprender brincando. Essa é a promessa de muitas iniciativas que buscam combinar o currículo escolar com jogos eletrônicos. Não sem alguma desconfiança de pais e de professores.
A mais recente tentativa está acontecendo enquanto você lê este post. Soube pelo The New York Times que um grupo de escolas públicas de Nova York vem testando jogos [...]

O site permite baixar versões demo

O site permite baixar versões demo

Aprender brincando. Essa é a promessa de muitas iniciativas que buscam combinar o currículo escolar com jogos eletrônicos. Não sem alguma desconfiança de pais e de professores.

A mais recente tentativa está acontecendo enquanto você lê este post. Soube pelo The New York Times que um grupo de escolas públicas de Nova York vem testando jogos em 3D para aprender… Matemática.

A coleção de jogos é chamada de Dimension M e foi produzida por uma empresa novaiorquina chamada Tabula Digita, criada em 2003 por um ex-executivo do Citibank para produzir jogos educacionais.

Para licenciar seus jogos, a Tabula Digita cobra das escolas uma taxa anual por aluno, que varia de 10 a 20 dólares. Treze escolas já adotaram a fórmula, quatro delas em Nova York.

Xô, medo

Pelos depoimentos dados ao NYT, a coisa tem dado certo, pelo menos no que diz respeito a dois objetivos básicos: diminuir o medo causado pela matemática e incentivar o gosto pelo estudo da disciplina.

Versão Zero baixou um desses jogos, o Dimenxian. Ele rodou bem no nosso velho Pentium III, mas foi preciso atualizar o driver da placa gráfica (uma ATI Radeon 9000) e instalar o .Net Framework, uma atualização gratuita para o Windows.

A primeira fase (única disponível no demo) consiste em conduzir o personagem numa ilha habitada por “sentinelas” – criaturas que podem paralisá-lo. Sua missão é coletar dados de quatro sondas e baixar tudo em um computador central.

A matemática entra aí de forma acessória, mas importante. O endereço das sondas é dado na forma de par ordenado (x,y). O mapa de orientação, o plano cartesiano, fica num canto da tela. Na hora de descarregar os dados, é preciso construir gráficos a partir de tabelas dos dados coletados.

Os outros jogos da Tabula Digita são o Evolver, para o currículo de pré-álgebra, e a série de desafios Evolver Multiplayer.

Evidências

Para entender e explorar as reais possibilidades dos jogos na educação é que foi anunciada nos EUA terça-feira, 7/10, a criação do Games for Learning Institute – G4LI.

O comunicado à imprensa afirma que o instituto vai “fornecer as evidências científicas fundamentais para apoiar games como ferramentas de aprendizagem para assuntos relacionados a matemática e ciências entre alunos da Middle School”.

O período entre o 6.o e o 8.o ano foi escolhido por ser “um estágio crítico para estudantes”, disse o professor de ciência da computação da New York University, Ken Perlin.

O instituto começa com uma verba de 3 milhões de dólares e um patrocinador de peso, a Microsoft Research (que deu metade desse dinheiro). O G4LI funcionará dentro da New York University e tem como associadas, além da NYU, mais cinco universidades: Columbia University, City University of New York, Dartmouth, Parsons the New School for Design, e o Rochester Institute of Technology.

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Versão Zero
 
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