Carros mais econômicos dos EUA são elétricos

Quem usa o MSN Messenger sempre dá de cara com as notícias do portal MSN. No meu caso, o portal que aparece é o norte-americano. É que vez ou outra surgem notícias interessantes, que nem sempre são divulgadas por aqui.
A de hoje é um ranking dos carros mais econômicos à venda por lá. Apesar de [...]

Quem usa o MSN Messenger sempre dá de cara com as notícias do portal MSN. No meu caso, o portal que aparece é o norte-americano. É que vez ou outra surgem notícias interessantes, que nem sempre são divulgadas por aqui.

A de hoje é um ranking dos carros mais econômicos à venda por lá. Apesar de publicada pelo MSN, foi elaborada pelo pessoal da revista “Car and Driver” e traz diversos comentários.

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Que os carros de lá são mais baratos que os daqui, todo mundo sabe. O que surpreende é a economia alcançada pelos modelos híbridos – aqueles que combinam motor elétrico e a gasolina, e que podem reabastecer as baterias sempre que a propusão a gasolina for utilizada.

Nos EUA, o galão de gasolina – 3,78 l – custa US$ 4, o que dá cerca de R$ 1,70 por litro. Logo, para percorrer nos EUA o equivalente à distância entre São Paulo e Rio com um Toyota Prius, o motorista gastaria, com gasolina, cerca de 35 reais.

Confira a tabela resumida, com valores convertidos para nossas unidades de medida (km por litro).

Ranking dos carros mais econômicos à venda nos EUA
Modelo km/l cidade km/l estrada Preço US$
Toyota Prius 20,4 19,1 22.160
Honda Civic Hybrid 17,0 19,1 23.270
Smart fortwo 14,0 17,4 12.235
Nissan Altima Hybrid 14,9 14,0 26.140
Toyota Camry Hybrid 14,0 14,4 25.860
VW Jetta TDI 12,7 17,4 22.640
Ford Escape Hybrid 14,4 12,7 29.000
Toyota Yaris 12,3 15,3 12.210
Mini Cooper/Clubman 11,9 15,7 18.700
Honda Fit 11,9 14,4 14.620
Fonte: MSN/EUA      

Note que Smart, Yaris, Cooper e Fit usam gasolina, e o Jetta usa diesel. Todos os outros combinam gasolina com eletricidade. E a próxima geração de veículos elétricos híbridos, prometida para 2010/11, virá com a tão sonhada recarga pela tomada doméstica.

Enquanto isso, por aqui, estamos cada vez mais atrelados às usinas de álcool e aos postos de combustível e suas gasolinas batizadas. O carro elétrico brasileiro, pelo visto, vai demorar bastante para nascer.

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Chega “Híbrida”, a revista dos veículos elétricos

Quem acompanha o Versão Zero sabe: sempre há aqui alguma novidade sobre veículos, principalmente os que usam energia alternativa, como a eletricidade.
Esta nota, contudo, é um pouco diferente: é que amanhã estréia a “Híbrida”, uma revista totalmente dedicada aos veículos elétricos.
Leia mais sobre veículos elétricos
>> As motos elétricas da Evader
>> Vectrix, uma moto elétrica com [...]

Quem acompanha o Versão Zero sabe: sempre há aqui alguma novidade sobre veículos, principalmente os que usam energia alternativa, como a eletricidade.

Esta nota, contudo, é um pouco diferente: é que amanhã estréia a “Híbrida”, uma revista totalmente dedicada aos veículos elétricos.

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A publicação tem como editor o colega Ivan da Costa e é produzida pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico, com sede no Rio de Janeiro.

Para quem quiser conferir, a edição zero da “Híbrida” pode ser baixada a partir do site da associação, aqui.

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Data center ecológico: a vez do Brasil

Matéria curiosa no The New York Times: o rápido crescimento do número de servidores fez aquecer a demanda por engenheiros elétricos e mecânicos, responsáveis por reduzir a energia necessária e reaproveitar o calor dessas máquinas, que estão cada vez mais potentes.
Segundo o artigo, alguns engenheiros formados em cursos de graduação de 2 anos que encaram [...]

Matéria curiosa no The New York Times: o rápido crescimento do número de servidores fez aquecer a demanda por engenheiros elétricos e mecânicos, responsáveis por reduzir a energia necessária e reaproveitar o calor dessas máquinas, que estão cada vez mais potentes.

Segundo o artigo, alguns engenheiros formados em cursos de graduação de 2 anos que encaram o desafio de projetar instalações de computação chegam a ganhar 100 mil dólares por ano. Um único engenheiro, hoje com 57 anos, disse ao NYT já ter colaborado no projeto de 100 instalações desse tipo, chamadas “data centers” (centros de dados) ou “server farms” (fazendas de servidores).

Tomada que polui

O problema é que, diferentemente do Brasil, boa parte da energia elétrica dos EUA vem de usinas alimentadas por carvão. E a proliferação de data centers -especialmente sua habilidade de torrar energia com servidores ociosos- começa a incomodar.

O jornal, citando a empresa de pesquisas de mercado IDC, aponta que, em 10 anos, o número de data centers nos EUA saltou de 2,6 milhões para 11,8 milhões em 2007. Outra empresa de pesquisas, a McKinsey, afirma que até 2020 a indústria de data centers vai superar as companhias aéreas em emissão de poluentes.

Como a matéria não propõe alternativas, deixo aqui uma dica aos investidores americanos: que tal migrar os data centers e seus gordos salários para países onde a energia é obtida de forma mais limpa – como, por exemplo, o Brasil?

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