Etec: prazo para vestibulinho termina dia 17

Essa é para quem mora no Estado de São Paulo: termina dia 17 o prazo para inscrição no vestibulinho das Escolas Técnicas Estaduais, as Etecs.
Para o 1.o semestre de 2009, são 16.043 vagas para o Ensino Médio e 40.032 vagas para o Técnico. O interessante é a variedade de cursos, que inclui de logística a [...]

Essa é para quem mora no Estado de São Paulo: termina dia 17 o prazo para inscrição no vestibulinho das Escolas Técnicas Estaduais, as Etecs.

Para o 1.o semestre de 2009, são 16.043 vagas para o Ensino Médio e 40.032 vagas para o Técnico. O interessante é a variedade de cursos, que inclui de logística a piscicultura.

No que diz respeito à tecnologia da informação, há cursos de Eletrônica, Informática, Informática Industrial, Mecatrônica, Redes de Computadores e Webdesign.

Você pode conferir a lista completa no site do Centro Paula Souza. O manual do candidato custa 5 reais e a inscrição, 20 reais. Afrodescendentes e alunos da rede pública têm bônus na nota.

O site para inscrição online é o www.vestibulinhoetec.com.br. Boa sorte!

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Web para quem ensina. E para quem aprende

Com exceção dos neoluditas, ninguém é contra o uso de computador por alunos e professores. A questão é: o que fazer com essas máquinas? Se você também tem essa dúvida, o Portal do Professor pode ajudar.
O Portal é uma iniciativa do Ministério da Educação e reúne materiais didáticos virtuais. Seu banco de dados reúne áudio, [...]

acesso mais fácil

Recursos para aulas: acesso mais fácil

Com exceção dos neoluditas, ninguém é contra o uso de computador por alunos e professores. A questão é: o que fazer com essas máquinas? Se você também tem essa dúvida, o Portal do Professor pode ajudar.

O Portal é uma iniciativa do Ministério da Educação e reúne materiais didáticos virtuais. Seu banco de dados reúne áudio, vídeo, mapas, imagens, experimentos e simulações, tudo de livre acesso.

E ele não é assim uma novidade. Foi lançado oficialmente em junho. Mas confesso que só fui conhecê-lo durante o IX Encontro Paulista de Educação Matemática, semana passada, em Bauru (SP).

O acervo ainda não é muito rico – o total de peças catalogadas não chega a 2 mil -, mas houve uma tentativa de deixá-lo abrangente, pelo menos. Boa parte do material está em português.

Usuários cadastrados podem ter acesso a áreas restritas, como sugestões de aulas. O professor também pode criar uma aula e deixá-la disponível para a comunidade. Há ainda salas de bate-papo, organizadas por tema; e um diretório de blogs sobre educação.

Além do Portal, o MEC mantém o Banco Internacional de Objetos Educacionais, que também tem mapas, experimentos, vídeos e áudios, entre outros recursos.

Como o Banco também tem um diretório de softwares educacionais por área, pode muito bem servir como porta de entrada para a pesquisa de materiais para professores. Encontrei lá links para softwares conhecidos como Poly, Geogebra e Winplot. A vantagem é que tudo está catalogado de acordo com o componente curricular no qual se insere.

Pela iniciativa, vale conhecer – e, se puder, colaborar. O Portal do Professor fica em http://portaldoprofessor.mec.gov.br. Já o Banco Internacional de Objetos Educacionais está em http://objetoseducacionais.mec.gov.br.

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Dicionários online: português para todos

Não faz muito tempo, não havia uma única opção em dicionário online de português. E ficávamos sem saber, por exemplo, o significado das palavras difíceis que alguns candidatos resgatam do limbo durante a propaganda dos partidos politicos na TV.
Isso, felizmente, mudou. Descubro com alegria que já é possível consultar o dicionário Michaelis, hospedado no UOL, [...]

o que é "capadócio"?

Finalmente: o que é capadócio?

Não faz muito tempo, não havia uma única opção em dicionário online de português. E ficávamos sem saber, por exemplo, o significado das palavras difíceis que alguns candidatos resgatam do limbo durante a propaganda dos partidos politicos na TV.

Isso, felizmente, mudou. Descubro com alegria que já é possível consultar o dicionário Michaelis, hospedado no UOL, sem fazer login no portal. O endereço http://michaelis.uol.com.br dá acesso à caixa de consulta não só de português, mas de inglês, francês e outras três línguas.

Outra boa opção é o Dicionário Caldas Aulete, da Lexicon/Nova Fronteira. Em http://www.auletedigital.com.br, o internauta baixa o módulo de consulta (27 MB – requer cadastro). Ele permite ainda a correção e a ampliação dos verbetes da obra – que, segundo a editora, “nasceu para ser aberta, viva, mudando e crescendo junto com a língua”.

A unificação da ortografia dos dois lados do Atlântico vai trazer outras opções ao internauta brasileiro. A Porto Editora, de Portugal, dispõe em http://www.portoeditora.pt/dol de um dicionário com consulta aberta. E com a conveniência de traduzir palavras brasileiras em seu correspondente lusitano.

Outros dicionários, no entanto, têm acesso restrito ou nem são oferecidos online. Um exemplo do primeiro caso é o Aurélio, que é propriedade do Grupo Positivo. Quem compra um micro da marca tem acesso liberado; o mesmo ocorre com quem utiliza as conexões banda larga do iG.

No segundo caso está o Dicionário Unesp do Português Contemporâneo, que só existe em livro. É um bom dicionário, à venda por menos de 100 reais. Mas, como leva o nome de uma instituição pública, foi elaborado com recursos públicos e teve o trabalho de servidores públicos, penso que deveria ser acessível, sem custo, pela internet.

Pois que venham os dicionários online. Quanto mais, melhor. Só assim todos poderão saber, finalmente, o que quer dizer “capadócio”, que o candidato do “peroba neles” vive repetindo na TV. E chega de ignorância.

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Notebooks de 1.300 reais: estamos quase lá

Enquanto esperamos pelo notebook de mil reais para professores, o mercado se agita. O Versão Zero ficou sabendo que uma montadora de notebooks chamada Kennex começa a vender, nas lojas do hipermercado Extra nas ruas e na internet, um notebook de 1.300 reais.
O modelo básico terá processador Celeron M550, 1 giga de memória RAM e [...]

mais perto da barreira de 1.000 reais

Kennex: mais perto da barreira de 1.000 reais

Enquanto esperamos pelo notebook de mil reais para professores, o mercado se agita. O Versão Zero ficou sabendo que uma montadora de notebooks chamada Kennex começa a vender, nas lojas do hipermercado Extra nas ruas e na internet, um notebook de 1.300 reais.

O modelo básico terá processador Celeron M550, 1 giga de memória RAM e disco rígido de 120 gigas. A tela é de 15 polegadas, no formato Wide. Gravador de DVD, rede sem fio, leitor de cartões de memória, bateria de 6 células e câmera embutida de 1,3 megapixel completam o pacote.

No momento em que escrevo isto, o Extra tem dois notebooks à venda por 1.299 reais. Um é o Kennex. O outro, da marca Mirax, usa o Celeron M540 e tem HD menor – 80 gigas – mas vem com Windows Vista Starter Edition, o que, dependendo da opinião de quem compra, pode ser uma cruz ou uma vantagem. O sistema operacional do note da Kennex é o Linux Insigne.

Seja qual for sua escolha, o importante é notar que, em parte por causa do real sobrevalorizado, o mercado vem respondendo com modelos cada vez mais baratos – e faz com que a iniciativa do governo federal se torne cada vez mais irrelevante, pelo menos nos grandes centros. É ou não é?

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Em São Paulo, boas notas podem valem dinheiro

Então você pensava que a idéia de melhorar a educação por meio da distribuição de dinheiro estava restrita a Portugal. Cara leitora, caro leitor, devo dizer que não. São Paulo e o Brasil estão fazendo a sua parte.
Leia mais sobre prêmios em educação
>> Portugal premia melhor aluno com dinheiro
Neste momento o governo do Estado de [...]

"E ai, sócio, passou de ano?"

Então você pensava que a idéia de melhorar a educação por meio da distribuição de dinheiro estava restrita a Portugal. Cara leitora, caro leitor, devo dizer que não. São Paulo e o Brasil estão fazendo a sua parte.

Leia mais sobre prêmios em educação

>> Portugal premia melhor aluno com dinheiro

Neste momento o governo do Estado de São Paulo aguarda a apreciação, pela Assembléia Legislativa, de um projeto de lei que estabelece bônus para os professores, de acordo com as notas obtidas pelos alunos.

O projeto de lei define que a meta a ser atingida ou superada será dada por escola. O cálculo do bônus individual, no entanto, levará em conta o número de faltas do professor. Quanto maior o número de faltas, menor o bônus.

Segundo simulações feitas pela Secretaria da Educação, um professor com salário mensal de 1.600 reais (cerca de 1.000 dólares) poderá receber, no fim do ano, 960 reais de bônus, caso tenha 50% de faltas e a escola tenha alcançado 50% da meta.

Em outro cenário, se a escola superar a meta em 20% e o professor não tiver faltado um só dia, receberá no fim do ano bônus de 4.608 reais.

Se São Paulo quer premiar o professor com base nas notas dos alunos, o Governo Federal tem pensado em distribuir dinheiro diretamente aos alunos. Desde o ano passado tem-se discutido, dentro do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a idéia de dar um prêmio, estimado em 204 reais, a quem passe de ano, da 5.a à 8.a séries (6.o ao 9.o anos).

Claro que ninguém será louco de recusar dinheiro. Mas vale repetir a pergunta: que valores a escola busca estimular com tais iniciativas?

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Portugal: netbook para alunos, a 50 euros cada

Leio com algum espanto, aqui, que o governo de Portugal teria encomendado 500 mil notebooks do modelo Classnote PC, da Intel, para uso educacional.
É mais ou menos a idéia que nosso governo tinha, até o começo deste ano, de equipar as escolas públicas com notebooks educacionais.
Leia mais sobre inclusão digital na educação
>> Professor terá notebook [...]

PC português custará 50 euros

Magalhães, o netbook português, pode sair de graça

Leio com algum espanto, aqui, que o governo de Portugal teria encomendado 500 mil notebooks do modelo Classnote PC, da Intel, para uso educacional.

É mais ou menos a idéia que nosso governo tinha, até o começo deste ano, de equipar as escolas públicas com notebooks educacionais.

Leia mais sobre inclusão digital na educação

>> Professor terá notebook de mil reais

>> Portal para professor encomendar notebook já está pronto

O projeto brasileiro foi engavetado: o governo achou o preço, de pouco mais de 600 reais por peça (a melhor oferta havia sido feita pela Positivo), alto demais.

Em Portugal, no entanto, parece que a coisa vingou – ou melhor, passou mais fácil. O Magalhães, como foi batizado o micrinho, será produzido em Portugal, mediante parceria entre a Intel – dona do projeto – e o grupo industrial JP Sá Couto, que para fabricá-lo se associou a outra empresa portuguesa, chamada Prológica (que, curiosamente, tem o mesmo nome de uma antiga fabricante brasileira de PCs).

O tom do anúncio é de festa, pois mil novos empregos serão criados. E o micrinho – alardeado como o “primeiro computador portátil português” – custará, no máximo, 50 euros (125 reais).

Preço depende da renda familiar

A mágica portuguesa é a seguinte. O Magalhães será parte do projeto português de inclusão digital escolar, chamado e-escola. O governo classificou os alunos em três grupos, de acordo com as condições financeiras.

Quem tem mais condições, paga 50 euros por peça. Os da faixa intermediária pagarão 20 euros (50 reais). Os mais necessitados terão o micrinho de graça.

O fabricante, JP Sá Couto, declarou que o custo de produção é de 180 euros (450 reais). A diferença será paga pelo governo e pelas empresas envolvidas.

A meta portuguesa com esse projeto, chamado e-escolinhas, é distribuir 500 mil Magalhães aos alunos das séries iniciais do ciclo básico, que têm entre 6 e 11 anos. Ao contrário do e-escola, no e-escolinhas a conexão com a internet é opcional.

Ainda se discute qual sistema operacional será utilizado no bichinho – se Windows (o mais provável) ou Linux. Os mais críticos desabam referências ao ufanismo do “primeiro portátil português” – afinal, trata-se da plataforma Classmate PC.

De qualquer forma, quem queria ver as crianças brincando com notebook na sala de aula conseguiu ter seu sonho realizado. Será um bom laboratório das coisas que, algum dia, poderão ocorrer também por aqui.

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