Notebook do professor: CCE tem 2 modelos

Primeiro foi a Positivo. Agora é a CCE que resolve participar do programa Computador Portátil para Professores, do Governo Federal.
A CCE vem com 2 modelos, ambos disponíveis para compra pelos Correios.
O primeiro é o Win XLC 216. Ele usa processador Celeron N 570, tem 2 Gbytes de RAM e 160 Gbytes de disco rígido.
O outro [...]

cce notebook professor

Primeiro foi a Positivo. Agora é a CCE que resolve participar do programa Computador Portátil para Professores, do Governo Federal.

A CCE vem com 2 modelos, ambos disponíveis para compra pelos Correios.

O primeiro é o Win XLC 216. Ele usa processador Celeron N 570, tem 2 Gbytes de RAM e 160 Gbytes de disco rígido.

O outro é o Win XLP 232. Seu processador é um Pentium Dual Core T3400. Tem 2 Gbytes de RAM e 320 Gbytes de HD.

Em ambos, a tela é de 14,1 polegadas, com resolução de 1.280 x 800 pixels. Eles vêm com leitor de cartões, leitor/gravador de CD e DVD, Wireless LAN (padrões b/g) e sistema Satux Linux.

Os preços? O CCE com chip Celeron sai por R$ 1.199; o com Pentium Dual, R$ 1.299.

O micro da Positivo continua à venda. Com chip Celeron 900 de 2,2 GHz, 1 Gbyte de memória e 160 Gbytes de HD, sai por R$ 1.199.

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Um dicionário para ler o “New York Times”

O inglês praticado pelo “The New York Times” é um dos mais rebuscados da imprensa norte-americana. Mas é, também, um prato cheio para quem quer aprender a língua. Sabendo disso, os editores da versão eletrônica do site criaram um mecanismo para lá de prático: a busca facilitada em dicionário.
A coisa funciona assim: se, ao ler [...]

nyt-busca-palavras-editadoO inglês praticado pelo “The New York Times” é um dos mais rebuscados da imprensa norte-americana. Mas é, também, um prato cheio para quem quer aprender a língua. Sabendo disso, os editores da versão eletrônica do site criaram um mecanismo para lá de prático: a busca facilitada em dicionário.

A coisa funciona assim: se, ao ler um dos artigos do jornal, você encontrar uma palavra que não conhece, marque-a com o mouse e clique no botão de interrogação que aparecerá sobre ela. Como resultado, aparecerá, como pop-up, a definição daquela palavra (fornecida pelo Answers.com).

Se preferir, você também poderá mudar o escopo da busca, selecionando entre os arquivos do NYT antes e depois de 1981, os blogs do NYT, o guia da cidade de Nova York e o Google.

O mais curioso disso tudo é que, graças a esse serviço, o jornal sabe quais as palavras que mais exigiram consultas ao dicionário. Parte dessa lista foi divulgada pelo Nieman Journalism Lab. A campeã – ou seja, a mais desconhecida entre os leitores – foi a expressão latina sui generis.

O jornal reconhece que, ao mesmo tempo que seus leitores formam a parcela mais bem educada do país, também não carregam um dicionário a tiracolo. A questão é: deve-se simplificar a linguagem, evitando as palavras menos conhecidas? Ou investir no gosto do leitorado pelo texto, digamos, mais erudito? Isso, infelizmente, a web e suas estatísticas não respondem.

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Brasil: enfim, uma biblioteca em cada cidade

Quando você, de férias, visita uma pequena cidade do litoral do Nordeste – qualquer uma – por acaso procura por uma biblioteca? Aposto que não.
Pois bem. Em 1996, época do real sobrevalorizado, passei uns dias em Orlando, na Flórida, e resolvi procurar a biblioteca pública do bairro no qual me hospedei. Fiquei pasmo: havia, além [...]

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Sala de leitura da Biblioteca Pública de Nova York

Quando você, de férias, visita uma pequena cidade do litoral do Nordeste – qualquer uma – por acaso procura por uma biblioteca? Aposto que não.

Pois bem. Em 1996, época do real sobrevalorizado, passei uns dias em Orlando, na Flórida, e resolvi procurar a biblioteca pública do bairro no qual me hospedei. Fiquei pasmo: havia, além de livros, um telecentro; e diversas estantes com assuntos relevantes para o dia-a-dia, de guas de serviços públicos a como abrir uma empresa. O mais curioso é que ela já não se chamava “Library”, mas “Media Center” – reflexo da onipresença das tecnologias digitais. E, à época, nossa internet comercial só tinha 1 aninho.

É por isso que hoje, 13 anos depois, me surpreende positivamente a decisão do governo federal de oferecer a todas as cidades do Brasil a possibilidade de ter sua biblioteca, com um pacote inicial de 2.500 livros, móveis e computador para controle do acervo. O Ministério da Cultura tem até uma data para que esse marco seja alcançado: 25 de julho. Será, como quer o governo, o Dia D da Leitura no Brasil.

Bem que as bibliotecas poderiam incluir também um espaço de acesso público à internet, mas isso talvez seja pedir demais. Aliás, mesmo na cidade de São Paulo as iniciativas de popularização do acesso nunca tiveram conexão com a rede municipal de bibliotecas – uma separação que, confesso, nunca entendi.

De qualquer modo, marque a data: 25 de julho pode ser o dia em que o Brasil definitivamente chegou ao século XX.

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Governo de SP leva curso de mainframe às Fatecs

A parceria do Centro Paula Souza com a IBM na oferta de cursos de especialização em mainframe parece ter dado certo.
O Governo do Estado de São Paulo anunciou hoje que vai ampliar o convênio, até então restritos às Escolas Técnicas Estaduais (Etecs), para as Faculdades de Tecnologia (Fatecs).
Segundo o anúncio, as Fatecs selecionadas irão oferecer [...]

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Mainframe IBM Série Z

A parceria do Centro Paula Souza com a IBM na oferta de cursos de especialização em mainframe parece ter dado certo.

O Governo do Estado de São Paulo anunciou hoje que vai ampliar o convênio, até então restritos às Escolas Técnicas Estaduais (Etecs), para as Faculdades de Tecnologia (Fatecs).

Segundo o anúncio, as Fatecs selecionadas irão oferecer cursos de extensão tecnológica em Java e Mainframe, com apoio da IBM – que oferece, além de softwares, o treinamento de professores.

As primeiras Fatecs a oferecer o curso, ainda no segundo semestre de 2009, serão as de Santos, São Paulo (no Bom Retiro), Praia Grande, Sorocaba, Jundiaí e Indaiatuba. Cada uma terá 40 vagas.

Os cursos de extensão das Fatecs terão duração de um ano e meio. Nas Etecs, a duração do curso – chamado de especialização técnica e voltado a quem tem diploma de técnico de nível médio – é de um semestre.

Quem já estiver frequentando um curso tecnológico das Fatecs poderá fazer a especialização em paralelo.

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Notebook do professor: Positivo vence chamamento público

A Positivo Informática, de Curitiba (PR), foi a vencedora do chamamento público 02/09, promovido hoje pela Nossa Caixa, para escolha do notebook que será vendido, parcelado e sem juros, a 84 mil professores da rede estadual de ensino de São Paulo.
A confirmação veio da assessoria de imprensa da Nossa Caixa. A abertura dos envelopes ocorreu [...]

Positivo Mobile Linha Z

Positivo Mobile Linha Z

A Positivo Informática, de Curitiba (PR), foi a vencedora do chamamento público 02/09, promovido hoje pela Nossa Caixa, para escolha do notebook que será vendido, parcelado e sem juros, a 84 mil professores da rede estadual de ensino de São Paulo.

A confirmação veio da assessoria de imprensa da Nossa Caixa. A abertura dos envelopes ocorreu hoje, às 10 horas da manhã, na sede do banco.

Assim que o Versão Zero souber mais detalhes da máquina ofertada, publicaremos aqui.

Segundo a ata do chamamento, publicada pela Nossa Caixa, o equipamento vencedor foi o Positivo Mobile Z85, com preço unitário de R$ 1.599. A proposta da fabricante de Curitiba derrotou outras duas, da Semp Toshiba Informática Ltda (que ofereceu preço unitário de R$ 2.090). e da Dell Computadores do Brasil Ltda (de R$ 2.200, mas que não foi selecionada).

Procurada, a Positivo preferiu não se manifestar até que o resultado do chamamento público seja homologado e publicado no Diário Oficial do Estado.

O chamamento público 03/09, para compra do pacote Microsoft Office Standard (que acompanhará o notebook do professor), ficou para amanhã, também às 10 horas.

19/02 – A empresa vencedora do chamamento 03/09 para venda do software Microsoft Office 2007 Standard foi a Brasoftware Informática Ltda. Cada pacote (Office + Microsoft Math) custará R$ 139.

Positivo Mobile Linha Z (traseira)

Positivo Mobile Linha Z (traseira)


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Notebook do Professor: vencedor sai dia 18

Demorou, mas saiu. O banco Nossa Caixa finalmente tornou público o tão aguardado Chamamento Público 2/09.
Com o documento, o banco convida os fabricantes de notebook a apresentarem suas propostas para o Programa Computador do Professor, do Governo do Estado de São Paulo.
O Programa Computador do Professor foi anunciado pelo governo do Estado no último 15 [...]

Demorou, mas saiu. O banco Nossa Caixa finalmente tornou público o tão aguardado Chamamento Público 2/09.

Com o documento, o banco convida os fabricantes de notebook a apresentarem suas propostas para o Programa Computador do Professor, do Governo do Estado de São Paulo.

O Programa Computador do Professor foi anunciado pelo governo do Estado no último 15 de outubro, Dia do Professor. Cerca de 84 mil professores aderiram à iniciativa, que prevê o financiamento de computadores portáteis em até 24 prestações, sem juros.

O mesmo link do Chamamento dá acesso ao edital completo – que traz, entre outras informações, a configuração mínima do notebook que será comprado.

Notebook do Professor: a configuração mínima
Processador Núcleo duplo, arquitetura x86, memória cache 1 MB
Memória 2 GB, 667 Mhz, PC5300
Wi-Fi Padrão 802.11 b/g
USB Três portas
Modem Sim, padrão V.92
Rede Padrão Ethernet 10/100 Base T
Tela TFT, mínimo de 14 polegadas (1.024 x 768 pixels)
Vídeo Controladora XGA integrada ou dedicada, com 256 MB
Expansão Leitor de cartões e encaixe PCMCIA
Disco rígido Tamanho de 160 GB, padrão SATA I
Drive óptico Gravador de CD e DVD, interno
Bateria 6 células
Sistema Windows Vista Home Basic pré-instalado, com mídia

A Nossa Caixa vai prestar esclarecimentos aos fabricantes interessados até sexta-feira, 13 de fevereiro. No dia 18, às 10 horas, os fabricantes deverão entregar os envelopes com as propostas, em sessão pública.

A entrega dos portáteis será escalonada, mas deverá ocorrer em até 90 dias após a entrega do primeiro lote, de mil unidades.

(Obrigado ao leitor Luigi Bizzarri pelos links!)

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Caneta-calendário já era. Vem aí a caneta-recado

Há quase um ano, nós aqui do Versão Zero flagramos em plena Avenida Paulista um gadget bem low tech: uma caneta-calendário, cujo principal recurso – o calendário – se escondia enrolado dentro da caneta, como um pergaminho.
De lá para cá, houve quem desafiasse a criar canetas com conteúdos diferentes, como convites de casamento, anúncios publicitários [...]

Há quase um ano, nós aqui do Versão Zero flagramos em plena Avenida Paulista um gadget bem low tech: uma caneta-calendário, cujo principal recurso – o calendário – se escondia enrolado dentro da caneta, como um pergaminho.

De lá para cá, houve quem desafiasse a criar canetas com conteúdos diferentes, como convites de casamento, anúncios publicitários e até “material paradidático”, como a tabela periódica.

Eis que o leitor Mauricio Torres aceitou o desafio. E nos mandou em primeira mão exemplares de duas de suas criações: a caneta-tabela-periódica e a caneta-recado.

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A caneta-tabela-periódica é autoexplicativa: ela traz impressa a tabela periódica dos elementos. São muitas informações num espaço beeem pequeno, mas dá para ler o nome do elemento, seu símbolo, número e massa atômicos. (A leitura da distribuição dos elétrons na última camada fica prejudicada, mas aí já seria exigir demais).

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Já a caneta-recado é mais instigante: seu pergaminho vem em branco, para ser preenchida pelo dono. Recomenda-se, para escrever, o uso de caneta para retroprojetor. Para apagar, uma borracha branca dá conta do recado. Sem trocadilhos.

Ainda acreditamos que a caneta-tabela-periódica é a melhor companheira para o lápis-tabuada. No mais, o Versão Zero dá os parabéns ao Mauricio pela iniciativa tão criativa!

Onde encontrar: canetapopular (at) hotmail.com

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O mito da internet que sabe tudo

Deu hoje no “Jornal da Tarde”: Elton John vai trazer ao Brasil seu piano de calda – assim mesmo, com L. Certo ou errado? Definitivamente, errado. Cauda de piano e de cachorro é com U.
E quer saber? Aposto que tem dedo do Google nisso. Pois está na moda usar o buscador como dicionário, assim: o [...]

piano-de-cauda-pequeno

Deu hoje no “Jornal da Tarde”: Elton John vai trazer ao Brasil seu piano de calda – assim mesmo, com L. Certo ou errado? Definitivamente, errado. Cauda de piano e de cachorro é com U.

E quer saber? Aposto que tem dedo do Google nisso. Pois está na moda usar o buscador como dicionário, assim: o internauta procura pela palavra, escrevendo-a cada vez de um jeito; vence a que tiver mais ocorrências.

Tal método certamente arrancaria aplausos de Ian Ayres, autor de Super Crunchers – livro que enaltece a estatística como diretora das ações humanas na Era da Informação. Mas é uma idéia tola.

A maioria erra

Tome como exemplo o tal piano do JT. Fizemos a busca no Google. Com “cauda”, encontramos pouco mais de 60 mil ocorrências. Já com “calda”, o serviço despeja na tela quase 2 milhões de citações.

Tivesse o repórter usado o bom dicionário online Caldas (com L) Aulete, no Portal da Palavra, teria descoberto que “cauda”, com U, refere-se a “parte posterior e alongada de certas coisas”. E que “calda”, com L, é apenas “líquido espesso”. E teria evitado o mico.

Por isso, cuidado: a internet pode ter muitas respostas, mas achar que a maioria tem sempre razão é, no mínimo, ingenuidade.
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Professor Conectado/PE: uma escolha difícil

Enquanto os professores do Rio já têm seu notebook em comodato e os de São Paulo aguardam a chamada da Nossa Caixa para assinatura do financiamento de um notebook do qual não sabem o nome, os professores de Pernambuco têm cada vez mais dificuldade de escolher o equipamento com o qual vão preparar suas aulas [...]

Enquanto os professores do Rio já têm seu notebook em comodato e os de São Paulo aguardam a chamada da Nossa Caixa para assinatura do financiamento de um notebook do qual não sabem o nome, os professores de Pernambuco têm cada vez mais dificuldade de escolher o equipamento com o qual vão preparar suas aulas a partir deste ano.

O motivo? A lista de fornecedores e de opções de configuração.

Leia mais

>> Professor de SP ainda aguarda chamamento

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>> TCU breca compra de laptop educacional

Para ajudá-los – e dar aos profissionais de outros Estados uma idéia do que acontece naquele Estado do Nordeste -, o Versão Zero preparou uma tabela. O problema é que, desde o início da nossa apuração até agora, dois novos fornecedores foram incluidos, e um deles apareceu com dois equipamentos idênticos. Quer dizer: enquanto você lê isso, pode ser que mais opções tenham sido incluidas (a lista completa pode ser conferida aqui - clique no link Professor Conectado).

Como resultado, escolher um notebook, no programa Professor Conectado de Pernambuco, é como escolher um notebook em qualquer lugar do mundo. Você pode selecionar inicialmente por tamanho de tela e de HD, mas vai acabar querendo detalhes sobre as portas disponíveis (acabaram de incluir um note – o Zmax – com saída de vídeo HDMI!) e os brindes, que vão de mochilas e pen drives a impressoras e roteadores wireless.

A tabela: clique para ampliar

A tabela: clique para ampliar

Tudo isso por R$ 2.300, que é o valor do bônus dado pelo governo aos professores. Paternalismo? Há quem diga que sim. Mas que o professor ganha mais liberdade de escolha, não há dúvida. A liberdade só não é total porque todas as configurações incluem o sistema operacional Windows Vista. Mas aí, talvez, já seja exigir demais.


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Laptop educacional: TCU quer explicações

Deu na Folha Online: o Tribunal de Contas da União congelou as compras do laptop educacional Mobilis (foto), da indiana Encore, que havia sido decidida pelo Ministério da Educação nos últimos dias de 2008.
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>> Laptop educacional: MEC bate o martelo
O TCU quer que o MEC explique melhor os detalhes do contrato de compra dessas [...]

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Deu na Folha Online: o Tribunal de Contas da União congelou as compras do laptop educacional Mobilis (foto), da indiana Encore, que havia sido decidida pelo Ministério da Educação nos últimos dias de 2008.

Leia mais

>> Laptop educacional: MEC bate o martelo

O TCU quer que o MEC explique melhor os detalhes do contrato de compra dessas máquinas. As informações devem chegar ao Tribunal até amanhã, dia 8.

A encomenda inicial feita pelo MEC foi de 150 mil maquininhas, que seriam distribuídas para 300 escolas.

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