TV digital popular: o aparelhinho da Proview

Promete-se para amanhã o tal conversor popular para TV digital. Fabricado no Brasil pela empresa Proview, de capital chinês, o aparelhinho terá preços (espera-se) a partir de 200 reais.
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Não é o caso de esperar que o governo brasileiro faça como fez o norte-americano, [...]

Promete-se para amanhã o tal conversor popular para TV digital. Fabricado no Brasil pela empresa Proview, de capital chinês, o aparelhinho terá preços (espera-se) a partir de 200 reais.

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Não é o caso de esperar que o governo brasileiro faça como fez o norte-americano, que distribuiu cupons aos “mais necessitados” para a compra de conversores. Lá, os conversores custam, no varejo online, até 49 dólares. E a TV analógica vai acabar este ano, o que deixa os americanos sem opção – ou muda, ou muda.

Por aqui, onde a TV analógica deverá durar até 2014 – com possibilidade de prorrogação -, não é difícil imaginar que a coisa só pega se o tal aparelhinho vier embutido de vez nas TVs novas…

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TV digital brasileira: o que falta para pegar

A TV digital brasileira pega ou não pega? Para muitos, a questão não passa apenas pelo preço do conversor, mas também pela confusão formada em torno do novo sistema. Sobre o tema, Versão Zero ouviu a diretora de Marketing da Aiko, Natalie Kryss.
Como já revelaram outros executivos do setor, Natalie admitiu que as vendas de [...]

A TV digital brasileira pega ou não pega? Para muitos, a questão não passa apenas pelo preço do conversor, mas também pela confusão formada em torno do novo sistema. Sobre o tema, Versão Zero ouviu a diretora de Marketing da Aiko, Natalie Kryss.

Como já revelaram outros executivos do setor, Natalie admitiu que as vendas de conversores têm sido “aquém do esperado” – resultado que ela atribui, entre outros fatores, ao “atraso significativo” da ampliação do sinal digital para mais regiões do país.

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E os conversores, por que são caros? Segundo Natalie, a resposta está nos investimentos que toda tecnologia nova exige. “O preço do conversor vai cair naturalmente com o tempo, tal como ocorreu com o celular e o DVD”, explica.

Por que digital

Há outra razão, suspeita Natalie, que pode explicar o baixo interesse pelos conversores. “Não ficou bem claro quais são as vantagens do conversor para quem possui um aparelho tradicional, de tubo, e tem na televisão sua principal forma de lazer. Ficou a impressão que TV digital é sinônimo de alta definição, acessível somente para quem tem aparelhos de tela plana.”

De fato, muitas reportagens feitas à época do lançamento da TV digital em São Paulo alardearam os recursos de alta definição – que, até hoje, é oferecida em caráter restrito – e de interatividade, que ainda sobrevive como promessa. Para complicar, o principal benefício para quem tem TV comum – a sintonia livre de chiados e chuviscos – é reduzido pelas áreas de sombra na cidade, como apontou um estudo de áreas de cobertura feito pela Philips.

E, como Versão Zero já teve oportunidade de comprovar, o inverso também acontece: há quem compre aparelhos de LCD ou plasma e pense que, por isso, irá ver imagens fantásticas. Na prática, os defeitos de imagem que nem apareciam nas TVs de tubo são ampliados, o que faz aumentar a desconfiança do consumidor.

No mínimo, um DVD

O que acontece é que mesmo o sinal digital padrão, que não é de alta definição, tem 480 linhas de resolução, qualidade equivalente à de um DVD. Já o sinal analógico chega ao TV com pouco mais de 200 linhas – a TV analógica tem resolução de 525 linhas, mas só metade disso é exibida em cada instante, num processo conhecido como entrelaçamento.

Se considerarmos o investimento, um conversor ideal deveria permitir a expansão da memória interna e a atualização de software, já que a cereja do bolo da TV digital – a interatividade, tarefa do software brasileiro Ginga – ainda não saiu dos laboratórios.

“Nossos conversores já estão preparados para o Ginga”, conta Natalie. “Faltam definições do governo e investimento das emissoras, mas, como o software interno dos produtos da Aiko é atualizável, o investimento do consumidor é preservado.”

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Conversor popular de TV digital: será que vem?

A Proview, de origem chinesa, promete lançar este mês um conversor “popular” para a TV digital. O anúncio, que havia sido antecipado em junho pelo ministro das Comunicações Hélio Costa, foi confirmado esta semana pela fabricante.
No entanto, o preço do que será o fusquinha dos conversores ainda é uma incógnita. O ministro, que tocou no [...]

A Proview, de origem chinesa, promete lançar este mês um conversor “popular” para a TV digital. O anúncio, que havia sido antecipado em junho pelo ministro das Comunicações Hélio Costa, foi confirmado esta semana pela fabricante.

No entanto, o preço do que será o fusquinha dos conversores ainda é uma incógnita. O ministro, que tocou no assunto durante a abertura oficial das transmissões digitais no Rio, falou em cerca de 230 reais.

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A Proview não confirmou, nem desmentiu. Mas pode até ser menos que isso – vai depender, claro, dos recursos da maquininha, que por enquanto só poderá ser apreciada pelos consumidores das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio e Belo Horizonte, únicos lugares do país em que há sinal digital.

Em que pese a boa vontade do ministro, a história do tal conversor “popular”, até agora, tem pinta de novela – e das bem arrastadas. Lembra outra promessa, a do pesquisador Nicholas Negroponte, do MIT, que vendeu a idéia do laptop de 100 dólares.

O resultado? O laptop saiu pelo dobro disso e os conversores, com preços começando em 500 reais, continuam longe do público para o qual foi concebido. Resta torcer para que os chineses, em 2 semanas, dêem a essa novela um final feliz.

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Dicas para trocar seu HD por memória flash

Quer montar um PC para testes, mas não tem um disco rígido sobrando? Quer instalar um micro completo no painel do carro, sem medo de perder o HD ao primeiro solavanco? Quer montar uma máquina tocadora de MP3 para sua avó com aquele notebook que não usa mais?
Tudo isso e muito mais pode ser feito [...]

Quer montar um PC para testes, mas não tem um disco rígido sobrando? Quer instalar um micro completo no painel do carro, sem medo de perder o HD ao primeiro solavanco? Quer montar uma máquina tocadora de MP3 para sua avó com aquele notebook que não usa mais?

Tudo isso e muito mais pode ser feito com ajuda de uns conectores bacanas produzidos pelos prestativos engenheiros da China.

O truque para montar PCs sem disco rígido? Simples: use a rápida e prática memória flash. A receita que fez o sucesso do Eee PC e de máquinas similares pode ser levada ao desktop ou a qualquer projeto que você tenha em mente – basta ter à mão o adaptador adequado.

Usando um Compact Flash como HD

Esse aí de cima, por exemplo, permite usar um cartão de memória Compact Flash como disco rígido. A função da plaquinha é fazer o meio-de-campo entre o soquete CF (branco) e o IDE (preto), que é o que você encontra na placa-mãe.

Um jumper (peça plástica verde, à esquerda) permite a configuração do CF como mestre ou escravo (para o caso de já haver um disco rígido no PC).

O mais difícil aí é fixar a plaquinha no gabinete, mas há opções: pode-se usar uma fita adesiva isolante (com velcro, por exemplo) ou parafusá-la (note que há 2 buracos, um de cada lado, para isso mesmo).

Quanto custa? Meros 2,38 dólares na DealExtreme. Ou no eBay, a preços variados. No Brasil, são mais raros, mas você pode conferir as ofertas do Mercado Livre.

Tem como trocar de cartão CF sem abrir o PC?

Tem, sim -com um conector como esse aí, também da DealExtreme. Você o encaixa na parte de trás do PC e puxa um cabo flat IDE, da placa-mãe ao conector. Note o jumper verde, para configuração mestre/escravo. Sai por 4,21 dólares.

Imagine as aplicações -você pode mudar de sistema apenas trocando de cartão, ou pode usar um PC para gravar o conteúdo padronizado em diversos cartões. No mínimo, você não precisará abrir o PC se a memória flash pifar.

Um SD para chamar de disco rígido

Outra opção é usar um cartão Secure Digital (SD) como disco rígido. Para isso existem interfaces como essa aí de cima. No envelope metálico da ponta fica o cartãozinho de memória. Na outra ponta, o conector IDE, com o encaixe para o cabo de força (conector branco) que vem da fonte do PC.

Como o conector para CF, esse aí também vem com 2 buracos para fixação. Quem for montar um “carputer” (é assim que são chamados os PCs reduzidos feitos por hobistas para embutir no painel do carro) poderá preferir outras formas de prendê-lo ao gabinete.

Há limitações? Bem… Sim. O preço dele é mais alto (US$ 13,23 na DealExtreme) e, por enquanto, a peça não trabalha com cartões SDHC (de maior capacidade e velocidade). Ou seja, se quiser montar uma caixinha Linux com no máximo 2 GB de memória -tamanho máximo dos SD comuns- , vá em frente.

Ah, mas meu PC tem interface SATA. E agora?

Você quer usar apenas cabos Serial ATA? Sem problemas. Esse adaptador aí permite usar cartões Compact Flash em conexões SATA. Sim, é mais caro -14,49 dólares-, mas resolve o problema.

O mundo dos adaptadores oferece muito mais -há de tudo, de conversores SATA/IDE a adaptadores para usar HDs de notebook em micros comuns, sem contar os adaptadores para monitores de vídeo DVI e VGA. A dica é visitar sites de hardware ou de leilões e procurar pelas palavras-chave – por exemplo, “SD IDE adapter converter” (sem as aspas).

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