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	<title>// Versão Zero &#187; Cinema</title>
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		<title>Estréia: O Dia em que a Terra Parou</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 12:37:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Keanu Reeves]]></category>
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		<description><![CDATA[É hoje a estréia do filme &#8220;O Dia em que a Terra Parou&#8221;, que já foi comentado aqui. Nele, Keanu Reeves é um extraterrestre que tem a missão de alertar a humanidade sobre seu próprio extermínio. Vamos conferir &#8211; e torcer para não sentir saudades da versão original, de 1951.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É hoje a estréia do filme &#8220;O Dia em que a Terra Parou&#8221;, que já foi <a href="http://www.versaozero.com/2008/12/10/em-2009-a-terra-vai-parar-de-novo/" target="_blank">comentado aqui</a>. Nele, Keanu Reeves é um extraterrestre que tem a missão de alertar a humanidade sobre seu próprio extermínio. Vamos conferir &#8211; e torcer para não sentir saudades da versão original, de 1951.<br />
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		<title>Em 2009, a Terra vai parar de novo</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 19:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robinson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Sci-Fi]]></category>

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		<description><![CDATA[Estréia nesta sexta-feira 12 de dezembro, nos EUA e em vários outros países, O Dia em que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still), remake do clássico de ficção científica de 1951.
Dessa vez, o papel do alienígena que chega à Terra para pregar a paz interplanetária é de Keanu Reeves. Seu robô Gort, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2749" class="wp-caption alignnone" style="width: 209px"><img class="size-medium wp-image-2749" title="klaatu-keanu-reeves" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/12/klaatu-keanu-reeves.jpg?w=199" alt="Keanu é Klaatu" width="199" height="300" /><p class="wp-caption-text">Keanu é Klaatu</p></div>
<p>Estréia nesta sexta-feira 12 de dezembro, nos EUA e em vários outros países,<strong> O Dia em que a Terra Parou</strong> (The Day the Earth Stood Still), remake do clássico de ficção científica de 1951.</p>
<p>Dessa vez, o papel do alienígena que chega à Terra para pregar a paz interplanetária é de Keanu Reeves. Seu robô Gort, que em 1951 era uma pessoa &#8220;em lata&#8221;, agora será construido com ajuda do computador. Pena.</p>
<p>E até que demoraram. Da última vez que vi esse filme na TV, no começo dos anos 90, gravei numa fita de vídeo que, descobri agora, <strong>mofou</strong>.</p>
<p>Talvez os produtores estivessem simplesmente esperando o surgimento de uma <strong>nova ameaça</strong> à paz mundial &#8211; afinal, entre a queda do Muro e os atentados de 11 de setembro, tudo que se discutia era a hipótese do &#8220;fim da história&#8221;, tal como alertava Francis Fukuyama.</p>
<p>Segundo o Internet Movie Data Base, a estréia no Brasil será em 9 de janeiro de 2009. Se tudo der certo, estaremos por aí para conferir.</p>
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		<title>MIS convida a brincar de cinema</title>
		<link>http://www.versaozero.com/2008/12/02/mis-convida-a-brincar-de-cinema/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 13:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robinson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Gondry]]></category>
		<category><![CDATA[MIS]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é todo dia que se pode brincar de cinema &#8211; ainda mais usando equipamentos de verdade, e cercado de gente que sabe o que está fazendo.
Mas essa é a surpreendente proposta de &#8220;Rebobine, Por Favor &#8211; A Exposição&#8220;, que começa hoje, 2 de dezembro, no MIS &#8211; Museu da Imagem e do Som, nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é todo dia que se pode <strong>brincar de cinema</strong> &#8211; ainda mais usando equipamentos de verdade, e cercado de gente que sabe o que está fazendo.</p>
<p>Mas essa é a surpreendente proposta de &#8220;<a href="http://www.rebobineporfavorexposicao.com.br" target="_blank">Rebobine, Por Favor &#8211; A Exposição</a>&#8220;, que começa hoje, 2 de dezembro, no MIS &#8211; Museu da Imagem e do Som, nos Jardins, em São Paulo (SP).</p>
<p>No evento, as pessoas podem formar grupos para se inscrever num rápido workshop &#8211; pré-requisito para botar a mão na massa e refilmar cenas de filmes conhecidos do público, usando câmera e cenários fornecidos.</p>
<p>Os organizadores prevêem que o trabalho de preparação e filmagem leva cerca de 4 horas. Depois de pronto, o filme é visto pelos participantes e passa a fazer parte da exposição, além de ser exibido na internet, pelo UOL.</p>
<div id="attachment_2662" class="wp-caption alignnone" style="width: 360px"><a href="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/12/bekind.jpg"><img class="size-full wp-image-2662" title="bekind" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/12/bekind.jpg" alt="Jack Black como Rocky Balboa" width="350" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Jack Black como Rocky Balboa</p></div>
<p><strong>O filme</strong></p>
<p>&#8220;Rebobine, Por Favor&#8221; (Be Kind, Rewind) é o nome do filme dirigido pelo francês Michel Gondry, ganhador do Oscar de 2005 pelo roteiro de &#8220;Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças&#8221;.</p>
<p>Nesta história, Jack Black sofre uma descarga elétrica e apaga acidentalmente todas as fitas VHS da locadora decadente de seu amigo. Para compensá-lo, ele tem uma idéia: refilmar de forma doméstica os títulos perdidos.</p>
<p>O filme já deu as caras por aqui em mostras e festivais. <span style="text-decoration:line-through;">Sua estréia nos cinemas, contudo, está programada para 16 de janeiro de 2009.</span> Em São Paulo, a estréia foi em <strong>12/12/2008</strong>.</p>
<p>Já a exposição começa hoje e vai até 11 de janeiro. O MIS fica na Av. Europa, 158. tel. 11/2117-4777.</p>
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		<title>Um gênio roubado</title>
		<link>http://www.versaozero.com/2008/10/03/um-genio-roubado/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 20:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robinson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Estréia hoje nos cinemas dos EUA uma história tão curiosa quanto desconhecida: a do inventor do limpador intermitente de pára-brisa.
&#8220;Flash of Genius&#8221; traz o ator Greg Kinnear no papel de Robert Kearns, engenheiro que em 1963 inventou o motorzinho que usamos hoje sob garoa ou chuva fraca.
Assim que recebeu a patente definitiva, em 1967, Kearns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2024" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/10/flash-of-genius.jpg"><img class="size-medium wp-image-2024" title="flash-of-genius" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/10/flash-of-genius.jpg?w=300" alt="Pode dirigir na garoa? Agradeça a ele" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Pode dirigir na garoa? Agradeça a ele</p></div>
<p>Estréia hoje nos cinemas dos EUA uma história tão curiosa quanto desconhecida: a do inventor do <strong>limpador intermitente de pára-brisa</strong>.</p>
<p><a href="http://www.flashofgenius.net/">&#8220;Flash of Genius&#8221;</a> traz o ator Greg Kinnear no papel de Robert Kearns, engenheiro que em 1963 inventou o motorzinho que usamos hoje sob garoa ou chuva fraca.</p>
<p>Assim que recebeu a patente definitiva, em 1967, Kearns &#8211; que já havia trabalhado para a inteligência americana e à época era professor universitário &#8211; foi a Detroit mostrá-la aos grandes fabricantes de automóveis.</p>
<p>Mas tudo dá errado. A Ford se apropria da invenção e passa a usá-la em seus carros, começando pelo Mustang 1969. Tudo sem dar um tostão a Kearns. O que se segue é uma batalha jurídica de décadas que custou ao engenheiro 10 milhões de dólares e o fez ir até a Suprema Corte.</p>
<p>A causa foi ganha em 1995. Kearns recebeu da Ford e da Chrysler cerca de 30 milhões de dólares. No entanto, não teve muito tempo para aproveitar o dinheiro. Morreu em 2005, vítima de câncer no cérebro. Como se vê, a realidade, às vezes, supera a imaginação.</p>
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		<title>Computador é estrela de filme cinqüentão</title>
		<link>http://www.versaozero.com/2008/06/23/computador-e-estrela-de-filme-cinquentao/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 19:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robinson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[computador]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
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		<description><![CDATA[
Em meio à leitura de &#8220;Super Crunchers&#8221;, encontrei uma referência ao que bem pode ser o primeiro filme romântico em que um computador aparece como protagonista. Trata-se de &#8221;Amor Eletrônico&#8221; (Desk Set), de 1957, estrelado por Katharine Hepburn e Spencer Tracy &#8211; além de Emmerac, o computador.
No filme, Bunny Watson (Katharine) é a chefe do departamento de pesquisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/pdvd_000-copy.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-863" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/pdvd_000-copy.jpg?w=300" alt="Desk Set" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Em meio <a href="http://versaozero.wordpress.com/2008/06/17/super-crunchers-e-a-ditadura-das-estatisticas/">à leitura de &#8220;Super Crunchers&#8221;, </a>encontrei uma referência ao que bem pode ser <strong>o primeiro filme romântico</strong> em que um computador aparece como protagonista. Trata-se de &#8221;Amor Eletrônico&#8221; (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0050307/">Desk Set</a>), de 1957, estrelado por Katharine Hepburn e Spencer Tracy &#8211; além de Emmerac, o computador.</p>
<p>No filme, Bunny Watson (Katharine) é a chefe do departamento de pesquisas de uma rede de TV. Ela e suas três assistentes têm como trabalho responder a dúvidas dos produtores e dos jornalistas, com base em uma biblioteca reservada repleta de estatísticas, citações e almanaques.</p>
<p>Eis que chega o computador &#8211; e, com ele, o &#8220;especialista em eficiência&#8221; Richard Sumner (Tracy), precursor do que conheceríamos depois como analista de sistemas. Como se pode esperar de um filme desses, da aparente rivalidade entre Richard e Bunny nasce o romance que dará sentido ao filme.</p>
<p><a href="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/pdvd_003-copy.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-865" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/pdvd_003-copy.jpg?w=300" alt="Desk Set - IBM" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Mas há algo mais em &#8220;Amor Eletrônico&#8221;, que não teve pudor em estampar logo nos créditos iniciais um agradecimento profundo à IBM (ver foto acima).</p>
<p>Que, talvez, tenha a ver com o tom didático de certas cenas, como a que apresenta a chegada do mainframe à biblioteca &#8211; nela, uma zelosa operadora dá sucessivas broncas às assistentes de Bunny, por trazerem pó ao ambiente, deixarem a porta aberta e fumarem dentro da sala.</p>
<p>A impressão que se tem, a essa altura, é que o filme foi usado para treinar os trabalhadores a lidar com o recém-chegado &#8220;cérebro eletrônico&#8221;. (Isso, aliás, é curioso: em nenhum momento os atores falam a palavra &#8220;computador&#8221; &#8211; preferem &#8220;electronic brain&#8221;.)</p>
<p>Um discurso mais intencional aparece quando as assistentes conversam sobre o medo de perderem seus empregos para a nova máquina. Sinais de uma tensão moderna, que se resolve no final com algum humor e um tom conciliatório &#8211; que, sabemos agora, não foi de todo verdadeiro.</p>
<p>Como diversão, &#8220;Amor Eletrônico&#8221; é para apreciadores do velho cinemão, visto que é um filme bem datado. Sua melhor qualidade, hoje, é funcionar como registro de uma época em que o computador começava a fazer parte do imaginário das pessoas. E profetizar o dia em que, por meio de um terminal, qualquer um pudesse fazer perguntas em linguagem natural, recebendo uma lista com as respostas relacionadas.</p>
<p>Google, quem diria, nasceu em 1957&#8230;</p>
<p><a href="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/pdvd_001-copy.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-868" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/pdvd_001-copy.jpg?w=300" alt="Desk Set IBM" width="300" height="200" /></a></p>
<blockquote><p>Fato curioso: &#8220;Amor Eletrônico&#8221; <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=6&amp;ProdId=1798821&amp;ST=SE">pode ser comprado em um DVD duplo</a>, com um filme em cada face &#8211; o outro filme é &#8220;A Fonte dos Desejos&#8221;. Ou seja, lado B não é só coisa dos tempos de vinil! </p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Filmes que marcaram nossas vidas: &#8220;O Incrível Homem que Derreteu&#8221;</title>
		<link>http://www.versaozero.com/2008/06/15/filmes-que-marcaram-nossas-vidas-o-incrivel-homem-que-derreteu/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 17:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robinson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes trash]]></category>
		<category><![CDATA[terror B]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em meados dos anos 70, a cápsula americana Scorpio 5 leva uma equipe de 3 astronautas a Saturno. Mas parece que o sol nascente daquele planeta não faz muito bem à saúde, e o astronauta Steve West começa a derreter &#8211; literalmente.
Esse é o mote do filme &#8220;O Incrível Homem que Derreteu&#8221; (The Incredible Melting Man, 1977), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://Nenhum"><img class="alignnone size-full wp-image-837" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/homemquederreteu_peq.jpg" alt="" width="340" height="255" /></a></p>
<p>Em meados dos anos 70, a cápsula americana Scorpio 5 leva uma equipe de 3 astronautas a Saturno. Mas parece que o sol nascente daquele planeta não faz muito bem à saúde, e o astronauta Steve West começa a derreter &#8211; literalmente.</p>
<p>Esse é o mote do filme &#8220;O Incrível Homem que Derreteu&#8221; (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0076191/">The Incredible Melting Man, 1977</a>), uma produção trash que metia medo nas crianças (inclusive em mim) quando era exibido à noite pela TV Bandeirantes.</p>
<p>Visto hoje, contudo, a coisa toda é hilária. Atores canastrões, efeitos de festa de Halloween e uma sucessão de mortes que fazem o filme acabar por falta de elenco fazem par com a já clássica cena em que o homem, tornado monstro, tem sua última demonstração de ternura.</p>
<p>Sem contar que a história toda &#8211; astronauta vai a Saturno, volta, é internado, descobre que está derretendo, quebra tudo no hospital e mata sua primeira vítima &#8211; <strong>já é contada nos 8 primeiros minutos do filme</strong>. O que dizer dos 92 minutos restantes?</p>
<p>É preciso lembrar que, em 1977 &#8211; ano, aliás, em que &#8220;Star Wars&#8221; veio ao mundo -, os maiores vilões sobrenaturais do cinema ainda eram Drácula, Lobisomem e Frankenstein. Jason, Freddy Krueger, Alien e todo o resto da turma viriam depois.</p>
<p>De qualquer modo, rever filmes como esse é bacana também pelas cenas que costumavam ser cortadas pela censura federal ou que hoje, pelas normas politicamente corretas, nunca seriam exibidas. A cabeça esfacelada da enfermeira e os seios à mostra de uma das quase-vítimas me eram desconhecidas, ao mesmo tempo em que lembrava da cena em que três crianças &#8220;brincavam&#8221; de fumar escondido nos fundos da casa &#8211; e a que ensinava, aliás, ainda tinha dentes-de-leite.</p>
<p>Em meio a tanto descalabro, sorte mesmo teve o ator principal, cujo rosto aparece no máximo por 30 segundos no filme todo. No resto, ou está mascarado, ou derretendo. Tornou-se, assim, um dos raros protagonistas anônimos do cinema mundial. Melhor assim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Sex and the City&#8221;: cena de rejeição a iPhone provoca reação de geeks pela internet</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 20:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robinson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celulares]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
		<category><![CDATA[sex and the city]]></category>

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		<description><![CDATA[
Está dando o que falar a cena do filme Sex and the City em que Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) pede o celular emprestado à sua amiga Samantha (Kim Cattrall) e recebe um iPhone, ao que retruca: -Me dá um telefone que eu possa usar!
A reação dos geeks varia entre chamar Carrie de burra a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-810" src="http://versaozero.files.wordpress.com/2008/06/carrie.jpg" alt="" width="323" height="387" /></p>
<p>Está dando o que falar a cena do filme <a href="http://www.imdb.com/title/tt1000774/">Sex and the City</a> em que Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) pede o celular emprestado à sua amiga Samantha (Kim Cattrall) e recebe um iPhone, ao que retruca: -Me dá um telefone que eu possa usar!</p>
<p>A reação dos geeks varia entre chamar Carrie de burra a propor que lhe dêem um celular da Apple de presente&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quem matou o carro elétrico?</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 03:07:46 +0000</pubDate>
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Quem gosta de carros (e mesmo quem não gosta) tem de ver &#8220;Quem matou o carro elétrico?&#8221; (2006). O documentário de Chris Paine conta a história do EV1 (foto), carro elétrico da GM lançado em 1996 e que foi recolhido do mercado em 2004. De forma inexplicável, diga-se: a GM alugava o carro e, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.versaozero.com/wp-content/uploads/2008/01/gm_ev1_novo3.jpg" alt="gm_ev1_novo3" title="gm_ev1_novo3" width="396" height="258" class="alignnone size-full wp-image-3516" /><br />
Quem gosta de carros (e mesmo quem não gosta) tem de ver &#8220;<a href="http://www.sonyclassics.com/whokilledtheelectriccar/electric.html">Quem matou o carro elétrico?</a>&#8221; (2006). O documentário de <a href="http://www.imdb.com/name/nm2071216/">Chris Paine</a> conta a história do EV1 (foto), carro elétrico da GM lançado em 1996 e que foi recolhido do mercado em 2004. De forma <strong>inexplicável</strong>, diga-se: a GM alugava o carro e, um dia, decidiu que todos os contratos seriam cancelados. O destino dos veículos? Veja a foto abaixo.<br />
<img src="http://www.versaozero.com/wp-content/uploads/2008/01/gm_ev_crushed1.jpg" alt="gm_ev_crushed1" title="gm_ev_crushed1" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-3514" /><br />
No começo, pensei que o filme iria se resumir ao EV1. Mas o carro, mostra Paine &#8211; também ele ex-dono de um EV1 -, foi apenas a ponta de um iceberg construído sobre <strong>jogos de poder</strong>, que se desdobram até hoje. A entrevista com os atores desse jogo &#8211; governo, empresas, consumidores &#8211; não dá espaço para teorias da conspiração: quase todos foram culpados pela morte precoce do elétrico.</p>
<p>Curiosamente, um dos carros mais famosos hoje nos EUA é o Toyota Prius, que é híbrido. E o exemplo merece atenção. A tecnologia do EV1, ensina Paine, tinha potencial para fazer desmoronar toda uma indústria &#8211; no caso, a da distribuição dos combustíveis. Já o carro híbrido, movido a gasolina, com ajuda de um motor elétrico, não.</p>
<p>O preço do abandono foi alto. Paine sustenta a tese de que a timidez americana em abraçar essa tecnologia resultou na liderança japonesa do setor. Toyota e Honda já mostraram carros híbridos alimentados pela tomada, e a rapidez na evolução das baterias torna a adoção de carros elétricos uma questão de tempo.</p>
<p>E muito antes disso, no Brasil dos anos 80, um engenheiro paulista fabricava, com o apoio da Itaipu Binacional, carros elétricos. Mas essa é outra história, que todos sabemos como terminou.<br />
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