Elgin traz câmeras semiprofissionais da Canon

A Elgin, importadora oficial de produtos da Canon, traz ao Brasil novas câmeras da linha PowerShot. São 4 modelos semiprofissionais – ou, como gostam de chamar nos EUA, para “prosumers” (professional consumers), categoria que reúne os amadores mais engajados.
A mais em conta é a PowerShot SX110IS (foto acima). Ela tem 9 megapixels de resolução, grava [...]

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A Elgin, importadora oficial de produtos da Canon, traz ao Brasil novas câmeras da linha PowerShot. São 4 modelos semiprofissionais – ou, como gostam de chamar nos EUA, para “prosumers” (professional consumers), categoria que reúne os amadores mais engajados.

A mais em conta é a PowerShot SX110IS (foto acima). Ela tem 9 megapixels de resolução, grava vídeos em resolução AVI (640 x 480 pixels), traz visor LCD de 3 polegadas de diâmetro e tem zoom digital 10x (óptico 4x). Usa 2 pilhas AA (que, claro, podem ser recarregáveis) e tem preço sugerido de R$ 1.299.

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Quadrada, a PowerShot SX200IS é a que oferece mais amenidades para o fotógrafo de ocasião. Seu sistema Smart Auto faz com que a câmera selecione automaticamente a melhor configuração de cena para o ambiente a ser fotografado. Além disso, o Blink Detection promete avisar quando a pessoa a ser fotografada piscar o olho na hora do clique. São 12,1 megapixels de resolução e 1.280 x 720 pixels para vídeo, com zoom óptico 12x e digital 4x. O visor é de 3 polegadas, a bateria é de íon de lítio (recarregável) e as cores disponíveis são preto e azul. Quer mais? Ela tem saída mini-HDMI, para conexão direta à TV de alta definição. Preço sugerido: R$ 1.599.

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Com a empunhadura ergonômica da PowerShot SX10IS, a conversa começa a mudar de nível. São 10 megapixels de resolução para fotos, com zoom óptico de 20x (digital 4x). Além disso, o display de 2,5 polegadas é destacável e giratório, o que facilita a tomada de fotos de ângulos desfavoráveis para o fotógrafo. Pena que a captura de vídeo tenha a singela resolução VGA. A SX10IS funciona com 4 pilhas AA. Preço sugerido: R$ 3.299.

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O “top” dos lançamentos, no entanto, é a PowerShot SX1IS. Ela também tem 10 megapixels de resolução, mas faz o que as outras não fazem: captura vídeo em Full HD (1.280 x 1.080 pixels), que pode ser assistido depois em uma TV de alta definição graças à saída mini-HDMI. O visor de 2,8 pixels tem formado largo (wide) e é giratório. Seu sensor é do tipo CMOS e a alimentação vem de 4 pilhas AA. Preço sugerido: R$ 4.299.

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Scanners de mesa: vem aí o LiDE 100

Sinceramente, pensei que os scanners do tipo flatbed (“de mesa”) tinham morrido – pelo menos os de uso doméstico, já que há tantos mutifuncionais a preços módicos por aí.
Me enganei: esta semana a Elgin, distribuidora de produtos de informática da Canon, anunciou o lançamento do LiDE 100, scanner de mesa com resolução máxima de 4.800 [...]

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Sinceramente, pensei que os scanners do tipo flatbed (“de mesa”) tinham morrido – pelo menos os de uso doméstico, já que há tantos mutifuncionais a preços módicos por aí.

Me enganei: esta semana a Elgin, distribuidora de produtos de informática da Canon, anunciou o lançamento do LiDE 100, scanner de mesa com resolução máxima de 4.800 pontos por polegada (dpi) em cores de 48 bits.

O LiDE 100 é bem esguio – tem 4 cm de altura – e não requer tomada, pois sua alimentação vem da porta USB. Talvez aí resida sua vantagem, pois pode ser usado com notebooks, usando a energia da bateria.

Como é de praxe nos multifuncionais, o LiDE 100 vem com botões de acesso rápido a funções mais comuns, como cópia, conversão para PDF e produção de anexo para e-mail.

O maior obstáculo é o preço sugerido de R$ 349, equivalente ao de muitos multifuncionais jato de tinta que vemos por aí. O lado bom é que ele funciona também com Macs.

Nosso julgamento? Se você só usa Windows e quer economizar, talvez seja melhor pensar em um multifuncional jato de tinta que, além de digitalizar, também lê imagens de cartões de memória, tem tela LCD independente, imprime e copia sem ajuda do PC.

No entanto, se você já tem uma boa impressora e quer mais conveniência na digitalização de documentos, está profundamente envolvido na restauração de fotos em papel ou tem um Mac e trabalha com imagens, o LiDE 100 pode ser mais adequado.

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A2000 IS, a nova PowerShot da Canon

Foi um repórter fotográfico – o competente Paulo Pinto, do “Estadão” – que me fez apreciar as câmeras digitais Canon. Comprei a PowerShot A40, que uso até hoje, motivado pela qualidade da lente, da possibilidade de ajustes (abertura e exposição) e do uso de pilhas comuns (o Paulo me convenceu de que, em lugares remotos, [...]

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Foi um repórter fotográfico – o competente Paulo Pinto, do “Estadão” – que me fez apreciar as câmeras digitais Canon. Comprei a PowerShot A40, que uso até hoje, motivado pela qualidade da lente, da possibilidade de ajustes (abertura e exposição) e do uso de pilhas comuns (o Paulo me convenceu de que, em lugares remotos, é bom saber que se pode comprar pilhas novas em qualquer armazém e continuar fotografando).

É reconfortante saber que a Canon também pensa assim. Prova disso é a nova Canon PowerShot A2000 IS, que a Elgin começa a vender por aqui. IS, no caso, responde por Image Stabilizer, ou estabilizador de imagem, coisa que as antigas como a A40 não tinham. Ela também tem detetor de face e uma telona de 3 polegadas. E sim, funciona com pilhas AA comuns – só que agora são duas, em vez das quatro exigidas pela A40.

A PowerShot A2000 IS tem zoom óptico de 6x (o digital é de 24x) e resolução de 10 megapixels – um número assombroso, que supera em muito as necessidades cotidianas de um fotógrafo ocasional. Ah, e tem ainda a questão da empunhadura: não é todo mundo que acha bacana uma câmera grandona e pesada. Para mim, é ponto positivo.

As possibilidades de ajuste melhoraram bastante. Agora se pode escolher níveis de sensibilidades ISO entre 80 e 1.600 e velocidade de disparo entre 1/1600 segundo e 15 segundos. Em disparo contínuo, ela não é de ponta – tira 1,3 fotos por segundo – mas não é uma marca ruim se você considerar que a foto tem 10 MP. Outra coisa: ela não trabalha com o modo RAW.

Já faz tempo que a PowerShot trocou o Compact Flash pelos cartões SD. A PowerShot A2000 IS aceita cartões SD e SDHC (de alta capacidade). Também pudera, uma foto de 10 MP em qualidade máxima supera 4 megas de tamanho. O que não dá para entender é por que a Canon coloca na caixa um mísero cartão de 32 MB…

De resto, ela traz algumas conveniências acessórias, como o modo Widescreen (que você poderia simular depois no PC com um “crop”) e a gravação de vídeo (com qualidade máxima de 640 x 480 pixels). Por tudo isso, você deverá pagar, no varejo, cerca de mil reais (o preço sugerido pela Elgin é 999 reais). Se for comprá-la, não saia da loja sem um cartão de memória novo. E boas fotos!

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Elgin traz novos multifuncionais Canon ao Brasil

Há quase três anos comprei uma impressora laser pessoal por cerca de 300 reais. Diante de um toner que dá sinais de esgotamento, fui pesquisar o preço de um novo cilindro (original, claro) – e descubro que, em algumas lojas, a impressora nova é mais barata que o toner.
História velha? Com certeza. Já era assim [...]

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Há quase três anos comprei uma impressora laser pessoal por cerca de 300 reais. Diante de um toner que dá sinais de esgotamento, fui pesquisar o preço de um novo cilindro (original, claro) – e descubro que, em algumas lojas, a impressora nova é mais barata que o toner.

História velha? Com certeza. Já era assim com as impressoras jato de tinta: o preço dos 4 cartuchos coloridos podia superar o preço de uma impressora novinha em folha, e com muito mais recursos que a sua.

Para tornar o processo de decisão ainda mais difícil, fico sabendo que a Elgin acaba de lançar no Brasil novos modelos de multifuncionais Pixma (que imprime, escaneia e copia), com preços entre 299 e 399 reais.

A mais incrementada é a Pixma MP 480 (399 reais, foto acima), que vem com um visor LCD de 1,8 polegadas para pré-visualizar a impressão. Ela lê cartões de memória e tem interface PictBridge, que permite a impressão direta a partir de outros dispositivos, como câmeras e celulares, sem o PC.

Modelo intermediário, a Pixma MP 260 (349 reais) também vem com leitor de cartões (SD, SDHC, micro SD, MS, Compact Flash e outros). A caçula da turma é a Pixma MP 190 (299 reais, sem visor ou leitor de cartões).

E aí, será que vale a pena trocar de toner? Ou de impressora?

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