Titan, o tocador de mídia da Mirage

Claro, todo mundo cobiça o iPod. Mas o que se vê nas ruas é outra coisa: tocadores de mídia de várias marcas, formatos e cores tomam o mercado com funções mais versáteis e preços mais baixos.
Uma dessas marcas, a Mirage, já vendia aqueles tocadores em formato de pen drive (pelo qual paguei, há alguns anos, [...]

alto-falante e microfone embutidos

Titan: alto-falante e microfone embutidos

Claro, todo mundo cobiça o iPod. Mas o que se vê nas ruas é outra coisa: tocadores de mídia de várias marcas, formatos e cores tomam o mercado com funções mais versáteis e preços mais baixos.

Uma dessas marcas, a Mirage, já vendia aqueles tocadores em formato de pen drive (pelo qual paguei, há alguns anos, 125 reais por meros 128 MB). Agora, chega com o Titan, um player quadradinho que, por uma fração do preço do iPod, promete sintonizar rádio, tocar MP3, exibir vídeo, gravar voz e ouvir tudo com ou sem fone, já que o aparelho tem alto-falante embutido.

Os preços sugeridos pela Mirage para o Titan são 129 reais (1GB) e 189 reais (2GB). Os tocadores têm bateria recarregável, são compatíveis com Windows, Mac e Linux e estão disponíveis nas cores preto, prata, rosa e azul. Ah: e tem garantia de um ano. Assim que tivermos um em mãos, traremos mais detalhes.

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Apple deixa iPod nano mais esperto

A surpresa de outono da Apple tem cara de primavera. É uma nova coleção de iPods nano, com perfil elipsóide e quase tão fino como um marcador de página. O tocador vem em 9 cores; e, apesar de tanta escolha, nosso Depto. de Pequenos Detalhes sentiu falta do dourado do velho iPod mini.
Reconhecemos que o [...]

Hum. Cadê o dourado?

Hum. Cadê o dourado?

A surpresa de outono da Apple tem cara de primavera. É uma nova coleção de iPods nano, com perfil elipsóide e quase tão fino como um marcador de página. O tocador vem em 9 cores; e, apesar de tanta escolha, nosso Depto. de Pequenos Detalhes sentiu falta do dourado do velho iPod mini.

Reconhecemos que o nano tem recursos bacanas. Quer mudar de música? Chacoalhe o aparelho. É uma curiosa forma de implementar o velho Shuffle, com uma mãozinha do acelerômetro – componente cada vez mais presente nos eletrônicos portáteis.

De lado, quase some

De lado, quase some (clique para ampliar)

O recurso não é novo – há pelo menos um celular no mercado com função semelhante – e acreditamos que seja útil e divertido, mas recomendamos enfaticamente sua desativação dentro dos ônibus paulistanos – ou você corre o risco de ouvir tudo pela metade, de tanto que se chacoalha.

Além de capas de discos e listas de músicas, a tela de 320 x 240 pixels também serve para mostrar fotos e vídeos. E jogos, também – desde que feitos especialmente para o iPod nano (e olha aí mais um item para compra no iTunes Store).

O iPod nano traz ainda o Genius, recurso que cria uma lista de músicas afins. “É como ter o seu próprio DJ”, diz a Apple. Estamos curiosos para saber qual música combina com, digamos, Arrigo Barnabé e Hermeto Pascoal.

Pelo tamanho e pela praticidade, é o tocador que o Versão Zero teria. Ah, se pudéssemos ligá-lo diretamente a uma TV ou transmitir seu conteúdo a outro iPod… Mas fica para uma outra vez, né, Estevão?

O iPod nano por dentro
Memória Flash Drive, 8 ou 16 GB
Tela 2” (5,08 cm), LED, 320 x 240
Áudio AAC, MP3, AIFF, WAV
Vídeo m4v, mp4, mov
Chassi Alumínio
Sistema XP SP3, Vista, Mac OS 10.4.11
Preços 8 GB: US$ 149; 16 GB: US$ 199

Atualização: No Brasil, os aparelhos deverão chegar em outubro já chegaram, com preços de R$ 549 (8 GB) e R$ 699 (16 GB). A loja virtual da Livraria Saraiva já tem a versão de 8 GB, e pelo preço divulgado.

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Wozniak, o homem e a lenda

Imaginem a situação. Você é um jornalista de tecnologia e está na Califórnia, cobrindo um fórum patrocinado pela maior empresa de chips do mundo. E pela manhã, no caminho do hotel para o evento, você esbarra na rua com ninguém menos que Steve Wozniak, co-fundador da Apple e inventor do microcomputador Apple II, que teve [...]

steve_jobs_wozniak_apple_computer

Imaginem a situação. Você é um jornalista de tecnologia e está na Califórnia, cobrindo um fórum patrocinado pela maior empresa de chips do mundo. E pela manhã, no caminho do hotel para o evento, você esbarra na rua com ninguém menos que Steve Wozniak, co-fundador da Apple e inventor do microcomputador Apple II, que teve muitos clones no Brasil.

Foi o que aconteceu com o amigo Mario Nagano, editor de testes do blog Zumo, que puxou uma conversa com Woz, como o chamam. (Sinceramente, fosse eu a encontrá-lo, talvez só conseguisse balbuciar um “obrigado”…) Desse rápido bate-papo saiu uma foto. Que me inspirou a deixar um longo comentário. Que depois decidi copiar e colar também aqui. E que segue abaixo.

Steve Wozniak é um nome que remete a muitas coisas. Geralmente lemos sobre ele nas notas de rodapé. Uma dessas notas dizia que ele usava a própria garagem para ensinar matemática às crianças do bairro – usando, claro, Macs. Coisa que pensei que um dia, também, pudesse fazer.

Mas fazer uma segunda faculdade por 5 anos – coisa que de fato fiz – é fácil. Ser Wozniak é outra história. E agora ele está aí, numa foto ao lado de um cara que conheço e sei que existe, usando uma camiseta pólo esgarçada, com muitos quilos a mais – fruto da dieta especial do país mais rico do mundo -, usando um veículo (um patinete Segway) que, fosse na barbárie paulistana, lhe daria não alegrias, mas muitas fraturas.

Steve Wozniak sempre foi, para mim, uma lenda. Agora, ao lado do Nagano, sei que ele existe, mas já não me importa. Ainda o imagino abrindo a garagem numa dessas manhãs geladas da Califórnia, capuccino na mão, ligando os computadores e esperando que venham as crianças. É o Mágico de Woz. É neste em que acredito. Longa vida a Woz!


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Micro brasileiro dos anos 80, um item raro

Revirando papéis velhos, encontrei um exemplar intacto da revista Byte Brasil de 1994 – e, nela, um artigo escrito pelo colega Marcelo Bernstein sobre pesquisa, feita pela FGV, do uso de informática pelas empresas.
Depois de 14 anos, o que poderia haver de interessante numa velha revista de informática? Bem, para os colecionadores de velhos micros [...]

Revirando papéis velhos, encontrei um exemplar intacto da revista Byte Brasil de 1994 – e, nela, um artigo escrito pelo colega Marcelo Bernstein sobre pesquisa, feita pela FGV, do uso de informática pelas empresas.

Depois de 14 anos, o que poderia haver de interessante numa velha revista de informática? Bem, para os colecionadores de velhos micros da época da reserva de mercado, há algo, sim: a tabela abaixo.

Evolução das vendas de micros no Brasil
Ano Quantidade Base ativa Base de PC % PC/Total
1982 12.000 15.000 0 0%
1984 70.000 120.000 3.000 3%
1986 230.000 480.000 20.000 4%
1988 400.000 1.180.000 170.000 14%
Fonte: Revista Byte Brasil, agosto 1994; CIA/FGV

Ela mostra a quantidade de micros vendidos no Brasil entre 1982 e 1988. Foi nessa época que a indústria nacional produziu máquinas como TK, Unitron e CP-500.

Leia mais sobre micros antigos

>>> Teste: Apple Laser IIc da Milmar

A coluna Base Ativa estimava a quantidade de micros em operação nas empresas. Base de PC estimava o número de equipamentos compatíveis com micros IBM PC. A última coluna dava o porcentual de PCs em uso, em relação ao total de micros.

A tabela dá uma idéia de como pode ser difícil, por exemplo, encontrar um exemplar do TK-82C, produzido pela Microdigital no início dos anos 1980.

Em 1988, juntavam-se a nós os clones de MSX, como Hot Bit e Expert. Dado o crescimento da produção brasileira, torna-se facilmente explicável por que é bem mais fácil achar um deles para comprar.

Para comparar: o Brasil fechou 2007 com 10,7 milhões de micros vendidos, o que deu ao nosso país a quinta posição no ranking mundial.

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Sony imita Apple? Na trilha sonora, sim

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Fui surpreendido, na TV, por um simpático comercial (veja acima) das TVs Bravia, da Sony, em que coelhos coloridos de massa de modelar saem dos becos de Nova York, correm pelas ruas e formam, juntos, um enorme coelhão – tudo ao som de “She’s a Rainbow”, dos Rolling Stones.
Mas… A memória ainda funciona, e sabia [...]

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=1WPAd5ISv34]

Fui surpreendido, na TV, por um simpático comercial (veja acima) das TVs Bravia, da Sony, em que coelhos coloridos de massa de modelar saem dos becos de Nova York, correm pelas ruas e formam, juntos, um enorme coelhão – tudo ao som de “She’s a Rainbow”, dos Rolling Stones.

Mas… A memória ainda funciona, e sabia que já tinha ouvido aquela música em um comercial antes: há nove anos e meio – janeiro de 1999 -, a Apple Computer lançava seus iMacs translúcidos com gabinetes coloridos, usando a mesma canção.

Sorte nossa que a música é boa. Mas bem que a Sony, dona do Walkman – o tocador de “mídia cassete” que foi o iPod dos anos 80 – podia ter sido mais criativa, não?

Você pode curtir o comercial original da Apple logo abaixo.

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=lcBpXYI1r3Q]

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Claro: iPhone no Brasil ainda este ano

Esse aí é o novo iPhone. Notou as mudanças? Eu também não. É que as principais novidades estão lá dentro, no emaranhado de chips. Que agora oferecem compatibilidade com redes 3G de alta velocidade e GPS, entre outras amenidades hi-tech.
E o custo de aquisição baixou. Agora, nos EUA, o iPhone de 8 GB sai a [...]

Esse aí é o novo iPhone. Notou as mudanças? Eu também não. É que as principais novidades estão lá dentro, no emaranhado de chips. Que agora oferecem compatibilidade com redes 3G de alta velocidade e GPS, entre outras amenidades hi-tech.

E o custo de aquisição baixou. Agora, nos EUA, o iPhone de 8 GB sai a partir de 199 dólares e o de 16 GB, 299 dólares. Talvez para economizar algum troco, a Apple decidiu trocar a tampinha metálica traseira por outra, de material plástico preto ou branco, à escolha do freguês.

Ah, e não se pode esquecer que o anúncio foi feito numa conferência para desenvolvedores. Ou seja, o que a Apple quer nesse momento é seduzir programadores, para que usem o kit de desenvolvimento da Apple na criação de softwares e serviços para o celular.

Daí o estardalhaço em torno do software iPhone 2.0 e de seus recursos (GPS -ver foto ao lado- , interface Multi-Touch, acelerômetro, compatibilidade com servidores de mensagens Microsoft…). Até ajustes de controle paterno foram adicionados, para que as crianças equipadas com iPhone não acessem conteúdo ofensivo na internet.

iPhone oficial – no Brasil!

O iPhone 3G estará disponível em cerca de 70 países até o fim do ano. Até 11 de julho, 22 destes países terão o iPhone em seus respectivos mercados, muitos deles na Europa (sim, Portugal incluído, via Vodafone).

No Brasil, a estréia do iPhone será pelas mãos da América Móvil (dona da Claro) ainda este ano – bem, pelo menos essa é a promessa. No México, onde fica a matriz da empresa, o aparelho chega também em 11 de julho.

Quem sabe aí termine o comércio de iPhones no mercado cinza, sem selo da Anatel e desbloqueados na marra – sob risco, às vezes, de danificar o aparelho. Gente, convenhamos, gastar 2 mil reais num aparelho que funciona parcialmente e por gambiarras não faz muito sentido, não é?

Aberto para o mundo

Pode-se dizer que, de certa forma, o iPhone “destravou”. A nova versão funciona em quatro bandas GSM e três bandas HSDPA. Em outras palavras, Wi-Fi, 3G e Edge estão à disposição, e o iPhone sempre vai escolher a que for mais rápida.

Quanto ao preço, é bom ficar atento ao custo total e não somente ao preço de aquisição. Os preços lá de cima, por exemplo, só são válidos para quem assinar contratos de 2 anos com a AT&T. Por aqui, não será diferente. Além disso, muitos recursos poderão depender da compra online de softwares por meio da App Store, outra novidade Apple.

Em resumo, os desenvolvedores de software para celular espalhados pelos 70 países que receberão o iPhone terão alguns meses para aprender a usar o kit de desenvolvimento. Pois o que mais interessa à Apple, nesse momento, é o usuário corporativo, tanto para venda de aparelhos como em gastos com serviços agregados. A hora é de criar soluções.

Quem se habiita?

O canal de tecnologia do portal Terra publicou, em nota, que a Vivo também pretende trazer o iPhone ao Brasil até o fim do ano. O anúncio havia ficado de fora do comunicado oficial distribuído durante o evento da Apple nos EUA (por que, hein?) – neste comunicado, a Telefónica (que é sócia da Portugal Telecom na Vivo) dizia apenas que iria vender o iPhone na Espanha.

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