Pre: novo smart phone da Palm chega em 6/6

Leio hoje no site do “San Francisco Chronicle” que a Palm prepara o lançamento de um “iPhone killer”.
Bem sabemos que isso pode ser mais uma manifestação de desejo da Palm que a realidade que virá, mas o fato é que o Pre, um smart phone com tela de 3,1″ sensível ao toque (multi touch) e [...]

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Leio hoje no site do “San Francisco Chronicle” que a Palm prepara o lançamento de um “iPhone killer”.

Bem sabemos que isso pode ser mais uma manifestação de desejo da Palm que a realidade que virá, mas o fato é que o Pre, um smart phone com tela de 3,1″ sensível ao toque (multi touch) e teclado deslizante, promete fazer algum barulho quando for lançado, no próximo dia 6 de junho.

Coincidência ou não, dois dias depois a Apple começará sua conferência para desenvolvedores na aprazível cidade de San Francisco, e tudo que a Palm espera é que o Pre, que combina 3G (EVDO), Wi-Fi e Bluetooth estéreo, seja o principal tema de conversa nos corredores do evento.

O jornal lembra que, caso o Pre não seja bem aceito pelo mercado, poderá não haver segunda chance para a Palm. Seria uma injustiça com quem ajudou a inventar o conceito de computador de mão, mas há aí boa dose de verdade.

Segundo as informações preliminares, o Palm Pre vai custar cerca de US$ 200 e terá câmera 2.0 MP integrada, GPS e acelerômetro. Seu sistema operacional é o WebOS, cujos atributos de multitarefa e aceitação de linguagens comuns da web têm merecido atenção e conquistado elogios. A Palm também promete oferecer com o produto um emulador que irá rodar software feito para outros Palms – um alento principalmente para quem usa aplicações corporativas.

Fica, no entanto, a dúvida: será que o mercado estará disposto a abraçar mais um sistema operacional de smart phone?

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Com Emulador, cartão SD vira cartucho Atari

Os aficionados por games e microcomputadores do século passado não param de inventar. Vale a pena conhecer uma dessas novidades, que foi mostrada no encontro dos colecionadores de Apple II realizado em São Paulo durante o feriadão de 1.o de maio.
Trata-se de um Emulador de Cartuchos Atari. Funciona assim: você baixa, da internet, as imagens [...]

Os aficionados por games e microcomputadores do século passado não param de inventar. Vale a pena conhecer uma dessas novidades, que foi mostrada no encontro dos colecionadores de Apple II realizado em São Paulo durante o feriadão de 1.o de maio.

Emulador de cartuchos Atari

Emulador de cartuchos Atari

Trata-se de um Emulador de Cartuchos Atari. Funciona assim: você baixa, da internet, as imagens dos games Atari que você quer jogar, e as salva num cartãozinho de memória tipo SD. Depois, encaixa esse cartucho no Emulador. Ligado a esse Emulador está um cartucho falso, que serve unicamente para enviar o jogo ao Atari.

Com ajuda do pequeno painel LCD e dos três botões verdes, o jogador escolhe qual imagem deseja carregar no Atari. Simples assim!

Painel LCD ajuda a escolher jogo

Painel LCD ajuda a escolher jogo

O Emulador é cria artesanal, porém caprichada, de um aficionado brasileiro, que decidiu fazer algumas peças para os amigos.

Conheça abaixo outras máquinas presentes ao encontro, e que hoje são relativamente dificeis de achar por aí.

Spectrum ED, da Scopus: um dos melhores Apple de sua época

Spectrum ED, da Scopus: um dos melhores Apple de sua época

Dismac D8000: um dos primeiros a chegar ao mercado

Dismac D8000: um dos primeiros a chegar ao mercado

TK 3000: o Apple-compatível preferido dos colecionadores

TK 3000: o Apple-compatível preferido dos colecionadores

E, por último, a inevitável comparação entre um iPhone e seu bisavô esquecido, o computador de mão Apple Newton. O Newton surgiu em 1993 com novidades importantes, como tela sensível ao toque e reconhecimento de escrita, tudo isso numa máquina que rodava a 20 MHz e tinha 640 KB de RAM.

iPhone e Newton: separados por apenas uma década

iPhone e Newton: separados por 15 anos de desenvolvimento



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Apple II: vivo, graças aos colecionadores

Com saudades dos velhos tempos – e com agenda ociosa para o feriado de 1.o de maio -, o Versão Zero foi a um encontro de usuários e colecionadores de Apple, promovido pelos mantenedores do grupo de discussão AppleIIBR. E encontrou algumas peças bastante interessantes – a começar por este Apple IIe original da foto [...]

O Apple II chegou a ter até interface gráfica

O Apple II chegou a ter até interface gráfica

Com saudades dos velhos tempos – e com agenda ociosa para o feriado de 1.o de maio -, o Versão Zero foi a um encontro de usuários e colecionadores de Apple, promovido pelos mantenedores do grupo de discussão AppleIIBR. E encontrou algumas peças bastante interessantes – a começar por este Apple IIe original da foto acima, superequipado com mouse, interface gráfica e armazenamento em Compact Flash.

Sim, você ouviu bem. Os aficionados pela plaforma nascida junto com a Apple em 1977 têm se empenhado em melhorar as condições de trabalho de quem ainda usa o micrinho. E a interface para Compact Flash e HD IDE de 2,5 polegadas é uma das iniciativas mais arrojadas.

O cartão CFFA (Compact Flash for Apple): de projeto livre

O cartão CFFA (Compact Flash for Apple): de projeto livre

Nós aqui levamos nosso valente Apple Milmar IIc com drive de 5,25 polegadas, só para descobrir que tanto o drive como nossos disquetes não funcionavam mais :( . E ainda fomos humilhados por um Apple IIc original com mouse, cujo nome oficial, escrito debaixo do gabinete, é “THE Apple IIc”.

O Apple da Milmar (E) e o Laser original: comparação humilhante

O Apple da Milmar (E) e o Laser original: comparação humilhante

Note que a diferença não está apenas na quantidade de teclas. O Apple IIc vinha com drive embutido, enquanto o da Milmar trazia apenas a interface. O original trazia também saída de som com controle de volume e um projeto de hardware mais atual, mais parecido com o que estaria por vir no Macintosh.

Num, o drive embutido; noutro, portas de interface

Num, o drive embutido; noutro, portas de interface

Outras raridades em breve, já no próximo post.

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As dicas de gerenciamento de Steve Jobs

De temperamento reconhecidamente difícil, o fundador da Apple Steve Jobs está longe de ter o perfil ideal para livros de auto-ajuda empresarial. Mas o editor da revista Wired, Leander Kahney, não se importou. Seu livro “A Cabeça de Steve Jobs – As lições do líder da empresa mais revolucionária do mundo” (Editora Agir, 266 páginas, [...]

cabeca-de-steve-jobs

De temperamento reconhecidamente difícil, o fundador da Apple Steve Jobs está longe de ter o perfil ideal para livros de auto-ajuda empresarial. Mas o editor da revista Wired, Leander Kahney, não se importou. Seu livro “A Cabeça de Steve Jobs – As lições do líder da empresa mais revolucionária do mundo” (Editora Agir, 266 páginas, R$ 34,90) é um relato das maiores conquistas profissionais de Jobs, temperado com listas de melhores práticas de gerenciamento, todas baseadas na personalidade forte do executivo.

Tal proposta soa ingênua – e talvez seja mesmo. Aliás, para quem já leu outras biografias de Jobs, esta (que, a rigor, nem pode ser chamada assim) parece ter sido feita para absolver o empresário das inúmeras acusações de desumanidade e crueldade com subalternos da qual foi alvo por toda sua carreira. ‘Ele pode ser como é, mas vejam – deu certo’, parece ser o recado de Kahney.

Não que o jornalista esconda os piores traços da personalidade de Jobs. Eles estão lá no livro, mas o que Kahney faz é explicar como eles foram corresponsáveis pelo sucesso que a Apple tem hoje. De certa forma, seu efeito é o de legitimar o estilo gerencial de Jobs, que no mínimo é discutível [para se ter uma idéia, eis duas das lições (pág. 160): "Jobs grita e berra, mas isso vem de seu desejo de mudar o mundo"; e "Inspire as pessoas através do medo e do desejo de agradar"].

Kahney diz que, ao chegar à meia-idade, Jobs moderou. Continua sendo uma personalidade fascinante que, com seu trabalho, moldou o modo como pensamos em computação pessoal. Haverá um Jobs brasileiro? Em genialidade, certamente já o tivemos, só que sem o ecossistema de investimentos e de conhecimento que só os Estados Unidos (e a Califórnia em particular, com sua poderosa indústria de armamentos) oferecem. Em temperamento, temos aos montes – e qualquer operador de telemarketing pode confirmar o que eu digo.

Como saldo final, “A Cabeça de Steve Jobs” é uma leitura agradável e por vezes reveladora. Apenas seja criterioso com as dicas de Jobs, se não quiser ser levado aos tribunais por assédio moral. Uma coisa é verdade: pelo menos para uma pessoa na face da Terra, elas funcionaram.

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Documentário investiga o fenômeno Apple

Muita coisa aconteceu em 1977. George Lucas lançou “Star Wars”, nevou em Miami, as bandas punk Sex Pistols e The Clash tornaram-se conhecidas, e a Apple começou a revolucionar a computação pessoal com seu Apple II. O problema é que muita gente nem tinha nascido, o que dá a tudo isso um ar de [...]

O colecionador: Apples no sótão

O colecionador: Apples no sótão

Muita coisa aconteceu em 1977. George Lucas lançou “Star Wars”, nevou em Miami, as bandas punk Sex Pistols e The Clash tornaram-se conhecidas, e a Apple começou a revolucionar a computação pessoal com seu Apple II. O problema é que muita gente nem tinha nascido, o que dá a tudo isso um ar de aula de história. Se esse é o seu caso e mesmo assim você se tornou fã da Apple e de seus produtos, então vale a pena assistir ao documentário “Welcome to Macintosh – The documentary for the rest of us” (2008), de Jeff Boca e Josh Rizzo.

“Welcome to Macintosh” fala da Apple e de suas principais criações, como o Apple II, o Mac clássico e o Lisa. E também de sua principal criatura, o carismático Steve Jobs. Mas nem Jobs, nem seu sócio, o cultuado nerd Steve Wozniak, foram ouvidos. Eles aparecem pelas falas de dezenas de entrevistados, muitos dos quais trabalhavam para a Apple à época do lançamento do Mac.

Como filme, “Welcome…” é um tanto pobre, e mesmo a história não traz muita coisa nova. Mas pode ter seu valor para quem está chegando agora. Seu maior mérito é aproveitar que as testemunhas do que se passou na Apple desde sua fundação estão vivas – e algumas, como o investidor Guy Kawasaki, que já foi o homem de marketing da Apple, já se sentem mais à vontade para falar o que pensam.

Curiosidades

Há, sim, algumas curiosidades, como a origem do primeiro logo da Apple – um escudo com Isaac Newton e a maçã em queda no centro -, concebido por Ron Wayne. Ou sobre a evolução do som que avisa a carga do sistema do Mac – que, segundo um engenheiro, deveria se comparar ao “primeiro grito de um recém-nascido”.

O filme nos leva a conhecer o dono da primeira loja a vender Macs, e a obsessão de um megacolecionador que mantém uma casa com centenas de peças, componentes e sistemas, incluindo dezenas de Apple II que entulham o sótão de sua casa no interior do Estado de Nova York.

Do inferno ao céu

Não dá para não refletir sobre a trajetória dessa empresa singular, que quase quebrou entre 1985 – ano da saída de Jobs – e 1997 – ano de seu retorno, e que de lá para cá não parou de surpreender. Primeiro foi o iMac, depois o iPod, para em seguida vir o iPhone – e sabe-se lá o que ainda estão a aprontar.

Kawasaki resume bem o espírito que anima a empresa. “A Apple é uma empresa de engenharia. Não é uma empresa de marketing. Se tem algo que a Apple não faz é perguntar a seus clientes o que eles querem.” Pensamento parecido com o do diretor de cinema Robert Altman, que disse certa vez, sobre roteiros baseados em pesquisas de mercado: “o público quer ver aquilo que nunca viu antes. Uma pesquisa nunca vai dizer a você o que eles querem ver.”

“Welcome to Macintosh” termina com uma pergunta: a Apple sobreviverá sem Steve Jobs? Por enquanto, não há como respondê-la. Mas, a depender da vontade de seus funcionários e da legião de fãs de seus produtos, a resposta é óbvia. História, pelo menos, ela já fez.

Welcome to Macintosh – The documentary for the rest of us, DVD/Region Free, US$ 19,84. Vende pela internet, com envio para qualquer país. www.welcometomacintosh.com

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Mac mini, entre a morte e o upgrade

A Macworld Expo 2009 ainda não começou, claro. Mas o jogo de rumores sobre as anúncios da Apple, sim.
É oficial: Steve Jobs, diretor-executivo da Apple, não vai participar da Macworld Expo. Ele será substituído – se é que isso é possível – por Phillip Schiller, diretor de marketing da empresa.
Isso é ainda mais significativo quando [...]

mac-mini

A Macworld Expo 2009 ainda não começou, claro. Mas o jogo de rumores sobre as anúncios da Apple, sim.

É oficial: Steve Jobs, diretor-executivo da Apple, não vai participar da Macworld Expo. Ele será substituído – se é que isso é possível – por Phillip Schiller, diretor de marketing da empresa.

Isso é ainda mais significativo quando se leva em conta que, em 2009, a Apple completa 25 anos.

Um deles, passado à frente pela Wired, dá conta de que o Mac mini será agressivamente atualizado.

O preço do modelo básico voltará à casa dos 500 dólares, tal como era em 2005, época em que foi lançado.

Mais curioso é que eles poderão vir com o recurso Display Port, que impede a reprodução de filmes protegidos em outras telas que não as da Apple (para impedir que a saída de vídeo seja gravada por outro dispositivo).

Tarde demais?

Até que a atualização demorou – e, para dizer a verdade, poderá ter vindo tarde demais. Afinal, o que o povo quer agora são notebooks. E há quem não descarte o fim da produção do micrinho.

Hoje o Mac mini é oferecido com processador Core 2 Duo de 1,83 ou 2 GHz, disco de até 160 gigas e até 2 gigas de memória RAM.

E o modelo mais barato (1,83 GHz CPU, 80 GB HD, 1 GB RAM e gravador de CD/leitor de DVD) custa nos EUA 599 dólares, com frete incluso.

A Macworld Expo começa em 5 de janeiro, vai até o dia 9 e será realizada no Moscone Center, em San Francisco (EUA).

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Nova Supermáquina também tem tela touch

Foi talvez com o iPhone que o brasileiro aprendeu a pronunciar “touch” – resultado da tela sensível ao toque que lhe deu a fama. O recurso, que pode ser visto também em sofisticados micros de mesa, como o HP TouchSmart, ganha agora uma vitrine de peso: o seriado de TV Knight Rider.
Knight Rider é o [...]

nanotecnologia e telas por todo canto

Kitt 2008: nanotecnologia vem de série

Foi talvez com o iPhone que o brasileiro aprendeu a pronunciar “touch” – resultado da tela sensível ao toque que lhe deu a fama. O recurso, que pode ser visto também em sofisticados micros de mesa, como o HP TouchSmart, ganha agora uma vitrine de peso: o seriado de TV Knight Rider.

Knight Rider é o nome original do seriado Supermáquina, que fez sucesso entre a molecada dos anos 80. A versão que estreou há cerca de um mês na rede NBC dos EUA foi bastante modernizada. A começar pelo carro, um Ford Shelby GT500KR Mustang capaz de rearranjar suas moléculas para se autotransformar em movimento.

Mas, do lado da base de controle, o que chamou a atenção foi a tecnologia “touch” desenvolvida pela Knight Industries, que permite arrastar uma janela de aplicativo de uma tela a outra. Você simplesmente toca na tela e a joga em direção a outra tela (clique na seqüência de fotos ao lado para ampliar).

Num dos episódios seguintes, a coisa adquire outra dimensão quando o operador joga a janela do aplicativo sobre o capô do Mustang, que – pasmem – também projeta fotos, documentos e aplicativos.

Se é para aí que a indústria caminha, ainda não sabemos. Mas que tudo isso é bastante curioso, isso é…

tudo pode, menos falar ao celular

Painel multimídia: tirando o celular, pode tudo

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Novo MacBook tem chassi monobloco

Não foi desta vez. O que a Apple tinha para mostrar hoje era, sim, uma atualização de sua linha de MacBooks. Mas nada de portáteis baratinhos.
A não ser que você considere baratinho o MacBook de 13 polegadas de 1.299 dólares.
Os outros 2 modelos apresentados hoje foram um MacBook Pro de 15″ e uma nova versão [...]

Agora, tudo em aluminio

Agora, tudo em alumínio

Não foi desta vez. O que a Apple tinha para mostrar hoje era, sim, uma atualização de sua linha de MacBooks. Mas nada de portáteis baratinhos.

A não ser que você considere baratinho o MacBook de 13 polegadas de 1.299 dólares.

Os outros 2 modelos apresentados hoje foram um MacBook Pro de 15″ e uma nova versão do MacBook Air de 17″.

Tanto MacBook como MacBook Pro vêm agora com uma carcaça inteiriça de alumínio, que a Apple chamou de “unibody”, mas que pode ser traduzido como monobloco. Segundo a Apple, a carcaça deixou os modelos mais finos e resistentes.

Outras novidades da linha são a adoção de trackpads Multi Touch (que responde ao gestual de dois dedos, como para ampliar ou reduzir uma foto, por exemplo) e a tela LED, mais econômica e ecológica que a LCD.

Talvez a melhor coisa do hardware seja a aceleração de vídeo do chip Nvidia GeForce 9400M, que tem 16 núcleos trabalhando em paralelo. Afinal, é de gráficos 3D que a interface do Mac OS tira sua fama.

Já o MacBook Air – que também ganhou o gráfico da Nvidia – tem agora opção de HD de 120 gigas ou “disco de estado sólido” (leia-se memória tipo flash) de 128 gigas.

O novo MacBook com tela de 13″ tem menos de 2,5 cm de espessura e custa a partir de 1.299 dólares, enquanto o MacBook Pro de 15″ sai a partir de 1.999 dólares. O MacBook Air custa a partir de 1.799 dólares.

Ah, ia me esquecendo: o MacBook branco de 13″ teve seu preço reduzido nos EUA para 999 dólares. Menos mal.

MacBook
Processador Intel Core 2 Duo 2 Ghz
Memória 2 Ghz 1066 Mhz, DDR3
HD SATA 160 gigas
Vídeo 13,3”, 1.280 x 800 pixels LED
Mídia óptica Gravador de DVD Dual Layer
Rede 802.11n, Bluetooth, Gigabit Ethernet
Adicionais Webcam embutida
Preço 1.299 dólares
MacBook Pro
Processador Intel Core 2 Duo 2,4 Ghz
Memória 2 Ghz 1066 Mhz, DDR3
HD SATA 250 gigas
Vídeo 15,4” 1.440 x 900 pixels LED
Mídia óptica Gravador de DVD Dual Layer
Rede 802.11n, Bluetooth, Gigabit Ethernet
Adicionais Webcam embutida
Preço 1.999 dólares
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Apple promete novo notebook na terça

O que é que a Apple vai lançar na terça que vem?
Essa é a pergunta que o jornalista John Markoff, do The New York Times, tem feito desde a manhã de hoje (09/08).
Markoff recebeu, por email, um convite da Apple para uma coletiva de imprensa na sede da empresa, em Cupertino (Califórnia, EUA). Na mensagem, [...]

US$ 6.500 em 1989

Mac Portable, primeiro portátil da Apple, custava US$ 6.500 em 1989

O que é que a Apple vai lançar na terça que vem?

Essa é a pergunta que o jornalista John Markoff, do The New York Times, tem feito desde a manhã de hoje (09/08).

Markoff recebeu, por email, um convite da Apple para uma coletiva de imprensa na sede da empresa, em Cupertino (Califórnia, EUA). Na mensagem, o logo da Apple e a enigmática frase “The spotlight turns to notebooks”.

As apostas concentram-se num notebook de custo menor. Menos design, mais funcionalidade. Tudo para permitir a redução de preço, que o veterano do NYT estima em 300 dólares.

Isso, claro, é especulação. Tal qual a palavra-chave em torno do lançamento – “brick”, ou tijolo em inglês. Há quem diga se tratar de um notebook que não se fecha.

Será?

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Teste: tocador de mídia Mirage MP4 Titan

Lá se vão 10 anos desde que o primeiro MP3 player do mundo chegou ao mercado, em 1998. (O título é do MPMan F10, da coreana Saehan, que tinha 32 MB e o tamanho de um maço de cigarros.)
Hoje o principal representante da categoria é o iPod, que foi lançado pela Apple em 2001. Na [...]

Com vídeo .rmvb convertido: TV de bolso

Com vídeo .rmvb convertido: TV de bolso

Lá se vão 10 anos desde que o primeiro MP3 player do mundo chegou ao mercado, em 1998. (O título é do MPMan F10, da coreana Saehan, que tinha 32 MB e o tamanho de um maço de cigarros.)

Hoje o principal representante da categoria é o iPod, que foi lançado pela Apple em 2001. Na esteira de seu sucesso vieram muitos outros, que oferecem recursos interessantes por bem menos. Versão Zero testou um deles: o recém-lançado MP4 Titan, da Mirage.

Atualizado em 11/11: a Mirage lança este mês o MP4 Titan com 4 gigas de memória. O preço sugerido do novo modelo é 229 reais.

O Mirage MP4 Titan é encontrado em quatro cores – prata, preto fosco, rosa (o modelo do teste) e azul. É um faz-tudo: reproduz áudio nos formatos MP3, WMA e Wave, exibe vídeo (mas só no formato AMV – um programa conversor, que roda em Windows, vem no CD do aparelho), sintoniza rádio FM, grava voz e mostra fotos Jpeg e arquivo de textos puros acentuados (txt).

O Titan avaliado veio com 1 giga de memória, espaço que serve também para guardar arquivos, como um pen drive. No Windows XP (e também no Linux), basta conectar o cabo para que ele seja reconhecido. A partir daí, é só carregá-lo de arquivos. Quem tem Windows 98 (acredite, há quem ainda o use) pode usar o driver que vem no CD.

Ao contrário dos velhos MP3, o Titan não usa pilhas descartáveis. Sua bateria é recarregada pela porta USB do micro. Como alternativa, um pequeno adaptador AC bivolt com saída de 5 volts e 300 mA permite ligá-lo diretamente à tomada.

O design é o mesmo do iPod nano. Mas os controles são bem diferentes, a começar pelo disco branco, que não é sensível ao correr do dedo como o player da Apple. Esse disco é, na verdade, um botão multidirecional de quatro funções: menu, avanço, retrocesso e volume. O botão central é o Play.

Letra e música

Nossa primeira tarefa foi carregá-lo de música. A qualidade do som, com os fones originais, não lhe faz justiça; os mais exigentes devem considerar sua troca. O equalizador tem 7 ajustes predefinidos (Natural, Rock, Pop, Clássico, Soft, Jazz e realce de graves) e o volume tem 32 níveis.

É divertido ouvir a música acompanhando a letra, especialmente quando se quer aprender inglês. Esse recurso, que já existia nos players em formato de pen drive, fica melhor com a tela de 1,8 polegada do Titan.

Ele funciona assim: você grava na memória do player dois arquivos para cada música, um MP3 e outro, em formato texto, com extensão .lrc (de lyrics, letra em inglês). Na hora de tocar, aperta-se o botão Menu por 2 segundos ou mais. A letra aparece em seguida.

Nem sempre é fácil encontrar o arquivo .lrc para sua música preferida na internet. Mas dá para fazer, você mesmo, um arquivo desses. Para isso, use o LRC Editor, que vem com o Titan. Digite ou cole a letra da música na caixa do LRC Editor, toque a música com o Winamp (ele funciona integrado ao LRC) e marque o tempo de cada verso, pressionando F5 no PC. Aí é só salvar o arquivo e gravá-lo no player. Detalhe: os dois arquivos – letra e música – devem ter nomes iguais. Só a extensão é que é diferente.

Vídeo AMV

Outro passatempo legal é assistir a vídeo. Mas é preciso ser safo em PC. Para converter os vídeos para o formato AMV, o único aceito pelo player, não basta instalar o AMV Converter, programa conversor que vem com o Titan. Este programa só vai funcionar direito se você instalar os decodificadores (codecs) para os vários tipos de mídia da internet.

Nós instalamos o K-Lite Mega Codec Pack. Depois disso, pudemos converter tranquilamente nossos vídeos mpeg e Real Media (especialmente .rmvb, que é o formato de muitos animes disponíveis na web). Para baixar vídeos do YouTube, usamos outro programa, o Vdownloader, que gravou os arquivos no formato AVI. Só depois é que usamos o AMV Converter.

A tela pequena torna impossível ler legendas. Por isso, é melhor que o vídeo tenha som em português ou em outra língua que seu dono entenda. Pelo fato de a resolução ser limitada, desenhos animados são mais agradáveis de ver do que filmes. Convertemos um episódio de anime de .rmvb para AMV e vimos que é fácil se divertir com o player. Mas o arquivo cresceu: os 50 MB do .rmvb viraram 100 MB em AMV.

Também tentamos baixar conteúdo educativo a partir do site da Biblioteca Virtual da Escola do Futuro da USP. Mas muitos links estavam quebrados; alguns traziam arquivos corrompidos; e outros só podiam ser vistos online. Paciência. Nesse último caso, usamos o programa HiDownload para baixá-los no HD e convertê-los para AMV. Vale lembrar que, em muitos casos, o uso desse conteúdo só é permitido para fins didáticos.

Biblioteca de bolso

Como se poderia imaginar, ler textos no Titan é bem mais simples: é só copiar o arquivo para a memória do player. Mas ele deve estar no formato txt. Para testar o recurso, baixamos livros inteiros da Biblioteca Virtual da USP, como “O Alienlsta”, de Machado de Assis, tudo com acentos e tabulação. O tamanho da letra, equivalente ao corpo 10 do Word, não é ruim. Não há hifenização, mas isso não chega a atrapalhar a leitura.

Além disso tudo, o Titan grava voz em formato Wave, por meio de um microfone embutido num dos cantos do aparelho. O resultado da gravação será melhor se o microfone estiver apontado para a fonte do som. Deixado sobre uma mesa, todo o ruído da sala será gravado, o que poderá atrapalhar na hora de ouvir. De quebra, o Titan vem com o jogo Tetris na memória.

Kit tem carregador, cabo, fone, manual e software

Kit tem carregador, cabo, fone, manual e software

Conclusão

Players de mídia digital como o MP4 Titan concorrem muitas vezes com os recursos que já são oferecidos pelos celulares. Muitas vezes, porém, esses recursos só são encontrados em aparelhos mais caros. Além disso, nem todo celular aceita tantos formatos de arquivo como este player.

Para uma criança que ainda não tem (ou não pode ter) celular, e mesmo para adultos em busca de algo que lhes dê um passatempo útil, o player Titan pode ser uma boa opção. Fácil de levar, ele pode ser sacado a qualquer hora para assistir ao anime preferido, ler um trecho daquele livro que vai cair no vestibular, gravar a aula do professor (com a permissão dele, claro) ou aprender inglês acompanhando a letra da música. Como se vê, os velhos MP3 players viraram peça de museu.

Mirage MP4 Titan
Categoria Tocador de mídia
Áudio MP3, WMA, Wave
Vídeo Somente no formato AMV
Texto Arquivos .txt
Fotos Jpeg
Jogos Tetris
Outras funções Rádio FM, gravador de voz
Aplicativos AMV Converter e LRC Editor
Acessórios Cabo USB e carregador
Preço R$ 129 (1 GB), R$ 189 (2 GB), R$ 229 (4 GB)
Contato www.mirage.com.br


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