Notebook do professor: CCE tem 2 modelos

Primeiro foi a Positivo. Agora é a CCE que resolve participar do programa Computador Portátil para Professores, do Governo Federal.
A CCE vem com 2 modelos, ambos disponíveis para compra pelos Correios.
O primeiro é o Win XLC 216. Ele usa processador Celeron N 570, tem 2 Gbytes de RAM e 160 Gbytes de disco rígido.
O outro [...]

cce notebook professor

Primeiro foi a Positivo. Agora é a CCE que resolve participar do programa Computador Portátil para Professores, do Governo Federal.

A CCE vem com 2 modelos, ambos disponíveis para compra pelos Correios.

O primeiro é o Win XLC 216. Ele usa processador Celeron N 570, tem 2 Gbytes de RAM e 160 Gbytes de disco rígido.

O outro é o Win XLP 232. Seu processador é um Pentium Dual Core T3400. Tem 2 Gbytes de RAM e 320 Gbytes de HD.

Em ambos, a tela é de 14,1 polegadas, com resolução de 1.280 x 800 pixels. Eles vêm com leitor de cartões, leitor/gravador de CD e DVD, Wireless LAN (padrões b/g) e sistema Satux Linux.

Os preços? O CCE com chip Celeron sai por R$ 1.199; o com Pentium Dual, R$ 1.299.

O micro da Positivo continua à venda. Com chip Celeron 900 de 2,2 GHz, 1 Gbyte de memória e 160 Gbytes de HD, sai por R$ 1.199.

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Teste retrô: Microdigital TK85 (1983)

Relíquia da década de 1980, o TK85 é um perfeito exemplar do que chamavam, à época, de computador pessoal. Foi provavelmente o micro mais popular de sua época, embora custasse muito dinheiro (a partir de Cr$ 150 mil, em valores de fevereiro de 1983).
Por dentro, o TK85 era um clone do micro inglês Sinclair ZX81, [...]

tk85 com joystick

Relíquia da década de 1980, o TK85 é um perfeito exemplar do que chamavam, à época, de computador pessoal. Foi provavelmente o micro mais popular de sua época, embora custasse muito dinheiro (a partir de Cr$ 150 mil, em valores de fevereiro de 1983).

Por dentro, o TK85 era um clone do micro inglês Sinclair ZX81, só que com mais memória (16K ou 48K). Seu processador é o Z80, de 8 bits, que opera a 3,25 MHz.

Computador Pessoal TK85 (1983)
Processador Z80 (8 bits), 3,25 Mhz
Memória 16 ou 48 Kbytes
Vídeo TV
Gráficos 44 x 64 pixeis
Sistema Basic
Teclado 40 teclas, com 160 funções
Portas Expansão, joystick, data in/out
Fabricante Microdigital (São Paulo,SP)

Àquela altura, o disquete já havia sido inventado. Mas não para o TK: a carga e a gravação de programas eram feitas em fitas cassete, usando-se um gravador de mesa.

O monitor tinha de ser uma TV, colorida ou não. Tanto faz – afinal, a imagem do TK85 era preto no branco.

tk85 corrida

Para usar o TK85, você tinha que programá-lo primeiro. Você podia usar a linguagem Basic ou arriscar uma programação em linguagem de máquina.

O teclado de borracha não ajudava muito. Sua vantagem era trazer todos os comandos pré-configurados. Em vez de digitar Print, bastava teclar P. Na verdade, cada tecla dava conta de 4 funções.

Se já era limitado para o trabalho, não seria nos jogos que ele se daria bem. Para começar, não havia som – o gerador de áudio era vendido como opcional.

E a tela, com resolução máxima de 44 x 64 pixeis, transformava qualquer desenho em um mosaico de quadradinhos brancos e pretos.

tk85 donkey kong

O Versão Zero submeteu um TK85 a trabalho duro. Primeiro, programou o micrinho para calcular o fatorial de um número natural. Depois, calculou a integral da função 1/x no intervalo [1,100].

No caso do fatorial, calculamos 33!, que foi o máximo suportado pela variável do Basic Sinclair. O resultado – 8,6833176E36 – apareceu em 3 segundos cravados.

Já a integral – que nada mais é que a área sob a curva da função no intervalo [1,100] – levou bem mais tempo.

Programas TK85

O método utilizado foi o da aproximação numérica, em que a área total é aproximada pela soma das áreas de trapézios de bases iguais. Da primeira vez, segmentamos essa área sob a curva em 100 trapézios. A aproximação 4,68237 (com precisão de 1 casa decimal) chegou em 17 segundos.

Na segunda vez, dividimos a área em 1.000 trapézios. Desta vez, o resultado foi 4,606 (precisão de 2 casas decimais) e chegou em 2 minutos e 41 segundos.

Na terceira tentativa, fomos mais ambiciosos: retalhamos o intervalo em 10.000 trapézios. O resultado foi perfeito: 4,60517 (precisão de 5 casas decimais). Mas levou 27 minutos para aparecer na tela!

tk85 pacman

Desempenho, usabilidade e design podiam não ser o forte do TK85. Mas sua simplicidade e os desafios trazidos por suas limitações capturaram a imaginação de uma geração de programadores brasileiros.

Hoje o TK85 é cultuado por um pequeno mas fiel grupo de colecionadores. E a compatibilidade com o ZX81 dá acesso a uma ampla lista de softwares que podem ser baixados da internet e carregados com ajuda da placa de som do PC (que foi como conseguimos rodar todos os jogos mostrados aqui).

Como se vê, a internet não apenas molda o futuro – ela também nos ajuda a entender o passado!

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Notebook do professor: primeiro é do RS

E saiu o primeiro computador do programa Computador Portátil para Professores, do Governo Federal. A professora Tatiane Fleck, de Sapiranga (RS), comprou um Mobile Z 50 da Positivo – o único modelo oferecido – por R$ 1.199, e deverá recebê-lo na sexta, 11 de setembro.
A venda dos notebooks em condições, digamos, especiais teve início dia [...]

E saiu o primeiro computador do programa Computador Portátil para Professores, do Governo Federal. A professora Tatiane Fleck, de Sapiranga (RS), comprou um Mobile Z 50 da Positivo – o único modelo oferecido – por R$ 1.199, e deverá recebê-lo na sexta, 11 de setembro.

A venda dos notebooks em condições, digamos, especiais teve início dia 31. Mas apenas os professores de 64 cidades selecionadas podem encomendá-lo. Numa segunda etapa, o programa será estendido para as capitais e, depois, para todo o País.

O site oficial do programa é este aqui.

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Sega Genesis de volta, para matar a saudade

Imagine um emulador de videogame Sega Genesis (ou Mega Drive, que é o nome pelo qual foi chamado no Brasil). Agora imagine esse emulador embutido em um controle ergonômico que funciona a pilha e pode ser ligado a qualquer TV. Essa é a novidade do site de barganhas Deal Extreme.
À venda por US$ 21,97 (cerca [...]

TV Gamepad controller SD

Imagine um emulador de videogame Sega Genesis (ou Mega Drive, que é o nome pelo qual foi chamado no Brasil). Agora imagine esse emulador embutido em um controle ergonômico que funciona a pilha e pode ser ligado a qualquer TV. Essa é a novidade do site de barganhas Deal Extreme.

À venda por US$ 21,97 (cerca de R$ 40) com frete grátis, o brinquedo tem memória de 64 Mbytes. Mas oferece algo que os outros controles com jogos embutidos não tem: um leitor de cartão de memória SD. Carregue o cartão de até 4 Gbytes com imagens dos joguinhos e pronto.

O controle funciona com três pilhas do tipo AAA. E ainda aceita um segundo controle (normal, segundo dizem). Para fãs de retrogaming, um prato cheio. Mas é preciso ter paciência: as encomendas para o Brasil costumam demorar cerca de um mês para chegar. E ainda poderão ser taxadas em 60% pela Receita Federal.

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Cobol: faltam mesmo programadores?

Dizer que no Brasil faltam profissionais para computadores de grande porte, os chamados mainframes, tornou-se lugar comum. Ainda mais quando se lembra que há um grande investimento nessas máquinas no país. O IDC nos aponta como o sexto maior mercado mundial de mainframe, perdendo apenas para EUA, Japão, Alemanha, França e Itália (não necessariamente nesta [...]

apinfo programador cobol grafico

Dizer que no Brasil faltam profissionais para computadores de grande porte, os chamados mainframes, tornou-se lugar comum. Ainda mais quando se lembra que há um grande investimento nessas máquinas no país. O IDC nos aponta como o sexto maior mercado mundial de mainframe, perdendo apenas para EUA, Japão, Alemanha, França e Itália (não necessariamente nesta ordem). Mas isso não quer dizer que as empresas aceitem qualquer profissional.

Além da tradicional linguagem Cobol, os empregadores – na maioria, contratantes de mão-de-obra para grandes empresas – exigem conhecimentos de bancos de dados Adabas, Oracle e DB2, JCL (linguagem de execução batch de ambientes IBM – um tipo de arquivo de comandos DOS para mainframe) e CICS.

Para quem aprendeu Cobol na faculdade usando um compilador no PC, as chances não são boas. E gente assim não falta. Uma pesquisa rápida no site Apinfo, espécie de caderno de empregos para profissionais de TI, revela que há mais de mil profissionais aptos a programar em Cobol – 1.402, segundo levantamento de 2 de setembro -, e a maioria deles está no Estado de São Paulo (ver gráfico).

Vagas raras

Ora, se há tantos profissionais disponíveis, por que o discurso de escassez se propaga com tanta facilidade? Bem, é preciso admitir que muitos desses profissionais podem estar empregados em atividades ligadas a mainframes. Mesmo assim, o número de candidatos inscritos no site Apinfo é bem maior que a oferta de vagas, que raramente ultrapassa 3 por dia.

Há, porém, mais um fator: o da distribuição geográfica. Em número de profissionais, São Paulo parece terrivelmente saturada: dos 1.402 currículos de programador Cobol no site Apinfo, 1.168 têm base no Estado. O segundo Estado com mais oferta de profissionais, o Paraná, conta com menos de 100 currículos. Apenas 7 Estados têm mais de 10 currículos cadastrados.

Tiramos daí duas conclusões. A primeira é que as empresas parecem buscar um profissional que já não existe mais, e se recusam a treinar ou a aceitar pessoas com menos experiência (sinal de falta de tolerância?). A segunda é que, para quem tem essa experiência, sair de São Paulo pode ser um bom negócio – em muitos Estados do Norte e do Nordeste, a oferta de programadores Cobol é zero. Quem topa?

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Computador para professor, enfim, sai do papel

Parece que o programa federal de venda subsidiada de notebooks para professores desempacou. Prometido em julho de 2008, só agora, dia 31 de agosto – mais de um ano depois – alguns professores poderão adquirir o equipamento em prestações com juros camaradas.
Dissemos “alguns” porque inicialmente o programa vai atender apenas professores de 64 cidades, selecionadas [...]

positivo-z50

Parece que o programa federal de venda subsidiada de notebooks para professores desempacou. Prometido em julho de 2008, só agora, dia 31 de agosto – mais de um ano depois – alguns professores poderão adquirir o equipamento em prestações com juros camaradas.

Dissemos “alguns” porque inicialmente o programa vai atender apenas professores de 64 cidades, selecionadas entre as que tiveram maior índice de desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) – a lista completa está aqui. Essa é a primeira fase. Depois virão as capitais e, por último, o resto do país. É um projeto que começa lento, mas é ambicioso. Afinal, todos os professores na ativa das redes pública e privada podem participar.

Pelas regras, cada professor poderá comprar apenas uma máquina, pelo preço máximo de R$ 1.400. Quem vende são os próprios Correios. Se for à vista, o pagamento deverá ser feito em dinheiro (os Correios não aceitam cartões de crédito!). Se optar pelo financiamento, o professor deverá levar à agência dos Correios toda documentação necessária – os detalhes estão no site do programa, aqui. Ah: é preciso ser correntista do Banco Postal.

Tem mais. Para participar do programa, os fabricantes tinham de se candidatar. Parece que a indústria não se animou muito. Apenas a Positivo entrou no jogo, e mesmo assim com um único modelo – o Z50 (foto acima), com procesador Celeron 900 (2,2 GHz) e sistema Linux. A configuração inclui 1 GB de memória, HD de 160 GB, tela de 14 polegadas widescreen (1.280 x 800 pixels), gravador de CD e DVD, rede, Wi-Fi e leitor de cartões de memória, tudo por R$ 1.199.

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Notebook Daten, agora em Black Piano

Ok, você pode não conhecer a Daten. Mas certamente já viu por aí o notebook temático que eles criaram para o Big Brother Brasil 9. Pois bem: desta vez, a fabricante de Ilhéus (BA) – que já apareceu por aqui no Versão Zero com um Media Center – anuncia a chegada de uma nova coleção [...]

daten-nevo

Ok, você pode não conhecer a Daten. Mas certamente já viu por aí o notebook temático que eles criaram para o Big Brother Brasil 9. Pois bem: desta vez, a fabricante de Ilhéus (BA) – que já apareceu por aqui no Versão Zero com um Media Center – anuncia a chegada de uma nova coleção de notebooks, a Nevo, com acabamento na cor preto brilhante (o tal “Black Piano”) e configuração atualizada.

São três modelos, todos com tela larga (WXGA) de 14,1 polegadas de diagonal. As opções de processador são Celeron M560, Dual Core T3400 e Core 2 Duo T5800. Os HDs têm 160 GB, 250 GB ou 320 GB. E a memória, de 2 GB, pode ser expandida para até 4 GB (DDR2/800 MHz).

Completa o equipamento câmera embutida de 1,3 MP, gravador de CD e DVD, leitor de cartões de memória 3 em 1, rede Ethernet 10/100 Mbps e Wi-Fi b/g. A julgar pela configuração, um aspecto relevante é que a bateria é de 6 células – promessa de boa autonomia.

Os preços sugeridos dos equipamentos variam de acordo com a configuração: R$ 1.499 (Celeron), R$ 1.599 (Dual Core) e R$ 1.699 (Core 2 Duo). Outro fator que pode influenciar no preço final é o tipo de sistema pré-instalado, se Windows Vista (olha o Seven chegando aí, gente) ou Linux. Os notes Daten tem garantia de 1 ano.

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E o netbook da Semp Toshiba, alguém viu?

Seguindo o exemplo de outros fabricantes, a nipobrasileira Semp Toshiba também apresentou seu netbook ao mercado. E que se destaca não pelo hardware, que é bastante similar ao dos concorrentes, mas por trazer o Windows Vista Starter como sistema operacional.
Isso significa mais generosidade no que diz respeito à configuração de fábrica, certo? Bem, não exatamente. [...]

semp-toshiba-netbook

Seguindo o exemplo de outros fabricantes, a nipobrasileira Semp Toshiba também apresentou seu netbook ao mercado. E que se destaca não pelo hardware, que é bastante similar ao dos concorrentes, mas por trazer o Windows Vista Starter como sistema operacional.

Isso significa mais generosidade no que diz respeito à configuração de fábrica, certo? Bem, não exatamente. O micrinho vem com meros 512 MB de memória. De resto, como dissemos, ele segue a receita básica de netbook: processador Atom N270, HD de 160 GB, leitor de cartões de memória 3 em 1 (MS, MMC e SD), tela de 10 polegadas e webcam de 1,3 megapixel.  Seu peso declarado é de 1,25 kg.

Resta saber o que interessa: quanto tempo dura a bateria? E o desempenho do Vista com 512 MB, compensa? Ao que parece, os R$ 1.599 pedidos pelo bichinho já deveriam incluir um módulo de memória maior…

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Chad Hurley, a cara do YouTube

Aos 32 anos, Chad Hurley não aparenta a idade que tem. Pode até ser confundido com mais um daqueles garotos americanos que ficaram milionários com um projeto concebido entre uma aula e outra da high school.
Mas não se engane: o jovem que, com mais dois amigos, fundou o YouTube em 2005 (e o vendeu pouco [...]

digital-age-youtube-chad-hurleyAos 32 anos, Chad Hurley não aparenta a idade que tem. Pode até ser confundido com mais um daqueles garotos americanos que ficaram milionários com um projeto concebido entre uma aula e outra da high school.

Mas não se engane: o jovem que, com mais dois amigos, fundou o YouTube em 2005 (e o vendeu pouco tempo depois ao Google, por US$ 1,6 bi) tem muita história para contar. Hurley foi o entrevistado da tarde do primeiro dia do Digital Age 2.0.

O milionário trintão demonstra ter hábitos simples. Em casa, vê TV – ora para manter algum barulho pela casa, ora para acompanhar os esportes (Hurley acaba de anunciar seu patrocínio à equipe americana de Fórmula 1 “US F1″, com estreia em 2010).

Poucas pistas

Se esbanja nos investimentos, economiza nas palavras. Perguntado sobre como imagina o YouTube daqui a 10 anos, respondeu: “Não tenho ideia”. E o CEO do Google, Eric Schmidt, faz muita pressão para que o YouTube se torne lucrativo? “Não há tanta pressão assim”, desconversa.

A principal preocupação do executivo, segundo ele próprio diz, consiste em entender e melhorar a experiência do usuário do YouTube. É compreensível: Hurley formou-se em artes e é especialista em interface com o usuário (diz a lenda que seu emprego anterior, na PayPal, foi conquistado com o desenho do logo que ele produziu a caminho da entrevista).

Quer mais? O sogro de Hurley é ninguém menos que Jim Clark, fundador de empresas como Silicon Graphics e Netscape. Como se vê, não deve faltar assunto nas reuniões em família.

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Medir, contar e comparar: o caso internet

Provocativo, o fundador e presidente do conselho da 24/7 Real Media, David Moore, lançou à plateia do Digital Age 2.0 a pergunta: que significa medir a quantidade de cliques num anúncio na internet? O painel seguinte, com diretores de Google, UOL, Yahoo, Microsoft, entre outras, manteve a questão no ar.
A questão é que as métricas [...]

Provocativo, o fundador e presidente do conselho da 24/7 Real Media, David Moore, lançou à plateia do Digital Age 2.0 a pergunta: que significa medir a quantidade de cliques num anúncio na internet? O painel seguinte, com diretores de Google, UOL, Yahoo, Microsoft, entre outras, manteve a questão no ar.

A questão é que as métricas que usamos atualmente, como o número de cliques num anúncio, simplesmente não contam a história toda. Afinal, o inernauta é exposto ao anúncio mesmo que não clique nele – e isso, diz a indústria de publicidade online, não entra na conta nem de quem mede, nem de quem paga.

É no mínimo curioso isso. Porque medir, contar e comparar são símbolos de nossa era. Medimos e comparamos até o que não se deixa medir nem comparar – caso do nível de aprendizado das crianças, por exemplo.

Nas ciências, temos o apoio relativamente seguro das metodologias. Não dá para fazer um censo? Usemos a amostragem. Não dá para uma análise quantitativa? Usemos a qualitativa, baseada em entrevistas. O problema é que, quando está longe das clínicas de usabilidade, o usuário da internet é arredio a entrevistas. Quanto vale sua atenção? Como medi-la?

Quem souber a resposta, que dê um passo à frente.

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