Conversor para TV digital: Faz sentido comprar um?

Quando estrearam, os conversores eram bem caros. Este aqui, da Digital Tech, ainda não é barato. Mas faz bem mais coisas que os da primeira geração.


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Quando estrearam, os conversores para TV digital eram muito, muito caros. Não podemos dizer que o preço atual está bom. Mas me animou ver um aparelho como o PVR-1818, da Digital Tech – que, além de sintonizar a TV digital brasileira, também reproduz MP3 e vídeos digitais DivX. E, de quebra, ainda funciona como gravador.

O PVR-1818 foi comprado para viabilizar o uso de uma TV de 14 polegadas na cozinha. A necessidade não era nova. Mas esperei muito para ver se o preço dos conversores baixava. A espera foi em vão: o valor mais baixo que vi foi cerca de 200 reais e, mesmo assim, naqueles descontos-relâmpago do Walmart. Hoje, está apenas uns dez reais mais barato, dependendo da loja.

Este da Digital Tech foi comprado no site do Extra. Custou-me uns 280 reais, isso porque fiz antes uma cotação de preços pelo BuscaPé – se você buscar um produto pelo BuscaPé, poderá ter algum desconto ou frete grátis.

É caro? É, sim. Ainda mais quando lembramos que o ministro das Comunicações Hélio Costa chegou a prometer conversores de cem reais. Esses conversores nunca viram a luz do dia… E não é agora, que as TVs de LCD já o trazem dentro de si, que veremos a promessa cumprida, não é?

Mas não foi apenas a sintonia de TV digital que me fez comprar o aparelho. Chamou-me a atenção a porta frontal USB, que – descobri durante a pesquisa de preços – serviria para tocar MP3 e reproduzir vídeos DivX, e até gravar programas. Um media player!, pensei. Argumento que bastou.

Levar na bolsa

A portabilidade da caixinha tem suas vantagens. Soube de um colega que, quando ia à praia, levava seu pequeno conversor consigo – à casa de praia, bem entendido, e não à orla. Este rapaz também levou seu conversor ao escritório durante a Copa do Mundo, para assistir aos jogos numa TV qualquer do trabalho.

Por tudo isso, comprei-o. A história de sua chegada guarda uma decepção e uma surpresa. A decepção: o painel que encobre o display veio parcialmente retorcido, como se a caixa tivesse sido deixada ao sol por horas (ironia: esse daí viu a luz do dia até demais). A surpresa: liguei para o suporte da empresa em São Paulo e no mesmo dia tive o painel trocado.

Como conversor, o PVR-1818 não chega a ser tão básico. Ele suporta resoluções de até 1.080i e tem conexão HDMI – não, não vem com cabo. (Leio agora no site da empresa que o modelo PVR-1818 H vem com cabo.) Outras conexões disponíveis são a S-Video e a Vídeo Componente. Claro que minha pequena TV mono de 14″ só exigiu o clássico cabo de ponta amarela.

Para sintonizar os canais, comprei por 20 reais uma antena interna UHF da marca Castelo. Me pergunto por que essa antena vem com uma espécie de antena parabólica de plástico entre as duas varetas de metal, já que são as varetas que realmente lhes dá utilidade. Ela vai ligada ao conector RF In – há outro, chamado RF Loop, que serve para distribuir o sinal da antena a outro aparelho qualquer – um velho videocassete, talvez?

Hoje, 31/12, troquei a antena Castelo M3002 por outra, chinesa, mais barata, de marca Bestfer e distribuída por uma empresa chamada Rio Chens. E não é que a recepção melhorou?…

A imagem pode ser tanto 4:3 como 16:9, com resoluções que variam de 480 a 1.080 linhas, progressivo ou entrelaçado. Escolhemos a 4:3 Pan Scan para que a imagem ocupasse toda a tela. Na sintonia, notamos que o aparelho pega tanto os canais HD quanto os 1-seg, com qualidade menor. É uma solução pragmática: quando algum canal não pega bem em HD, sempre haverá a opção da qualidade menor.

O menu de mídia é acessado via controle remoto. Pode-se assistir a fotos digitais em modo de apresentação slide show; ouvir a músicas MP3; e assistir a vídeos, com legenda.

Tinha grandes expectativas em relação a esse último recurso – vídeos com legendas -, mas as letras das legendas, mesmo no modo Normal, são muito pequenas até para uma TV de 20 polegadas. Se você conseguir ler as legendas no modo Pequeno, então terá acuidade visual para pilotar um caça F-18. E se você escolher o modo Grande – o que não ajudará grande coisa – a segunda linha das legendas de duas linhas ficará para fora da tela. Para amenizar o problema, pode-se escolher a cor da legenda e a cor de fundo.

Notícia boa, notícia ruim

Outra expectativa era a gravação da programação. Já tinha feito isso com um receptor USB de TV digital, mas me frustrei depois que descobri que o arquivo de vídeo é proprietário. No caso do PVR-1818, o vídeo usa formato .TS e pode ser reproduzido em outros computadores. Ponto para a Digital Tech!

O ponto fraco do recurso estará na qualidade da memória USB utilizada para gravação. A impressão que dá é que o hardware do aparelho sofre para dar conta de processar o sinal digital ao mesmo tempo que grava no pen drive. O resultado é que o vídeo gravado vem com pequenos saltos e falhas de recepção que normalmente não aparecem quando estamos apenas assistindo ao programa. Ah: a memória USB precisa ser formatada em FAT32. Nada de NTFS, hein!

No fim, resta a pergunta: Faz sentido comprar um? O conversor é útil, funciona conforme o prometido, apesar das ressalvas, e dá vida nova a TVs de tubo e mesmo a TVs LCD sem conversor. A capacidade de tocar mídia é um adicional nada desprezível e é coisa que TVs mais caras já fazem há algum tempo. Se a pergunta fosse apenas “faz sentido ter um”, eu diria que sim. Mas, no preço em que está, duvido que venha a se tornar um produto popular…

Digital Tech PVR-1818

Aparelho: Conversor de TV digital

Importador: U-Tech do Brasil Ltda.

Garantia: 6 meses

Site: www.dgtechbrasil.com.br

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Instalando um HD no Acer Aspire One

Desde que comprei o netbook Acer Aspire One numa promoção, percebi que deveria fazer alguma coisa em relação à lentidão de seu SSD.


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Desde que comprei o netbook Acer Aspire One numa promoção (saiu por menos de 600 reais, na compra com boleto), percebi que deveria fazer alguma coisa em relação à lentidão de seu módulo SSD que lhe serve de HD.

Vasculhando um pouco a Internet, descobri este post no blog da Tnkgrl (em inglês). Lá encontrei uma sequência de fotos da instalação do HD, dicas de como fixar o HD na placa-mãe e sugestões de modelos de HD que poderiam ser utilizados na operação.

Com base nos comentários, escolhi o MK3008GAL, de 30 GB, fabricado pela Toshiba para uso em iPods. É um HD de 1,8″, com interface ZIF e 5 mm de altura – pequeno o suficiente para caber no apertado gabinete do Aspirezinho.

Alguns comentários do blog da Tnkgrl já avisavam sobre a dificuldade de se encaixar o pequeno cabo flat no HD. Alguns tinham conseguido aproveitar o cabo original que veio com o SSD; outros se queixavam de que o HD não tinha sido reconhecido pelo micro.

Foi por isso que, ao encomendar o HD no eBay, pedi que fornecessem também um cabo flat ZIF compatível. O cabo veio – mas, para meu azar, era curto demais (5 cm). Depois de alguma manobra, consegui encaixá-lo. O micro conseguiu reconhecer o HD e até me deixou instalar o Ubuntu Netbook Remix.

A felicidade durou pouco. Depois de umas duas ou três semanas, o micro começou a apresentar falhas: ao ser ligado, o HD  às vezes não era reconhecido. Pouco tempo depois, nada de o HD funcionar.

Suspeitei do cabo flat e tratei de encomendar outro no eBay – desta vez, consegui encontrar um kit com 3 cabos de 10 cm. Foi chegar, trocar e pronto. O Acer Aspire One já funciona há dois meses com um HD de 30 GB, sem reclamar.

Instalação

Para desmontar e montar o micro, segui os passsos (com fotos) fornecidos pelo site The Register. Você terá de retirar uma infinidade de parafusos, por isso recomendo fazer isso num dia bem tranquilo e sem pressa. Eu tirei algumas fotos do processo (veja a galeria), mas a sequência do The Register é bem mais completa e precisa.

Já para instalar o HD eu segui as dicas da Tnkgrl. A primeira delas: uma das saliências plásticas do gabinete do Aspire teria que ser quebrada para acomodar o HD. Outra: o HD deve ser fixado na placa-mãe com o uso de uma fita adesiva dupla face.

Eu usei uma fita de espuma dupla face de alta resistência da Scotch. Bastou um pequeno retângulo e algum cuidado para não entortar a posição do HD. Atenção: a cola da fita é poderosa. Depois que percebi que o cabo flat seria curto, tentei reposicionar o HD, descolando-o da placa-mãe. Tudo que consegui foi quase arrancar a própria etiqueta do HD.

Como já foi dito, o cabo flat ZIF que tentei utilizar na primeira instalação era curto demais (5 cm). Isso fez com que o encaixe do cabo no HD se soltasse. Com o cabo de 10 cm adquirido depois, não foi preciso amassar nem vincar o cabo, que se encaixou perfeitamente no HD.

Esse cabo, aliás, é para mim o ponto mais sensível da instalação. Ele precisa ter pontas de espessuras diferentes. A mais grossa vai no soquete ZIF da placa-mãe. A mais fina, no HD. Para prendê-lo, a placa-mãe tem uma presilha plástica. Já no HD é preciso encaixá-lo cuidadosamente, empurrando-o para entrar no conector.

Compras

Não foi difícil encontrar o cabo ZIF para venda no eBay. Eu o encontrei com a descrição “3x FFC 10cm cable for 1.8″ Toshiba ZIF Drive HDD”. Mais difícil foi convencer o vendedor a entregar para o Brasil. O kit com três cabos custou pouco mais de 4 dólares.

Já o HD foi encontrado pela descrição “TOSHIBA 1.8″ 30GB MK3008GAL HARD DISK DRIVE HDD 30 GB” e custou cerca de 40 dólares. Há modelos compatíveis com mais capacidade (por exemplo, 60 GB). Eu preferi o de 30 GB pelo preço e, por que não dizer, pelo tamanho, já que é bem mais do que eu precisaria num netbook.

Conclusão

Este Acer Aspire One foi comprado em 6 de abril e, logo que chegou, já teve sua garantia invalidada, porque o desmontei inteiro para instalar a memória que sobrou de um Eee PC 701.

Pouco mais de seis meses depois, já era possível encontrar ofertas  de netbooks que, por 200 reais a mais, vinha com tela maior, HD de 160 GB e mais memória. e chip Atom N450.

Se levarmos em conta o custo-benefício, o Acer Aspire One modificado não vale tanto a pena. Foi preciso gastar mais 100 reais com as peças novas e a garantia foi para o espaço.

Em diversão e aprendizado, contudo, o micrinho tem valido muito a pena. E, agora que está equipado com uma bateria de nove células e 7 horas de duração, ficou ainda melhor.

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Toca-discos Ion Profile Flash:
os bons tempos do vinil estão de volta

Seu toca-discos já foi para o lixo há tempos? Não desanime. Com aparelhos como o Ion Profile Flash, você poderá ouvir seus velhos discos de vinil e, de quebra, convertê-los para MP3 sem o PC.


Galeria de imagens:

É provável que tenha me livrado dos toca-discos em 1999, durante mudança para um apartamento. Mas as “vitrolas” – uma velha Grundig, outra Gradiente DS-40 – podem ter ido antes, já que os CDs entraram em casa cedo, em 1988.

Boa parte dos discos de vinil também foram doados. Quem os levou foi um professor de História, que encheu seu velho Escort com uma pilha de gravações, de escolas de samba a Roberto Carlos.

Mas sobraram alguns – cerca de dez -, escolhidos a dedo, entre MPB, pop e rock. Foram estes que, mais de dez anos depois, voltaram à vida graças a um aparelho tinindo de novo: o toca-discos Ion Profile Flash.

A volta do vinil
Já vinha acompanhando por algum tempo a volta dos discos de vinil. Nos países mais ricos, a indústria percebeu logo o novo filão.

A Sony, por exemplo, vende desde 2008 seu toca-discos PS-LX300USB – que, como o nome indica, pode ser ligado a um PC via porta USB. (Ele recebeu a companhia de outros dois modelos, o PS-LX250H e o PS-LX350H, ambos sem USB.)

O problema ainda era o preço. Se nos Estados Unidos estes aparelhos custam entre 80 e 200 dólares, no Brasil seu valor beira os mil reais.

O sonho de voltar a ter um toca-discos novinho teve de ser adiado até este ano, quando, numa viagem aos EUA, pude conhecer a linha Ion Profile.

Dois modelos estavam à venda: o Ion Profile LP – um toca-discos USB parecido com o PS-LX300USB – e o Ion Profile Flash, que não tem conexão USB porque oferece uma comodidade em princípio mais atraente: a conversão imediata de vinil para MP3, bastando encaixar um pen drive ou cartão SD.

Seus preços de lista eram de 100 dólares para o Profile e de 150 dólares para o Profile Flash. Mas era dia de promoção, e o Profile Flash pôde ser comprado por 100 dólares (detalhe: era a última caixa do estoque).

O que esperar
Toca-discos na mão, foi preciso esperar até a chegada ao Brasil para fazê-la funcionar. O que sabíamos era: 1) que o Profile Flash seria capaz de converter gravações em vinil para o formato MP3; 2) que ele vinha com um pré-amplificador embutido (o que permitiria sua ligação direta na porta Auxiliar dos aparelhos de som); 3) que funcionaria em 110 V.

Mas não sabíamos, por exemplo, se ele também poderia ser ligado ao PC via porta USB, ou se viria com algum software; nem o bit rate do MP3 gerado pelo aparelho.

Caixa aberta, ficamos contentes de ver que o aparelho chegou inteiro. Havia o receio de que a tampa de acrílico poderia ter sido estragada no transporte. Mas não. E o acabamento da base, no estilo Black Piano, é bacana.

A parte de trás vem com os fios de áudio (L/R) ligados internamente, ou seja, não é possível destacá-los. Ligamos o Ion Profile Flash a um microssystem Sony, via porta auxiliar. O Ion não tem controle próprio de volume, logo o controle remoto do Sony seria de grande ajuda. Com o plugue na tomada, ligamos o aparelho com a chave que fica na parte de trás. Estava vivo!

Como saltar músicas?
Fazê-lo funcionar foi (e é) uma viagem no tempo. Para tocar um LP (sigla de Long Play, que é outro nome para os discos de vinil de “longa duração”), é preciso encaixar o disco no prato; levantar o braço da agulha (usando a alavanca); arrastar, com a mão, o braço sobre o disco; e descer o braço da agulha, novamente usando a alavanca (e tomando cuidado para a agulha não cair para fora do disco).

Quer saltar uma música? Levante-se, vá ao toca-discos, levante o braço da agulha, leve-o sobre a faixa que se quer tocar e desça o braço (da agulha, da agulha…).

Outra característica dos LPs é a diferença que pode haver na velocidade de rotação. Discos mais antigos tinham de ser tocados em 78 rotações por minuto (rpm); a partir dos anos 60, já se podiam ver discos de 33 1/2 rpm; eventualmente, alguns discos eram feitos para reprodução a 45 rpm. O Ion Profile Flash toca discos a 33 1/2 e a 45 rpm. Soube que há programas capazes de restaurar arquivos de áudio de discos de 78 rpm, que foram gravados a 33 rpm; mas não os encontramos.

MP3 sem o micro
Como dissemos, o Ion Profile Flash converte as músicas de vinil para MP3, sem ajuda do micro. O processo é, realmente, bem simples. Com o toca-discos ligado, você encaixa um pen drive (ou cartão SD) nas ranhuras indicadas no painel frontal.

Um display LCD com iluminação verde tentará mostrar o número de pastas e de músicas gravadas na memória, se houver. Para gravar, aperta-se Rec; mas a gravação só começará quando se apertar Play/Pause. Faça o disco tocar e, assim que a agulha tocar no vinil, aperte Play/Pause. A gravação começará.

O processo automático termina aí. É que o toca-discos não é capaz de perceber, por exemplo, quando uma música termina e outra começa.

Split Track
Você pode deixar a gravação rolar solta e gerar um único arquivo de áudio (que poderá, depois, ser editado/recortado no PC). Mas se quiser evitar esse trabalho, terá que se levantar e apertar Split Track a cada pausa entre músicas. No fim de tudo, aperte Stop.

Nesse momento, a pasta que você criou ao apertar Rec será fechada e, se quiser gravar o lado B, terá que repetir o processo (criando, assim, uma nova pasta no pen drive). Como se esperaria, o toca-discos Ion Profile Flash também é um MP3 player e pode tocar as músicas que você acabou de gravar.

Com bit rate fixo de 192 kbps, o áudio tem qualidade equivalente ao do LP. Isso quer dizer que os graves podem parecer um tanto saturados, e os efeitos de cliques característicos do vinil aparecerão também no MP3. É bom lembrar que, para uma boa gravação, o vinil deverá estar em bom estado, limpo e sem riscos.

Aliás, sujeira é o que mais atrapalha, pois depois de alguns minutos de execução do disco o pó da superfície do vinil começa a se acumular na agulha, atrapalhando a reprodução. Se os discos estiveram guardados por muito tempo, recomenda-se limpar os discos com uma flanela seca, e examine se há acúmulo de poeira na agulha depois de cada execução.

De cassete para MP3
O Ion Profile Flash traz ainda um bônus, se é que podemos chamar assim: uma entrada traseira estéreo, para plug de 3,5 mm, que pode ser usada para conversão de outras fontes de áudio em MP3.

Aqui, ela foi usada para converter áudio de uma velha fitas cassete. Para tocá-la, usamos um “walkman” Aiwa, que foi ligado ao Ion Profile Flash por meio de um cabo macho-macho (da saída de fone de ouvido à entrada estéreo do toca-discos).

O Profile Flash “percebe” a conexão por meio de um aviso no LCD frontal. O processo de conversão é semelhante ao do LP: Rec, Play no “walkman”, Play, Stop (ou Split Track).

Conclusão
No fim das contas, o Ion Profile Flash cumpriu o que prometeu: uma conversão de mídias antigas para MP3 de forma descomplicada.

De que sentimos falta? Primeiro, de um controle remoto (para o tocador de Mp3); depois, de um ajuste de bit rate (embora 192 kbps seja bastante aceitável); por último, de um preço mais razoável no Brasil (no país, o modelo mais simples, Profile LP, pode ser encontrado em importadores independentes a partir de 538 reais).

Sem aparelhos desse tipo, o audiófilo dependerá de toca-discos de segunda mão, fabricados nos anos 1980. É pena.

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Monitor SyncMaster 710N: enfim, destravado

Por mais de um ano um bloqueio misterioso no menu de um monitor SyncMaster 710N atormentava este blog. A solução estava no Google.


Usamos um monitor Samsung SyncMaster 710N (foto acima) há exatos seis anos, com satisfação (e nem nos atrevemos a dizer o quanto pagamos por ele na época, para não assustá-lo, caro leitor). Mas, embora nunca nos tenha dado problema, uma coisa nos incomodava: os controles do menu. Mais especificamente, uma opção venenosa que acabou por bloquear boa parte dos ajustes finos – e cujo antídoto não podia ser encontrado nem nos manuais, nem no próprio site da Samsung.

Este tormento, que já durava mais de um ano, foi sanado nesta sexta-feira (4/6), com uma breve pesquisa no Google. Bastou buscar por “Samsung 710N locked” para descobrir, neste site aqui, que a poção mágica do destravamento consistia em manter a tecla Menu apertada por cerca de 10 segundos.

Não sei dizer o que ocorreu para que a solução demorasse tanto. Chame de procrastinação, se quiser. O fato é que, em outras pesquisas que fizemos na web, a resposta não aparecia. Mais triste é guardar um manual por anos só para perceber que, quando se precisa dele, a informação relevante não está lá.

Enfim, outra lição aprendida. Se você também tem um SyncMaster 710N, use nossa experiência para economizar seu tempo. Se não tem, reflita sobre como esse problema poderia ser resolvido sem uma rápida prece para o São Google!

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Pac-Man, 30 anos, tem até isqueiro

A Google surpreendeu com sua versão mini do game da Namco. Mas, para quem quer mesmo comemorar o aniversário, tem muito mais.


Foi uma grande e boa surpresa a versão de Pac-Man que a Google ofereceu em sua página principal, para homenagear os 30 anos do game da Namco.

Mais curioso, no entanto, são outras peças comemorativas dedicadas ao Pac-Man – caso deste isqueiro Zippo aí de cima.

À venda na loja virtual Lighters Direct, a peça sai pela bagatela de 215 dólares (cerca de 400 reais), fora o frete.

Achou caro? Então compare com uma versão de mesa do arcade que encontrávamos nos velhos fliperamas, que pode ser encomendado na Amazon.com. Preço: 1.995 dólares (3,7 mil reais), na promoção – o preço normal é 3 mil dólares.

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Desvendando o Acer Aspire One

Há alguns dias o Versão Zero destacou uma oferta: netbook Acer Aspire One por menos de 600 reais. Não resistimos e trouxemos o micro para nosso lab – com direito a desmonte e tudo.



Há alguns dias o Versão Zero destacou uma oferta: netbook Acer Aspire One A110 por menos de 600 reais. Não resistimos e trouxemos o micro para nosso lab – com direito a desmonte e tudo.

O trabalho ainda não acabou, mas já é possível comentar alguma coisa sobre o netbook. Que, por sinal, continua com um preço interessante – nesta segunda-feira (26/4), custa 628,13 reais no Magazine Luiza.

O micro não é novidade – foi lançado em 2008. Embora ele chegue novo até você, o netbook que recebemos veio com sinais nas etiquetas de que foi fabricado em 2008.

Usamos o Linux que vem com ele, chamado Linpus, por algum tempo. É um sistema rápido e adequado ao hardware do micrinho (512 MB de RAM). Mas, embora tenha a maioria das ferramentas que as pessoas usam, você certamente irá querer mais (a versão do Firefox, por exemplo, ainda é a 2).

Foi aí que tivemos a ideia de instalar o Windows XP. Heresia? Talvez. Mas nos ajudou a tirar algumas conclusões.

A primeira: o cartão de memória SSD que serve de HD é lento, muito lento. Na primeira instalação do XP, escolhemos NTFS para organizar os arquivos, por ser a opção mais segura e estável. Nossa recomendação é que NUNCA faça isso com o Aspire One equipado com esse SSD. A espera para uma simples abertura de arquivo é insuportável.

A segunda: mesmo com Windows XP instalado em FAT32, você irá querer mais memória. A boa notícia é que dá para expandir, usando um soquete SIMM vazio. A má notícia é que esse soquete não poderia estar mais escondido.

Pergunta: E onde ele está?

Resposta: ATRÁS da placa-mãe do micrinho.

Para chegarmos lá, tivemos de desmontar cuidadosamente – dissemos cui-da-do-sa-men-te – praticamente todo o micro. Primeiro, desparafusando a traseira. Depois, tirando o teclado, destacando seu cabo flat; destacando o touchpad; desparafusando mais, para tirar a carcaça plástica superior; desparafusando a placa-mãe, desencaixando a placa de Wi-Fi e a de SSD; desencaixando o cabo de vídeo do LCD; e, por último, virando a placa-mãe para encontrar o slot vazio (é o que mostra a foto).

Um bom passo-a-passo para desmontar o Aspire One pode ser encontrado neste site.

O barramento da memória do Aspire funciona a 533 MHz, mas decidimos aproveitar um cartão de memória de 667 MHz que sobrou de outro notebook, o Eee PC 701. Somada à memória que vem soldada na placa-mãe, ficamos com 1 GB. E aí descobrimos algo óbvio, mas que não havia recebido nossa atenção: os netbooks podem receber no máximo 2 GB, mas quando eles vêm com 512 MB na placa-mãe e apenas um slot livre esse total fica reduzido a 1,5 GB.

Note, pela foto, que a bateria que alimenta o BIOS está bem próxima do slot de memória, portanto todo esse trabalho deverá ser repetido um dia. O curioso é que, na parte de trás, o Aspire One tem uma portinha presa com dois parafusos – que, pensei, servia para dar acesso à memória. Ao abri-la, percebi: trata-se de um espaço reservado para um eventual modem 3G (há até uma ranhura, atrás da bateria, para facilitar o encaixe do cartão SIM). Mas, para receber o cartão, a placa-mãe deverá ser adaptada com outro hack.

O próximo passo? Bem, esse cartão de memória SSD fabricado pela Intel está na mira de um próximo upgrade – e a peça candidata a tomar seu lugar é um minúsculo HD PATA de 1,8 polegada, nome MK6028GAL, feito pela Toshiba  para uso no iPod, e cuja interface ZIF encaixa-se perfeitamente na delicada fita que se liga à placa-mãe do Aspire One.

Uma segunda desmontagem, como se vê, é questão de tempo.

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Aiô Strips: Um truísmo lógico

Plínio e Rosas são desafiados por Pascal. Você saberia resolver o dilema?

Para conhecer mais sobre o Aiô, clique na imagem.

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Netbook por menos de 600 reais? Tem, sim

Às vezes as lojas online surpreendem com ofertas que duram apenas algumas horas. Esta aqui pode ajudar quem ainda sonha em ter um netbook.



Sabe aquelas ofertas que aparecem de repente nas lojas virtuais? Esta é uma delas – e pode agradar a quem ainda não pulou para o vagão dos netbooks.

A oferta é esta: netbook Acer Aspire One por 629 reais. Valor que pode baixar para 590,50, caso seja pago com boleto bancário.

Este netbook pode ser interessante a quem nunca teve um e não está disposto a gastar mais de 1.000 reais numa máquina que, claro, tem suas limitações.

Entre as vantagens do One estão o processador Atom N270 de 1,6 GHz, que ainda equipa boa parte dos equipamentos desta categoria à venda por aí, e a tela de 8,9 polegadas (um avanço em relação aos primeiros netbooks de 7″).

A lista de desvantagens inclui a memória (vem com apenas 512 MB), o sistema (vem com um tipo desconhecido de Linux) e o tamanho do “HD”, que não é HD e sim SSD (memória flash) e tem 8 GB.

Mas se você tem apenas 600 reais, poderá ter seu netbook agora. Depois, poderá comprar mais memória, trocar o sistema e até instalar um HD de verdade, seguindo receitas de modificações na internet como essa aqui.

Para conferir a página da oferta, clique aqui. Não se sabe até quando durará.

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Vai um adaptador de som externo USB aí?

A criatividade dos fabricantes de acessórios USB não tem limites. Desta vez, o Versão Zero encontrou o inusitado: um Virtual 5.1 Surround USB 2.0 External Sound Card.



A criatividade dos fabricantes de acessórios USB está longe de se esgotar. Esta semana recebemos mais uma prova disso: o Virtual 5.1 Surround USB 2.0 External Sound Card.

O aparelhinho funciona como uma placa de som instantânea: você a coloca numa porta USB vaga e imediatamente tem à disposição uma entrada para microfone e uma saída para fone de ouvido. Útil para aquele notebook que ficou mudo ou desktop que só tem saída de áudio no painel traseiro.

Comprado na loja virtual Deal Extreme, o adaptador chegou relativamente rápido. Do pedido ao recebimento via correio, foram cerca de três semanas. O preço? Quase um milagre: 2,23 dólares (menos de 4 reais), com frete incluso, pagos via PayPal.

Usamos o adaptador num micro desktop com Windows 7 e num netbook com Windows XP (o site diz que o aparelho suporta também Linux e Mac OS). Nos dois casos, bastou encaixar a peça na porta USB para que o sistema a reconhecesse como “USB Audio”. Ligamos um fone de ouvido com microfone desses bem baratinhos, da marca Bright, aos conectores, que são de 3,5 mm.

O áudio dos fones de ouvido funcionou de primeira, com qualidade aceitável até para músicas MP3. Para ativar o microfone, tivemos apenas que mudar, no Windows, a escolha padrão do canal de som Mic e aumentar o volume da captação, que para variar estava no zero.

Usamos o aparelhinho com o Media Player, com o Gravador de Som e com o Skype. Nos três casos, ele funcionou adequadamente. A qualidade da gravação é aceitável; não tivemos problemas como os relatados por alguns compradores do Deal Extreme, que reclamaram de ruídos na gravação.

Já o acabamento não é tão sólido como o de um pen drive, mas aguentará o tranco se usado com algum cuidado. De resto, não há segredos. É espetar e usar.

Conclusão: se você esquecer a parte “virtual 5.1″ do nome, o USB Sound funcionará adequadamente. Seu som é limpo e claro. O volume pode ser ajustado tanto pelo PC como pelo controle do fone de ouvido, caso exista. Caso seu PC não tenha entradas de áudio frontais, mas tenha uma USB, esse aparelhinho lhe será de grande ajuda. Mesmo que até a USB seja traseira, é mais fácil e barato encontrar um cabo extensor USB do que um fone de ouvido com fio comprido. E convenhamos, onde mais você encontraria um USB desses por 4 reais?

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Na loja virtual, netbook 3G por menos de R$ 1.000

Em promoção, Submarino oferece o netbook Positivo Mobo 2055 3G por menos de 1.000 reais. Será que compensa?



Lojas online são famosas por apresentar promoções relâmpago, que duram apenas um dia ou algumas horas.

A que me surpreendeu nesta sexta-feira (2/4) veio do Submarino: um netbook Positivo Mobo 2055 (código de produto 21507726), com modem 3G embutido, por 999 reais.

É uma opção atraente para quem busca portabilidade e conexão permanente à internet, sem depender de hot spots WiFi.

Por um lado, sua configuração já começa a dar sinais de obsolescência. Confira: Windows XP Home Edition, processador Atom N270, 1 GB de memória (FSB 533)…

O tamanho do teclado não é tão bom quanto o de concorrentes como os Eee PC da Asus e os HP Mini, só para citar alguns. Já á tela é compatível com a da maioria (10 polegadas), porém não é LED e sim LCD.

Por outro lado, tem 3G, a bateria tem 6 células (com energia para pelo menos 4 horas de trabalho) e, diferentemente da maioria dos nets, vem com modem 56 Kbps (para emergências, claro).

Fica a dica. Mas, se tiver interesse, é bom correr. Essas ofertas não costumam durar muito na web!

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