Expressões algébricas e a calculadora

Responda rápido: quanto é -2 ao quadrado?
Se respondeu 4, é por que ainda não programou um computador.
É que tanto o computador como as calculadoras modernas se apóiam em uma ordem de precedência de operadores aritméticos. Segundo essa ordem, a exponenciação é resolvida primeiro; depois vem o operador de sinal negativo. Como resultado, -2 ao quadrado [...]

Responda rápido: quanto é -2 ao quadrado?

Se respondeu 4, é por que ainda não programou um computador.

É que tanto o computador como as calculadoras modernas se apóiam em uma ordem de precedência de operadores aritméticos. Segundo essa ordem, a exponenciação é resolvida primeiro; depois vem o operador de sinal negativo. Como resultado, -2 ao quadrado é igual a -4.

Isso não acontece com todas as calculadoras. Na Sharp EL-501W, o quadrado de -2 é 4. Mas na Casio fx-82MS, -2^2 = -4. Em alguns casos, para obter o resultado desejado será preciso usar parênteses. Assim, o quadrado de -2 ainda será -4, mas (-2) ao quadrado será 4.

Para que você também não se perca na hora de calcular expressões algébricas, segue uma útil tabela, tirada de um velho livro sobre o Basic do micro Timex Sinclair 1000/ZX81. E boas contas.

Operadores aritméticos
Ordem de precedência
Símbolo Operação Nível
** Exponenciação 10
- Negativo 9
* e / Multiplicação e divisão 8
+ e - Adição e subtração 6
Fonte: “Basics – A Guide to the Timex/Sinclair 1000”


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Discos portáteis Seagate: com até 1,5 tera

Em casa de ferreiro, o espeto pode ser de ferro, sim – mas nem por isso é necessário ter o sortimento completo de uma churrascaria.
Um exemplo: embora o Versão Zero acompanhe a evolução dos dispositivos de armazenamento, todos os HDs somados daqui de nosso bunker mal chega a 100 gigas. Mas admitimos: não deixamos de [...]

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Em casa de ferreiro, o espeto pode ser de ferro, sim – mas nem por isso é necessário ter o sortimento completo de uma churrascaria.

Um exemplo: embora o Versão Zero acompanhe a evolução dos dispositivos de armazenamento, todos os HDs somados daqui de nosso bunker mal chega a 100 gigas. Mas admitimos: não deixamos de ter uma pontinha de inveja quando tomamos conhecimento de lançamentos como esses da Seagate.

A novidade da vez são os discos rígidos externos da linha External Drive Portable, com 3,5 polegadas e capacidades de 250, 320 e 500 gigas.

Quer mais? Os da linha External Desktop Drive têm capacidades de 500 GB, 1 tera e 1,5 teras.

Os discos são ligados ao PC pela porta USB 2.0, que também serve de alimentação de energia, e rodam a 5.400 rpm (Portable) e 7.200 rpm (Desktop). Os preços sugeridos para a linha Portable são R$ 499 (250 GB), R$ 599 (320 GB) e R$ 699 (500 GB). Para os Desktop, os preços são R$ 529 (500 GB), R$ 679 (1 TB) e R$ 799 (1,5 TB).

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Só achamos que, pelo volume de dados que comporta, o drive deveria uma ranhura para trava Kensington. Já pensou se alguém pega um desses e sai correndo?

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Com Inspiron 2100, Dell mira as escolas

A Dell anunciou nos EUA sua mais nova iniciativa para fornecer computadores para o ensino básico. Trata-se do Inspiron 2100, um netbook projetado para aguentar o tranco do dia-a-dia escolar.
Tirando alguns detalhes, o Inspiron 2100 é um netbook como qualquer outro. A diferença, segundo a fabricante, está no hardware mais resistente e na possibilidade de [...]

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A Dell anunciou nos EUA sua mais nova iniciativa para fornecer computadores para o ensino básico. Trata-se do Inspiron 2100, um netbook projetado para aguentar o tranco do dia-a-dia escolar.

Tirando alguns detalhes, o Inspiron 2100 é um netbook como qualquer outro. A diferença, segundo a fabricante, está no hardware mais resistente e na possibilidade de gerenciamento remoto e de preconfiguração para encomendas em grandes quantidades.

Dizemos que é um netbook como qualquer outro porque, por dentro, ele vem com a receita básica: processador Intel Atom N270 de 1,6 GHz, memória de 512 MB expansível a 2 GB, opção entre SSD (até 16 GB) e HD (até 250 GB), conexões Gigabit Ethernet, Wi-Fi e Bluetooth, bateria de 3 ou 6 células e a escolha entre os sistemas Windows XP Home SP3, Vista Home Basic ou Ubuntu.

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A riqueza de detalhes sobre o hardware contrasta com as informações limitadas diponíveis sobre gerenciamento. Afinal, duas das preocupações no uso de micros na escola são justamente o policiamento do uso dos micros em atividades de ensino e a restauração do sistema em caso de alterações  danosas feitas pelos alunos.

Além disso, há que se ressaltar que, em muitos aspectos, o micro na escola é um problema em busca de solução, já que a oferta de conexão à internet em sala de aula tem grande poder de dispersão. Ok, a Dell acena com um recurso inibidor – um LED que avisa se o aluno está acessando a rede -, mas que parece pouco diante das necessidades reais dos professores.

Por último, merece destaque a possibilidade de instalação de uma tela touch screen – útil em certas aplicações educacionais, mas que pode encarecer bastante o já salgado preço base (US$ 369 para a configuração mais simples, nos EUA). Para efeito de comparação, o Inspiron Mini 10 mais simples sai por US$ 299.

A Dell acena com a possibilidade de compra, pelas escolas, de um rack especial para 24 netbooks, que pode ser arrastado para a sala de aula e retirado dela sempre que necessário. Mas esse “Mobile Computing Station” dificilmente será mais econômico que manter uma sala de informática equipada com desktops. Além disso, salas especiais, se bem projetadas, dão conta das necessidades ergonômicas dos pequenos – e, nesse aspecto, os portáteis ainda ficam a dever solução a contento.

Pesando tudo, é de se comemorar que tenhamos mais uma opção de portátil. Pode ser que, por sua natureza mais resistente, o Inspiron 2100 venha a roubar um pouco do mercado do Inspiron Mini. O mais importante, contudo, é que a Dell e outros fabricantes continuem a oferecer netbooks com as características originais de mobilidade e baixo custo, que são no fim das contas seus principais apelos.

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Adamo, o micro “coisa fina” da Dell

Enquanto vasculhava o site da Dell para obter mais informações sobre seu novo netbook escolar, encontrei essa pérola aqui, que parece tirada de uma lasca do monólito do filme “2001″.
Trata-se do Adamo, um notebook (ou seria netbook?) com processador Intel Core 2 Duo (Centrino), memória DDR3 e disco em estado sólido (leia-se memória tipo Flash) [...]

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Enquanto vasculhava o site da Dell para obter mais informações sobre seu novo netbook escolar, encontrei essa pérola aqui, que parece tirada de uma lasca do monólito do filme “2001″.

Trata-se do Adamo, um notebook (ou seria netbook?) com processador Intel Core 2 Duo (Centrino), memória DDR3 e disco em estado sólido (leia-se memória tipo Flash) de 128 gigas. Foi apresentado em março nos EUA (sim, sim: é “velho”, para os padrões da web…) e duvido que seja vendido por aqui. (Duvidei e perdi: a Dell brasileira vende os 2 modelos, por R$ 8.999 e R$ 11.299, respectivamente.)

A tela, com tecnologia WLED, tem 13,4 polegadas e a bateria de lítio-polímero promete carga para mais de 5 horas de uso.

O charme, no entanto, está no acabamento (metalizado, com chassi de alumínio e teclado retroiluminado) e nas dimensões – fechado, ele tem 33,1 cm de largura, 24,2 cm de profundidade e 1,6 cm de espessura.

O micrinho pesa 1,8 kg e está disponível nas configurações Admire (chip de 1,2 GHz e 2 GB de RAM, US$ 1.999) e Desire (chip de 1,4 GHz e 4 GB de RAM, US$ 2.699).

Quer saber mais? Dê uma olhada no hot site do produto, em AdamoByDell.

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Da Itautec, um notebook turbinado para gráficos

Antes da alta do dólar havia notebook custando quase mil reais. Hoje a situação mudou – em parte por causa da crise financeira global, mas também pela integração de novas (e caras) tecnologias aos portáteis.
Quer um exemplo? O novo Infoway N8635, da Itautec (foto acima). Quando todos querem saber apenas do processador que vem com [...]

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Antes da alta do dólar havia notebook custando quase mil reais. Hoje a situação mudou – em parte por causa da crise financeira global, mas também pela integração de novas (e caras) tecnologias aos portáteis.

Quer um exemplo? O novo Infoway N8635, da Itautec (foto acima). Quando todos querem saber apenas do processador que vem com a máquina (que, aliás, é um Core 2 Duo P7350), ela acena com algo mais grandioso, que é o circuito gráfico GeForce 9600M GS com 32 núcleos e 512 MB da nVidia.

O circuito é a cereja de um bolo que, tendo em vista outros ingredientes, é até modesto (o HD, por exemplo, tem 250 gigas). Mas a capacidade da GeForce vai dar o gás necessário para explorar a interface gráfica do Windows, editar e produzir vídeos e animações e, claro, jogar.

O N8635 vem com 4 gigas de RAM, tela de 15 polegadas (1.280 x 800 pixels), saída HDMI (para exibição de vídeo em Full HD, mediante uso de tela auxiliar), leitor de cartões de memória SD e MS, webcam de 2 megapixels, porta híbrida USB/E-Sata, Bluetooth, Gigabit Ethernet e 3 modos de Wi-Fi.

Tudo isso pode ser seu por 3.999 reais. Para conferir eventuais promoções, visite o site da Itautecshop.

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Quem compraria um Palm Z22 hoje?

Uma colega de trabalho perguntou se um Palm Z22 seria adequado para usar no dia-a-dia. Disse que sim, a julgar pelo que ela sabia de computadores e do uso que ela faria dele.
Isso foi há cerca de 7 anos. Mesmo assim, o Palm Z22 continua a ser vendido. E por um preço que, embora congelado [...]

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Uma colega de trabalho perguntou se um Palm Z22 seria adequado para usar no dia-a-dia. Disse que sim, a julgar pelo que ela sabia de computadores e do uso que ela faria dele.

Isso foi há cerca de 7 anos. Mesmo assim, o Palm Z22 continua a ser vendido. E por um preço que, embora congelado no tempo (pouco menos de 400 reais), tornou-se caro diante de outros gadgets que fazem bem mais, por menos.

Por que falar dele agora? Bem, chegou à minha caixa postal uma oferta da loja virtual da Palm: um Z22, mais duas capinhas de silicone, por 359,10 reais, ou em 9 prestações de 39,90.

Apesar de ter um design que ainda captura minha atenção, fica a pergunta: quem gastaria quase 400 reais num micrinho de bolso que não tira fotos, não faz ligações, não tem Wi-Fi nem é expansível com cartões de memória?

Estranho, não?

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Dúvida em Exatas? Pergunte ao Alpha

Criadora de um dos melhores softwares de álgebra simbólica que existem – o Mathematica -, a Wolfram Research abriu um importante flanco num território tão interessante quanto inexplorado: o do conhecimento computacional sistematizado. É como a Wolfram chama o Alpha, seu novo site de pesquisas.
Pense nele como um oráculo especializado – no caso que nos [...]

Criadora de um dos melhores softwares de álgebra simbólica que existem – o Mathematica -, a Wolfram Research abriu um importante flanco num território tão interessante quanto inexplorado: o do conhecimento computacional sistematizado. É como a Wolfram chama o Alpha, seu novo site de pesquisas.

Pense nele como um oráculo especializado – no caso que nos interessa, em Exatas, mas que vai tentar responder a qualquer questão que for apresentada. Você digita sua dúvida na caixa de pesquisa, dá enter e espera. Em segundos, o site vai lhe apresentar tudo o que sabe sobre o termo em questão. É uma espécie de primo highbrow do Google.

Testamos o serviço com alguns tópicos de Física, Química e Matemática, e o resultado foi bastante interessante. No exemplo abaixo, digitamos a função sen (a+b), e o Alpha nos deu o gráfico da função, a identidade trigonométrica (sen a . cos b + sen b . cos a) e sua representação como série e como integral.

No caso de Física, digitamos “earth mass moon mass” e aprendemos que a massa da Terra é aproximadamente 81 vezes maior que a massa da Lua. Com “saturn density earth density”, descobrimos que a Terra é 8 vezes mais densa que o planeta dos anéis.

Em Química, digitamos “trinitrotoluene” (nome do explosivo TNT) e obtemos a expressão química, a estrutura molecular, os pontos de fusão e ebulição, calores específicos e diversas outras informações. Para “water” (água) temos tudo isso e mais a tensão de superfície e o índice de refração, além do útil diagrama de fases que temos de consultar em certas aulas de Termodinâmica e que nos mostra o “ponto triplo”, em que o sólido, o líquido e o gasoso convivem em harmonia (desde que submetidos à pressão correta).

Nossa conclusão: gostamos muito da iniciativa, e acreditamos que ela vá melhorar muito. Uma dificuldade é que, para usá-la, é preciso dominar termos em inglês. Mas quem ultrapassar esse obstáculo terá acesso a uma ferramenta extremamente útil tanto para quem aprende como para quem ensina – e com a confiabilidade característica dos produtos da Wolfram Research.

(Thanks ao Zumo Blog pela dica!)

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W7010, o netbook da Itautec, tem 3G opcional

Alguém notou que a Itautec também tem netbook? Pois é, tem sim – e pode ser encontrado por cerca de R$ 1.700, que é o preço de um notebook completo.
E o que é que ele tem de mais? A julgar pela configuração divulgada, quase nada – mas há pelo menos uma surpresa agradável, como veremos.
Para [...]

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Alguém notou que a Itautec também tem netbook? Pois é, tem sim – e pode ser encontrado por cerca de R$ 1.700, que é o preço de um notebook completo.

E o que é que ele tem de mais? A julgar pela configuração divulgada, quase nada – mas há pelo menos uma surpresa agradável, como veremos.

Para começar, a Itautec parece ter seguido à risca a receita de como se faz um netbook. O processador é um Atom N270, a memória é um pente de 1 GB (bus de 533 MHz) e o disco rígido (SATA) tem 160 gigas.

Ah, e o sistema é o Windows XP Home para netbooks. Isso quer dizer que, embora o W7010 aceite até pente de 2 GB, o Windows só vai usar 1 GB. E pelo mesmo motivo contratual o HD é limitado a 160 gigas.

A tela, LCD tipo widescreen, tem 10,1 polegadas, com resolução máxima de 1.024 x 600 pixels. O controlador gráfico é o GL945GSE, integrado ao chipset. Sobre a tela há uma funcional webcam CMOS de 1,3 megapixels.

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E as expansões? Bem, aqui está a surpresa. Além de USB e de leitor de cartões de memória, o W7010 tem 2 slots Mini PCI Express, o que permite – em tese – o uso de cartões HSDPA para acesso à internet 3G das operadoras de celular.

De resto, mais do mesmo: o teclado é ABNT (português brasileiro) e a bateria tem 4 células e fornece 2.200 mAh. Com ela, o peso do netbook fica em 1,3 quilos.

Nossa conclusão: sem dúvida, os slots Mini PCI são o grande trunfo deste modelo. O XP Home pré-instalado deve agradar a quem não abre mão da fartura de softwares para Windows. E não se pode esquecer que o micrinho terá o suporte da Itautec (devidamente incluído no preço, claro).

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Um cabo, um note. E 2 TKs voltam à vida

Quem acompanha este Versão Zero conhece nossa admiração pelos micros de 8 bits. Por isso, compartilhamos aqui dois momentos de glória, em que demos vida a máquinas que fizeram a festa de muita gente na década de 1980. Confira.

TK2000 com “Hero” – O TK2000 foi fabricado pela empresa paulista Microdigital a partir de 1984. Era [...]

Quem acompanha este Versão Zero conhece nossa admiração pelos micros de 8 bits. Por isso, compartilhamos aqui dois momentos de glória, em que demos vida a máquinas que fizeram a festa de muita gente na década de 1980. Confira.

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TK2000 com “Hero” – O TK2000 foi fabricado pela empresa paulista Microdigital a partir de 1984. Era para ser compatível com o Apple II+, mas com algumas diferenças que impediam o uso direto de acessórios e periféricos deste último. A versão que temos é a TK2000 II, lançada em 1985, que tinha 64 Kb de memória. Como não temos drive de disquete (a interface é raríssima de achar), temos que carregar programas usando as portas de cassete Ear e Mic do TK. Obtivemos, na internet, o arquivo de áudio do jogo “Hero”. Com ajuda de um emulador do TK2000 feito em Java e de um cabinho de áudio mono, conseguimos “tocar” o tal arquivo a partir de um notebook e “ouvi-lo” no TK, como se estivéssemos usando uma fita cassete. Após algumas tentativas, deu certo. Embora a imagem ficasse mais nítida usando a saída Monitor, optamos pela saída TV para obter o som do game.

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TK85 com 3D Monster Maze – Mesmo notebook, mesmo cabinho de áudio… E um programa diferente, também em Java, que “toca” arquivos binários de áudio. Foi assim que conseguimos carregar, num TK85 de 16 Kb, o programa “3D Monster Maze”, um cĺássico dessa plataforma. Este, aliás, é um TK que foi “tunado” pelo próprio Versão Zero, pois conta com saída de vídeo composto (os originais tinham saída RF). Note que a baixa resolução do micrinho da Microdigital (64 x 44 pontos) não impediu que o programador emulasse um ambiente tridimensional. O desafio do jogo, feito para o Sinclair ZX81, é escapar do labirinto sem ser pego pelo Tiranossauro Rex. Mesmo sem som e em preto e branco, o joguinho tem lá seu suspense – e a jogabilidade até surpreende, dadas as limitações extremas de hardware. O TK, acredite, tinha um processador de 3,25 MHz.

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Mais ágil, novo “Star Trek” respeita fã

Poucas séries de TV capturaram tão bem -e por tanto tempo- a imaginação dos fãs de tecnologia como “Star Trek”. Produzida no fim dos anos 60, época em que o homem chegou à Lua, a série -chamada no Brasil de “Jornada nas Estrelas”- teve vida curta: apenas três temporadas. Mas a fabulosa receptividade entre o [...]

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Poucas séries de TV capturaram tão bem -e por tanto tempo- a imaginação dos fãs de tecnologia como “Star Trek”. Produzida no fim dos anos 60, época em que o homem chegou à Lua, a série -chamada no Brasil de “Jornada nas Estrelas”- teve vida curta: apenas três temporadas. Mas a fabulosa receptividade entre o emergente grupo de nerds dos anos 1970 deu à saga uma sólida sobrevida, tanto na TV quanto no cinema. A última sequência para a telona, chamada simplesmente de “Star Trek”, chega aos cinemas do Brasil nesta sexta (8/5) prestando o devido respeito à série original, mas sem esquecer as inovações necessárias para cativar audiências que, à época da série original, nem tinham nascido.

O novo “Star Trek” tem como diretor J.J.Abrams, o produtor de “Lost” e “Fringe”. Abrams nasceu em 1966, mesmo ano em que a série original estreou nos EUA. Agradar a uma legião de fãs formada em 40 anos de exibição não seria mesmo fácil, mas Abrams conseguiu. Os atores escolhidos -Chris Pine como Kirk, Zachary Quinto como Spock e Karl Urban como o médico McCoy- convencem como as versões imberbes dos heróis do seriado. Quem assistir ao filme com olhar mais atento verá que o filme ainda paga tributo à série original por meio da sonoplastia (os sons do teletransporte, dos comunicadores, do alerta vermelho e da nave são os mesmos) e de certos takes dos rostos dos personagens (que às vezes parecem aquelas pausas que serviam de deixa para a entrada dos comerciais).

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No campo das inovações, não dá para deixar de notar a liberalidade sexual dos personagens (a jovem Uhura, como pivô de um triângulo amoroso, é uma saborosa surpresa). Além disso, há o design renovado dos cenários, das ferramentas e da nave Enterprise, que ganhou painéis touch screen por todo o lado (os da série tinham botões deslizantes). Outra “novidade” foi a inserção de marketing de empresas como Nokia e Budweiser, além da breve aparição do carro elétrico californiano Aptera (que o Versão Zero já tinha apontado aqui). Coisa, aliás, difícil de se conseguir em filmes de ficção, e cujo maior exemplo é “2001 – Uma Odisséia no Espaço” e sua nave da PanAm (empresa que tristemente não chegou a ver o raiar de 2001, pois faliu antes, em 1991).

Ainda é cedo para saber se este “Star Trek” ficará nas mentes dos fãs, tal como ocorreu com o primeiro “Star Trek” para o cinema, de 1979, ou se será esquecido. Sem dúvida, Abrams deixou sua marca (a reviravolta causada por viagens no tempo, marca deste “S.T.”, parece ter sido transplantada de “Lost”). Nossa aposta é que este “Star Trek”, com personagens mais irascíveis e ação na dose certa, veio para ficar. Se estamos certos? Só o tempo dirá.

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