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Relógio binário, o acessório que faltava

Quando todos parecem usar as mesmas coisas, não é fácil se destacar na multidão. Mas há alternativas – e uma delas é o relógio binário.

Num tempo em que todos parecem usar as mesmas coisas, não é fácil se distinguir da multidão. Mas há alternativas – e uma delas é o relógio binário.

Este relógio chinês da marca Kalelco (hein?) se tornou o símbolo de uma pequena saga. Ele foi comprado na loja virtual Deal Extreme em 15 de outubro de 2009, pelo equivalente a 15 reais (com frete incluso, como todo produto desta loja – não me pergunte como eles conseguem).

Pois bem: ele só foi chegar ao endereço no Brasil 3 meses depois de pedido. Sinal de que a fábrica de Papai Noel na China trabalhou bastante neste Natal. Na verdade, já havíamos perdido as esperanças de recebê-lo, colocando a perda na conta da Receita Federal ou da triagem dos Correios.

Mas que nada. Ele chegou. E, ao contrário do que sugere a foto, não é pequeno. Sua caixa de aço esmaltado tem 4,3 x 4 cm, tamanho suficiente para se destacar em qualquer pulso. A correia, no entanto, é curta – de ponta a ponta, o relógio mede 23 cm, mas a distância entre o fecho e o último ajuste é de apenas 20,5 cm.

Seu design privilegia a funcionalidade – um jeito elegante de dizer que, aos olhos de muitos, é feio. Mas o que importa mesmo é que ele faz o que promete: mostra hora e data em formato binário, com LEDs que representam zeros e uns. Há outros três LEDs que indicam os períodos AM e PM e o modo calendário.

A leitura exige rapidez. Os LEDs não ficam acesos o tempo todo; só aparecem quando você aperta o botão, como um bom relógio LED. A faixa superior de luzes indica a hora; a inferior, os minutos. O painel já traz os valores de cada luz, portanto para saber a hora basta somar os valores dos LEDs acesos.

No caso acima, por exemplo, são 2 horas e 32 + 16 + 8 + 2 + 1 = 59 minutos. Note que os valores não são arbitrários: na base binária, esse número seria 111011. Lembre-se de base decimal: no número 123, o 1 representa 100, ou 1 x 10² (a primeira posição, da direita para a esquerda, é o zero). No número binário, a conta é parecida, mas com 2 em vez de 100: 10, por exemplo, representa 1 x 2¹ = 2.

As queixas em relação à encomenda são poucas, mas significativas. Primeira: não há manual. Você deve procurar as instruções de ajuste na internet – felizmente, uma alma caridosa publicou um comentário no Deal Extreme com dicas de como acertar data e hora. Segunda: a qualidade não é 100%. Embora caixa e pulseira sejam até confortáveis, nossa unidade apresentou defeito no botão Set. Ele não chegava até o contato do mecanismo do relógio, e para acertar a hora foi preciso desmontá-lo e apertar o botão literalmente na unha.

Há rumores que esse relógio faça mais do que mostrar hora e data. O Versão Zero descobriu, por exemplo, que é possível alternar as cores do LED entre vermelho e azul para data e hora (se a data é vermelha, a hora é azul, e vice-versa). Dizem que há ainda um alarme, mas não pudemos confirmar. Cronômetro? Duvidamos.

No entanto, como acessório geek/nerd, o relógio binário de 15 reais e com prazo de entrega de até 3 meses cumpre o prometido. E acredite, conhecemos mulheres que acharam o bicho até fashion. Vá entender.

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Seis dicas básicas para enfrentar o apagão

De repente, sua casa fica sem luz. Será o fusível ou uma pane na rede de distribuição de energia de todo o país? Nada de pânico. Resgate seu velho arsenal de gadgets de alta (e de baixa tecnologia) e mantenha-se à frente da manada. Conheça o que não pode faltar num kit antiapagão.
1. Lanterna com [...]

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De repente, sua casa fica sem luz. Será o fusível ou uma pane na rede de distribuição de energia de todo o país? Nada de pânico. Resgate seu velho arsenal de gadgets de alta (e de baixa tecnologia) e mantenha-se à frente da manada. Conheça o que não pode faltar num kit antiapagão.
1. Lanterna com pilhas. Não há item mais low-tech que esse, mas é o básico de qualquer kit de emergência para apagões. É mais seguro que velas e fósforo, mas ela deve ser guardada em uma gaveta ou armário que você possa encontrar facilmente no escuro. Prefira as que usam pilhas AA, que podem ser aproveitadas dos controles remotos da sala.
2. Rádio portátil com pilhas – Quando tudo o mais falha, o rádio torna-se o que sempre foi: um dos melhores e mais rápidos meios de comunicação (além da internet, claro). Um rádio portátil ligado no noticiário vai aplacar a ansiedade e fará com que todos pelo menos tenham algo para fazer em meio ao breu.
3. Telefone comum – Ok, telefones sem fio e displays que identificam a chamada são bacanas, mas quando falta luz e tudo que se quer é fazer uma chamada, os telefones comuns, que funcionam apenas com a energia fornecida pela linha telefônica e custam menos de 30 reais, são a melhor – senão a única – opção de avisar a família de que tudo está bem.
4. Celular. É o coringa do kit. Mesmo que não sirva navegar pela internet ou para completar chamadas (na noite de ontem, muitas operadoras simplesmente saíram do ar por sobrecarga ou falha de energia nas estações radiobase), um celular com rádio FM ou com TV digital poderá ao menos servir para manter-se informado.
5. Notebook com bateria carregada (total ou parcialmente). Pode ser de grande ajuda, principalmente se você tem um modem 3G (embutido ou na forma de pen drive) ou um sintonizador de TV digital. Ele lhe garantirá até quatro horas de entretenimento e de informação, até que a luz volte ou que você caia no sono – o que ocorre primeiro.
6. Sintonizador de TV digital (em forma de pen drive USB). A baixa resolução desses sintonizadores de 150 reais já foi muito criticada, mas é numa emergência que se descobre o valor do aparelhinho. Mesmo no escuro, pudemos assistir ao jornal da TV e aos programas de fim de noite, como fazíamos na época em que tínhamos fornecimento regular de eletricidade.

De repente, sua casa fica sem luz. Será o fusível ou uma pane na rede de distribuição de energia de todo o país? Nada de pânico. Resgate seu velho arsenal de gadgets de alta (e de baixa tecnologia) e mantenha-se à frente da manada. Conheça o que não pode faltar num kit antiapagão.

1. Lanterna com pilhas. Não há item mais low-tech que esse, mas é o básico de qualquer kit de emergência para apagões. É mais seguro que velas e fósforo, mas ela deve ser guardada em uma gaveta ou armário que você possa encontrar facilmente no escuro. Prefira as que usam pilhas AA, que podem ser aproveitadas dos controles remotos da sala.

2. Rádio portátil com pilhas. Quando tudo o mais falha, o rádio torna-se o que sempre foi: um dos melhores e mais rápidos meios de comunicação (além da internet, claro). Um rádio portátil ligado no noticiário vai aplacar a ansiedade e fará com que todos pelo menos tenham algo para fazer em meio ao breu.

3. Telefone comum. Ok, telefones sem fio e displays que identificam a chamada são bacanas, mas quando falta luz e tudo que se quer é fazer uma chamada, os telefones comuns, que funcionam apenas com a energia fornecida pela linha telefônica e custam menos de 30 reais, são a melhor – senão a única – opção de avisar a família de que tudo está bem.

4. Celular. É o coringa do kit. Mesmo que não sirva navegar pela internet ou para completar chamadas (na noite de ontem, muitas operadoras simplesmente saíram do ar por sobrecarga ou falha de energia nas estações radiobase), um celular com rádio FM ou com TV digital poderá ao menos servir para manter-se informado.

5. Notebook com bateria carregada (total ou parcialmente). Pode ser de grande ajuda, principalmente se você tem um modem 3G (embutido ou na forma de pen drive) ou um sintonizador de TV digital. Ele lhe garantirá até quatro horas de entretenimento e de informação, até que a luz volte ou que você caia no sono – o que ocorre primeiro.

6. Sintonizador de TV digital (em forma de pen drive USB). A baixa resolução desses sintonizadores de 150 reais já foi muito criticada, mas é numa emergência que se descobre o valor do aparelhinho. Mesmo no escuro, pudemos assistir ao jornal da TV e aos programas de fim de noite, como fazíamos na época em que tínhamos fornecimento regular de eletricidade.

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Caneta tabuada, mais um gadget low-tech

Lápis tabuada é coisa de lamer. Já existe a caneta tabuada, a mais recente maravilha do mundo low-tech. Esta aqui foi comprada por mísero 1 real num vagão de trem da CPTM de São Paulo (onde mais?) e substitui com vantagens a versão impressa, que era vendida com o curioso nome de “Tabuada 2008″ (oxalá [...]

caneta tabuada peq

Lápis tabuada é coisa de lamer. Já existe a caneta tabuada, a mais recente maravilha do mundo low-tech. Esta aqui foi comprada por mísero 1 real num vagão de trem da CPTM de São Paulo (onde mais?) e substitui com vantagens a versão impressa, que era vendida com o curioso nome de “Tabuada 2008″ (oxalá a versão 2009 nunca venha a sair).

Instrumento didático dos mais valiosos, ela tem a vantagem de não ter seu valor diminuído ao longo do uso, como acontece com o lápis tabuada depois de apontado sucessivas vezes. Só não é o par perfeito para a caneta tabela periódica porque ambas têm tinta azul – ei fabricantes, que tal oferecerem opção de cores?

Leia também:

>> Caneta calendário já era. Vem aí a caneta recado

>> Caneta calendário, um gadget low-tech

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Cobol: faltam mesmo programadores?

Dizer que no Brasil faltam profissionais para computadores de grande porte, os chamados mainframes, tornou-se lugar comum. Ainda mais quando se lembra que há um grande investimento nessas máquinas no país. O IDC nos aponta como o sexto maior mercado mundial de mainframe, perdendo apenas para EUA, Japão, Alemanha, França e Itália (não necessariamente nesta [...]

apinfo programador cobol grafico

Dizer que no Brasil faltam profissionais para computadores de grande porte, os chamados mainframes, tornou-se lugar comum. Ainda mais quando se lembra que há um grande investimento nessas máquinas no país. O IDC nos aponta como o sexto maior mercado mundial de mainframe, perdendo apenas para EUA, Japão, Alemanha, França e Itália (não necessariamente nesta ordem). Mas isso não quer dizer que as empresas aceitem qualquer profissional.

Além da tradicional linguagem Cobol, os empregadores – na maioria, contratantes de mão-de-obra para grandes empresas – exigem conhecimentos de bancos de dados Adabas, Oracle e DB2, JCL (linguagem de execução batch de ambientes IBM – um tipo de arquivo de comandos DOS para mainframe) e CICS.

Para quem aprendeu Cobol na faculdade usando um compilador no PC, as chances não são boas. E gente assim não falta. Uma pesquisa rápida no site Apinfo, espécie de caderno de empregos para profissionais de TI, revela que há mais de mil profissionais aptos a programar em Cobol – 1.402, segundo levantamento de 2 de setembro -, e a maioria deles está no Estado de São Paulo (ver gráfico).

Vagas raras

Ora, se há tantos profissionais disponíveis, por que o discurso de escassez se propaga com tanta facilidade? Bem, é preciso admitir que muitos desses profissionais podem estar empregados em atividades ligadas a mainframes. Mesmo assim, o número de candidatos inscritos no site Apinfo é bem maior que a oferta de vagas, que raramente ultrapassa 3 por dia.

Há, porém, mais um fator: o da distribuição geográfica. Em número de profissionais, São Paulo parece terrivelmente saturada: dos 1.402 currículos de programador Cobol no site Apinfo, 1.168 têm base no Estado. O segundo Estado com mais oferta de profissionais, o Paraná, conta com menos de 100 currículos. Apenas 7 Estados têm mais de 10 currículos cadastrados.

Tiramos daí duas conclusões. A primeira é que as empresas parecem buscar um profissional que já não existe mais, e se recusam a treinar ou a aceitar pessoas com menos experiência (sinal de falta de tolerância?). A segunda é que, para quem tem essa experiência, sair de São Paulo pode ser um bom negócio – em muitos Estados do Norte e do Nordeste, a oferta de programadores Cobol é zero. Quem topa?

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Uma bateria universal para qualquer notebook

Quase todo mundo concorda: a bateria é o ponto fraco dos notebooks. Sua vida útil é determinada por ciclos de carga e descarga; quando estão perto do fim, elas seguram muita pouca carga – e uma bateria nova sai tão cara que a alternativa mais racional será comprar um portátil novo.
Bem, nem sempre. Uma saída [...]

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Quase todo mundo concorda: a bateria é o ponto fraco dos notebooks. Sua vida útil é determinada por ciclos de carga e descarga; quando estão perto do fim, elas seguram muita pouca carga – e uma bateria nova sai tão cara que a alternativa mais racional será comprar um portátil novo.

Bem, nem sempre. Uma saída são as baterias ditas universais, chamadas assim porque podem ser usadas pela maioria das marcas de notebooks. A NoteShip, da Leadership, é uma delas. Ela entrega tensões de corrente contínua na faixa entre 16 e 19 volts, e promete autonomia de até 4 horas.

O problema, aqui, é o peso. A bateria externa NoteShip pesa pouco mais de meio quilo – que, obviamente, deverá ser carregado junto com o note. Para piorar, você irá querer uma mesa sempre que abrir o micro.

A bateria externa NoteShip pode ser encontrada por R$ 369. Mais informações pelo (0800) 722-2208.

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Teste: Seagate Free Agent Go

Já vimos muitas formas de armazenar dados para viagem, de gavetas com HD destacáveis do gabinete do PC a pen drives do tamanho da unha do polegar. Mas poucas tão elegantes quanto o Seagate Free Agent Go. O disco rígido externo, que permite levar no bolso 250 gigabytes (232,9 gigas livres, no formato NTFS), foi [...]

Um HD de 250 gigas que cabe no bolso

Um HD de 250 gigas que cabe no bolso

Já vimos muitas formas de armazenar dados para viagem, de gavetas com HD destacáveis do gabinete do PC a pen drives do tamanho da unha do polegar. Mas poucas tão elegantes quanto o Seagate Free Agent Go. O disco rígido externo, que permite levar no bolso 250 gigabytes (232,9 gigas livres, no formato NTFS), foi testado pelo Versão Zero.

Sob pretexto de ilustração (já que comparar seria covardia), tiramos do limbo nosso minichassi de disco rígido externo – comprado no eBay há pouco mais de um ano por menos de 20 reais, frete incluso, e que eventualmente tem servido nosso netbook Eee PC (sobre o qual comentamos aqui) -  e o colocamos ao lado do Go.

O genérico (E) e o de grife: sem comparação

O genérico (E) e o de grife: sem comparação

A diferença é enorme. Para começar, o Free Agent Go é uma unidade lacrada – a do eBay vem oca, para que você mesmo instale seu HD de notebook, e a tampinha do estojo sequer fecha com firmeza.

Tem mais. A base do Free Agent tem textura emborrachada antideslizante. Suas laterais são de um preto brilhante, no estilo piano. E o topo, preto fosco, traz um emblema reluzente e uma curiosa sequência de buraquinhos que, ao ligar o Free Agent, se iluminam de forma pulsante, no ritmo das leituras e das gravações. Chique, não?

LED: a diferença está nos detalhes

LED: a diferença está nos detalhes

O que vem na caixa

O Free Agent Go vem num blister compacto. Dentro, além do drive, você recebe um cabo USB, o termo de garantia e um guia ilustrado de instalação rápida (em inglês). No disco, há um manual em PDF com versões para diversas línguas, incluindo o português de Portugal (no site já há uma versão brasileira – veja abaixo).

Dada a facilidade de instalação, o guia é praticamente desnecessário, a não ser para lembrá-lo de que existe uma estação de acoplamento opcional, útil para quem quiser deixar o Free Agent em pé na mesa. O impresso nos diz que a garantia é de 5 anos. E o cabo USB tem 45 cm de ponta a ponta – bem que poderia ser mais longo.

Ter 250 gigabytes para sair por aí é uma comodidade e tanto. Mas é preciso paciência, pois copiar arquivos leva tempo. Nossa primeira cópia até que foi rápida. Uma pasta de 11 gigas levou cerca de 15 minutos, e isso com um ambiente Vista + notebook Turion X2 + USB 2.0.

A taxa de transferência, nesse primeiro ambiente, nos surpreendeu: a cópia começou com 2 megabytes/s e terminou com 17 MB/s. A 8 bits por byte, isso dá aproximadamente 136 Mbits/s – rápido, mas bem aquém dos prometidos 480 Mb/s da tecnologia USB 2.0.

Sabemos que atingir essa marca não é tão simples, pois a performance depende de vários fatores. De qualquer modo, é muito, muito, muito melhor que o desempenho com portas USB 1.1 – nessa conexão, a mesma cópia levou mais de uma hora. Zzz.

Serviços? Chame o gerente

O Free Agent Go vem com um software, o Seagate Manager, que oferece quatro serviços: criptografia, backup, sincronização e configuração. Vamos a eles.

Software: em inglês, mas fácil de usar

Software: em inglês, mas fácil de usar

O serviço de criptografia permite criar uma pasta especialmente codificada, acessível apenas por senha. Um arquivo arrastado e solto sobre esta pasta será automaticamente codificado. A atualização da senha é feita pelo Seagate Manager.

Estranhamos poder apagar a pasta criptografada sem que tivéssemos a senha. Mas faz sentido: isso garante que você consiga reiniciar o serviço a partir do zero se a tiver esquecido.

O serviço de backup permite agendar cópias do conteúdo da pasta Meus Documentos ou de uma lista de pastas quaisquer, em horários predeterminados.

Cada backup programado ganha um “plano” (Backup Plan); pode-se criar tantos planos quantos quiser. Você pode escolher os dias da semana em que o backup será feito; também dá para definir o horário, mas será uma hora única para todos os dias. Opcionalmente, as cópias podem ser criptografadas.

Backup programado, dia a dia

Backup programado: com dia e hora certos

O interessante é que, se você escolher uma subpasta, toda a árvore de pastas será replicada dentro da pasta Seagate Backup – útil para saber de onde aquela informação veio.

O serviço de sincronização é uma espécie de backup instantâneo; sempre que um arquivo ou pasta sofrer alteração, a pasta-clone Seagate Sync será atualizada. A sincronização pode ser automática ou acionada mediante um clique no botão Sync Now.

A parte de configuração surpreende. Você pode ligar e desligar as luzes indicadores do aparelho; atualizar o software pré-instalado no drive; determinar o tempo para que o drive entre no modo de economia de energia; e executar um teste do drive, tarefa que leva cerca de um minuto.

Se por alguma razão for preciso formatar o Free Agent Go, como recuperar os utilitários? Bem, será preciso baixar, do site da Seagate, um arquivo compactado de 73 gigas (aqui). Descompacte-o, rode o programa reinstalador e pronto. Ela vem com uma versão do manual em português brasileiro, mas há um revés: a versão baixada não terá a funcionalidade da criptografia. Para obtê-la, será preciso solicitá-la, via email, à Seagate, informando o número de série do aparelho. Questão de segurança nacional dos EUA…

Entre celular e calculadora: compacto

Entre celular e calculadora: compacto

Nossa conclusão

No fim, fica-se com a impressão de que o Free Agent Go é mais que um disco externo. A possibilidade de criptografia de backup, do sincronismo e das pastas pessoais dificulta o acesso de terceiros a dados sigilosos. Ajuda o fato de que o Seagate Manager, mesmo tendo interface em inglês, é realmente fácil de usar, coisa rara em ferramentas de backup (se bem que quem usa Linux ou Mac não poderá usar o Manager; para Mac, há o Seagate Diagnostics).

É verdade que o Free Agent Go é mais incômodo de carregar do que um pen drive, mas a capacidade do disco conta a favor. O preço – R$ 599 na lista oficial, mas que pode chegar a R$ 430 em algumas lojas – não é lá uma pechincha. No entanto, se a comodidade de transporte e as facilidades de backup compensarem, o Free Agent Go poderá ser justamente o que você precisa.

O Free Agent Go pode ser encontrado nas cores preto, prata, vermelho e azul. Além do modelo de 250 gigas, há opções de 320 gigas (R$ 719) e 500 gigas (R$ 999). Já a estação de acoplamento custa R$ 65. Os preços são sugeridos e podem variar entre os pontos de venda.

Seagate Free Agent Go
Categoria Disco rígido externo USB
Capacidade 250 gigabytes (232,9 GB livres)
Interface USB 2.0
Acessórios Cabo USB 45 cm, software
Peso 180 gramas (aproximado)
Preço R$ 599 (sugerido)
Informações www.seagate.com/www/pt-br


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Como agasalhar seu notebook neste inverno

Mais que luxo, a personalização é uma necessidade humana. Custa crer que, no que diz respeito às engenhocas informáticas, essa necessidade tenha sido renegada por tanto tempo.
Isso mudou – e, talvez, até demais: a marca Skin for Fun acaba de anunciar a coleção Inverno de adesivos de personalização de notebooks e smartphones.
A linha Winter é [...]

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Mais que luxo, a personalização é uma necessidade humana. Custa crer que, no que diz respeito às engenhocas informáticas, essa necessidade tenha sido renegada por tanto tempo.

Isso mudou – e, talvez, até demais: a marca Skin for Fun acaba de anunciar a coleção Inverno de adesivos de personalização de notebooks e smartphones.

A linha Winter é composta de três padronagens de xadrez, com preços entre R$ 16,90 (celular) a R$ 49,90 (notebook). As peças podem ser encontradas em lojas como o Submarino, a Fast Shop e a Fnac, entre outras.

A relação completa das lojas, bem como os modelos disponíveis, podem ser conferidos aqui.

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Bíblia eletrônica, o gadget que faltava

Foi zapeando pelos canais obscuros da TV paga que encontrei o gadget (ou seria um GODget?) que faltava: a Bíblia Sagrada eletrônica, em formato de bolso e mantida por baterias.
O aparelhinho tem um pequeno teclado, tela LCD quadrada e traz a Bíblia em português, incluindo Antigo e Novo testamentos. Seu formato, quando fechada, é um [...]

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Foi zapeando pelos canais obscuros da TV paga que encontrei o gadget (ou seria um GODget?) que faltava: a Bíblia Sagrada eletrônica, em formato de bolso e mantida por baterias.

O aparelhinho tem um pequeno teclado, tela LCD quadrada e traz a Bíblia em português, incluindo Antigo e Novo testamentos. Seu formato, quando fechada, é um tanto inusitado – parece uma cruz.

biblia-sagrada-eletronica-2

Mas, como diria o locutor da TV, não é só isso… Ela funciona como relógio mundial, calendário, calculadora e agenda telefônica. Ah, ela também tem funções de conversão – de unidades, não de credo.

Duas coisas, contudo, nos intriga de verdade. A primeira são as opções de busca – limitadas, segundo a propaganda, a livro, capítulo e versículo. Seria interessante uma busca por ocorrência de palavras ou frases.

A outra é que não há indicação da versão da Bíblia utilizada no aparelho. A questão da tradução, da origem e da certificação do texto é fundamental para pesquisadores e estudiosos.

Dito tudo isso, consideramos que o aparelhinho é prático, mas talvez não valha os R$ 160 pedidos na loja virtual, aqui. Aos interessados, há várias versões online, uma das quais – em português – pode ser acessada aqui.

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GP08NU20, o novo drive óptico da LG

Os netbooks estão cada vez mais rápidos, com telas ainda melhores e HDs muito mais espaçosos. Ainda assim, eles vêm sem leitor/gravador de CD e DVD – é o preço da miniaturização.
É aí que entram as unidades ópticas externas. Basta uma porta USB livre para equiparar seu ultraportátil a qualquer notebook ou micro de mesa. [...]

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Os netbooks estão cada vez mais rápidos, com telas ainda melhores e HDs muito mais espaçosos. Ainda assim, eles vêm sem leitor/gravador de CD e DVD – é o preço da miniaturização.

É aí que entram as unidades ópticas externas. Basta uma porta USB livre para equiparar seu ultraportátil a qualquer notebook ou micro de mesa. A mais nova opção vem da LG: é o GP08NU20, um gravador e leitor externo com velocidade 8x (DVD-/+R) e que pesa pouco menos de 400 gramas.

O GP08NU20 se conecta ao PC via porta USB 2.0. As velocidades máximas de gravação são 8x (DVD-/+R) e 24x (CD-R). Oficialmente, os sistemas operacionais suportados são Windows Vista e XP, e os requisitos mínimos de hardware são um Pentium III com 256 MB de RAM.

As mídias aceitas pelo GP08NU20 são DVD-R, DVD-R DL, DVD-RW e DVD-RAM; DVD+R, DVD+R DL, DVD+RW, CD-R e CD-RW.

Além disso, ele vem com um CD com os programas Power Producer (edição e gravação de filmes em DVD); o YouCam, com efeitos especiais para uso em webcam; e o Norton Internet Security 2009, na versão teste de 60 dias.

O preço sugerido pela LG para venda do GP08NU20 é R$ 249. O GP08LU10, que continua à venda, tem o diferencial da função LightScribe e sai por R$ 299.

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Carro a hidrogênio terá projeto aberto na web

Se o carro do Pato Donald fosse redesenhado para o século XXI, talvez ficasse bem parecido com o Riversimple, carro urbano concebido na Inglaterra e que alcança cerca de 80 km/h com uma autonomia de cerca de 380 km.
Mas a novidade não está na potência nem no design e sim no combustível. O Riversimple anda [...]

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Se o carro do Pato Donald fosse redesenhado para o século XXI, talvez ficasse bem parecido com o Riversimple, carro urbano concebido na Inglaterra e que alcança cerca de 80 km/h com uma autonomia de cerca de 380 km.

Mas a novidade não está na potência nem no design e sim no combustível. O Riversimple anda com uma pequena célula de hidrogênio.

Para completar, o projeto todo será publicado na internet na forma de código aberto, disseram seus desenvolvedores ao jornal inglês The Guardian.

Segundo os idealizadores, o projeto foi tocado em cooperação com as universidades de Oxford e Cramfield e consumiu 500 mil libras. O protótipo apresentado à imprensa obtém hidrogênio a partir de gás natural.

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