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TV LCD da Lenoxx, a tela fina para copa e cozinha

TV de tela fina é bacana na sala, mas que opções temos para assistir à novela na cozinha? Uma opção é a TV650, da Lenoxx. O aparelho tem tela de 7 polegadas e capta o sinal analógico da TV (que, no Brasil, ainda vai funcionar por pelo menos 10 anos). Como se não bastasse, ela [...]

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TV de tela fina é bacana na sala, mas que opções temos para assistir à novela na cozinha? Uma opção é a TV650, da Lenoxx. O aparelho tem tela de 7 polegadas e capta o sinal analógico da TV (que, no Brasil, ainda vai funcionar por pelo menos 10 anos). Como se não bastasse, ela ainda pode servir como monitor de videogames ou de micros antigos graças a sua entrada A/V.

A descrição diz que também funciona como monitor de vídeo, mas dificilmente alguém irá querer usá-la deste jeito (a não ser para testes). O preço da TV650 na loja virtual Saraiva é R$ 399, mas com desconto por sair por R$ 349.

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A mina dos efeitos especiais de TV

Achou genial a abertura da minissérie “Capitu” (TV Globo), com aquelas texturas que imitam cartazes de rua?
Pois de onde ela veio, tem muito mais.
A abertura é criação do Vetor Zero, um estúdio paulistano com tradição em computação gráfica.
É coisa deles, por exemplo, a tartaruga da Brahma. A laranja enamorada da Coca-Cola. Os pingüins do Halls. [...]

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Achou genial a abertura da minissérie “Capitu” (TV Globo), com aquelas texturas que imitam cartazes de rua?

Pois de onde ela veio, tem muito mais.

A abertura é criação do Vetor Zero, um estúdio paulistano com tradição em computação gráfica.

É coisa deles, por exemplo, a tartaruga da Brahma. A laranja enamorada da Coca-Cola. Os pingüins do Halls. O cartão de crédito do Unibanco. As lagartas da Gol. Ente tantas outras.

Para conferir tudo que já fizeram, nem precisa ir ao YouTube. É só visitar o site deles, aqui, e escolher Trabalhos. Vale a pena.

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Discovery conta a história da web

A internet nasceu ontem. Mesmo assim, já tem uma história – e das boas, rechada de embates e intrigas. É o que mostra A Internet (Download: The True Story of the Internet), série com 4 episódios produzida pelo canal americano Discovery.
Não interessa ao Discovery relembrar a origem militar da internet, coisa que, a essa altura, [...]

bom humor que dá liga à trama

Heilemann: bom humor que dá liga à trama

A internet nasceu ontem. Mesmo assim, já tem uma história – e das boas, rechada de embates e intrigas. É o que mostra A Internet (Download: The True Story of the Internet), série com 4 episódios produzida pelo canal americano Discovery.

Não interessa ao Discovery relembrar a origem militar da internet, coisa que, a essa altura, todos já sabem. O ponto de partida é a web de Tim Berners-Lee e Marc Andreessen – e, mais especificamente, a briga entre Netscape e Microsoft pelos corações e mentes dos usuários de navegadores.

A Internet estréia na TV em 11 de setembro. Eu assisti à pré-estréia do primeiro episódio no site do canal, e fiquei impressionado: é um documentário dinâmico, com um toque de suspense e simulações ao modo de Linha Direta.

O que valem são os depoimentos de ex-funcionários de empresas como Microsoft e Netscape; os detalhes sobre pontos obscuros, como a reunião de 1995 em que a Microsoft ofereceu parcos 1 milhão de dólares pela Netscape (o fundador, Jim Clark, disse que a Netscape lhe rendeu 2 bilhões); e cenas que nunca tinha visto – como a das evasivas de Bill Gates perante o tribunal que julgava abusos cometidos pela Microsoft.

E A Internet promete mais: Google, eBay, Amazon e redes P2P estão no cardápio dos próximos episódios. Assista – e, se puder gravar, grave. A narração é do bem-humorado jornalista John Heilemann, da Wired. Confira a programação completa:

1. A guerra dos navegadores – Qui, 11.set, 23h (Reprise: Dom, 14.set, 19h)

2. A pesquisa – Qui, 18.set, 23h (Reprise: Dom, 21.set, 19h)

3. eBay e Amazon – Qui, 25.set, 23h (Reprise: Dom, 28.set, 19h)

4. O Futuro Digital – Qui, 2.out, 23h (Reprise: Dom, 5.out, 19h)

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Danica, atriz e… Matemática

A moça da foto bem que poderia ser a musa dos nerds. Bacharel em Matemática Pura pela UCLA e autora de dois livros sobre o tema, Danica McKellar é mais conhecida pelo trabalho como atriz.
Não reconhece? Danica foi a Winnie Cooper do nostálgico seriado Anos Incríveis (The Wonder Years), exibido pela TV Cultura de [...]

Ela deriva e integra. E você?

Ela deriva e integra. E você?

A moça da foto bem que poderia ser a musa dos nerds. Bacharel em Matemática Pura pela UCLA e autora de dois livros sobre o tema, Danica McKellar é mais conhecida pelo trabalho como atriz.

Não reconhece? Danica foi a Winnie Cooper do nostálgico seriado Anos Incríveis (The Wonder Years), exibido pela TV Cultura de São Paulo na década de 90.

Nascida em 1975, Danica tinha 13 anos quando começou a atuar na série. Hoje, com 33, ela divide o trabalho em frente às câmeras com a divulgação dos livros – a saber, Math Doesn’t Suck, de 2007, e Kiss My Math, lançado em agosto.

Em Math Doesn’t Suck, Danica promete ajudar as meninas a sobreviver à matemática do High School (o Ensino Médio americano) “sem quebrar as unhas nem perder a cabeça”.

Kiss My Math mistura tópicos de pré-álgebra (que, para nós, é a matemática dos últimos ciclos do Ensino Fundamental) com questões de comportamento, carreira, amigos e atitude – sua capa é o cruzamento entre um livro-texto escolar e a revista Capricho.

Um detalhe curioso: há quatro anos, comprei um livro de matemática – The Idiot’s Guide to Calculus, de W. Michael Kelley – sem nunca notar que, impresso na orelha, havia uma recomendação assinada por Danica…

A menina Winnie Cooper e um figurante

A menina Winnie Cooper e um figurante

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Entrevistas do “Roda Viva”, agora na internet

Taí um gasto de dinheiro público sobre o qual não se pode reclamar. As entrevistas feitas pelo programa “Roda Viva”, da TV Cultura, estão sendo transcritas e publicadas no site Memória Roda Viva, uma iniciativa conjunta da TV Cultura, Unicamp e Fapesp.
Leia mais sobre memória da TV
>> Globo escreve suas memórias na web
No acervo atual, [...]

Taí um gasto de dinheiro público sobre o qual não se pode reclamar. As entrevistas feitas pelo programa “Roda Viva”, da TV Cultura, estão sendo transcritas e publicadas no site Memória Roda Viva, uma iniciativa conjunta da TV Cultura, Unicamp e Fapesp.

Leia mais sobre memória da TV

>> Globo escreve suas memórias na web

No acervo atual, há pelo menos uma entrevista de interesse para quem se importa com os efeitos das tecnologias da informação sobre a sociedade (que é, também, um dos temas deste blog): a do sociólogo Manuel Castells, feita em 1999.

Nela, Castells anuncia o fim da privacidade, combate a idéia de que as novas tecnologias causam desemprego e aponta a defesa da ecologia como a semente de uma luta de resistência contra o capitalismo globalizante.

Mas há muito mais. Steve Ballmer, presidente da Microsoft e os filósofos Edgar Morin e Pierre Levy também passaram por lá e tiveram suas entrevistas transcritas.

Por enquanto, o site traz 205 entrevistas. A idéia é que todo o material exibido em mais de 20 anos de programa seja transcrito na íntegra. Que venham, então!

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Globo escreve suas memórias na web

Pode ser que as próximas gerações sejam irremediavalmente perdidas para a internet. Eu, não – antes da internet, já me havia perdido irremediavelmente para a TV.
Por isso, se você treme quando ouve a vinheta do Plantão da TV Globo, vai gostar de bisbilhotar no site Memória Globo, que acaba de ir ao ar. São dezenas [...]

Pode ser que as próximas gerações sejam irremediavalmente perdidas para a internet. Eu, não – antes da internet, já me havia perdido irremediavelmente para a TV.

Por isso, se você treme quando ouve a vinheta do Plantão da TV Globo, vai gostar de bisbilhotar no site Memória Globo, que acaba de ir ao ar. São dezenas de fotos, vídeos, biografias, fichas técnicas e depoimentos que, vistos na sua totalidade, dão uma idéia da importância que esta emissora teve na história recente do país.

É certo que muita coisa ficou de fora, mas felizmente os fatos mais importantes não foram esquecidos. Como o papel da Globo nos episódios da apuração de votos nas eleições para governador do Rio de Janeiro em 1982, ou a edição do debate entre os então candidatos Collor e Lula às vésperas das eleições para presidente em 1989.

Boa parte dessa informação deve ser lida como o depoimento do “outro lado”, sem dúvida. Mas tem muito mais. Para dar uma idéia das pérolas que podem ser encontradas lá, reproduzo texto sobre um programa humorístico chamado Bairro Feliz, exibido em 1965. Confira muito mais no site.

No quadro da escola de samba, Grande Otelo era acompanhado pelo conjunto Os Originais do Samba, que tinha entre seus integrantes o cabo da Aeronáutica Antônio Carlos. Ele participava do programa sem o conhecimento dos seus superiores e, por isso, tentava se manter o mais escondido possível em cena, até que teve um ataque de riso durante um dos programas, quando Grande Otelo deixou cair no chão um livro onde havia guardado o script, porque não havia decorado o texto. Desconcertado, o comediante olhou para o sambista, que era negro, calvo e sem pelos no rosto, e fuzilou: “Tá rindo de quê, ô mussum?” levando a platéia às gargalhadas. “Mussum” era o nome de uma enguia preta e sem escamas. Milton Gonçalves conta que Antônio Carlos passou algumas semanas irritado com o apelido, mas acabou adotando-o como nome artístico, com o qual entraria para o grupo Os trapalhões e para a história do humor brasileiro.

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