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Proview teve falência decretada, indica site

Empresa fez história ao aceitar desafio do governo de lançar conversor popular para a TV Digital brasileira.

Uma reprodução de uma decisão judicial publicada pelo site Jusbrasil indica que a Proview Eletrônica da Amazônia teve falência decretada em setembro de 2010.

É pena. A empresa fez história no Brasil ao aceitar o desafio proposto pelo Ministério das Comunicações de fabricar um conversor digital de baixo custo, para popularizar o Sistema Brasileiro de TV Digital.

De quebra, lançou o PC81001, um netbook por menos de 1 000  reais em uma época que o portátil mais barato saía por bem mais que isso. O modelo teve até um teste publicado aqui no Versão Zero, o que reuniu compradores em busca de informações e dicas.

Segundo a reprodução do Jusbrasil, a empresa tentou apresentar um plano de recuperação, porém os credores – bancos e fornecedores – não aceitaram, restando à Justiça decretar a falência da empresa.

O curioso é que até hoje encontramos os conversores digitais da Proview para venda. Alguns deles foram vistos em janeiro pelo Versão Zero na assistência técnica Stillvox (Rua Barão de Limeira, 1180, São Paulo).

Muitos outros ainda são oferecidos, em estado de novos, em sites de leilões como o Mercado Livre. Os preços começam em 99 reais. Mas, como se vê, não vai dar para contar com garantia de fábrica.

Reproduzimos aqui a sentença publicada pelo Jusbrasil (retirada, por sua vez, do Diário Oficial do Amazonas). O grifo no texto é nosso:

Pg. 45. Judiciário. Diário de Justiça do Estado do Amazonas (DJAM) de 10/09/2010

RELACAO Nº 0054/2010
ADV: RODRIGO VITALINO SILVA SANTOS (OAB 207945/ SP), CARLOS ALBERTO DA PENHA STELLA (OAB 40878/ SP) – Processo 0235482-25.2009.8.04.0001 (001.09.235482-4) – Recuperacao Judicial – Recuperacao judicial e Falência REQUERENTE: PROVIEW ELETRONICA DO BRASIL LTDA – Vistos, etc. PROVIEW ELETRONICA DO BRASIL LTDA, devidamente qualificada nos autos, mediante procurador e advogado regularmente constituido, propos a presente ACAO DE RECUPERACAO JUDICIAL em que pleiteia seja deferido o processamento da recuperacao de sua atividade economica em Juizo. Acompanharam a inicial os documentos de fls. 40/756. As fls. 758/760, foi deferido o processamento da recuperacao judicial da requerente e ordenada as diligencias previstas no art. 52 da Lei n. 11.101/05 (Lei de Falencias). Termo de compromisso assinado, as fls. 763, pelo administrador judicial nomeado. Elaborado o edital previsto no art. 52, §1º da supracitada lei, consoante fls. 764/768, e retificado as fls. 837/841. Parecer ministerial as fls. 775. As fls. 993, a requerente apresenta o plano de recuperacao judicial, fls. 994/1077. Compareceram aos autos, as fls. 1125/1127, fls. 1142/1144, fls. 1179/1195 e fls. 1862/1863, o Banco Bradesco, o Banco do Brasil, a empresa Sojitz Europe PLC e Spjitz Corporation e a Massa Falida da Sharp do Brasil S/A, respectivamente, para manifestarem objecao ao plano de recuperacao apresentado. As fls. 1128, o administrador judicial informa a publicacao do edital previsto no paragrafo unico do art. 53 da Lei de Falencias nos jornais ACritica, Diario do Amazonas e Amazonas em Tempo nos dias 06, 07 e 08 de novembro de 2009, fazendo juntada das respectivas vias originais. Retorna aos autos o administrador judicial, as fls. 1753/1756, para informar a publicacao do edital do quadro geral de credores, na forma do §2ºdo art. 7º da Lei de Falencias. Tendo em vista as objecoes manifestadas pelos credores e nos termos do art. 56 do mencionado diploma legal, este Juizo convocou, as fls. 2057/2058, a Assembleia-Geral de Credores para o fim de deliberar sobre o plano de recuperacao judicial e demais indagacoes constantes dos autos. As fls. 2186/2190, o administrador judicial fazjuntada aos autos da Ata da Assembleia-Geral de Credores realizada no dia 21/06/2010, em primeira convocacao, e da respectiva lista de presenca, na qual ficou consignada a rejeicao do plano de recuperacao judicial apresentado pela recuperanda. Parecer ministerial, as fls. 2611/2615, opinando pela imediata decretacao da falência e que os demais pedidos incidentes devem ser discutido no juizo falimentar. E o sucinto relatorio. DECIDO. Do cotejo dos autos, verifico que, no decorrer do processamento da recuperacao judicial, o plano apresentado pela requerente sofreu objecoes por parte de credores, tendo sido convocada Assembleia-Geral de Credores pelo Juizo, nos termos do art. 56 da Lei de Falencias. Consoante a ata da respectiva Assembleia-Geral, houve rejeicao, por unanimidade, dos credores ao plano apresentado, nao tendo sido aprovada a elaboracao de plano alternativo, pelo que, em consonancia com o parecer ministerial e nos estritos termos do art. 73, III, do mencionado diploma legal, e imperiosa a convolacao da presente recuperacao judicial em falência da requerente. Isto posto, DECRETO a FALÊNCIA da empresa PROVIEW ELETRONICA DO BRASIL LTDA, pessoa juridica de direito privado, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Juridica sob o n. 02.826.274/0001-60, estabelecida nesta Capital, na Avenida Autaz Mirim, n. 1030, Bloco 05 Distrito Industrial, CEP. 69075-155, cujo socio administrador e o Sr. TSENG LING YUN, brasileiro, casado em regime de comunhao parcial de bens, empresario, portador da Carteira de Identidade n. 7.126.841-8 SSP/ SP e inscrito no Cadastro de Pessoa Fisica sob o n. 011.806.018-07, residente e domiciliado nesta Capital, na Alameda Circular Cuba, 174, LT ‘E’ Conjunto Jardim das Américas, Ponta Negra, CEP. 69037-030. Fixo o termo legal da falência em 90 (noventa) dias anteriores ao pedido da recuperação judicial, que ensejou a presente demanda. Homologo, para os fi ns da lei, o quadro-geral de credores elaborado pelo administrador judicial ainda durante o processamento da recuperação e juntado às fl s. 2156 dos autos. Determino à falida que apresente, no prazo de 05 (cinco) dias, nova relação nominal de todos os seus credores, inclusive os já habilitados na fase de recuperação judicial, com as devidas qualifi cações, o valor, a natureza e a classifi cação dos respectivos créditos, sob pena de desobediência. Ordeno a suspensão de todas as ações ou execuções contra a falida, ressalvadas as que demandar quantia ilíquida e, quanto às ações trabalhistas, estas serão processadas perante a justiça especializada até a apuração do respectivo crédito, que será inscrito no quadro geral de credores pelo valor determinado em sentença, consoante dispõem os §§ 1º e 2º do art. 6º da Lei de Falências. Ficam proibidas as práticas de quaisquer atos de disposição ou oneração de bens da falida, submetendo-os preliminarmente à autorização judicial.Proceda-se à anotação da falência no Registro Público de Empresas, para que conste a expressão “falida”, a data da decretação da falência e a inabilitação para exercer qualquer atividade empresarial a partir da decretação da falência e até a sentença que extingue suas SAJ/PG5 SOFTPLANTJ/AM – COMARCA DE MANAUS Emitido em : 08/09/2010 – 12:53:45 obrigações. Nomeio o Sr. MANOEL PAES MARIALVA, já qualifi cado nos autos, para que continue no desempenho das funções de administrador judicial, na forma do art. 22, caput e III, da Lei de Falências sem prejuízo do disposto no art. 35, II, “a”, do mesmo diploma legal, devendo o mesmo ser intimado pessoalmente para que preste o compromisso no prazo de 48h (quarenta e oito horas), sob pena de nomeação de outrem. Expeçam-se ofícios à Receita Federal, ao Detran/AM, aos Cartórios de Registro de Imóveis da Capital e à Comissão de Valores Mobiliários para que informem a existência de bens e direitos da falida. Determino que o estabelecimento da falida seja lacrado, observado o disposto no art. 109 da Lei de Falências. Intime-se pessoalmente a falida, na pessoa de seu representante legal, para o cumprimento do disposto no art. 104 da lei em comento. Intimem-se igualmente o Ministério Público, nos termos da lei. Comunique-se, por carta com aviso de recebimento, às Fazendas Públicas Federal e de todos os Estados e Municípios em que o devedor tiver estabelecimento, para que tomem conhecimento da falência. Ofi ciem-se todos os demais Juízos, de primeira e segunda instância, deste Estado, bem como a Justiça Federal e a Justiça Trabalhista com sede nesta Capital, para que tomem conhecimento da decretação da falência e da ordem de suspensão das ações contra a falida, ressalvadas as hipóteses legais. Publique-se edital, que deverá conter o inteiro teor do presente decisum e a relação de credores prestada pela falida, para o início do transcurso do prazo de 15 (quinze) dias para a apresentação em Juízo das habilitações ou divergências quanto aos créditos relacionados. P. R. I. Manaus, 31 de agosto de 2010. Francisco Carlos G. de Queiroz Juiz de Direito CARLOS ALBERTO DA PENHA STELLA (OAB 40878/SPRodrigo Vitalino Silva Santos (OAB 207945/SP)SAJ

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Conversor para TV digital: Faz sentido comprar um?

Quando estrearam, os conversores eram bem caros. Este aqui, da Digital Tech, ainda não é barato. Mas faz bem mais coisas que os da primeira geração.


Galeria de imagens:

Quando estrearam, os conversores para TV digital eram muito, muito caros. Não podemos dizer que o preço atual está bom. Mas me animou ver um aparelho como o PVR-1818, da Digital Tech – que, além de sintonizar a TV digital brasileira, também reproduz MP3 e vídeos digitais DivX. E, de quebra, ainda funciona como gravador.

O PVR-1818 foi comprado para viabilizar o uso de uma TV de 14 polegadas na cozinha. A necessidade não era nova. Mas esperei muito para ver se o preço dos conversores baixava. A espera foi em vão: o valor mais baixo que vi foi cerca de 200 reais e, mesmo assim, naqueles descontos-relâmpago do Walmart. Hoje, está apenas uns dez reais mais barato, dependendo da loja.

Este da Digital Tech foi comprado no site do Extra. Custou-me uns 280 reais, isso porque fiz antes uma cotação de preços pelo BuscaPé – se você buscar um produto pelo BuscaPé, poderá ter algum desconto ou frete grátis.

É caro? É, sim. Ainda mais quando lembramos que o ministro das Comunicações Hélio Costa chegou a prometer conversores de cem reais. Esses conversores nunca viram a luz do dia… E não é agora, que as TVs de LCD já o trazem dentro de si, que veremos a promessa cumprida, não é?

Mas não foi apenas a sintonia de TV digital que me fez comprar o aparelho. Chamou-me a atenção a porta frontal USB, que – descobri durante a pesquisa de preços – serviria para tocar MP3 e reproduzir vídeos DivX, e até gravar programas. Um media player!, pensei. Argumento que bastou.

Levar na bolsa

A portabilidade da caixinha tem suas vantagens. Soube de um colega que, quando ia à praia, levava seu pequeno conversor consigo – à casa de praia, bem entendido, e não à orla. Este rapaz também levou seu conversor ao escritório durante a Copa do Mundo, para assistir aos jogos numa TV qualquer do trabalho.

Por tudo isso, comprei-o. A história de sua chegada guarda uma decepção e uma surpresa. A decepção: o painel que encobre o display veio parcialmente retorcido, como se a caixa tivesse sido deixada ao sol por horas (ironia: esse daí viu a luz do dia até demais). A surpresa: liguei para o suporte da empresa em São Paulo e no mesmo dia tive o painel trocado.

Como conversor, o PVR-1818 não chega a ser tão básico. Ele suporta resoluções de até 1.080i e tem conexão HDMI – não, não vem com cabo. (Leio agora no site da empresa que o modelo PVR-1818 H vem com cabo.) Outras conexões disponíveis são a S-Video e a Vídeo Componente. Claro que minha pequena TV mono de 14″ só exigiu o clássico cabo de ponta amarela.

Para sintonizar os canais, comprei por 20 reais uma antena interna UHF da marca Castelo. Me pergunto por que essa antena vem com uma espécie de antena parabólica de plástico entre as duas varetas de metal, já que são as varetas que realmente lhes dá utilidade. Ela vai ligada ao conector RF In – há outro, chamado RF Loop, que serve para distribuir o sinal da antena a outro aparelho qualquer – um velho videocassete, talvez?

Hoje, 31/12, troquei a antena Castelo M3002 por outra, chinesa, mais barata, de marca Bestfer e distribuída por uma empresa chamada Rio Chens. E não é que a recepção melhorou?…

A imagem pode ser tanto 4:3 como 16:9, com resoluções que variam de 480 a 1.080 linhas, progressivo ou entrelaçado. Escolhemos a 4:3 Pan Scan para que a imagem ocupasse toda a tela. Na sintonia, notamos que o aparelho pega tanto os canais HD quanto os 1-seg, com qualidade menor. É uma solução pragmática: quando algum canal não pega bem em HD, sempre haverá a opção da qualidade menor.

O menu de mídia é acessado via controle remoto. Pode-se assistir a fotos digitais em modo de apresentação slide show; ouvir a músicas MP3; e assistir a vídeos, com legenda.

Tinha grandes expectativas em relação a esse último recurso – vídeos com legendas -, mas as letras das legendas, mesmo no modo Normal, são muito pequenas até para uma TV de 20 polegadas. Se você conseguir ler as legendas no modo Pequeno, então terá acuidade visual para pilotar um caça F-18. E se você escolher o modo Grande – o que não ajudará grande coisa – a segunda linha das legendas de duas linhas ficará para fora da tela. Para amenizar o problema, pode-se escolher a cor da legenda e a cor de fundo.

Notícia boa, notícia ruim

Outra expectativa era a gravação da programação. Já tinha feito isso com um receptor USB de TV digital, mas me frustrei depois que descobri que o arquivo de vídeo é proprietário. No caso do PVR-1818, o vídeo usa formato .TS e pode ser reproduzido em outros computadores. Ponto para a Digital Tech!

O ponto fraco do recurso estará na qualidade da memória USB utilizada para gravação. A impressão que dá é que o hardware do aparelho sofre para dar conta de processar o sinal digital ao mesmo tempo que grava no pen drive. O resultado é que o vídeo gravado vem com pequenos saltos e falhas de recepção que normalmente não aparecem quando estamos apenas assistindo ao programa. Ah: a memória USB precisa ser formatada em FAT32. Nada de NTFS, hein!

No fim, resta a pergunta: Faz sentido comprar um? O conversor é útil, funciona conforme o prometido, apesar das ressalvas, e dá vida nova a TVs de tubo e mesmo a TVs LCD sem conversor. A capacidade de tocar mídia é um adicional nada desprezível e é coisa que TVs mais caras já fazem há algum tempo. Se a pergunta fosse apenas “faz sentido ter um”, eu diria que sim. Mas, no preço em que está, duvido que venha a se tornar um produto popular…

Digital Tech PVR-1818

Aparelho: Conversor de TV digital

Importador: U-Tech do Brasil Ltda.

Garantia: 6 meses

Site: www.dgtechbrasil.com.br

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Globo reforça sinal digital em SP

Até que enfim as emissoras de TV estão se mexendo para divulgar a tecnologia digital.
Leio na coluna de hoje de Daniel Castro, da “Folha de S.Paulo”, que a Globo irá instalar reforçadores de sinal digital nos shopping centers de São Paulo.
A idéia é fazer com que os show rooms das lojas de eletrônicos possam demonstrar [...]

philcoAté que enfim as emissoras de TV estão se mexendo para divulgar a tecnologia digital.

Leio na coluna de hoje de Daniel Castro, da “Folha de S.Paulo”, que a Globo irá instalar reforçadores de sinal digital nos shopping centers de São Paulo.

A idéia é fazer com que os show rooms das lojas de eletrônicos possam demonstrar as tão alardeadas qualidades da TV digital – em muitos casos, o prédio do shopping acaba por atenuar o sinal.

Castro diz que a Globo já instalou os reforçadores nos shoppings Market Place e Morumbi, e que os próximos serão Anália Franco, Higienópolis e Eldorado.

Com atraso

A TV digital foi lançada com alarde em dezembro de 2007 inicialmente em São Paulo. Mas só agora, em fevereiro, as TVs começaram a veicular anúncios promovendo a tecnologia.

Os preços iniciais dos conversores, na casa dos R$ 1.000, também não ajudaram. Para alguns fabricantes, o alto custo foi reflexo de uma baixa demanda, responsável entre outros fatores pelas próprias emissoras, que não divulgavam a nova tecnologia.

Embora as emissoras tenham feito pouco mais que incluir um selo “HD” nos programas de sua grade, atualmente é possível encontrar conversores a partir de R$ 300 e receptores USB, de resolução menor, a partir de R$ 130.

O cenário parece mudar, e iniciativas como a da Globo certamente ajudarão o consumidor a compreender melhor os benefícios da recepção digital. Mas fica a pergunta: se todas as emissoras são beneficiadas, por que só a Globo pôs a mão no bolso?

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Governo barra multiprogramação na TV Digital

Há alguns dias os canais da TV aberta vêm exibindo um comercial que ressalta o caráter “democrático” do Sistema Brasileiro de TV Digital. A iniciativa, embora atrasada, é digna de nota, principalmente porque as grandes emissoras eram acusadas pelos fabricantes de conversores a não se esforçarem como poderiam na divulgação dessa tecnologia, que estreou em [...]

philcoHá alguns dias os canais da TV aberta vêm exibindo um comercial que ressalta o caráter “democrático” do Sistema Brasileiro de TV Digital. A iniciativa, embora atrasada, é digna de nota, principalmente porque as grandes emissoras eram acusadas pelos fabricantes de conversores a não se esforçarem como poderiam na divulgação dessa tecnologia, que estreou em dezembro de 2007 em São Paulo e já cobre diversas capitais do Brasil.

Não sabemos, contudo, se “democrático” seria a melhor palavra para descrever a alma da norma publicada ontem pelo Ministério das Comunicações, que restringe o uso do recurso de multiprogramação pelas emissoras.

Como se sabe, a banda de frequência de 6 MHz reservada a cada emissora para transmissão digital pode ser utilizada tanto para a transmissão em alta definição (Full HD) como para a transmissão simultânea de até quatro programas, todos em definição padrão (SD – Standard Definition). Ou seja, se uma emissora ocupa o canal X, então tecnicamente ela poderia transmitir simultaneamente os canais X.1, X.2, X.3 e X.4. Afinal, entre novela, notícias e futebol, que tal os três ao mesmo tempo?

Mas a Norma Geral 01/2009, que trata da Execução dos Serviços de Televisão Pública Digital, restringe, em suas Disposições Finais (parágrafo 10.3), o uso da multiprogramação aos canais “consignados a órgãos e entidade integrantes dos poderes da União”, conforme o artigo 12 do Decreto 5.820/2006.

Só para lembrar: esse decreto 5.820 prevê que, nas localizades com sinal digital, quatro canais de 6 MHz sejam reservados à União. Com a Norma publicada ontem, significa que só as TVs federais – na prática, os canais Brasil, Senado, Câmara e Justiça – terão multiprogramação.

Combate ao mau uso

Um representante do Ministério das Comunicações explicou ao jornalista Daniel Castro, da “Folha de S.Paulo”, que a medida se justifica pelo risco de que algumas emissoras poderiam alugar os subcanais a televendas ou igrejas, sugerindo com isso um mau uso da tecnologia.

O que nos parece, no entanto, é que o governo acaba por restringir mais uma inovação trazida pela TV Digital, beneficiando o status vigente antes da implantação dessa tecnologia, baseado em poucos canais e na programação massificada. Uma das prejudicadas, lembra a “Folha”, é a TV Cultura, que mantêm dois canais, um com a programação normal e outro dedicado ao projeto Univesp de universidade virtual pública. Outra é a Abril, que intencionava abrir a programação dos canais Ideal e Fiz sob a frequencia-mãe da MTV.

Já perdemos uma possibilidade de diversidade de canais quando o governo brasileiro descartou o sistema europeu DVB de TV digital. Agora, com a norma 01/2009, a diversidade se reduz ainda mais.

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Scarlet Phone, o celular com TV da LG

A Samsung e a STI já não estão sós. A LG Electronics anunciou hoje seu celular com TV. O nome do modelo é Scarlet Phone e seu principal destaque é a recepção de TV digital (transmissão 1-seg, de baixa resolução – 320 x 180 pixels), que pode ser vista numa tela TFT de 3 polegadas [...]

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A Samsung e a STI já não estão sós. A LG Electronics anunciou hoje seu celular com TV. O nome do modelo é Scarlet Phone e seu principal destaque é a recepção de TV digital (transmissão 1-seg, de baixa resolução – 320 x 180 pixels), que pode ser vista numa tela TFT de 3 polegadas sensivel ao toque.


O Scarlet Phone vem pronto para tirar vantagem das redes 3G de alta velocidade (padrão HSDPA 7.2). Além disso, tem Bluetooth estéreo e aceita cartões de memória micro SD de até 8 gigas (o cartão que vem na caixa tem 1 giga).

O preço sugerido do Scarlet Phone é 1.099 reais. O preço final, contudo, vai depender da operadora. As primeiras unidades deverão chegar às lojas em março de 2009.

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EUA adiam transição para TV digital

O governo americano decidiu adiar o fim das transmissões analógicas de TV. O que era para terminar em 17 de fevereiro de 2009 agora vai durar até 12 de junho de 2009. A decisão foi aprovada ontem, 4 de fevereiro, pelo Congresso dos EUA, e recebeu o nome de “DTV Delay Act”. O Senado já [...]

philcoO governo americano decidiu adiar o fim das transmissões analógicas de TV. O que era para terminar em 17 de fevereiro de 2009 agora vai durar até 12 de junho de 2009. A decisão foi aprovada ontem, 4 de fevereiro, pelo Congresso dos EUA, e recebeu o nome de “DTV Delay Act”. O Senado já havia aprovado decisão parecida, e o presidente Barack Obama já sinalizou que não vai contrariar o Congresso.

A razão oficial é que a administração Obama quis dar mais tempo para que as pessoas se adaptem à nova tecnologia, ou comprando conversores (com ajuda do governo, que oferece um cupom de 40 dólares para o interessado), ou assinando uma TV a cabo ou por satélite.

Tal decisão, contudo, causa impacto nos interesses de empresas como AT&T, Verizon e Qualcomm, cujo serviço de vídeo móvel dependia da liberação das frequências ocupadas hoje pelos canais analógicos. E nos das transmissoras, que terão que manter seus transmissores analógicos ligados.

No entanto, algumas emissoras temiam ver sua audiência cair depois da transição. Para elas, o tempo a mais dado para que os consumidores entendam a TV digital e se adaptem a ela veio em boa hora…

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Conversor digital USB salva final de novela

A chuva cai forte e a TV a cabo sai do ar, levando junto a internet. Pior: é dia do antepenúltimo capítulo da novela, peça chave para entender o final da história. O que você faz?
Bom, se você tem um conversor de TV digital USB e alguns cabinhos, quase nada. Usamos o que tínhamos à [...]

Maísa no velho monitor: melhor que muita TV analógica

Maysa no monitor: melhor que TV analógica

A chuva cai forte e a TV a cabo sai do ar, levando junto a internet. Pior: é dia do antepenúltimo capítulo da novela, peça chave para entender o final da história. O que você faz?

Entra TV, sai VGA

Entra TV, sai VGA

Bom, se você tem um conversor de TV digital USB e alguns cabinhos, quase nada. Usamos o que tínhamos à mão: conversor, notebook e um monitor de tubo, emprestado de um velho Macintosh (com o devido adaptador VGA-Mac). Um cabinho de áudio estéreo levou o som do notebook aos alto-falantes embutidos no monitor.

Nessas horas, o monitor de tubo mostrou-se conveniente. É que a imagem captada por esses conversores USB tem resolução muito baixa (320 x 180 pontos). Quando ampliada na tela LCD do notebook, percebemos a granularidade da imagem. Efeito que fica bem disfarçado quando a vemos num monitor de tubo.

O mais importante é que não perdemos a novela, nem sob tempestade. E isso usando peças de fundo de gaveta, além do humilde conversor (que já pode ser encontrado por menos de 150 reais). Nossa conclusão: até para sinal de TV é preciso pensar em backup.

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Gravador de DVD: espécie em extinção?

A julgar pela baixa oferta, os gravadores de DVD caminham para a extinção. Exagero? Basta dar uma olhada nas lojas de eletrônicos.
O mais fácil de achar é o Samsung R170 (R$ 289 nas Lojas Americanas), que tem conexão videocomponente e reproduz DivX, mas que não grava em mídias DVD+R nem DVD+RW.
Em segundo lugar vem o [...]

DR385, da LG: difícil de achar

DR385, da LG: difícil de achar

A julgar pela baixa oferta, os gravadores de DVD caminham para a extinção. Exagero? Basta dar uma olhada nas lojas de eletrônicos.

O mais fácil de achar é o Samsung R170 (R$ 289 nas Lojas Americanas), que tem conexão videocomponente e reproduz DivX, mas que não grava em mídias DVD+R nem DVD+RW.

Em segundo lugar vem o LG DR385 (R$ 368 no Magazine Luiza), também com scan progressivo, videocomponente e DivX.

O resto, só nos sites dos fabricantes. Às vezes, nem isso. O site da Samsung, por exemplo, ainda traz detalhes do gravador R155, um dos poucos a ter conexão HDMI, mas que saiu de linha há alguns meses.

Mistério? Nem tanto.

Todo gravador de DVD traz dentro de si um circuito receptor de TV analógica – peça que tem data certa para morrer. E o maior consumidor de eletrônicos do planeta, os EUA, se prepara para desativar as transmissões analógicas de TV em 17 de fevereiro de 2009 (ou seja, no mês que vem).

Como os fabricantes costumam produzir apenas aquilo que tem escala mundial, tudo que for relacionado à TV analógica – gravadores convencionais de DVD, inclusive – vai virar dinossauro.

Que, venham, então, os gravadores com recepção digital!

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Teste: TV Toshiba LCD com conversor digital

São raras as TVs widescreen que vêm com conversor digital integrado de fábrica. Uma dessas é a Toshiba de 32 polegadas (32CV550DA). Versão Zero teve a oportunidade de conhecer o modelo de perto. Confira.

Muitas TVs LCD têm sua capacidade de alta definição desperdiçada por não terem um conversor digital acoplado. Não é o caso da [...]

Rede TV: sinal digital em widescreen

Rede TV: sinal digital em widescreen

São raras as TVs widescreen que vêm com conversor digital integrado de fábrica. Uma dessas é a Toshiba de 32 polegadas (32CV550DA). Versão Zero teve a oportunidade de conhecer o modelo de perto. Confira.

Muitas TVs LCD têm sua capacidade de alta definição desperdiçada por não terem um conversor digital acoplado. Não é o caso da Toshiba Regza 32CV550DA. Ter o conversor integrado é uma comodidade e tanto: a sala fica mais limpa, com um cabo e um controle remoto a menos; e a configuração, mais fácil.

O teste já começou com uma surpresa. Depois de ligada à tomada, conectamos o cabo da antena coletiva do prédio (o teste ocorreu em São Paulo), e acionamos a busca automática de canais. Para nossa decepção, só conseguimos um canal, o da Mix TV. Na segunda tentativa, perdemos a Mix TV e ganhamos a Globo.

Anteninha mágica

Culpa do conversor? Não. Decidimos arrancar uma antena V de uma pequena TV de tubo de 14 polegadas, e a ligamos no Toshiba Regza. Dessa vez, deu certo: quase dependurada, a pequena antena quebra-galho nos deu os canais Cultura, Univesp, SBT, Globo, Record, Rede TV (HD e SD), Gazeta (HD e SD), Band, Mix TV, MTV e RIT. De todas, a única que ficou com o sinal instável foi a Record. Mas bastou reposicionar a anteninha para resolver o problema.

Detalhes da programação vêm pelo ar

Detalhes da programação vêm pelo ar

A partir daí, tudo que se tem a fazer é dominar o controle remoto. Uma tecla central permite saltar entre os modos de recepção digital e analógico. No digital, a tecla Guide mostra, em forma de texto, a programação dos canais. E dá para usar a tecla Still, que congela a cena na tela – útil para conferir a tabela de pontos do Campeonato Brasileiro ou anotar detalhes daquela receita de bolo.

É preciso se acostumar com algumas coisas, como as faixas escuras laterais, por exemplo. Lembre-se: nem todas as emissoras transmitem em widescreen. E alta definição, então, só no horário nobre, como na hora da novela das 9. Nessa hora, o nível de detalhe da imagem é de babar – e olhe que a Regza nem tem 1.080 linhas (sua resolução é de 768 linhas).

Falta um mouse

toshiba-regza-controle-remotoO controle remoto também poderia ser mais amigável. Não há um botão direto para ativar o Closed Caption, por exemplo. Na verdade, boa parte dos recursos depende de um longo passeio pelas opções do menu – são tantas as opções que melhor seria se tivéssemos um mouse. Vale gastar um tempinho para se familiarizar com os comandos.

Uma tecla merece atenção especial. É a Pic Size, que ajusta as dimensões da imagem na tela. Já notou que em muitas TVs LCD a imagem parece alargada? Essa é a função da Pic Size. Neste Toshiba, há 3 opções para preenchimento total da tela: alargando, ampliando ou uma combinação das 2 primeiras.

Nossa experiência mostrou que o resultado fica aquém do esperado. Descartamos o uso dos efeitos na transmissão analógica, pois a imagem perde sua proporção original. E tentamos “melhorar” a exibição de um filme em DVD, ampliando-o para que ocupasse toda a tela. Um esforço em vão: a ampliação só serve para tornar a imagem mais serrilhada. Hora de pensar em um DVD player com recurso upscale ou partir para um Blu-ray player.

Ei, ganhamos uma porta HDMI

toshiba-regza-painel-traseiroEm termos de conexões, esta Regza é generosa. Há 3 entradas HDMI, uma delas na lateral (e lembre-se, nas outras TVs uma delas já seria ocupada pelo conversor digital). Duas saídas de áudio digital, coaxial e óptica, permitem ligar a Regza a um amplificador/decodificador de home theater.

Pode-se ligar um PC à Regza de dois modos: ou via porta VGA, ou via HDMI, mediante o uso de um cabo adaptador DVI/HDMI. O áudio do PC entra por uma conexão separada. As resoluções suportadas variam de VGA (640 x 480) a SXGA (1.280 x 1.024), com a devida adaptação à resolução nativa da TV.

Tem um gravador de DVD? Então deixe de usá-lo como sintonizador de TV. Para gravar a programação digital, você irá preferir plugá-lo à saída AV (tendo o cuidado de, antes, associar o sintonizador digital DTV a ela). E a caixinha da TV a cabo poderá usar um HDMI, se for digital, ou a entrada analógica, se for do tipo convencional.

Conclusão

Em termos técnicos, a Toshiba Regza 32CV550DA não decepciona, embora alguns itens do acabamento poderiam melhorar. O som é eficiente e a imagem, excelente, só mostra a que veio quando sintoniza a programação digital em alta definição. Daí que seu maior trunfo seja mesmo o conversor digital embutido. Com ele, a TV digital perde a complicação e dá a sensação de dinheiro bem gasto. (Se a programação da TV aberta vale o investimento ou não, você decide!) E prepare o bolso, porque quem entra nessa vai querer um Blu-ray player bem rapidinho.

TV Toshiba LCD 32” com sintonizador digital integrado
Modelo Regza 32CV550DA
Tela 32′ (80 cm diagonal)
Resolução 1.366 x 768 pixels
Sintonia Digital, analógica e por cabo
Brilho 500 cd/m²
Contraste 10.000:1
Entradas digitais HDMI (3), VGA (1)
Entradas analógicas Vídeo composto, componente, S-Video
Saídas digitais Áudio óptico e coaxial
Saídas analógicas Vídeo componente, áudio estéreo
Consumo 117 watts
Peso 13,3 kg
Preço R$ 1.999 (sugestão)
Informações www.semptoshiba.com.br


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Por que minha HDTV não é HD?

A TV digital estreou oficialmente no Brasil em dezembro de 2007. Até agora, no entanto, ela tem sido vítima de má informação. E, com o estouro das vendas de TVs de tela plana LCD, no fim de 2008, a confusão tende a aumentar.
Por que? Bem, não foram poucos os que compraram as tais TVs LCD [...]

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A TV digital estreou oficialmente no Brasil em dezembro de 2007. Até agora, no entanto, ela tem sido vítima de má informação. E, com o estouro das vendas de TVs de tela plana LCD, no fim de 2008, a confusão tende a aumentar.

Por que? Bem, não foram poucos os que compraram as tais TVs LCD pensando em assistir à novela das nove ou ao filminho em DVD com imagem superior. E, quando isso não se realiza, vem a frustração – e a culpa cai sobre a TV digital.

TV Digital x HD

É preciso, antes de tudo, separar dois conceitos. Um é a TV digital; outro é a alta definição (High Definition, ou HD).

Uma emissora de TV pode, por exemplo, transmitir sinal digital, tanto em HD como na definição padrão de 480 linhas (Standard Definition, ou SD).

E essa imagem pode chegar à sua tela tanto no formato widescreen (que vai preencher toda a tela das TVs de tela larga) como no formato convencional, mais quadrado, chamado “letterbox” (nesse caso, ela virá com faixas pretas laterais).

Falta o sintonizador

Para sintonizar a TV digital, você vai precisar de um sintonizador. Parece óbvio, mas a maioria das TVs LCD vendidas no Brasil só vem com o sintonizador analógico embutido. Para sintonizar os canais digitais será preciso comprar uma caixinha decodificadora (ou conversora), que vai lhe custar pelo menos mais 300 reais.

Mas atenção: as caixinhas mais baratas podem não sintonizar o sinal HD. Por isso, quem tem TV LCD deve preferir os modelos com HD e conexão digital HDMI.

DVD também muda

Na época em que surgiram os DVD players, muita gente (como eu) teve que trocar a TV. Agora o movimento é oposto: quem compra uma TV LCD vai querer trocar seu DVD player por um mais novo.

O que acontece é o seguinte: a resolução dos DVDs é de 480 linhas. Já a resolução das novas TVs é de 720 ou 1.080 linhas. O DVD player vai funcionar, mas a tela grande do LCD acaba por ampliar os defeitos que você nem percebia quando usava a TV velha.

Para piorar, alguns DVD players mais velhos não conseguem reproduzir a imagem no formato widescreen. Resultado: na TV grande, o filme ganha bordas pretas de todos os lados.

A solução natural seria trocar o DVD player por um Blu-ray player. A tecnologia dos discos Blu-ray permite reproduzir filmes com resolução de 1.080 linhas. Mas os Blu-ray players e os filmes Blu-ray ainda são muito caros.

Uma segunda opção são os DVD players com tecnologia de melhoria de resolução (upsacaling). Eles ainda tocam os velhos DVDs de 480 linhas, mas aumentam artificialmente sua resolução para que se adequem às novas TVs de alta definição.

E o videocassete da era Blu-ray?

E como gravar um programa de TV digital? Por enquanto, isso não é algo tão fácil. Os gravadores de DVD que existem no mercado só conseguem sintonizar TV analógica; ainda não temos gravadores/players com sintonia digital.

Além disso, eles teriam que usar um gravador Blu-ray, algo que só se consegue encontrar hoje para PCs (e a preços exorbitantes). E, ao que parece, nem as emissoras, nem os estúdios têm muito interesse em dar ao espectador o poder de gravar seus programas preferidos em HD.

Moral da história: quem acabou de comprar uma TV LCD tendo em vista as maravilhas da alta resolução tem apenas uma parte do quebra-cabeças. Falta-lhe um DVD com resolução melhor (Blu-ray ou DVD com upscaling) e um sintonizador digital (nas cidades que já têm transmissão digital).

Nada que paciência, algum dinheiro e muita vontade de aprender não resolva.

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