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Um carregador novo para o Eee PC

Há cerca de 2 meses o carregador de meu Eee PC 701 começou a dar sinais de cansaço. Cliques misteriosos e interrupções na carga do netbook foram os primeiros toques. A coisa começou a ficar séria quando notei ondulações no plástico – aviso evidente de que o superaquecimento iria derreter a peça em questão de [...]

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Há cerca de 2 meses o carregador de meu Eee PC 701 começou a dar sinais de cansaço. Cliques misteriosos e interrupções na carga do netbook foram os primeiros toques. A coisa começou a ficar séria quando notei ondulações no plástico – aviso evidente de que o superaquecimento iria derreter a peça em questão de dias.

A primeira medida foi conferir o preço de um carregador novo. Mas não se encontram carregadores à venda nas grandes lojas, reais ou virtuais. O pior é que os preços cobrados pelos vendedores do Mercado Livre – e até os da Rua Santa Ifigênia, meca da eletrônica paulistana – pareciam exagerados. Uma loja da Rua Aurora pediu R$ 145 por um modelo alternativo. Um Eee PC novo, modelo idêntico, custaria menos de R$ 750. Conserto do antigo? “Esse é muito miniaturizado, não temos como repará-lo”, disse-me o atendente.

A solução foi apelar para os fornecedores chineses do eBay. Claro que essas compras sempre embutem um risco. No entanto, foi um risco calculado: a peça, lá, custaria cerca de R$ 30, com frete incluso. E a entrega levaria uma eternidade: de 3 a 4 semanas.

Para minha surpresa, deu tudo certo. Depois de 4 semanas – tempo em que o Eee PC ficou tomando pó -, o pacotinho de Hong Kong chegou. Dentro, apenas uma caixa branca de papelão, com o carregador (foto acima). Um pouco maior que o original, mas ainda assim bastante compacto (e com um LED indicador de funcionamento, coisa que o antigo não tinha). Conferidas as especificações – 9,5 Volts DC, 2,315 Ampères -, fomos testá-lo. A carga levou cerca de 3 horas, mesmo tempo que levaria com a peça original.

No fim, fica a questão: por que é tão difícil encontrar peças originais para notebook, como carregadores e baterias? E por que custam tão caro? Pela lógica tupiniquim, torna-se mais econômico trocar de computador. E já prevejo a dificuldade de encontrar uma bateria substituta a preço justo.

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Da MSI, um laptop ultrafino ao alcance de todos

Quer um notebook fino sem gastar muito? Considere esse aí do lado: é o X340, da MSI, que chega em setembro ao Brasil por um precinho relativamente camarada.
Com tela de 13 polegadas e pesando cerca de 1,3 kg, o X340 chega com os atrativos necessários para cativar os que invejam a mobilidade dos netbooks, mas [...]

msi-x340-black-open-flyingQuer um notebook fino sem gastar muito? Considere esse aí do lado: é o X340, da MSI, que chega em setembro ao Brasil por um precinho relativamente camarada.

Com tela de 13 polegadas e pesando cerca de 1,3 kg, o X340 chega com os atrativos necessários para cativar os que invejam a mobilidade dos netbooks, mas que não dispensam o poder de fogo de um portátil de verdade.

Sua espessura varia de 6 mm (nas bordas) a 1,98 cm (no centro). O que lhe dá alma é o conjunto de chips Intel Centrino, cuja cabeça é o Core 2 Solo ULV – sigla de Ultra Low Voltage, tecnologia que reduz o aquecimento e prolonga a duração da bateria. Sobre energia, aliás, a MSI incluiu no portátil uma tecnologia de economia baseada em perfis de uso (escritório, jogos, filmes, apresentações e bateria turbo), de configuração bem simples.

Ajuda a reduzir o consumo a tela do X340, wide screen, do tipo LED. Como é de praxe, ela vem com uma webcam embutida – a novidade aqui é que a câmera é de alta definição. E você poderá assistir aos vídeos na TV de tela plana da sala, graças à saída HDMI integrada.

Em conectividade, o X340 não faz feio. Vem com 3 modos de Wi-Fi (b/g/n), Bluetooth e ainda pode ser equipado opcionalmente com WiMAX, a rede sem fio de longo alcance – coisa ainda inédita por aqui.

Por dentro, o X340 traz um HD de 340 gigas padrão SATA e 2 gigas de RAM tipo DDR2. Sentiu falta de algo? É isso mesmo: tal como nos netbooks, não há leitor ou gravador de discos CD/DVD – se quiser, o usuário terá de comprar um modelo externo, opcional.

Segundo a MSI, o X340 virá em 2 modelos, com preços de R$ 2.499 e R$ 2.699, e sistema operacional Vista Home Premium. Comparado com a concorrência, até que não está mau, não é verdade?

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Lexmark: laser colorida por menos de R$ 1 mil

Ah, as impressoras laser coloridas. Em menos de uma década, elas passaram a custar menos 20% do preço inicial, isso sem contar a inflação. É uma notícia boa, principalmente para quem precisa de impressão em cores com qualidade e durabilidade. Para o resto, a boa e velha tecnologia jato de tinta ainda dá conta do [...]

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Ah, as impressoras laser coloridas. Em menos de uma década, elas passaram a custar menos 20% do preço inicial, isso sem contar a inflação. É uma notícia boa, principalmente para quem precisa de impressão em cores com qualidade e durabilidade. Para o resto, a boa e velha tecnologia jato de tinta ainda dá conta do recado.

O lançamento mais recente vem da Lexmark. É a C540n, uma laser colorida com interfaces USB e Ethernet 10/100 que ejeta até 21 páginas por minuto com qualidade de até 1.200 dpi. C540, na verdade, é o nome que a Lexmark deu a toda uma série de máquinas; algumas delas vêm com recursos adicionais, como impressão frente e verso.

Para operação, há poucos botões, distribuídos ao redor de um pequeno display LCD de 2 linhas. A memória padrão, de 128 MB, pode ser ampliada para 640 MB. A lista de sistemas compatíveis é bastante extensa e inclui vários Linux e Unix, além de NetWare, Windows e Mac OS.

O modelo C540n, que é o mais básico, tem preço sugerido de R$ 999. Os mais avançados, como o C544dn, aceitam conexão PictBridge, imprimem em frente e verso e chegam a R$ 1.750. Mais informações aqui.

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SP: vetos abrandam lei do lixo eletrônico

Desde o começo de julho São Paulo tem uma lei específica para o lixo eletrônico. Sancionada pelo governador José Serra no dia 6 e publicada no dia 7, a Lei 13.576/09 busca obrigar empresas a dar destinação a produtos que fabricaram, mas que foram descartados pelos donos.
A lei determina que produtos e componentes considerados lixo [...]

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Pilha de entulho eletrônico. Foto: Greenpeace

Desde o começo de julho São Paulo tem uma lei específica para o lixo eletrônico. Sancionada pelo governador José Serra no dia 6 e publicada no dia 7, a Lei 13.576/09 busca obrigar empresas a dar destinação a produtos que fabricaram, mas que foram descartados pelos donos.

A lei determina que produtos e componentes considerados lixo tecnológico devam ter “destinação adequada”, que não provoquem “danos ou impactos negativos ao ambiente e à sociedade”.

A responsabilidade dessa destinação é atribuida às empresas, que terão de manter pontos de coleta no Estado. Para efeito da lei, a categoria “lixo tecnológico” inclui não apenas aparelhos como também baterias e produtos magnetizados.

Sem punição?

Serra, no entanto, julgou necessário vetar os artigos 6.o, 7.o, 9.o e 10.o. Todos, de uma forma ou de outra, atribuíam responsabilidades à empresa e ao Estado, e regulamentavam as punições em caso de desrespeito à lei (e que podiam chegar à proibição da venda de um produto dentro do Estado).

Do jeito que ficou, a Lei 13.576/09 parece ter perdido muito de sua força inicial, já que não prevê sanções em caso de desobediência. Tampouco cria um calendário que obrigue fabricantes à adesão. Sobrou, além dos pontos de descarte, apenas a obrigatoriedade de estampar, nas embalagens, avisos de alerta e orientações para descarte.

Pode ser pouco. Mas é um começo, não é?

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Netbook Compaq a 99 centavos. Nos EUA

Que tal levar para casa um netbook Compaq Mini por apenas 99 centavos de dólar? Nos EUA, isso já é possível. Quem for às lojas da rede Best Buy irá encontrar o modelo, com chip Atom N270, por cerca de 2 reais – desde que contrate um plano de internet 3G por dois anos com [...]

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Que tal levar para casa um netbook Compaq Mini por apenas 99 centavos de dólar? Nos EUA, isso já é possível. Quem for às lojas da rede Best Buy irá encontrar o modelo, com chip Atom N270, por cerca de 2 reais – desde que contrate um plano de internet 3G por dois anos com a operadora Sprint.

O modelo oferecido é o Compaq Mini 110c – 1040dx. Sua configuração inclui 1 GB de memória, tela LED de 10,1″, disco em estado sólido (SSD) de 16 GB, webcam e Windows XP. A julgar pelo site, não é possível comprar o modelo e o serviço pela web. Avulso, ele sai (lá) por US$ 389,99.

Detalhes do plano podem ser vistos aqui.

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Vaio W: o netbook definitivo da Sony?

A Sony lançou hoje, no Japão, seu primeiro netbook: o Vaio W. É verdade que há discordâncias aqui e ali sobre o fato de o W ser o primeiro; afinal, a Sony já não tinha lançado um ultraportátil, o P, em fevereiro passado?
Bem, é preciso retomar o que, afinal, podemos entender por netbook. Para muita [...]

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Vaio W: um netbook sem invencionices no design

A Sony lançou hoje, no Japão, seu primeiro netbook: o Vaio W. É verdade que há discordâncias aqui e ali sobre o fato de o W ser o primeiro; afinal, a Sony já não tinha lançado um ultraportátil, o P, em fevereiro passado?

Bem, é preciso retomar o que, afinal, podemos entender por netbook. Para muita gente, incluindo nós aqui do Versão Zero, netbook é uma classe de notes ultraportáteis com preços acessíveis, cujo símbolo de primeira hora foi o Eee PC 2G da Asus – vendido, no lançamento, por US$ 200.

Mas as ofertas foram se sofisticando a tal ponto que, hoje, os netbooks podem até ser ultraportáteis, mas não seguram mais a bandeira da inclusão digital.

É nessa leva que entra o Sony Vaio P – um modelo que pode até vir com processador Atom, tela pequena (8 polegadas) e disco de estado sólido SSD, mas que, custando a partir de US$ 999 (nos EUA), não pode ser considerado um representante do popular Eee PC.

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No Vaio P, ponteira serve de mouse

De certa forma, o Vaio W veio para remendar essa situação. Custando o equivalente a pouco mais de US$ 600 no Japão, o modelo é uma porta de entrada a quem busca a praticidade de um netbook aliada às benesses da marca Sony, mas que simplesmente não se viu utilizando o apertado Vaio P.

E não se trata só de preço. O Vaio W segue um design mais convencional e já consagrado pelo mercado: tela de 10,1 polegadas (1.366 x 768 pixels), HD de 160 gigas, processador Intel Atom N280, 1 giga de memória, bateria de 3,5 horas e Windows XP.

Nos EUA, onde foi apresentado como “uma linha de mini notebooks chiques”, o Sony W chegará em agosto em três cores – rosa, branco ou marrom -, e custando cerca de US$ 500. A Sony já abriu um sítio web para receber pedidos. Não são os US$ 200 dos primeiros netbooks, mas já dá para sonhar com um mini-Vaio na bolsa.

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Asus garante ida para Windows 7 desde já

Começou a corrida rumo ao Windows 7. E quem sai na frente, aparentemente, é a Asus. A fabricante taiwanesa anunciou hoje que quem comprar algum dos produtos selecionados terá direito a uma oferta especial de upgrade para a próxima versão do sistema operacional da Microsoft.
O período de elegibilidade compreende de hoje, 26 de junho, a [...]

windows-7-box-artComeçou a corrida rumo ao Windows 7. E quem sai na frente, aparentemente, é a Asus. A fabricante taiwanesa anunciou hoje que quem comprar algum dos produtos selecionados terá direito a uma oferta especial de upgrade para a próxima versão do sistema operacional da Microsoft.

O período de elegibilidade compreende de hoje, 26 de junho, a 31 de janeiro de 2010. Para ter direito a tal mimo, os compradores terão que cadastrar seus equipamentos neste site oficial da Asus. A empresa se compromete a entregar kits de upgrade aṕos o lançamento oficial do sistema.

E quão especial será essa oferta? Ainda não sabemos. Segundo o comunicado, o upgrade será oferecido gratuitamente apenas nos EUA. Para os usuários de outras partes do mundo, a Asus diz que apenas os custos de envio e embalagem serão gratuitos.

Detalhe: são elegíveis também aqueles usuários que, por qualquer razão, optarem pelo downgrade do Windows Vista para o XP.

Participam do programa modelos selecionados de desktops e notebooks produzidos pela Asus, incluindo alguns modelos de Eee PC. A migração obedecerá à seguinte correspondência: quem tiver Windows Vista Home Premium vai receber o Windows 7 Home Premium; quem tem Vista Business levará o Windows 7 Professional; e os usuários de Windows Vista Ultimate terão o Windows 7 Ultimate.

Confira abaixo os modelos com direito a upgrade. A Asus avisa que essa lista pode sofrer alterações; a última versão poderá ser vista no hot site criado pela empresa para o programa.

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Kenko desafia Casio com cópia da fx-82MS

Há duas políticas industriais em curso no planeta. Uma, ditada pelo Ocidente e seguida por boa parte dos países do mundo, baseia-se no discurso de respeito à propriedade intelectual. A outra é a da China.
Exemplo perfeito e acabado dessa diferença de percepção em relação a caminhos para o desenvolvimento é a calculadora Kenko KK-82MS, que [...]

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Há duas políticas industriais em curso no planeta. Uma, ditada pelo Ocidente e seguida por boa parte dos países do mundo, baseia-se no discurso de respeito à propriedade intelectual. A outra é a da China.

Exemplo perfeito e acabado dessa diferença de percepção em relação a caminhos para o desenvolvimento é a calculadora Kenko KK-82MS, que o Versão Zero encontrou em uma loja popular de importados.

A KK-82MS é uma calculadora científica chinesa que copia o software e o design da calculadora Casio fx-82 MS. O modelo 82 é um dos mais utilizados em cursos de Exatas, tanto por causa do baixo custo como pela praticidade de uso – nela, as expressões digitadas aparecem numa linha superior do visor LCD, o que facilita a conferência.

calculadora-kenko-kk82ms-2No entanto, não é fácil aprender a usar a 82MS sem manual. Para piorar, conferimos antes da compra que o manual da Kenko é totalmente em chinês… Isso, no entanto, não foi problema, já que sabíamos que a Casio dispõe de uma cópia do manual da fx-82 MS em formato PDF, para download. Detalhe: em português.

Mas restava a dúvida: seria a Kenko uma cópia fiel da Casio? Para saber, tivemos de comprá-la, baixar o manual e usar seus recursos.

O resultado surpreendeu – ou, pensando melhor, talvez não devesse surpreender ninguém. As opções do software da Kenko seguem tal e qual os comandos disponíveis na Casio. Está tudo lá: o botão Mode, as memórias, as opções de reinício, desvio padrão e regressão linear. Tudo.

Mas não vá pensar que elas são iguais. Basta um pouco de uso para perceber que o acabamento da Kenko deixa a desejar. Suas teclas são mais duras, e a folga da capinha plástica protetora parece nos lembrar que a cópia do molde não foi tão boa assim.

E o preço? Na nossa loja popular, a Kenko custou R$ 9,99 (não, não havia troco para R$ 10). Já a Casio tem preços que variam de R$ 33,90 (Kalunga.com) a R$ 64,90 (Americanas.com).

Copistas, piratas e malditos piratas

Nós poderíamos aqui condenar o descaso chinês com as noções de propriedade intelectual (que preferimos, nesse ponto, chamar de propriedade de bens imateriais, pois intelecto é atributo de pessoas e os donos da propriedade imaterial citados aqui são empresas).

No entanto, há um viés mais curioso nessa história, que reflete um pouco a nossa história. Afinal, durante o período de Reserva de Mercado de Informática, nos anos 1980, também perseguíamos um modelo baseado em cópia (que, à época, em nosso país, não era crime), com a esperança de que um dia viesse a autonomia tecnológica.

Nosso modelo não resistiu aos ataques dos EUA, que ameaçavam com retaliações na balança comercial. Nem à crise econômica, que levou o país a uma hiperinflação. E nem aos ataques de grupos internos, que pregavam a adesão aos acordos internacionais de respeito à propriedade de bens imateriais.

A China, no entanto, vai bem obrigado. E mesmo acusada de pirataria, segue fabricando e vendendo seus produtos no mercado internacional, principalmente no Terceiro Mundo. Suas indústrias produzem tanto o MacBook de última geração (sob encomenda da norte-americana Apple) como calculadoras de qualidade duvidosa, como essa Kenko.

Enquanto isso, por aqui, nossas crianças seguem fazendo cálculos nas Kenko e, em muitos colégios, aprendendo mandarim, tida como a língua do futuro. E os crescidos são obrigados a ler disparates como o de Steve Jobs, que já disse certa vez que “os artistas medíocres copiam. Grandes artistas roubam”.

Tudo isso soa no mínimo irônico, não acha?

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Microboard apresenta seu netbook Ellite

Em dúvida sobre qual netbook comprar? Bem, prepare-se para pesquisar ainda mais. Mês que vem chega ao mercado brasileiro o netbook Ellite, da Microboard.
Oferecido nas cores branco, branco/rosa e preto, este novo netbook repete a configuração da maioria dos netbooks. Estão lá, por exemplo, o processador Intel Atom N270 e a tela (TFT) de 10,2 [...]

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Em dúvida sobre qual netbook comprar? Bem, prepare-se para pesquisar ainda mais. Mês que vem chega ao mercado brasileiro o netbook Ellite, da Microboard.

microboard-ellite-brancoOferecido nas cores branco, branco/rosa e preto, este novo netbook repete a configuração da maioria dos netbooks. Estão lá, por exemplo, o processador Intel Atom N270 e a tela (TFT) de 10,2 polegadas.

A diferença é que o Ellite será oferecido em duas versões, um com Windows Vista Starter Edition e outra com o velho XP.

Como era de se esperar, a versão com Vista (modelo E121) é mais parruda: vem com 2 gigas de memória. O modelo E111, com XP, tem 1 giga.

O netbook Ellite tem ainda 3 portas USB 2.0, câmera embutida de 1,3 megapixel, HD de 160 gigas, placa de rede 10/100 Mbps, Wi-Fi b/g, teclado ABNT2 (embora a foto abaixo diga o contrário!), leitor de cartão 3 em 1, saída VGA, bateria Li-Ion de 3 células e peso aproximado de 1,4 kg.

A garantia é de 1 ano, com exceção da bateria, que é garantida por 3 meses (só isso?). Os preços serão divulgados no começo de junho E os preços começam a sair: no Wal-Mart, o E111 com 2 GB e Vista (ué, não era o E121?) sai por R$ 1.599 (o preço de lista é R$ 1.899).

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Fábrica da APC, do Brasil para as Filipinas

Para alguns, o Brasil tem-se mostrado um bom mercado consumidor – e tem salvo o dia de muitas multinacionais, como mostra reportagem de capa da “IstoÉ Dinheiro” desta semana.
No entanto, nem sempre isso se traduz em aumento de emprego local. Exemplo disso é a decisão da múlti francesa Schneider Electric, controladora da APC, de transferir [...]

apc-no-breakPara alguns, o Brasil tem-se mostrado um bom mercado consumidor – e tem salvo o dia de muitas multinacionais, como mostra reportagem de capa da “IstoÉ Dinheiro” desta semana.

No entanto, nem sempre isso se traduz em aumento de emprego local. Exemplo disso é a decisão da múlti francesa Schneider Electric, controladora da APC, de transferir a produção de no-breaks monofásicos de Barueri, na Grande São Paulo, para as Filipinas, na Ásia.

Segundo a empresa, a transferência teve início em abril e será concluida em junho de 2009. Na operação cearense Microsol, em processo de aquisição pela APC, nada muda. Os módulos isoladores estabilizados da empresa continuarão a ser fabricados no Nordeste.

A fábrica paulista da APC foi inaugurada em dezembro de 2001, para fabricar estabilizadores de tensão e no-breaks. Chegou, em 2004, a empregar 130 pessoas. Com a mudança, a sede da empresa será transferida para o prédio da Schneider Electric, em São Paulo.

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