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Um roteador Wi-Fi que compartilha internet 3G

Agora que todo mundo tem um roteador para compatilhar acesso à internet, faltava outro capaz de repartir também o acesso via modem 3G UMTS/HSDPA das operadoras de celular GSM.
Bem… Não falta mais. Graças ao DIR-451, roteador da D-Link que vem com um slot PCMCIA / PC Card onde você poderá ligar seu modenzinho 3G – [...]

D-Link DIR-451

Agora que todo mundo tem um roteador para compatilhar acesso à internet, faltava outro capaz de repartir também o acesso via modem 3G UMTS/HSDPA das operadoras de celular GSM.

Bem… Não falta mais. Graças ao DIR-451, roteador da D-Link que vem com um slot PCMCIA / PC Card onde você poderá ligar seu modenzinho 3G – aquele mesmo que você costumava usar sozinho em seu notebook.

Para ser justo, a D-Link já tinha um roteador que fazia esse serviço. Era o DIR-450, que foi lançado em 2008. Só que este funcionava apenas com redes 1xEV-DO (lembra o CDMA?). O bacana desse novo roteador é que ele funciona com os serviços de banda larga móvel das redes GSM.

Você deve estar perguntando: será que meu modem serve no DIR-451? Para saber, consulte a lista de hardware compatível, aqui.

Além da conexão wireless padrão 802.11g, há a alternativa de usar as quatro portas RJ-11 e ligar os PCs à internet por meio de cabo. Há ainda uma porta USB (*).

E, se sua preocupação é segurança, o DIR-451 oferece as proteções dos protocolos IPsec, WEP, WPA e WPA2.

O preço sugerido do roteador DIR-451 é R$ 599.

(*) Até pouco tempo, o Versão Zero não sabia para que servia exatamente essa porta USB. Alguns roteadores enxergam os pen drives espetados nela como um drive de rede. Este, no entanto, serve para outra coisa: configurar de modo automático os computadores com Windows que se conectam à rede. Segundo o manual, você pode encaixar nela um pen drive 1.1 ou 2.0 com configurações WCN (Windows Connect Now). Em alguns modelos de roteador da D-Link, como o DIR-655, você conta com a tecnologia SharePort, que permite usar a porta USB para (1) espetar um pen drive ou um HD externo de uso compartilhado; (2) dividir o acesso a uma impressora, (3) espetar um modem 3G tipo USB e (4) configurar estações via WCN. Mas as opções (1), (2) e (3) podem exigir a atualização do firmware, a instalação de softwares adicionais da D-Link, ou as duas coisas. É bom lembrar que a atualização de firmware deve ser feita com cautela e apenas quando realmente necessário.

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Chad Hurley, a cara do YouTube

Aos 32 anos, Chad Hurley não aparenta a idade que tem. Pode até ser confundido com mais um daqueles garotos americanos que ficaram milionários com um projeto concebido entre uma aula e outra da high school.
Mas não se engane: o jovem que, com mais dois amigos, fundou o YouTube em 2005 (e o vendeu pouco [...]

digital-age-youtube-chad-hurleyAos 32 anos, Chad Hurley não aparenta a idade que tem. Pode até ser confundido com mais um daqueles garotos americanos que ficaram milionários com um projeto concebido entre uma aula e outra da high school.

Mas não se engane: o jovem que, com mais dois amigos, fundou o YouTube em 2005 (e o vendeu pouco tempo depois ao Google, por US$ 1,6 bi) tem muita história para contar. Hurley foi o entrevistado da tarde do primeiro dia do Digital Age 2.0.

O milionário trintão demonstra ter hábitos simples. Em casa, vê TV – ora para manter algum barulho pela casa, ora para acompanhar os esportes (Hurley acaba de anunciar seu patrocínio à equipe americana de Fórmula 1 “US F1″, com estreia em 2010).

Poucas pistas

Se esbanja nos investimentos, economiza nas palavras. Perguntado sobre como imagina o YouTube daqui a 10 anos, respondeu: “Não tenho ideia”. E o CEO do Google, Eric Schmidt, faz muita pressão para que o YouTube se torne lucrativo? “Não há tanta pressão assim”, desconversa.

A principal preocupação do executivo, segundo ele próprio diz, consiste em entender e melhorar a experiência do usuário do YouTube. É compreensível: Hurley formou-se em artes e é especialista em interface com o usuário (diz a lenda que seu emprego anterior, na PayPal, foi conquistado com o desenho do logo que ele produziu a caminho da entrevista).

Quer mais? O sogro de Hurley é ninguém menos que Jim Clark, fundador de empresas como Silicon Graphics e Netscape. Como se vê, não deve faltar assunto nas reuniões em família.

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Medir, contar e comparar: o caso internet

Provocativo, o fundador e presidente do conselho da 24/7 Real Media, David Moore, lançou à plateia do Digital Age 2.0 a pergunta: que significa medir a quantidade de cliques num anúncio na internet? O painel seguinte, com diretores de Google, UOL, Yahoo, Microsoft, entre outras, manteve a questão no ar.
A questão é que as métricas [...]

Provocativo, o fundador e presidente do conselho da 24/7 Real Media, David Moore, lançou à plateia do Digital Age 2.0 a pergunta: que significa medir a quantidade de cliques num anúncio na internet? O painel seguinte, com diretores de Google, UOL, Yahoo, Microsoft, entre outras, manteve a questão no ar.

A questão é que as métricas que usamos atualmente, como o número de cliques num anúncio, simplesmente não contam a história toda. Afinal, o inernauta é exposto ao anúncio mesmo que não clique nele – e isso, diz a indústria de publicidade online, não entra na conta nem de quem mede, nem de quem paga.

É no mínimo curioso isso. Porque medir, contar e comparar são símbolos de nossa era. Medimos e comparamos até o que não se deixa medir nem comparar – caso do nível de aprendizado das crianças, por exemplo.

Nas ciências, temos o apoio relativamente seguro das metodologias. Não dá para fazer um censo? Usemos a amostragem. Não dá para uma análise quantitativa? Usemos a qualitativa, baseada em entrevistas. O problema é que, quando está longe das clínicas de usabilidade, o usuário da internet é arredio a entrevistas. Quanto vale sua atenção? Como medi-la?

Quem souber a resposta, que dê um passo à frente.

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O futuro dos anúncios, na internet e fora dela

Como você chegou até este blog? O que está procurando? E por que (não) clicou no anúncio ao lado? Estas são algumas das perguntas quase filosóficas que atormentam quem quer ganhar dinheiro com publicidade na web. Algumas das pessoas mais influentes do setor estiveram pela manhã aqui no Digital Age 2.0 para discutir isso e [...]

Como você chegou até este blog? O que está procurando? E por que (não) clicou no anúncio ao lado? Estas são algumas das perguntas quase filosóficas que atormentam quem quer ganhar dinheiro com publicidade na web. Algumas das pessoas mais influentes do setor estiveram pela manhã aqui no Digital Age 2.0 para discutir isso e as possibilidades são abertas com o mundo da publicidade online.

Antes que diga que não tem nada a ver com isso, pense duas vezes. Pode ser que você ignore os banners, odeie os pop-ups e ria com os classificados do Google. Ao mesmo tempo, não só adorou o comercial com bebês da água mineral Evian como repassou o link a todos os seus amigos e conhecidos. Isso mesmo: sem perceber, você serviu de meio para a mensagem de um produto – e isso é apenas uma das possibilidades.

Se as pessoas se abalam com tais mudanças, imagine a indústria da publicidade. Muitos anunciantes já descobriram que basta produzir um vídeo interessante: a legião de seguidores do YouTube fará o resto (e esse vídeo nem precisa ser caro – graças aos reality shows e a filmes como “A Bruxa de Blair”, as pessoas se acostumaram a suportar câmeras trêmulas e imagens desfocadas). Já se a intenção é pegar o consumidor no momento exato da decisão de compra, uma saída é anunciar em portais de serviços de busca de preços e de comparativos.

Apesar de todas essas vantagens, o preço e o prestígio de um anúncio no horário nobre da TV continuam em alta – pelo menos para grandes anunciantes e agências de publicidade. Para complicar, ao que parece ninguém sabe ainda como virar o jogo em prol da publicidade (altamente) rentável na internet (embora as pessoas passem cada vez mais tempo diante de um PC). Haverá uma grande ideia salvadora? Ou a virada é uma questão de tempo? A ver.

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O caminho da felicidade

O Versão Zero está presente ao Digital Age 2.0, evento sobre economia e negócios na web promovido pelos amigos da Now! Digital. E chegou à palestra de Tony Hsieh, CEO da Zappos.com, pensando ouvir teorizações e dicas práticas sobre como vender sapatos na internet. Mas o discurso foi outro, pautado por insights de motivação, inspiração [...]

digital-age-20-zappos-tony-hsiehO Versão Zero está presente ao Digital Age 2.0, evento sobre economia e negócios na web promovido pelos amigos da Now! Digital. E chegou à palestra de Tony Hsieh, CEO da Zappos.com, pensando ouvir teorizações e dicas práticas sobre como vender sapatos na internet. Mas o discurso foi outro, pautado por insights de motivação, inspiração e felicidade.

Auto-ajuda? Longe disso. A Zappos fez sua reputação com base na excelência do atendimento ao consumidor. E não conseguiu seu sucesso (a empresa acaba de se juntar à Amazon) obrigando seus empregados a seguirem scripts. Em vez disso, Hsieh investiu seu tempo na criação de uma cultura corporativa inspiradora e perene.

O movimento é curioso. Não se trata apenas de um empreendimento capitalista que se apropria de uma temática ascética. É certo que a questão da motivação está intimamente relacionada com a felicidade individual. Esta, por sua vez, tem ganhado cada vez mais a atenção de economistas, que buscam criar uma métrica da felicidade que substitua ou complemente os números frios do PIB. Em outros campos, como a Educação, pesquisadores tentam incutir nos jovens a motivação necessária para a elaboração de projetos e de estratégias para seu sucesso pessoal.

Para Hsieh, o caminho da motivação passa pela inspiração. “Inspire-os e a motivação virá”, diz. Os lucros também.

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Sony Ericsson C510 abraça as redes sociais

Quer ficar ligado na internet, mas não aguenta carregar um smartphone por aí? Uma solução são os aparelhos com funções específicas – os tais feature phones -, como este que a Sony Ericsson lança no Brasil.
Com o Sony Ericsson C510 Cyber-shot, você poderá acessar dois dos serviços online mais populares do momento: o Facebook e [...]

sony-ericsson-c510

Quer ficar ligado na internet, mas não aguenta carregar um smartphone por aí? Uma solução são os aparelhos com funções específicas – os tais feature phones -, como este que a Sony Ericsson lança no Brasil.

Com o Sony Ericsson C510 Cyber-shot, você poderá acessar dois dos serviços online mais populares do momento: o Facebook e o YouTube. Neste último, será possível carregar os vídeos que tiver gravado a partir do próprio celular.

Outro serviço online disponível é o Google Maps. Sim, é pouco. Mas, para o futuro, a Sony Ericsson promete oferecer o acesso a outros serviços, como Orkut e Twitter – que, aliás, é o básico, não?

Hardware

A tela do C510, de tecnologia TFT, tem 240 x 320 pixels. A expansão é via cartão de memória Micro M2 (um cartão de 2 GB acompanha o aparelho). Conexão Bluetooth estéreo também faz parte das especificações.

Como é uma Cyber-shot, a câmera de 3,2 megapixels vem com os recursos mais comuns das câmeras convencionais, como o Smile Shutter (captura automática de imagem a partir do reconhecimento de um sorriso). Uma coisa boa: a C510 tem uma tampa deslizante para proteger a lente.

O C510 funciona em redes GSM de 850, 900, 1800 e 1900 MHz, além de UMTS/HDSPA de 850, 1900 e 2100 MHz. Está disponível nas cores preto, prata e vermelho e tem preço sugerido de R$ 699, valor que pode variar em função do plano contratado.

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Um dicionário para ler o “New York Times”

O inglês praticado pelo “The New York Times” é um dos mais rebuscados da imprensa norte-americana. Mas é, também, um prato cheio para quem quer aprender a língua. Sabendo disso, os editores da versão eletrônica do site criaram um mecanismo para lá de prático: a busca facilitada em dicionário.
A coisa funciona assim: se, ao ler [...]

nyt-busca-palavras-editadoO inglês praticado pelo “The New York Times” é um dos mais rebuscados da imprensa norte-americana. Mas é, também, um prato cheio para quem quer aprender a língua. Sabendo disso, os editores da versão eletrônica do site criaram um mecanismo para lá de prático: a busca facilitada em dicionário.

A coisa funciona assim: se, ao ler um dos artigos do jornal, você encontrar uma palavra que não conhece, marque-a com o mouse e clique no botão de interrogação que aparecerá sobre ela. Como resultado, aparecerá, como pop-up, a definição daquela palavra (fornecida pelo Answers.com).

Se preferir, você também poderá mudar o escopo da busca, selecionando entre os arquivos do NYT antes e depois de 1981, os blogs do NYT, o guia da cidade de Nova York e o Google.

O mais curioso disso tudo é que, graças a esse serviço, o jornal sabe quais as palavras que mais exigiram consultas ao dicionário. Parte dessa lista foi divulgada pelo Nieman Journalism Lab. A campeã – ou seja, a mais desconhecida entre os leitores – foi a expressão latina sui generis.

O jornal reconhece que, ao mesmo tempo que seus leitores formam a parcela mais bem educada do país, também não carregam um dicionário a tiracolo. A questão é: deve-se simplificar a linguagem, evitando as palavras menos conhecidas? Ou investir no gosto do leitorado pelo texto, digamos, mais erudito? Isso, infelizmente, a web e suas estatísticas não respondem.

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Dúvida na pronúncia? Peça ajuda à web

No aprendizado do inglês – como, de resto, no de qualquer outra língua -, pronúncia é repertório. Ou seja, quanto mais se ouve bem, mais se fala bem.
Como nenhum curso é capaz de dar o treinamento completo, a internet surge como aquela “ajuda indispensável”. E a descoberta da semana é o Forvo, um site espanhol [...]

cao-latindo-peqNo aprendizado do inglês – como, de resto, no de qualquer outra língua -, pronúncia é repertório. Ou seja, quanto mais se ouve bem, mais se fala bem.

Como nenhum curso é capaz de dar o treinamento completo, a internet surge como aquela “ajuda indispensável”. E a descoberta da semana é o Forvo, um site espanhol que promete “todas as palavras do mundo, pronunciadas”.

Trata-se de um site colaborativo. Se uma palavra não existir, você poderá gravar a pronúncia e enviá-la para os organizadores. E o acervo não é mau – pudemos conferir, por exemplo, a pronúncia de palavras tradicionalmente mal pronunciadas, como “gadget”, e marcas como “Kaspersky” (antivírus) e “IBM”.

No ar desde janeiro de 2008, o Forvo já não se limita ao inglês – embora seja dessa língua a maior parte do seu acervo. Pode-se encontrar de tudo, de iídiche a romeno, passando por francês, alemão e, claro, português.

Curioso? Então ligue a caixa de som e experimente, clicando aqui.

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Porta-retratos digital recebe imagens da internet

Os porta-retratos digitais estão entre nós há algum tempo. Os primeiros modelos tinham telas do tamanho de um selo e apenas uma ranhura para o encaixe de cartões de memória SD. Depois, vieram as telas maiores e mais confortáveis. Agora a novidade é de outro naipe: conexão sem fio.
É assim que é o display DSM-210 [...]

d-link-dsm-210-perfil

Os porta-retratos digitais estão entre nós há algum tempo. Os primeiros modelos tinham telas do tamanho de um selo e apenas uma ranhura para o encaixe de cartões de memória SD. Depois, vieram as telas maiores e mais confortáveis. Agora a novidade é de outro naipe: conexão sem fio.

É assim que é o display DSM-210 Internet Photo Frame, da D-Link. Nele, as fotos podem vir de um pen drive USB, de um cartão SD, de um Memory Stick e até da internet (por meio de sites como Flickr, Facebook e Picasa, por exemplo), via Wi-Fi ou cabo.

O mesmo display pode receber mensagens RSS de forma automática – para a D-Link, é uma forma de você receber, na sua mesa, informações sobre esportes, tempo, hora certa, compromissos e finanças, por exemplo.

Esse conteúdo é configurável pelo usuário, mediante a assinatura de um serviço gratuito chamado FrameChannel. Para ativá-lo, você vai precisar preencher um formulário e, neste, fornecer um código de ativação (que acompanha cada DSM-210 produzido).

O controle e a configuração do DSM-210 são feitos via controle remoto (incluído). A tela, de 10 polegadas, tem tamanho equivalente a dos netbooks de última geração. A memória interna de 1 giga ajuda a lidar com os dados provenientes da rede.

Segundo a D-Link, o DSM-210 já está à venda no Brasil pelo preço sugerido de R$ 1.299. Salgado, é certo – mas que outro display teria tanta funcionalidade num só pacote?

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Xperia X1, da Sony Ericsson, já está na Claro

Tudo indica que, para a maioria das tarefas de comunicação, o celular será o aparelho definitivo. O formato definitivo desse aparelho, no entanto, ainda está longe de ser alcançado.
A aposta mais ousada da Sony Ericsson é o Xperia X1. Equipado com sistema Windows Mobile 6.1, o modelo tem tela sensível ao toque e também um [...]

sony-ericsson-xperia-x1

Tudo indica que, para a maioria das tarefas de comunicação, o celular será o aparelho definitivo. O formato definitivo desse aparelho, no entanto, ainda está longe de ser alcançado.

A aposta mais ousada da Sony Ericsson é o Xperia X1. Equipado com sistema Windows Mobile 6.1, o modelo tem tela sensível ao toque e também um surpreendente teclado deslizante. A novidade, no entanto, é que o aparelho começa a ser vendido no Brasil pela operadora Claro.

O Xperia X1 tenta responder aos desejos da maioria dos usuários de smartphone. O aparelho tem GPS, funciona em redes Wi-Fi, possui uma câmera digital de 3,2 megapixels, toca MP3, sintoniza FM, traz entrada de fone comum para plugs de 3,5 mm e vem com cartão de memória de 8 GB.

Na Claro, o Xperia X1 custa R$ 1.299 (no plano Estilo 300 + pacote de dados de 250 MB). Outros planos e combinações de serviços podem estar disponíveis sob consulta.

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