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Notebook do professor: primeiro é do RS

E saiu o primeiro computador do programa Computador Portátil para Professores, do Governo Federal. A professora Tatiane Fleck, de Sapiranga (RS), comprou um Mobile Z 50 da Positivo – o único modelo oferecido – por R$ 1.199, e deverá recebê-lo na sexta, 11 de setembro.
A venda dos notebooks em condições, digamos, especiais teve início dia [...]

E saiu o primeiro computador do programa Computador Portátil para Professores, do Governo Federal. A professora Tatiane Fleck, de Sapiranga (RS), comprou um Mobile Z 50 da Positivo – o único modelo oferecido – por R$ 1.199, e deverá recebê-lo na sexta, 11 de setembro.

A venda dos notebooks em condições, digamos, especiais teve início dia 31. Mas apenas os professores de 64 cidades selecionadas podem encomendá-lo. Numa segunda etapa, o programa será estendido para as capitais e, depois, para todo o País.

O site oficial do programa é este aqui.

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Computador para professor, enfim, sai do papel

Parece que o programa federal de venda subsidiada de notebooks para professores desempacou. Prometido em julho de 2008, só agora, dia 31 de agosto – mais de um ano depois – alguns professores poderão adquirir o equipamento em prestações com juros camaradas.
Dissemos “alguns” porque inicialmente o programa vai atender apenas professores de 64 cidades, selecionadas [...]

positivo-z50

Parece que o programa federal de venda subsidiada de notebooks para professores desempacou. Prometido em julho de 2008, só agora, dia 31 de agosto – mais de um ano depois – alguns professores poderão adquirir o equipamento em prestações com juros camaradas.

Dissemos “alguns” porque inicialmente o programa vai atender apenas professores de 64 cidades, selecionadas entre as que tiveram maior índice de desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) – a lista completa está aqui. Essa é a primeira fase. Depois virão as capitais e, por último, o resto do país. É um projeto que começa lento, mas é ambicioso. Afinal, todos os professores na ativa das redes pública e privada podem participar.

Pelas regras, cada professor poderá comprar apenas uma máquina, pelo preço máximo de R$ 1.400. Quem vende são os próprios Correios. Se for à vista, o pagamento deverá ser feito em dinheiro (os Correios não aceitam cartões de crédito!). Se optar pelo financiamento, o professor deverá levar à agência dos Correios toda documentação necessária – os detalhes estão no site do programa, aqui. Ah: é preciso ser correntista do Banco Postal.

Tem mais. Para participar do programa, os fabricantes tinham de se candidatar. Parece que a indústria não se animou muito. Apenas a Positivo entrou no jogo, e mesmo assim com um único modelo – o Z50 (foto acima), com procesador Celeron 900 (2,2 GHz) e sistema Linux. A configuração inclui 1 GB de memória, HD de 160 GB, tela de 14 polegadas widescreen (1.280 x 800 pixels), gravador de CD e DVD, rede, Wi-Fi e leitor de cartões de memória, tudo por R$ 1.199.

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Um dicionário para ler o “New York Times”

O inglês praticado pelo “The New York Times” é um dos mais rebuscados da imprensa norte-americana. Mas é, também, um prato cheio para quem quer aprender a língua. Sabendo disso, os editores da versão eletrônica do site criaram um mecanismo para lá de prático: a busca facilitada em dicionário.
A coisa funciona assim: se, ao ler [...]

nyt-busca-palavras-editadoO inglês praticado pelo “The New York Times” é um dos mais rebuscados da imprensa norte-americana. Mas é, também, um prato cheio para quem quer aprender a língua. Sabendo disso, os editores da versão eletrônica do site criaram um mecanismo para lá de prático: a busca facilitada em dicionário.

A coisa funciona assim: se, ao ler um dos artigos do jornal, você encontrar uma palavra que não conhece, marque-a com o mouse e clique no botão de interrogação que aparecerá sobre ela. Como resultado, aparecerá, como pop-up, a definição daquela palavra (fornecida pelo Answers.com).

Se preferir, você também poderá mudar o escopo da busca, selecionando entre os arquivos do NYT antes e depois de 1981, os blogs do NYT, o guia da cidade de Nova York e o Google.

O mais curioso disso tudo é que, graças a esse serviço, o jornal sabe quais as palavras que mais exigiram consultas ao dicionário. Parte dessa lista foi divulgada pelo Nieman Journalism Lab. A campeã – ou seja, a mais desconhecida entre os leitores – foi a expressão latina sui generis.

O jornal reconhece que, ao mesmo tempo que seus leitores formam a parcela mais bem educada do país, também não carregam um dicionário a tiracolo. A questão é: deve-se simplificar a linguagem, evitando as palavras menos conhecidas? Ou investir no gosto do leitorado pelo texto, digamos, mais erudito? Isso, infelizmente, a web e suas estatísticas não respondem.

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Dúvida na pronúncia? Peça ajuda à web

No aprendizado do inglês – como, de resto, no de qualquer outra língua -, pronúncia é repertório. Ou seja, quanto mais se ouve bem, mais se fala bem.
Como nenhum curso é capaz de dar o treinamento completo, a internet surge como aquela “ajuda indispensável”. E a descoberta da semana é o Forvo, um site espanhol [...]

cao-latindo-peqNo aprendizado do inglês – como, de resto, no de qualquer outra língua -, pronúncia é repertório. Ou seja, quanto mais se ouve bem, mais se fala bem.

Como nenhum curso é capaz de dar o treinamento completo, a internet surge como aquela “ajuda indispensável”. E a descoberta da semana é o Forvo, um site espanhol que promete “todas as palavras do mundo, pronunciadas”.

Trata-se de um site colaborativo. Se uma palavra não existir, você poderá gravar a pronúncia e enviá-la para os organizadores. E o acervo não é mau – pudemos conferir, por exemplo, a pronúncia de palavras tradicionalmente mal pronunciadas, como “gadget”, e marcas como “Kaspersky” (antivírus) e “IBM”.

No ar desde janeiro de 2008, o Forvo já não se limita ao inglês – embora seja dessa língua a maior parte do seu acervo. Pode-se encontrar de tudo, de iídiche a romeno, passando por francês, alemão e, claro, português.

Curioso? Então ligue a caixa de som e experimente, clicando aqui.

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Notebook do professor: SP reabre inscrições

Termina dia 27 de julho, segunda-feira, o prazo para cadastramento no Programa Computador do Professor, da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Com o programa, educadores da rede estadual e do Centro Paula Souza podem comprar seu notebook em até 24 parcelas sem juros.
Leia também: SP lança programa Computador do Professor
O programa havia [...]

Positivo Mobile Linha Z

Positivo Mobile Linha Z

Termina dia 27 de julho, segunda-feira, o prazo para cadastramento no Programa Computador do Professor, da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Com o programa, educadores da rede estadual e do Centro Paula Souza podem comprar seu notebook em até 24 parcelas sem juros.

Leia também: SP lança programa Computador do Professor

O programa havia sido encerrado no fim do ano passado, mas foi reaberto em 29 de junho. Da primeira vez, 84 mil professores tinham se cadastrado. O número efetivo de adesões divulgado agora pela secretaria é bem menor – cerca de 43 mil. Nessa segunda fase, mais 2,3 mil teriam feito a inscrição.

O custo do laptop é de R$ 1.738, que podem ser pagos em até 24 parcelas iguais sem juros. O custo financeiro da operação é pago pelo governo.

Sem webcam

O portátil do programa foi escolhido em chamamento público. O modelo vencedor, da Positivo, tem processador Intel Pentium Dual Core, 2 GB de memória, HD de 160 GB, gravador de CD e DVD, tela de 14 polegadas widescreen e rede sem fio.

Muitos professores contemplados com os primeiros exemplares se queixaram da ausência de webcam. Embora não tenha sido previsto na configuração básica, o acessório equipou alguns milhares de portáteis – mas não todos -, que forem entregues depois da assinatura do contrato de financiamento com o banco Nossa Caixa.

Para atender aos que ficaram sem o equipamento, a secretaria pediu à Positivo que fornecesse câmeras avulsas. O lote, de 15 mil peças, deverá começar a ser distribuído em agosto, sem custo adicional.

A inscrição pode ser feita aqui.

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PC do Professor/ES: prazo termina em 27/6

Os fabricantes de PC se mobilizam para atender aos professores da rede pública do Espírito Santo que ainda não compraram seu computador com subsídio do governo estadual. Desde 27 de março eles têm um bônus de R$ 1.500 para gastar com o equipamento.
Uma das lojas que ainda aceitam encomendas (até 25/06) é a Sipolatti, uma [...]

everex-e80-2100Os fabricantes de PC se mobilizam para atender aos professores da rede pública do Espírito Santo que ainda não compraram seu computador com subsídio do governo estadual. Desde 27 de março eles têm um bônus de R$ 1.500 para gastar com o equipamento.

Uma das lojas que ainda aceitam encomendas (até 25/06) é a Sipolatti, uma revenda da Amazon PC. A Positivo, que mantinha até há pouco um portal específico para o programa, avisa que os professores interessados devem agora procurar as lojas de varejo que oferecem a marca.

O principal fator limitante é o prazo para entrega da nota fiscal da compra à secretaria da escola na qual o professor atua. A data limite para prestação de contas é 27 de junho.

Livre escolha

O Bônus Tecnológico, como foi chamado, pode ser utilizado pelos cerca de 10 mil professores efetivos da rede para a compra de desktops ou notebooks de sua livre escolha. Segundo o governo, o valor total do projeto é de R$ 15 milhões.

O Espírito Santo não foi o único Estado a oferecer computadores para professores. No Rio de Janeiro, os docentes receberam notebooks e modems sem fio em comodato, sem qualquer custo, para uso no preparo de aulas e em programas de treinamento. Os professores de Pernambuco receberam bônus de R$ 2.300 para compra de equipamentos, também de livre escolha.

Em São Paulo, que no passado chegou a oferecer carta de crédito para compra de PCs, desta vez não houve bônus: o governo do Estado apenas subsidiou os juros na compra parcelada de notebooks por cerca de 80 mil docentes – a máquina foi selecionada por meio de chamamento público.

A lei que concede o Bônus Tecnológico aos professores do Espírito Santo foi aprovada pela Assembléia Legislativa e sancionada em março pelo governador Paulo Hartung. Assim que receberam o crédito, os professores beneficiados ganharam 90 dias para efetuar a compra e apresentar a nota fiscal – prazo que termina agora.

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Em Portugal, um mestrado em Open Source

Essa vem do outro lado do Atlântico: o Instituto Universitário de Lisboa, em Portugal, oferece um Mestrado em Open Source Software. O curso compreende um conjunto de disciplinas, oferecidas em 2 semestres, e a produção de uma dissertação. O diploma será emitido pelo ISCTE – Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, ligado [...]

opensource_imageEssa vem do outro lado do Atlântico: o Instituto Universitário de Lisboa, em Portugal, oferece um Mestrado em Open Source Software. O curso compreende um conjunto de disciplinas, oferecidas em 2 semestres, e a produção de uma dissertação. O diploma será emitido pelo ISCTE – Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, ligado ao IUL. As candidaturas estão abertas desde o dia 1.o e seguem até 4 de setembro. Mais detalhes sobre preços, prazos e disciplinas podem ser obtidas no sítio do Instituto, aqui.

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Livros raros de Mindlin, na USP e na web

A biblioteca Brasiliana, doada à USP pelo empresário José Mindlin, poderá em breve ser acessada pela internet. As versões digitais dos livros, muitos deles raros, vão compor a Brasiliana Digital, a ser inaugurada oficialmente em junho.
Inicialmente apenas algumas centenas de livros estarão disponiveis. A digitalização completa levará bastante tempo: para se ter um ideia, até [...]

seminario

A biblioteca Brasiliana, doada à USP pelo empresário José Mindlin, poderá em breve ser acessada pela internet. As versões digitais dos livros, muitos deles raros, vão compor a Brasiliana Digital, a ser inaugurada oficialmente em junho.

Inicialmente apenas algumas centenas de livros estarão disponiveis. A digitalização completa levará bastante tempo: para se ter um ideia, até o fim de 2009 cerca de 4 mil dos 17 mil livros da coleção terão sido digitalizados. O processo, que é automático, usa um braço robótico para virar as páginas.

O bom é que, no fim dos trabalhos, as cópias das páginas, com tipografia e ilustrações originais, estarão disponíveis para consulta livre – um prato requintado para pesquisadores e curiosos de plantão.

Parte da coleção é formada por edições raras de romances brasileiros; outra parte reúne livros escritos sobre o Brasil e sua história, em português e em outras línguas.

A Biblioteca Brasiliana Digital será inaugurada durante o “Seminário Mindlin 2009 – Livros, Leituras e Novas Tecnologias“, agendado para os dias 16, 17 e 18 de junho, na USP. O encontro terá representantes da Biblioteca do Congresso dos EUA, da Escola Politécnica, da Biblioteca do Senado Federal e da Biblioteca Nacional de Portugal, entre outros.

A biblioteca Brasiliana “real”, de cimento e tijolo, está sendo construída no campus da Cidade Universitária e deverá ficar pronta em julho de 2010.

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Com Inspiron 2100, Dell mira as escolas

A Dell anunciou nos EUA sua mais nova iniciativa para fornecer computadores para o ensino básico. Trata-se do Inspiron 2100, um netbook projetado para aguentar o tranco do dia-a-dia escolar.
Tirando alguns detalhes, o Inspiron 2100 é um netbook como qualquer outro. A diferença, segundo a fabricante, está no hardware mais resistente e na possibilidade de [...]

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A Dell anunciou nos EUA sua mais nova iniciativa para fornecer computadores para o ensino básico. Trata-se do Inspiron 2100, um netbook projetado para aguentar o tranco do dia-a-dia escolar.

Tirando alguns detalhes, o Inspiron 2100 é um netbook como qualquer outro. A diferença, segundo a fabricante, está no hardware mais resistente e na possibilidade de gerenciamento remoto e de preconfiguração para encomendas em grandes quantidades.

Dizemos que é um netbook como qualquer outro porque, por dentro, ele vem com a receita básica: processador Intel Atom N270 de 1,6 GHz, memória de 512 MB expansível a 2 GB, opção entre SSD (até 16 GB) e HD (até 250 GB), conexões Gigabit Ethernet, Wi-Fi e Bluetooth, bateria de 3 ou 6 células e a escolha entre os sistemas Windows XP Home SP3, Vista Home Basic ou Ubuntu.

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A riqueza de detalhes sobre o hardware contrasta com as informações limitadas diponíveis sobre gerenciamento. Afinal, duas das preocupações no uso de micros na escola são justamente o policiamento do uso dos micros em atividades de ensino e a restauração do sistema em caso de alterações  danosas feitas pelos alunos.

Além disso, há que se ressaltar que, em muitos aspectos, o micro na escola é um problema em busca de solução, já que a oferta de conexão à internet em sala de aula tem grande poder de dispersão. Ok, a Dell acena com um recurso inibidor – um LED que avisa se o aluno está acessando a rede -, mas que parece pouco diante das necessidades reais dos professores.

Por último, merece destaque a possibilidade de instalação de uma tela touch screen – útil em certas aplicações educacionais, mas que pode encarecer bastante o já salgado preço base (US$ 369 para a configuração mais simples, nos EUA). Para efeito de comparação, o Inspiron Mini 10 mais simples sai por US$ 299.

A Dell acena com a possibilidade de compra, pelas escolas, de um rack especial para 24 netbooks, que pode ser arrastado para a sala de aula e retirado dela sempre que necessário. Mas esse “Mobile Computing Station” dificilmente será mais econômico que manter uma sala de informática equipada com desktops. Além disso, salas especiais, se bem projetadas, dão conta das necessidades ergonômicas dos pequenos – e, nesse aspecto, os portáteis ainda ficam a dever solução a contento.

Pesando tudo, é de se comemorar que tenhamos mais uma opção de portátil. Pode ser que, por sua natureza mais resistente, o Inspiron 2100 venha a roubar um pouco do mercado do Inspiron Mini. O mais importante, contudo, é que a Dell e outros fabricantes continuem a oferecer netbooks com as características originais de mobilidade e baixo custo, que são no fim das contas seus principais apelos.

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Brasil: enfim, uma biblioteca em cada cidade

Quando você, de férias, visita uma pequena cidade do litoral do Nordeste – qualquer uma – por acaso procura por uma biblioteca? Aposto que não.
Pois bem. Em 1996, época do real sobrevalorizado, passei uns dias em Orlando, na Flórida, e resolvi procurar a biblioteca pública do bairro no qual me hospedei. Fiquei pasmo: havia, além [...]

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Sala de leitura da Biblioteca Pública de Nova York

Quando você, de férias, visita uma pequena cidade do litoral do Nordeste – qualquer uma – por acaso procura por uma biblioteca? Aposto que não.

Pois bem. Em 1996, época do real sobrevalorizado, passei uns dias em Orlando, na Flórida, e resolvi procurar a biblioteca pública do bairro no qual me hospedei. Fiquei pasmo: havia, além de livros, um telecentro; e diversas estantes com assuntos relevantes para o dia-a-dia, de guas de serviços públicos a como abrir uma empresa. O mais curioso é que ela já não se chamava “Library”, mas “Media Center” – reflexo da onipresença das tecnologias digitais. E, à época, nossa internet comercial só tinha 1 aninho.

É por isso que hoje, 13 anos depois, me surpreende positivamente a decisão do governo federal de oferecer a todas as cidades do Brasil a possibilidade de ter sua biblioteca, com um pacote inicial de 2.500 livros, móveis e computador para controle do acervo. O Ministério da Cultura tem até uma data para que esse marco seja alcançado: 25 de julho. Será, como quer o governo, o Dia D da Leitura no Brasil.

Bem que as bibliotecas poderiam incluir também um espaço de acesso público à internet, mas isso talvez seja pedir demais. Aliás, mesmo na cidade de São Paulo as iniciativas de popularização do acesso nunca tiveram conexão com a rede municipal de bibliotecas – uma separação que, confesso, nunca entendi.

De qualquer modo, marque a data: 25 de julho pode ser o dia em que o Brasil definitivamente chegou ao século XX.

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