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Warner traz Mach 5 ao Brasil

Uma boa notícia: soube pelo CineClick que uma réplica do carro Mach 5, de Speed Racer, acaba de ser desembarcado no Brasil.
A Warner Bros, que trouxe o carro para divulgar o longa-metragem “Speed Racer” por aqui, ainda não liberou as datas e os locais de exposição.
O carro deve ser igual a este aí embaixo, que [...]

Uma boa notícia: soube pelo CineClick que uma réplica do carro Mach 5, de Speed Racer, acaba de ser desembarcado no Brasil.

A Warner Bros, que trouxe o carro para divulgar o longa-metragem “Speed Racer” por aqui, ainda não liberou as datas e os locais de exposição.

O carro deve ser igual a este aí embaixo, que segundo o blog “Mondo Rick-O” foi exibido pela Warner na San Diego Comic Con em julho de 2007.

O filme tem estréia prevista para 9 de maio.

Agora, a dúvida: será que o carro anda de verdade?

Veja também: as fotos da exibição do Mach 5 em São Paulo

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Vitrola USB? Prefiro um toca-discos

O lançamento, pela Sony, de um aparelho capaz de transferir músicas de discos de vinil para o computador via conexão USB nos leva a perguntar: será uma vitrola ou um toca-discos?
A resposta exige alguma pesquisa. Portanto, sejamos precisos: “Victrola” foi marca registrada pela empresa americana Victor, fabricante de fonógrafos de 1901 a 1929.
Quer mais história? [...]

O lançamento, pela Sony, de um aparelho capaz de transferir músicas de discos de vinil para o computador via conexão USB nos leva a perguntar: será uma vitrola ou um toca-discos?

A resposta exige alguma pesquisa. Portanto, sejamos precisos: “Victrola” foi marca registrada pela empresa americana Victor, fabricante de fonógrafos de 1901 a 1929.

Quer mais história? Vamos lá. Em 1929, a Victor foi vendida à Radio Corporation of America. Depois de alguns anos, a associação iria resultar na criação da marca RCA-Victor.

A marca Victrola sobreviveu até meados dos anos 70, tornando-se sinônimo de toca-discos. Achamos justo, contudo, chamar esses aparelhos pelo nome genérico de toca-discos. Afinal, vitrola é do tempo do meu avô!

Veja também: Sony lança toca-discos USB nos EUA

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Nova “Mulher biônica” chega ao fim

Fico sabendo, pelo “Omelete”, que o seriado “Mulher Biônica” será cancelado.
Não surpreende. A série, exibida nos Estados Unidos pela emissora NBC, teve 8 episódios. Acompanhei os 3 primeiros. Era mesmo muito ruim.
No “Mulher Biônica” original, a professora primária Jamie Sommers ganhava as próteses biônicas após um acidente ao saltar de pára-quedas. Não tinha filhos, nem [...]

Fico sabendo, pelo “Omelete”, que o seriado “Mulher Biônica” será cancelado.bionic_woman.jpg

Não surpreende. A série, exibida nos Estados Unidos pela emissora NBC, teve 8 episódios. Acompanhei os 3 primeiros. Era mesmo muito ruim.

No “Mulher Biônica” original, a professora primária Jamie Sommers ganhava as próteses biônicas após um acidente ao saltar de pára-quedas. Não tinha filhos, nem irmãos. Cada episódio era uma aventura completa – você podia perder um deles, sem comprometer o entendimento.

O novo seriado trazia uma Jamie Sommers garçonete, namorada de um cientista e às turras com a irmã adolescente. Um acidente de carro a torna cobaia de uma experiência, conduzida pelo namorado: a reconstrução dos membros e órgãos perdidos com ajuda de biotecnologia regenerativa.

A história parecia boa. No entanto, a coisa começou a degringolar quando o namorado cientista foi assassinado por uma segunda mulher biônica, tornada insana por causa dos efeitos colaterais dos agentes regenerativos.

Um duelo entre as duas não tardou a aparecer. Quando a briguinha começou a se arrastar, parei de acompanhar.

Se “Mulher Biônica” original já era chato, a nova versão só fez piorar sua reputação. Diálogos toscos, motivações inverossímeis, personagens que não diziam a que vieram – tudo colaborou para que “Mulher Biônica” fosse para o limbo.

Que descanse em paz…

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“Jumper” e o naturalismo pós-tech

Melhor que o transporte, só o teletransporte. Por enquanto, a novidade que desafogaria o trânsito em São Paulo só existe nos cinemas – e mesmo assim ainda oferece riscos. Em “A mosca da cabeça branca” (The Fly, 1958), o criador de um teletransporte vaporiza um gato antes de transformar a si mesmo num ser híbrido [...]

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Melhor que o transporte, só o teletransporte. Por enquanto, a novidade que desafogaria o trânsito em São Paulo só existe nos cinemas – e mesmo assim ainda oferece riscos. Em “A mosca da cabeça branca” (The Fly, 1958), o criador de um teletransporte vaporiza um gato antes de transformar a si mesmo num ser híbrido homem-inseto. Na série “Jornada nas Estrelas” (Star Trek, 1966-69), por várias vezes os heróis só conseguiram ser rematerializados no último segundo, graças à dedicação do engenheiro Scott – e não sem algumas baixas.

Eis que surge agora “Jumper” (2008), filme que explora o sonho do transporte sem aborrecimentos como bilhete único sem carga ou trem lotado. No filme, que estréia hoje nos EUA (e em 28/03 no Brasil), um jovem tem certa anomalia genética que permite teletransportar a si e tudo em que se agarra (cadeira, guarda-sol, namorada) para qualquer lugar – até a Lua. O que ele não sabe é que tal anomalia tem sido transmitida há gerações, e seus portadores têm sido perseguidos e mortos por uma dinastia secreta.

É preciso ver “Jumper” para ter certeza, mas o trailler dá a entender que a habilidade de viajar de um lugar a outro em um segundo é só um pretexto para a produção de cenas de batalha com toques de “Matrix”. É pena.

Há nesses filmes novos, contudo, uma idéia mais perturbadora: a de que essas habilidades são dons (“gifts”) que não exigiram esforço algum para serem conquistados. Compare: antes, cientistas e engenheiros davam duro (e, às vezes, erravam feio); agora, ou se faz um upload no cérebro, ou se tem o “dom” – imagem de uma geração que ganhou de presente tecnologias como a internet e o celular, tal como se tira uma maçã da árvore. A conferir…

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9rz5NekSUTM&rel=1]

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Roy Scheider (1932-2008)

Foi por causa do cinema e da tevê que muito geek e nerd pôs o pé na profissão. E pode ter certeza: Roy Scheider teve alguma parte nisso. O ator, que faleceu ontem nos Estados Unidos, é mais lembrado pelo papel em “Tubarão” (1975). Mas é com “Trovão Azul” (1983), filme sobre um helicóptero ultra-avançado, [...]

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Foi por causa do cinema e da tevê que muito geek e nerd pôs o pé na profissão. E pode ter certeza: Roy Scheider teve alguma parte nisso. O ator, que faleceu ontem nos Estados Unidos, é mais lembrado pelo papel em “Tubarão” (1975). Mas é com “Trovão Azul” (1983), filme sobre um helicóptero ultra-avançado, que me lembro de seu trabalho.

“Trovão” foi dirigido por John Badhan, responsável também pelo emblemático “Jogos de Guerra” (1983) e por “Curto-Circuito” (1986). Tanto “Trovão” quanto “Jogos” traziam questões éticas sobre o (ab)uso da tecnologia – coisa, aliás, que pautou boa parte da produção sci-fi dos anos 80 e 90 (“Robocop” é um bom exemplo).

Sobre Scheider, só fui revê-lo no começo dos anos 90, nas reprises de “SeaQuest”, na pele do capitão de um submarino hi-tech. Já não tinha tanto tempo para ver TV. Mas o homem fazia diferença: “Trovão Azul” foi transformada em série, mas com outros atores – e perdeu a graça.

Valeu, Roy!

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O mundo pelas lentes de “Zeitgeist”

A sociedade controlada e totalitária tal como imaginada por filmes como “Matrix”, “Johnny Mnemonic” ou “Minority Report” já está sendo planejada hoje. Quem alerta é o documentário “Zeitgeist” (2007), escrito e dirigido por Peter Joseph.
“Zeitgeist” é um filme diferente e ambicioso. Foi feito sem fins lucrativos – você vai encontrá-lo para download aqui e até [...]

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A sociedade controlada e totalitária tal como imaginada por filmes como “Matrix”, “Johnny Mnemonic” ou “Minority Report” já está sendo planejada hoje. Quem alerta é o documentário “Zeitgeist” (2007), escrito e dirigido por Peter Joseph.

“Zeitgeist” é um filme diferente e ambicioso. Foi feito sem fins lucrativos – você vai encontrá-lo para download aqui e até no YouTube, em partes, aqui. E busca nada mais, nada menos que dissecar as intenções ocultas do cristianismo, do poder financeiro e das guerras.

Joseph atira para todo lado. Além de denunciar que Jesus pode nunca ter existido e que as crises financeiras do início do século 20 nos EUA foram provocadas por banqueiros gananciosos, ele afirma que os atentados de 11 de setembro foram promovidos com ajuda do governo norte-americano, assim como o afundamento do navio Lusitânia, na 1.a Guerra, o ataque a Pearl Harbor e o envolvimento na guerra do Vietnã.

Exagero? Então dê um forward rápido para a parte final. Segundo o filme, todas as religiões, o sistema financeiro internacional e as guerras foram criados para manter a humanidade submissa e amedrontada. O golpe final virá quando os habitantes da Terra forem etiquetados com chips subcutâneos (foto acima).

Em seu site, Joseph conclama quem já viu o filme (e gostou) a organizar sessões públicas em suas comunidades. O “Dia Z”, como foi chamado, já está marcado: 15 de março de 2008.

Se você espera que eu lhe diga se tudo o que Joseph mostra é ou não verdade, esqueça. Assista e decida. Mas que é instigante, isso é.

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Quando a ciência exata vira… Arte

Dá para fazer Arte a partir de física, química e matemática? A exposição “O(s) Cinético(s)”, que o Instituto Tomie Ohtake apresenta em São Paulo, mostra mais uma vez que sim. A mostra foi concebida pelo Museu Rainha Sofia, de Madri, e reúne trabalhos europeus e latino-americanos que têm principalmente o movimento (ou a ilusão de [...]

Dá para fazer Arte a partir de física, química e matemática? A exposição “O(s) Cinético(s)”, que o Instituto Tomie Ohtake apresenta em São Paulo, mostra mais uma vez que sim. A mostra foi concebida pelo Museu Rainha Sofia, de Madri, e reúne trabalhos europeus e latino-americanos que têm principalmente o movimento (ou a ilusão de movimento) como tema.

Há um pouco de tudo – instalações, quadros, esculturas -, mas o que mais chama atenção são as obras eletromecânicas. Nessas, seus elementos têm a ajuda de motores, que não só provocam como também estabelecem relações diretas com quem as vê. Note que o movimento, às vezes, é imperceptível como o de um relógio – de repente, voltamos os olhos e as coisas já não estão no lugar em que estavam. Em outras, o jogo está em interpretar não o desenho ou objeto, mas as sombras que são projetadas a partir deles, e também os jogos cromáticos que surgem daí. Quase todos têm como referencial a geometria, ora puramente Euclidiana, ora inspirando-se nos absurdos de Escher. Uma olhada nas datas das obras permitem recuperar um pouco da história dessa forma de perceber o mundo, tão exata e ao mesmo tempo tão emocional.

A exposição é gratuita e segue de terça a domingo, das 11 às 20 horas, até 10 de fevereiro.

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Sorria, você está sendo limado

Leio o artigo da “Folha de S.Paulo” de domingo (27/01/08) e fico sabendo que diversos famosos, como Ana Paula Arósio e Marcello Antony (e outros nem tanto), gastaram seu dinheiro para limar seus dentes (cada peça custa até 3.500 reais) e aplicar facetas de porcelana (sinônimos em inglês dessa técnica aqui). Há tecnologias que roubam [...]

Leio o artigo da “Folha de S.Paulo” de domingo (27/01/08) e fico sabendo que diversos famosos, como Ana Paula Arósio e Marcello Antony (e outros nem tanto), gastaram seu dinheiro para limar seus dentes (cada peça custa até 3.500 reais) e aplicar facetas de porcelana (sinônimos em inglês dessa técnica aqui). Há tecnologias que roubam empregos, há as que nos tornam mais eficientes. Essa é do tipo cosmético e me parece que flerta com problemas de auto-estima. Creio que nunca me acostumarei com essas coisas, mas vá lá, talvez sejamos todos um pouquinho ciborgues.

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O que fazer com o isopor?

Quase todas as engenhocas eletrônicas que amamos (ou odiamos) têm algo em comum: a embalagem de isopor. Embora o isopor seja 100% reciclável, seu recolhimento é economicamente inviável: cerca de 95% do volume do isopor é de ar. Para piorar, segundo reportagem da Folha de S.Paulo de 26 de janeiro de 2008, o faturamento de [...]

Quase todas as engenhocas eletrônicas que amamos (ou odiamos) têm algo em comum: a embalagem de isopor. Embora o isopor seja 100% reciclável, seu recolhimento é economicamente inviável: cerca de 95% do volume do isopor é de ar. Para piorar, segundo reportagem da Folha de S.Paulo de 26 de janeiro de 2008, o faturamento de uma recicladora com o isopor é de 25 centavos por quilo.

O jeito é levá-lo, nós mesmos, a um centro de reciclagem. Na cidade de São Paulo, o isopor pode ser deixado em Ecopontos. Recomenda-se ainda que as peças estejam limpas e livres de contaminação por resíduos. Tratado, o isopor vira até tijolo.

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Por uma cidade com menos carros

Quem mora em São Paulo pode não ter carro elétrico, nem metrô com ar condicionado. Mas os habitantes da Zona Leste (zona Lost, para os íntimos) terão mais uma via de transporte alternativo: uma ciclovia à beira da Radial Leste. A pista, que vai ligar Tatuapé a Itaquera, começa a sair do papel (na foto, o trecho ao lado [...]

Ciclovia Leste

Quem mora em São Paulo pode não ter carro elétrico, nem metrô com ar condicionado. Mas os habitantes da Zona Leste (zona Lost, para os íntimos) terão mais uma via de transporte alternativo: uma ciclovia à beira da Radial Leste. A pista, que vai ligar Tatuapé a Itaquera, começa a sair do papel (na foto, o trecho ao lado do Metrô Carrão). É verdade que ela ganhou algumas soluções estranhas, como uma curva – feita para preservar uma árvore que ficou bem no meio do caminho. E não tem jeito: o ciclista vai ficar submetido à fumaça dos carros que lotam aquelas pistas, principalmente no período da manhã. Li nos jornais de bairro a promessa de um bicicletário no Metrô Tatuapé. Enquanto isso não acontece, já é um avanço ver que, em outras partes da cidade, já existem estacionamentos que aceitam bicicletas – caso da região da Avenida Paulista, próximo ao Conjunto Nacional, onde o período de 12 horas de estadia sai por 2 reais.

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