Para conhecer mais sobre o Aiô, clique na imagem.
Plínio e Rosas são desafiados por Pascal. Você saberia resolver o dilema?
Por que Pascal estaria tão alterado?
Plínio e Rosas em mais uma típica sessão de caça ao bug, que desta vez põe Pascal a nocaute. (Para ampliar, clique na ilustração.)
Você poderá encontrar mais tiras com os personagens de Aiô aqui.
Versão Zero apresenta Aiô, quadrinhos de Miguel Pragier que retratam de forma bem humorada o dia-a-dia dos profissionais de TI.
Miguel Pragier tem um traço em evolução e um olhar bem humorado sobre o dia-a-dia do trabalho em TI. Essa combinação resultou no Aiô Strips.
As tiras Aiô são habitadas por três personagens: o robô Pascal, o jovem programador Plínio e o veterano Rosas – e não será difícil encontrar neles alguém que talvez trabalhe bem ao seu lado.
Com sua licença, o Versão Zero reproduz aqui alguns de seus trabalhos. Para conhecer mais, clique na imagem – ou visite Aiô Strips, blog-vitrine de seus trabalhos.
A biblioteca Brasiliana, doada à USP pelo empresário José Mindlin, poderá em breve ser acessada pela internet. As versões digitais dos livros, muitos deles raros, vão compor a Brasiliana Digital, a ser inaugurada oficialmente em junho.
Inicialmente apenas algumas centenas de livros estarão disponiveis. A digitalização completa levará bastante tempo: para se ter um ideia, até [...]

A biblioteca Brasiliana, doada à USP pelo empresário José Mindlin, poderá em breve ser acessada pela internet. As versões digitais dos livros, muitos deles raros, vão compor a Brasiliana Digital, a ser inaugurada oficialmente em junho.
Inicialmente apenas algumas centenas de livros estarão disponiveis. A digitalização completa levará bastante tempo: para se ter um ideia, até o fim de 2009 cerca de 4 mil dos 17 mil livros da coleção terão sido digitalizados. O processo, que é automático, usa um braço robótico para virar as páginas.
O bom é que, no fim dos trabalhos, as cópias das páginas, com tipografia e ilustrações originais, estarão disponíveis para consulta livre – um prato requintado para pesquisadores e curiosos de plantão.
Parte da coleção é formada por edições raras de romances brasileiros; outra parte reúne livros escritos sobre o Brasil e sua história, em português e em outras línguas.
A Biblioteca Brasiliana Digital será inaugurada durante o “Seminário Mindlin 2009 – Livros, Leituras e Novas Tecnologias“, agendado para os dias 16, 17 e 18 de junho, na USP. O encontro terá representantes da Biblioteca do Congresso dos EUA, da Escola Politécnica, da Biblioteca do Senado Federal e da Biblioteca Nacional de Portugal, entre outros.
A biblioteca Brasiliana “real”, de cimento e tijolo, está sendo construída no campus da Cidade Universitária e deverá ficar pronta em julho de 2010.
As camisetas são a vitrine perfeita para a irreverência. E a mais nova fonte de idéias bizarras para vestir – e que chegou ao conhecimento do Versão Zero – é a Fusilly.com.
Além da camiseta acima (que, concordamos, é mais que adequada para as atuais festas de formatura), há outros exemplos hilários: “Ironing Man”, com o [...]

As camisetas são a vitrine perfeita para a irreverência. E a mais nova fonte de idéias bizarras para vestir – e que chegou ao conhecimento do Versão Zero – é a Fusilly.com.
Além da camiseta acima (que, concordamos, é mais que adequada para as atuais festas de formatura), há outros exemplos hilários: “Ironing Man”, com o Homem de Ferro passando seu próprio uniforme; “Fromage a Trois”; “I Have a lot of fans”; e “Dyslexics Untie”, só para citar alguns.
O preço médio das camisetas é US$ 18,99. Se alguém souber de algum similar nacional, é só dizer!
(Via Desaforo.com)
Uma aura de romantismo cerca a época em que vivíamos de programar micros brasileiros de 8 bits. São raras, no entanto, as vezes em que se notam vestígios, na informática, do contexto político daquela época. Falamos da ditadura militar de 1964 a 1985, que a “Folha de S.Paulo” classificou em editorial (17/02) como “ditabranda” pela [...]

Uma aura de romantismo cerca a época em que vivíamos de programar micros brasileiros de 8 bits. São raras, no entanto, as vezes em que se notam vestígios, na informática, do contexto político daquela época. Falamos da ditadura militar de 1964 a 1985, que a “Folha de S.Paulo” classificou em editorial (17/02) como “ditabranda” pela suposta suavidade com que controlou a oposição e cerceou os direitos políticos e individuais.
Pois bem, um dos órgãos policiais mais ativos de repressão e censura no Brasil daqueles tempos era o DOPS – Departamento de Ordem Política e Social. Eis que o redator do “Manual de Operação do Microcomputador R-470 Ringo” resolveu, por brincadeira, citar o órgão numa crônica (págs. 105-106) que, embora tivesse intenção de divertir, não deixa dúvidas sobre o ideário de boa parcela da sociedade da época – e que persiste nos dias de hoje, como nos prova o editorial da “Folha”.
O manual foi obtido em versão digitalizada, no site DataCassete. Segue a transcrição.
Dinheiro… pra que dinheiro?
Um certo programa foi pedir empréstimo em um dos vários bancos de memória do nosso querido R-470. Ao entrar no BANCO SAVE, famoso por salvar programas perdidos pelos integrados da vida, avistou aquela moça que fica na entrada de todos os bancos e deu um EDIT de sua linha que estava com problema. Ela, processando os dados obtidos, conclui com quem ele deveria conversar. Em seguida, deu um GOTO sr. $, o gerente.
- Bom dígito, como vai?
- Vai-se indo. Naquele FOR NEXT de sempre. Mas, em que posso serví-lo?
- Bem. Vou dar logo a DIM de meu problema…
O programa deu um PAUSE 100, como quem está encontrando dificuldade para falar, e prosseguiu.
- Estou precisando urgentemente de uma expansão de memória. A que eu tenho já não é suficiente. Estou ficando sufocado.
De repente, toca o telefone e o sr. $ dá um BREAK na conversa. Era a sua esposa. Estava lhe mandando um LIST do que queria que ele levasse para casa depois do serviço.
Desligou o telefone e deu um CONT.
- Voltando ao assunto. Quanto é que o senhor está precisando?
- Aproximadamente, 16 bytes.
- Entendo… E sua renda? É fixa?
- Não, é variável, mas não se preocupe. Às vezes, tenho tanto serviço que até preciso de um SCROLL.
- Então, não tem problema nenhum. Agora, o senhos vai responder um pequeno questionário. Não demora nada. É FAST.
- Tudo bem.
- Bem. Este questionário é divido em 3 partes. O senhor só prossegue se atender às exigências de cada fase. Entendeu?
- Entendi.
- Então, vamos à primeira. O senhor só passa para a 2.a fase se tiver um veículo, um imóvel e uma renda mensal superior à 2 bytes. Traduzindo, é o seguinte: Passa para a 2.a fase IF tem veículo AND imóvel AND renda > 2 bytes.
- O senhor tem tudo isso?
- Sim, tenho.
- Vamos, então, à 2.a fase.
Para passar à terceira fase o senhos precisa ter um vídeo-inverso ou caracteres coloridos. Traduzindo… passa para a 3.a fase IF tem vídeo-inverso OR caracteres coloridos.
- Eu só tenho vídeo-inverso.
- Ótimo. Chegamos, com isso, à 3.a e última fase.
É preciso que o senhor não tenha nenhuma ENTER no DOPS (Departamento de Opressão à Programas Suspeitos).
- Não, nenhuma.
- Eu logo vi que o senhor era uma pessoa de caracter.
- Obrigado. Mas… fui aprovado?
- Claro. O empréstimo é seu. Só preciso de mais algumas coordenadas de praxe. Seu nome por favor.
- REM Digit Cavalcanti.
- Profissão…
- Autônomo. Dou PRINT à GRAPHICS.
- Endereço…
- PLOT 10,20. É NEXT daqui.
- Agora, INPUT sua assinatura aqui e espere um comando para voltar e acoplar seu empréstimo.
- Muito obrigado.
E, muito feliz, o programa REM Digit Cavalcanti RUN ENTER para casa.
STOP
Muita coisa aconteceu em 1977. George Lucas lançou “Star Wars”, nevou em Miami, as bandas punk Sex Pistols e The Clash tornaram-se conhecidas, e a Apple começou a revolucionar a computação pessoal com seu Apple II. O problema é que muita gente nem tinha nascido, o que dá a tudo isso um ar de [...]

O colecionador: Apples no sótão
Muita coisa aconteceu em 1977. George Lucas lançou “Star Wars”, nevou em Miami, as bandas punk Sex Pistols e The Clash tornaram-se conhecidas, e a Apple começou a revolucionar a computação pessoal com seu Apple II. O problema é que muita gente nem tinha nascido, o que dá a tudo isso um ar de aula de história. Se esse é o seu caso e mesmo assim você se tornou fã da Apple e de seus produtos, então vale a pena assistir ao documentário “Welcome to Macintosh – The documentary for the rest of us” (2008), de Jeff Boca e Josh Rizzo.
“Welcome to Macintosh” fala da Apple e de suas principais criações, como o Apple II, o Mac clássico e o Lisa. E também de sua principal criatura, o carismático Steve Jobs. Mas nem Jobs, nem seu sócio, o cultuado nerd Steve Wozniak, foram ouvidos. Eles aparecem pelas falas de dezenas de entrevistados, muitos dos quais trabalhavam para a Apple à época do lançamento do Mac.
Como filme, “Welcome…” é um tanto pobre, e mesmo a história não traz muita coisa nova. Mas pode ter seu valor para quem está chegando agora. Seu maior mérito é aproveitar que as testemunhas do que se passou na Apple desde sua fundação estão vivas – e algumas, como o investidor Guy Kawasaki, que já foi o homem de marketing da Apple, já se sentem mais à vontade para falar o que pensam.
Curiosidades
Há, sim, algumas curiosidades, como a origem do primeiro logo da Apple – um escudo com Isaac Newton e a maçã em queda no centro -, concebido por Ron Wayne. Ou sobre a evolução do som que avisa a carga do sistema do Mac – que, segundo um engenheiro, deveria se comparar ao “primeiro grito de um recém-nascido”.
O filme nos leva a conhecer o dono da primeira loja a vender Macs, e a obsessão de um megacolecionador que mantém uma casa com centenas de peças, componentes e sistemas, incluindo dezenas de Apple II que entulham o sótão de sua casa no interior do Estado de Nova York.
Do inferno ao céu
Não dá para não refletir sobre a trajetória dessa empresa singular, que quase quebrou entre 1985 – ano da saída de Jobs – e 1997 – ano de seu retorno, e que de lá para cá não parou de surpreender. Primeiro foi o iMac, depois o iPod, para em seguida vir o iPhone – e sabe-se lá o que ainda estão a aprontar.
Kawasaki resume bem o espírito que anima a empresa. “A Apple é uma empresa de engenharia. Não é uma empresa de marketing. Se tem algo que a Apple não faz é perguntar a seus clientes o que eles querem.” Pensamento parecido com o do diretor de cinema Robert Altman, que disse certa vez, sobre roteiros baseados em pesquisas de mercado: “o público quer ver aquilo que nunca viu antes. Uma pesquisa nunca vai dizer a você o que eles querem ver.”
“Welcome to Macintosh” termina com uma pergunta: a Apple sobreviverá sem Steve Jobs? Por enquanto, não há como respondê-la. Mas, a depender da vontade de seus funcionários e da legião de fãs de seus produtos, a resposta é óbvia. História, pelo menos, ela já fez.
Welcome to Macintosh – The documentary for the rest of us, DVD/Region Free, US$ 19,84. Vende pela internet, com envio para qualquer país. www.welcometomacintosh.com
Já conhecia, por outras leituras, o princípio enunciado por Laurence Peter, que é definido assim:
“Numa hierarquia, todo empregado tende a subir até seu nível de incompetência.”
Pois bem. Apenas ontem pude ler o livro todo, “The Peter Principle”, traduzido como “Todo Mundo é Incompetente (inclusive você)” – uma edição antiga, de 1976, com ilustrações de [...]

Já conhecia, por outras leituras, o princípio enunciado por Laurence Peter, que é definido assim:
“Numa hierarquia, todo empregado tende a subir até seu nível de incompetência.”
Pois bem. Apenas ontem pude ler o livro todo, “The Peter Principle”, traduzido como “Todo Mundo é Incompetente (inclusive você)” – uma edição antiga, de 1976, com ilustrações de Ziraldo (o livro original é mais antigo ainda: 1969!).
O que espantou foi encontrar uma parte dedicada aos erros dos computadores. E, na página 176, algumas reflexões sobre o Princípio de Peter aplicado à informática, que se mostram tão reveladoras quanto proféticas:
- O computador pode, ele próprio, ser incompetente, pois o Princípio de Peter se aplica às empresas que fizeram o hardware e o software.
- Mesmo quando é competente, o computador amplia o resultado das incompetências de seus donos ou operadores.
- O computador também está sujeito ao Princípio de Peter: se começa bem, fazendo seu trabalho direito, ele irá ganhar tarefas de mais responsabilidade até que atinja seu nível de incompetência.
O livro de Peter era para ser uma grande piada. Mas, como toda boa piada, essa também traz em si um grande fundo de verdade, e é por isso – 40 anos depois de enunciado – que o Princípio de Peter ainda perturba. E está aí, na boca do forno, o Windows 7, que não nos deixará mentir…
Deu hoje no “Jornal da Tarde”: Elton John vai trazer ao Brasil seu piano de calda – assim mesmo, com L. Certo ou errado? Definitivamente, errado. Cauda de piano e de cachorro é com U.
E quer saber? Aposto que tem dedo do Google nisso. Pois está na moda usar o buscador como dicionário, assim: o [...]

Deu hoje no “Jornal da Tarde”: Elton John vai trazer ao Brasil seu piano de calda – assim mesmo, com L. Certo ou errado? Definitivamente, errado. Cauda de piano e de cachorro é com U.
E quer saber? Aposto que tem dedo do Google nisso. Pois está na moda usar o buscador como dicionário, assim: o internauta procura pela palavra, escrevendo-a cada vez de um jeito; vence a que tiver mais ocorrências.
Tal método certamente arrancaria aplausos de Ian Ayres, autor de Super Crunchers – livro que enaltece a estatística como diretora das ações humanas na Era da Informação. Mas é uma idéia tola.
A maioria erra
Tome como exemplo o tal piano do JT. Fizemos a busca no Google. Com “cauda”, encontramos pouco mais de 60 mil ocorrências. Já com “calda”, o serviço despeja na tela quase 2 milhões de citações.
Tivesse o repórter usado o bom dicionário online Caldas (com L) Aulete, no Portal da Palavra, teria descoberto que “cauda”, com U, refere-se a “parte posterior e alongada de certas coisas”. E que “calda”, com L, é apenas “líquido espesso”. E teria evitado o mico.
Por isso, cuidado: a internet pode ter muitas respostas, mas achar que a maioria tem sempre razão é, no mínimo, ingenuidade.

É hoje a estréia do filme “O Dia em que a Terra Parou”, que já foi comentado aqui. Nele, Keanu Reeves é um extraterrestre que tem a missão de alertar a humanidade sobre seu próprio extermínio. Vamos conferir – e torcer para não sentir saudades da versão original, de 1951.
É hoje a estréia do filme “O Dia em que a Terra Parou”, que já foi comentado aqui. Nele, Keanu Reeves é um extraterrestre que tem a missão de alertar a humanidade sobre seu próprio extermínio. Vamos conferir – e torcer para não sentir saudades da versão original, de 1951.
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