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Da Hot Wheels, o DeLorean de “De Volta para o Futuro”. E por 5 reais

Réplica do carro do filme clássico já pode ser encontrado em lojas de brinquedos e presentes; coleção 2011 tem também miniatura do DeLorean original.


Garimpar estantes de carrinhos Hot Wheels é um passatempo que, de tempos em tempos, rende bons momentos. Há alguns anos achamos uma réplica do famoso carro anos 1960 do seriado Batman. Eis que agora encontramos outra raridade (assim pensamos): a miniatura do DeLorean do filme De Volta para o Futuro.

O carrinho vem num blister identificado como Back to the Future Time Machine e pertence à coleção 2011 HW Premiere. E não estava sozinho. Na mesma estante, encontramos a réplica do DeLorean original de 1981 e, caprichosamente, a miniatura do Shelby Cobra GT-500 de 1967 (foto acima). Preço: 4,99 reais cada.

A máquina do tempo é réplica do modelo do primeiro filme – dá para perceber a ausência do Mr. Fusion e a placa de licença traseira, que traz a inscrição “Outatime” (no segundo filme, ela foi substituída por outra, com código de barras). Os dois DeLorean – o do filme e o original – diferenciam-se ainda pela cor dos vidros e pelo padrão das rodas (dourada no modelo original e prateada na versão do filme).

Não duvido que existam réplicas maiores ou com um nível mais refinado de detalhes. Em preço, no entanto, a da Hot Wheels é imbatível – e é de presença obrigatória em qualquer coleção. Interessado? Então fique de olho nas estantes Hot Wheels em lojas de brinquedos e de presentes, como a rede de lojas Americanas.

E não demore muito para procurá-lo porque, se seguir a tendência da réplica do carro vintage do Batman, este aqui deverá sumir das prateleiras em questão de semanas.

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O que esperar de “Tron Legacy”?

O filme “Tron” (1982) foi profético ao imaginar pessoas “entrando” em computadores, e criou uma estética néon que se tornou sua assinatura. Sua continuação, prevista para dezembro de 2010, será em 3D, mas haverá algo além disso para cativar o espectador?



Lançado em 1982, o filme “Tron” foi, à sua moda, profético. Até então, “entrar” no computador significava conectar-se a um mainframe mediante o uso de senha – e isso só para especialistas.

Hoje, no entanto, as pessoas não só entram no computador como mantêm fazendas, negociam e até namoram, usando uma ou várias identidades – e tudo parece tão corriqueiro como beber leite.

Dito isso, ao ver o trailer de “Tron Legacy”, com estreia prevista para dezembro de 2010, vem a pergunta: como os estúdios Disney, dona da franquia, pretendem surpreender o espectador?

O primeiro “Tron” (trailer abaixo) inaugurou uma estética que combinava dark e néon. Tornou-se sua marca registrada. Note a qualidade dos gráficos computadorizados.

Mas as diversas batalhas de “Tron” ganharam vida nos videogames da época, o que deu uma dimensão nova ao filme (ou, ao contrário, teria sido o filme mero veículo para roteiros de games?).

Até as motocicletas futurísticas de “Tron” já não são tão futuristas assim – vide a moto Icare e outros projetos do estúdio francês de design Enzyme.

O trailer do novo “Tron” pouco revela sobre a história. Mostra que Jeff Bridges, o mocinho do primeiro filme, pode ter se tornado vilão. E o cartaz avisa: haverá versão em 3D.

Que não seja essa a principal motivação para assistir ao “Legacy”…

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Mais ágil, novo “Star Trek” respeita fã

Poucas séries de TV capturaram tão bem -e por tanto tempo- a imaginação dos fãs de tecnologia como “Star Trek”. Produzida no fim dos anos 60, época em que o homem chegou à Lua, a série -chamada no Brasil de “Jornada nas Estrelas”- teve vida curta: apenas três temporadas. Mas a fabulosa receptividade entre o [...]

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Poucas séries de TV capturaram tão bem -e por tanto tempo- a imaginação dos fãs de tecnologia como “Star Trek”. Produzida no fim dos anos 60, época em que o homem chegou à Lua, a série -chamada no Brasil de “Jornada nas Estrelas”- teve vida curta: apenas três temporadas. Mas a fabulosa receptividade entre o emergente grupo de nerds dos anos 1970 deu à saga uma sólida sobrevida, tanto na TV quanto no cinema. A última sequência para a telona, chamada simplesmente de “Star Trek”, chega aos cinemas do Brasil nesta sexta (8/5) prestando o devido respeito à série original, mas sem esquecer as inovações necessárias para cativar audiências que, à época da série original, nem tinham nascido.

O novo “Star Trek” tem como diretor J.J.Abrams, o produtor de “Lost” e “Fringe”. Abrams nasceu em 1966, mesmo ano em que a série original estreou nos EUA. Agradar a uma legião de fãs formada em 40 anos de exibição não seria mesmo fácil, mas Abrams conseguiu. Os atores escolhidos -Chris Pine como Kirk, Zachary Quinto como Spock e Karl Urban como o médico McCoy- convencem como as versões imberbes dos heróis do seriado. Quem assistir ao filme com olhar mais atento verá que o filme ainda paga tributo à série original por meio da sonoplastia (os sons do teletransporte, dos comunicadores, do alerta vermelho e da nave são os mesmos) e de certos takes dos rostos dos personagens (que às vezes parecem aquelas pausas que serviam de deixa para a entrada dos comerciais).

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No campo das inovações, não dá para deixar de notar a liberalidade sexual dos personagens (a jovem Uhura, como pivô de um triângulo amoroso, é uma saborosa surpresa). Além disso, há o design renovado dos cenários, das ferramentas e da nave Enterprise, que ganhou painéis touch screen por todo o lado (os da série tinham botões deslizantes). Outra “novidade” foi a inserção de marketing de empresas como Nokia e Budweiser, além da breve aparição do carro elétrico californiano Aptera (que o Versão Zero já tinha apontado aqui). Coisa, aliás, difícil de se conseguir em filmes de ficção, e cujo maior exemplo é “2001 – Uma Odisséia no Espaço” e sua nave da PanAm (empresa que tristemente não chegou a ver o raiar de 2001, pois faliu antes, em 1991).

Ainda é cedo para saber se este “Star Trek” ficará nas mentes dos fãs, tal como ocorreu com o primeiro “Star Trek” para o cinema, de 1979, ou se será esquecido. Sem dúvida, Abrams deixou sua marca (a reviravolta causada por viagens no tempo, marca deste “S.T.”, parece ter sido transplantada de “Lost”). Nossa aposta é que este “Star Trek”, com personagens mais irascíveis e ação na dose certa, veio para ficar. Se estamos certos? Só o tempo dirá.

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MPA tem novo representante no Brasil

A Motion Picture Association, entidade que reúne seis dos maiores estúdios cinematográficos do mundo, acaba de escolher seu representante no Brasil.
Seu nome é Marcos de Oliveira. Ele é brasileiro e formou-se em Marketing pela ESPM. Seu último emprego foi na 20th Century Fox na Austrália.
Oliveira assumirá o cargo no escritório da MPA para a América [...]

A Motion Picture Association, entidade que reúne seis dos maiores estúdios cinematográficos do mundo, acaba de escolher seu representante no Brasil.

Seu nome é Marcos de Oliveira. Ele é brasileiro e formou-se em Marketing pela ESPM. Seu último emprego foi na 20th Century Fox na Austrália.

Oliveira assumirá o cargo no escritório da MPA para a América Latina (MPA-AL), em São Paulo, em 16 de fevereiro.

A MPA representa os interesses dos estúdios Walt Disney, Sony Pictures, Paramount Pictures Viacom, 20th Century Fox, Universal Studios e Warner Bros. Ela cobre 34 países e territórios nas Américas do Norte, Central e do Sul, além do Caribe (excluindo Porto Rico, Bahamas, Bermuda e as Ilhas Virgens Americanas).

Nos últimos anos, a entidade tem-se destacado pelo combate à pirataria de conteúdo protegido por direito autoral, tanto via cópias de DVD quanto a praticada via internet.

Entre as ações da MPA no Brasil destacam-se o apoio ao Escola Legal, um projeto da Câmara Americana de Comércio que visa educar professores e alunos sobre o respeito à propriedade intelectual e os problemas causados pela pirataria.

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Documentário investiga o fenômeno Apple

Muita coisa aconteceu em 1977. George Lucas lançou “Star Wars”, nevou em Miami, as bandas punk Sex Pistols e The Clash tornaram-se conhecidas, e a Apple começou a revolucionar a computação pessoal com seu Apple II. O problema é que muita gente nem tinha nascido, o que dá a tudo isso um ar de [...]

O colecionador: Apples no sótão

O colecionador: Apples no sótão

Muita coisa aconteceu em 1977. George Lucas lançou “Star Wars”, nevou em Miami, as bandas punk Sex Pistols e The Clash tornaram-se conhecidas, e a Apple começou a revolucionar a computação pessoal com seu Apple II. O problema é que muita gente nem tinha nascido, o que dá a tudo isso um ar de aula de história. Se esse é o seu caso e mesmo assim você se tornou fã da Apple e de seus produtos, então vale a pena assistir ao documentário “Welcome to Macintosh – The documentary for the rest of us” (2008), de Jeff Boca e Josh Rizzo.

“Welcome to Macintosh” fala da Apple e de suas principais criações, como o Apple II, o Mac clássico e o Lisa. E também de sua principal criatura, o carismático Steve Jobs. Mas nem Jobs, nem seu sócio, o cultuado nerd Steve Wozniak, foram ouvidos. Eles aparecem pelas falas de dezenas de entrevistados, muitos dos quais trabalhavam para a Apple à época do lançamento do Mac.

Como filme, “Welcome…” é um tanto pobre, e mesmo a história não traz muita coisa nova. Mas pode ter seu valor para quem está chegando agora. Seu maior mérito é aproveitar que as testemunhas do que se passou na Apple desde sua fundação estão vivas – e algumas, como o investidor Guy Kawasaki, que já foi o homem de marketing da Apple, já se sentem mais à vontade para falar o que pensam.

Curiosidades

Há, sim, algumas curiosidades, como a origem do primeiro logo da Apple – um escudo com Isaac Newton e a maçã em queda no centro -, concebido por Ron Wayne. Ou sobre a evolução do som que avisa a carga do sistema do Mac – que, segundo um engenheiro, deveria se comparar ao “primeiro grito de um recém-nascido”.

O filme nos leva a conhecer o dono da primeira loja a vender Macs, e a obsessão de um megacolecionador que mantém uma casa com centenas de peças, componentes e sistemas, incluindo dezenas de Apple II que entulham o sótão de sua casa no interior do Estado de Nova York.

Do inferno ao céu

Não dá para não refletir sobre a trajetória dessa empresa singular, que quase quebrou entre 1985 – ano da saída de Jobs – e 1997 – ano de seu retorno, e que de lá para cá não parou de surpreender. Primeiro foi o iMac, depois o iPod, para em seguida vir o iPhone – e sabe-se lá o que ainda estão a aprontar.

Kawasaki resume bem o espírito que anima a empresa. “A Apple é uma empresa de engenharia. Não é uma empresa de marketing. Se tem algo que a Apple não faz é perguntar a seus clientes o que eles querem.” Pensamento parecido com o do diretor de cinema Robert Altman, que disse certa vez, sobre roteiros baseados em pesquisas de mercado: “o público quer ver aquilo que nunca viu antes. Uma pesquisa nunca vai dizer a você o que eles querem ver.”

“Welcome to Macintosh” termina com uma pergunta: a Apple sobreviverá sem Steve Jobs? Por enquanto, não há como respondê-la. Mas, a depender da vontade de seus funcionários e da legião de fãs de seus produtos, a resposta é óbvia. História, pelo menos, ela já fez.

Welcome to Macintosh – The documentary for the rest of us, DVD/Region Free, US$ 19,84. Vende pela internet, com envio para qualquer país. www.welcometomacintosh.com

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Estréia: O Dia em que a Terra Parou

É hoje a estréia do filme “O Dia em que a Terra Parou”, que já foi comentado aqui. Nele, Keanu Reeves é um extraterrestre que tem a missão de alertar a humanidade sobre seu próprio extermínio. Vamos conferir – e torcer para não sentir saudades da versão original, de 1951.

É hoje a estréia do filme “O Dia em que a Terra Parou”, que já foi comentado aqui. Nele, Keanu Reeves é um extraterrestre que tem a missão de alertar a humanidade sobre seu próprio extermínio. Vamos conferir – e torcer para não sentir saudades da versão original, de 1951.

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Da Tectoy, um Blu-ray de 1.200 reais

A vitória do Blu-ray sobre o formato concorrente HD-DVD, anunciada em fevereiro de 2008, parece irrelevante quando se constata que, quase um ano depois, os preços de muitos players continuam nas alturas.

Mas a situação começa a mudar com lançamentos como o DBR-700, da Tectoy – um player Blu Ray com preço médio de 1.200 reais.
Ainda [...]

A vitória do Blu-ray sobre o formato concorrente HD-DVD, anunciada em fevereiro de 2008, parece irrelevante quando se constata que, quase um ano depois, os preços de muitos players continuam nas alturas.

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Mas a situação começa a mudar com lançamentos como o DBR-700, da Tectoy – um player Blu Ray com preço médio de 1.200 reais.

Ainda é caro? Pode ser. Mas compare: meu primeiro DVD player, um Philco DV-P2100, custou em 2002 a bagatela de 700 reais. Hoje, 6 anos depois, modelos equivalentes custam 150 – e olha que a inflação do período beirou os 60%.

Por tudo isso, e considerando as vendas de TVs LCD do fim deste ano, o Versão Zero acredita que em 2009 o Blu-ray finalmente decole no Brasil, com impacto direto no preço dos players – se a crise não estragar tudo.

Concorrência

Em preço, o concorrente mais próximo do DBR-700 parece ser o BDP-1500, da Samsung, que pode ser encontrado por pouco menos de 1.400 reais.

Os dois oferecem reprodução de discos Blu-ray em 1.080 linhas de resolução (Full HD) e o recurso de Upscaling (aumento da resolução dos DVDs comuns, de 480 linhas, via interpolação). E, claro, conexão HDMI.

O problema continua sendo o preço dos filmes em Blu-ray – na loja virtual Submarino, por exemplo, eles começam em 59 reais. (O DVD mais barato da loja custa 9,90 reais).

Como se vê, nada que o tempo não resolva. E desta vez, se tudo der certo, não precisaremos esperar outros 6 anos.

Blu-ray Player DBR-700
Marca Tectoy
Resolução 1.080p (máxima), suporte a Upscaling
Som Dolby Digital, DD Plus e DTS-HD
Saídas vídeo HDMI, v. Composto, v. Componente
Saídas áudio 7.1 canais, digital coaxial e óptico
Preço 1.199 reais (sugestão)


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Em 2009, a Terra vai parar de novo

Estréia nesta sexta-feira 12 de dezembro, nos EUA e em vários outros países, O Dia em que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still), remake do clássico de ficção científica de 1951.
Dessa vez, o papel do alienígena que chega à Terra para pregar a paz interplanetária é de Keanu Reeves. Seu robô Gort, [...]

Keanu é Klaatu

Keanu é Klaatu

Estréia nesta sexta-feira 12 de dezembro, nos EUA e em vários outros países, O Dia em que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still), remake do clássico de ficção científica de 1951.

Dessa vez, o papel do alienígena que chega à Terra para pregar a paz interplanetária é de Keanu Reeves. Seu robô Gort, que em 1951 era uma pessoa “em lata”, agora será construido com ajuda do computador. Pena.

E até que demoraram. Da última vez que vi esse filme na TV, no começo dos anos 90, gravei numa fita de vídeo que, descobri agora, mofou.

Talvez os produtores estivessem simplesmente esperando o surgimento de uma nova ameaça à paz mundial – afinal, entre a queda do Muro e os atentados de 11 de setembro, tudo que se discutia era a hipótese do “fim da história”, tal como alertava Francis Fukuyama.

Segundo o Internet Movie Data Base, a estréia no Brasil será em 9 de janeiro de 2009. Se tudo der certo, estaremos por aí para conferir.

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MIS convida a brincar de cinema

Não é todo dia que se pode brincar de cinema – ainda mais usando equipamentos de verdade, e cercado de gente que sabe o que está fazendo.
Mas essa é a surpreendente proposta de “Rebobine, Por Favor – A Exposição“, que começa hoje, 2 de dezembro, no MIS – Museu da Imagem e do Som, nos [...]

Não é todo dia que se pode brincar de cinema – ainda mais usando equipamentos de verdade, e cercado de gente que sabe o que está fazendo.

Mas essa é a surpreendente proposta de “Rebobine, Por Favor – A Exposição“, que começa hoje, 2 de dezembro, no MIS – Museu da Imagem e do Som, nos Jardins, em São Paulo (SP).

No evento, as pessoas podem formar grupos para se inscrever num rápido workshop – pré-requisito para botar a mão na massa e refilmar cenas de filmes conhecidos do público, usando câmera e cenários fornecidos.

Os organizadores prevêem que o trabalho de preparação e filmagem leva cerca de 4 horas. Depois de pronto, o filme é visto pelos participantes e passa a fazer parte da exposição, além de ser exibido na internet, pelo UOL.

Jack Black como Rocky Balboa

Jack Black como Rocky Balboa

O filme

“Rebobine, Por Favor” (Be Kind, Rewind) é o nome do filme dirigido pelo francês Michel Gondry, ganhador do Oscar de 2005 pelo roteiro de “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”.

Nesta história, Jack Black sofre uma descarga elétrica e apaga acidentalmente todas as fitas VHS da locadora decadente de seu amigo. Para compensá-lo, ele tem uma idéia: refilmar de forma doméstica os títulos perdidos.

O filme já deu as caras por aqui em mostras e festivais. Sua estréia nos cinemas, contudo, está programada para 16 de janeiro de 2009. Em São Paulo, a estréia foi em 12/12/2008.

Já a exposição começa hoje e vai até 11 de janeiro. O MIS fica na Av. Europa, 158. tel. 11/2117-4777.

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Novo trailer de “Star Trek”

Novo trailer do filme ‘Star Trek’ estará disponível hoje, às 16 horas (horário de Brasília), aqui.
O filme estréia em 8 de maio de 2009.

Novo trailer do filme ‘Star Trek’ estará disponível hoje, às 16 horas (horário de Brasília), aqui.

O filme estréia em 8 de maio de 2009.

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