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Vídeo na web leva a recall de carne nos EUA

Quem ainda subestima o poder da internet precisa mudar de idéia com urgência.
O “The New York Times” anuncia hoje que um grande matadouro da Califórnia decidiu fazer recall de 143 milhões de libras (aproximadamente 65 mil toneladas) de carne bovina.
O recall foi a solução encontrada pelo matadouro Westland/Hallmark, depois que um vídeo de autoria desconhecida [...]

big_cow.pngQuem ainda subestima o poder da internet precisa mudar de idéia com urgência.

O “The New York Times” anuncia hoje que um grande matadouro da Califórnia decidiu fazer recall de 143 milhões de libras (aproximadamente 65 mil toneladas) de carne bovina.

O recall foi a solução encontrada pelo matadouro Westland/Hallmark, depois que um vídeo de autoria desconhecida denunciou os maus-tratos a que os animais são submetidos antes do abate.

A denúncia foi apoiada pela Humane Society of the United States, uma ONG que combate abusos contra animais.

O vídeo foi distribuído a emissoras de TV e exibido pela internet em 30 de janeiro. Versões editadas e trechos das matérias de TV estão disponíveis no You Tube (ver abaixo) e no site da Humane Society.

No vídeo, bois que já não podem mais andar são empurrados por empilhadeiras para o abatedouro. Funcionários usam espetos e jatos d´água para fazer com que os animais se movam. Um é arrastado por cordas, enquanto outro parece ter tido as duas pernas de trás quebradas.

Além dos maus-tratos, a ONG denuncia que a venda de carne de animais doentes é prejudicial ao consumidor. Nos EUA, a Westland/Hallmark é conhecida por fornecer carne a programas de merenda escolar em diversos Estados americanos.

Ao contrário do que ocorre por aqui, a culpa não recaiu no consumidor nem na pobre vaca. E o Ministério da Agricultura americano vai ter que se explicar por que a inspeção federal falhou.

Falta agora um vídeo que mostre como os bois brasileiros são conduzidos ao abate. Talvez assim consigamos entender por que a União Européia não quer mais carne brasileira. Mais You Tube, por favor…

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=6OjhPVL48Ks&rel=1]

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Metrô de SP: lixeiras de volta em março

Finalmente o Metrô de São Paulo decidiu que vai recolocar as lixeiras nas áreas internas de suas estações. O trabalho começa dia 1.o de março, na Estação Sé.
As lixeiras tinham sido retiradas havia 1 ano por recomendação da Polícia, que temia atentados a bomba (na época, algumas ameaças foram registradas e pelo menos uma bomba [...]

Finalmente o Metrô de São Paulo decidiu que vai recolocar as lixeiras nas áreas internas de suas estações. O trabalho começa dia 1.o de março, na Estação Sé.

As lixeiras tinham sido retiradas havia 1 ano por recomendação da Polícia, que temia atentados a bomba (na época, algumas ameaças foram registradas e pelo menos uma bomba explodiu dentro de um vagão).

Agora só falta instalarem ar-condicionado nos vagões, especialmente nos da linha Vermelha. Já fiz o pedido (há um ano) e, como resposta, fiquei sabendo que a linha não comportaria mais um acréscimo no consumo de eletricidade.

Curiosidade: sei de pelo menos uma pessoa que não tinha notado a ausência das lixeiras. Onde será que ela jogava o lixo, então? Mistério.

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São Paulo: mais contas na internet

Já disse aqui que, se há algo de bom no caso do mau uso dos cartões corporativos do Governo Federal, é justamente perceber que se pode acompanhar seus gastos pela internet.
Isso, contudo, não existia no Estado de São Paulo. Quem quisesse acompanhar o uso dos cartões de débito emitidos em nome do Governo teria que [...]

Já disse aqui que, se há algo de bom no caso do mau uso dos cartões corporativos do Governo Federal, é justamente perceber que se pode acompanhar seus gastos pela internet.

Isso, contudo, não existia no Estado de São Paulo. Quem quisesse acompanhar o uso dos cartões de débito emitidos em nome do Governo teria que ir até a biblioteca da Assembléia Legislativa.

Agora vejo que o Estado decidiu jogar alguma luz sobre o tema: desde ontem, o site da Secretaria da Fazenda publica o histórico de gastos, mas sem a identificação do titular do cartão.

Para complicar, a informação foi publicada na forma de enormes arquivos PDF. A relaçao de 2007, por exemplo, tem 2.698 páginas. Por isso, prepare-se para esperar – e muito – pela descarga dos dados em seu HD…

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iPhone desbloqueado: senador pode?

Dizem que todo iPhone em uso no Brasil é ilegal, pois teve de ser desbloqueado por hacking.
Então de quem é o iPhone que está sobre a mesa da churrascaria Porcão, de Brasília, na fotografia do almoço das lideranças de oposição do Senado e da Câmara que foi publicada hoje na Folha de S.Paulo, à página [...]

Dizem que todo iPhone em uso no Brasil é ilegal, pois teve de ser desbloqueado por hacking.

Então de quem é o iPhone que está sobre a mesa da churrascaria Porcão, de Brasília, na fotografia do almoço das lideranças de oposição do Senado e da Câmara que foi publicada hoje na Folha de S.Paulo, à página A5? Mistério.

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Laptop na escola: quanto custa mesmo?

Leio na Folha de S.Paulo que o Governo Federal cancelou a licitação para compra de 150 mil laptops educacionais. O motivo: preços altos.
O menor lance, de 360 dólares, foi apresentado pela paranaense Positivo. A reportagem lembra que é bem mais que os 100 dólares por PC prometidos no começo do projeto. E diz que o [...]

Leio na Folha de S.Paulo que o Governo Federal cancelou a licitação para compra de 150 mil laptops educacionais. O motivo: preços altos.

O menor lance, de 360 dólares, foi apresentado pela paranaense Positivo. A reportagem lembra que é bem mais que os 100 dólares por PC prometidos no começo do projeto. E diz que o Uruguai pagou 199 dólares por máquina.

Daria para custar a mesma coisa lá e aqui? Difícil. O Uruguai tem 3,2 milhões de habitantes, em 175 mil quilômetros quadrados. Para comparar: na zona Leste de São Paulo, moram 4 milhões. E o tamanho do Brasil é de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a 48 Uruguais.

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Internet mostra uso do dinheiro público

Já faz uns dias que o assunto “cartões corporativos do governo federal” está no ar.
Para quem não sabe: trata-se de cartões de crédito emitidos pelo Banco do Brasil e que ficam nas mãos de alguns servidores públicos. A conta é paga por Brasília.
Tem um lado bacana nisso tudo: a internet. Pois foi pela rede que [...]

Já faz uns dias que o assunto “cartões corporativos do governo federal” está no ar.bag_of_money.jpg

Para quem não sabe: trata-se de cartões de crédito emitidos pelo Banco do Brasil e que ficam nas mãos de alguns servidores públicos. A conta é paga por Brasília.

Tem um lado bacana nisso tudo: a internet. Pois foi pela rede que se descobriu quanto se gasta, e em que se gasta. Tudo pelo Portal da Transparência do Governo Federal.

Minha dica: pegue 5 minutos, seja o repórter de si mesmo e vá lá. Logo na capa tem uma caixa intitulada “Consulta a gastos públicos”. Dentro dela, há uma caixinha com o nome “1. Aplicações diretas”. Clique aí.

Em seguida aparecerá outra janela, chamada “Selecione a modalidade de consulta”. Escolha a última – “Cartões de pagamento do governo federal” – e o exercício 2007. Clique em “Efetuar consulta”.

Você verá agora uma lista das repartições do Executivo. Use os links do rodapé “Anterior” e “Próxima” para ver outras repartições.

Para ver as despesas da secretária de Promoção da Igualdade Racial Matilde Ribeiro, que gastou 171 mil reais no cartão em 2007, clique em “Presidência da República”, “Presidência da República”, “Sec. Esp. de Polit. de Prom. da Iguald. Racial”, “Matilde Ribeiro”.

Mas não é só isso. Para ver um exemplo do exagero de saques automáticos pelo cartão de crédito, clique em “Ministério da Educação” e “Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás”. Clique depois em “Kelias de Oliveira”. que de 12 a 21 de setembro sacou mil reais, todo dia, em caixas eletrônicos.

É gasto de formiguinha? É. Mas o total de despesas do governo federal pagas com esses cartões de crédito atingiu 75 milhões de reais em 2007. Em 2004, esse valor era de 14 milhões.

Antes de 2004, não há valores a serem consultados.

(Uma observação: A Folha de S.Paulo lembra na edição de hoje que há 11.510 cartões em uso por servidores públicos.)

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O que fazer com o isopor?

Quase todas as engenhocas eletrônicas que amamos (ou odiamos) têm algo em comum: a embalagem de isopor. Embora o isopor seja 100% reciclável, seu recolhimento é economicamente inviável: cerca de 95% do volume do isopor é de ar. Para piorar, segundo reportagem da Folha de S.Paulo de 26 de janeiro de 2008, o faturamento de [...]

Quase todas as engenhocas eletrônicas que amamos (ou odiamos) têm algo em comum: a embalagem de isopor. Embora o isopor seja 100% reciclável, seu recolhimento é economicamente inviável: cerca de 95% do volume do isopor é de ar. Para piorar, segundo reportagem da Folha de S.Paulo de 26 de janeiro de 2008, o faturamento de uma recicladora com o isopor é de 25 centavos por quilo.

O jeito é levá-lo, nós mesmos, a um centro de reciclagem. Na cidade de São Paulo, o isopor pode ser deixado em Ecopontos. Recomenda-se ainda que as peças estejam limpas e livres de contaminação por resíduos. Tratado, o isopor vira até tijolo.

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Telefone no Metrô? Não, só na rua

Alguém sabe por que as áreas internas das estações do Metrô de São Paulo não têm telefones públicos? Curioso notar que há lojas de roupas e de relógios, quiosques de jornais, bancas de remédios populares, franquias de sorvete, bibliotecas… Mas não há nenhum telefone público dentro das estações. O pior é que, nas estações subterrâneas, [...]

Alguém sabe por que as áreas internas das estações do Metrô de São Paulo não têm telefones públicos? Curioso notar que há lojas de roupas e de relógios, quiosques de jornais, bancas de remédios populares, franquias de sorvete, bibliotecas… Mas não há nenhum telefone público dentro das estações. O pior é que, nas estações subterrâneas, o celular é inútil, pois não há antenas internas como as que existem nos shoppings. Leio que na fatídica Linha 4 haverá de tudo: celular, Wi-Fi… Meu palpite para a falta de telefones: o Metrô cobra caro pelo direito de uso do espaço interno das estações e a Telefônica não quer bancar o custo.

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