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Carros perigosos: data marcada para morrer

É muito bem-vinda a iniciativa de obrigar fabricantes de veículos a fazer testes de colisão que incluam impactos nos passageiros, conforme noticiado pela revista AutoEsporte.
As resoluções 220 e 221 do Conselho Nacional de Trânsito prevêem que os modelos a partir de 2012 terão de passar por “testes de impacto com critérios biomecânicos”. Os modelos já [...]

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É muito bem-vinda a iniciativa de obrigar fabricantes de veículos a fazer testes de colisão que incluam impactos nos passageiros, conforme noticiado pela revista AutoEsporte.

As resoluções 220 e 221 do Conselho Nacional de Trânsito prevêem que os modelos a partir de 2012 terão de passar por “testes de impacto com critérios biomecânicos”. Os modelos já fabricados terão que se adaptar até 2014.

A resolução 221 explicita a necessidade de testes que garantam o isolamento do sistema de combustível – necessidade óbvia, mas que não foi seguida em projetos como o do velho Chevette, cujo tanque – bem atrás do banco traseiro – transformava o interior do carro em um potencial coquetel Molotov.

Curioso mesmo é ouvir da Fiat que alguns modelos já estão condenados por causa da inviabilidade econômica das adaptações necessárias – caso do Mille, que já tem seu fim estimado para 2011. Se é perigoso, por que não mudar agora?

E que dizer da resposta da Volkswagen sobre a Kombi? À revista, ela simplesmente se limitou a dizer que é “muito cedo” para comentar normas que só vigorarão daqui a 5 anos. Vale a observação: se a empresa sabe dos riscos, por que esperar?

A revista traz ainda uma galeria de vídeos com testes de colisão feitos na Europa, de carros comercializados no Brasil. Vale a pena.

Veja também: Mille está com os dias contados e Kombi picape: segura?

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Mille, 24, está com os dias contados

Eis que leio, no “O Estado de S.Paulo”, que a Fiat planeja lançar o sucessor do Mille entre 2011 e 2012.
A empresa afirma que o novo carrinho terá design moderno (pelo menos isso!) e custará menos que o jurássico popular, que é produzido desde 1984 – há exatos 24 anos.
Se o plano for cumprido [...]

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Eis que leio, no “O Estado de S.Paulo”, que a Fiat planeja lançar o sucessor do Mille entre 2011 e 2012.

A empresa afirma que o novo carrinho terá design moderno (pelo menos isso!) e custará menos que o jurássico popular, que é produzido desde 1984 – há exatos 24 anos.

Se o plano for cumprido à risca, o Mille completará pelo menos 27 anos de Brasil.

O que preocupa é que a Fiat disse utilizar nanotecnologia no projeto do carrinho – a intenção é usar menos metal por meio da manipulação molecular da lataria.

Será que teremos carros feitos com composto plástico-aço? Seriam eles “auto-desamassáveis” em caso de colisão?

Em alguns anos, saberemos…

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Recall da Porsche é outra coisa

Você tem um Cayenne, o utilitário esportivo da Porsche? Então fique atento: a empresa alemã, que é subsidiária da VW, convocou os donos do carro para um recall.
O chamado atinge 18.856 veículos fabricados entre novembro de 2006 e janeiro de 2008.
Não, não se trata de chassi trincado, nem de banco que decepa dedos.
O reparo envolve [...]

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Você tem um Cayenne, o utilitário esportivo da Porsche? Então fique atento: a empresa alemã, que é subsidiária da VW, convocou os donos do carro para um recall.

O chamado atinge 18.856 veículos fabricados entre novembro de 2006 e janeiro de 2008.

Não, não se trata de chassi trincado, nem de banco que decepa dedos.

O reparo envolve o duto de combustível do compartimento do motor. Segundo a fabricante, há a possibilidade de que, com o carro em movimento, a vibração natural do motor pode fazer com que o duto de combustível encoste na capa do compartimento do motor. Isso pode causar um barulhinho desagradável de batida (toc-toc-toc) e, com o tempo, causar marcas no duto.

O melhor vem a seguir: embora tenha vendido 18 mil veículos, apenas 5 reclamações desse tipo foram detectadas em todo o mundo, e apenas uma delas provocou o tal desgaste.

Para evitar problemas no futuro, a Porsche disse que vai mudar o layout da alimentação de combustível.

Para um carro que no Brasil não sai por menos de 250 mil reais – dez vezes o valor de um Fox básico -, até que o serviço não deixa a desejar, não é mesmo?

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Troller/Ford recompra picape defeituosa

Mais um fabricante de automóveis apela ao recall. Desta vez é a Troller, fabricante de jipes e picapes de fibra de vidro com sede no Ceará e que foi comprada pela Ford há pouco mais de um ano.

Segundo a empresa, as picapes Pantanal fabricadas em 2006 e 2007 podem ganhar trincas no chassi. “Em manobras [...]

pantanal2.jpgMais um fabricante de automóveis apela ao recall. Desta vez é a Troller, fabricante de jipes e picapes de fibra de vidro com sede no Ceará e que foi comprada pela Ford há pouco mais de um ano.

Segundo a empresa, as picapes Pantanal fabricadas em 2006 e 2007 podem ganhar trincas no chassi. “Em manobras bruscas, a estabilidade e a dirigibilidade estariam comprometidas”, completa o comunicado.

A solução encontrada pela Troller/Ford foi radical. Ela irá recolher os carros do mercado, recomprando-os de seus donos. Estima-se que menos de 80 picapes estejam rodando por aí.

Não foi divulgado de quanto será a indenização. Em 2006, quando foi lançada, a versão 4×2 custava 67 mil reais e a 4×4, a partir de 75 mil.

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Adeus, Ferrari. Bem-vindo, Tesla

É possível combater o aquecimento global sem abrir mão dos carrões esportivos? Parece que sim. Acaba de sair da fábrica o primeiro Tesla Roadster pronto para rodar nas ruas. O carro, feito pela empresa californiana de mesmo nome, é um foguete: acelera de 0 a 100 km/h em 4 segundos.
Ao contrário dos primeiros veículos elétricos, [...]

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É possível combater o aquecimento global sem abrir mão dos carrões esportivos? Parece que sim. Acaba de sair da fábrica o primeiro Tesla Roadster pronto para rodar nas ruas. O carro, feito pela empresa californiana de mesmo nome, é um foguete: acelera de 0 a 100 km/h em 4 segundos.

Ao contrário dos primeiros veículos elétricos, o Tesla não deixa o motorista na mão. Suas baterias de íons de lítio oferecem autonomia de 220 milhas (350 km). E o preço da recarga, nos EUA, é ninharia: 2 centavos de dólar por milha.

A então secretária de Estado dos EUA Condoleeza Rice dá uma volta no Roadster

A então secretária de Estado dos EUA Condoleeza Rice dá uma volta no Roadster

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O presidente da empresa, Elon Musk, não bobeou: comprou o Tesla número 1. Quem está na fila precisa de um pouco de paciência. As autoridades americanas deram sinal verde para a produção em série, prevista para 17 de março. A aprovação não surpreendeu. Em julho do ano passado, até a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, deu uma volta no carrão. Não reclamou.

Os Estados Unidos já dispõem de vários benefícios para quem decide abandonar o petróleo. Motoristas de carros elétricos dirigindo sozinhos podem andar nas faixas das rodovias dedicadas à carona solidária (car pool lane). O carro é vendido com isenção de impostos, tem estacionamento grátis em certos aeroportos que possuem vagas com tomada para recarga (como o de Los Angeles) e muitas cidades dispensam os carros elétricos de pagarem parquímetro (equivalente a nossa Zona Azul). Como se não bastasse, um projeto de lei em tramitação no Congresso americano pode dar aos compradores de carros elétricos desconto no Imposto de Renda.
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As primeiras unidades do Tesla serão um pouquinho mais lentas. A aceleração 0-100 km/h aumentou de 4 para 5,7 segundos. É que a transmissão do modelo mais rápido, de 2 velocidades, apresentou problemas. A fábrica preferiu manter o cronograma de lançamento, lançando um modelo com uma só marcha e motor mais potente. Aos que comprarem os primeiros Roadster, a Tesla promete upgrade gratuito no futuro, quando a tecnologia da transmissão estiver perfeita.

Interessado? Então reserve 98 mil dólares. Afinal, manter o status sem ferir a natureza também tem seu preço.
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Fox: para VW, culpa é do consumidor

A revista “Época” retoma o tema do rebatimento do banco do Fox – aquele com um mecanismo capaz de decepar dedos. Desta vez, revela que, pelo menos em um dos processos movidos por donos do carro, a montadora se defende dizendo que a culpa é “exclusiva do consumidor”, que não seguiu as instruções do manual.

Acho [...]

pointing_finger.pngA revista “Época” retoma o tema do rebatimento do banco do Fox – aquele com um mecanismo capaz de decepar dedos. Desta vez, revela que, pelo menos em um dos processos movidos por donos do carro, a montadora se defende dizendo que a culpa é “exclusiva do consumidor”, que não seguiu as instruções do manual.

Acho que estão apontando o dedo – sem trocadilho – para a pessoa errada…

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Inglaterra e os microcarros da Peel

O carrinho aí da foto não é de mentira. Existe mesmo – mas na Inglaterra. O P50 é apenas um dos exóticos microcarros fabricados pela Peel, da Ilha de Man – um lugar cuja bandeira não é menos exótica (três pernas saindo de um vértice comum).
O P50 parece cria do delírio dos anos 60. Segundo [...]

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O carrinho aí da foto não é de mentira. Existe mesmo – mas na Inglaterra. O P50 é apenas um dos exóticos microcarros fabricados pela Peel, da Ilha de Man – um lugar cuja bandeira não é menos exótica (três pernas saindo de um vértice comum).

O P50 parece cria do delírio dos anos 60. Segundo a lenda, foi concebido para levar umaInterior do Peel P50 pessoa e sua sacola de compras (embora duvide que a sacola caiba em um espaço tão reduzido). Feito para circular pelo litoral da Ilha de Man, tem carcaça em fibra de vidro e usa um motorzinho de 49 cc que chega, no máximo, a 60 km/h.

É curioso lembrar que o P50 só tem três marchas à frente – “dar ré” significa sair do carro e arrastá-lo por uma alça na traseira.

A “marcha a ré” do Peel P50O que surpreende nos carrinhos da Peel nem é o tamanho – só aqui, em São Paulo, encontramos fabricantes de microcarros em forma de bugues e até de caminhões -, mas sim a permissão, dada pela Inglaterra, de rodar entre os grandes – algo que raros países têm coragem de fazer.

Para qualquer fabricante, o P50 já seria prova de ousadia. Mas a Peel foi além. Um de seus minicarros, chamado Trident, tem teto de bolha de vidro, como as naves de “Os Jetsons” (aconselha-se evitar capotamentos).

Segundo a Wikipedia, poucas dezenas de P50 ainda rodam por aí. Nas mãos de colecionadores, chegam a custar até 35 mil libras (85 mil reais). Saudosistas e curiosos endinheirados podem encomendar réplicas, destes e de outros microcarros – como o Messerschmitt, visto no filme “Brazil”, de Terry Gilliam. Elas custam a partir de 10 mil libras (35 mil reais).

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Honda faz recall de Biz 125

Andar de moto já tem seus riscos. Logo, é dispensável a ajuda de fabricantes como a Honda, que vendeu 275 mil Biz 125 com um possível defeito de solda no chassi.
Segundo o aviso de recall, o chassi dos modelos listados poderia se romper e causar acidentes (imagine).
Bem que a VW poderia se inspirar no exemplo [...]

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Andar de moto já tem seus riscos. Logo, é dispensável a ajuda de fabricantes como a Honda, que vendeu 275 mil Biz 125 com um possível defeito de solda no chassi.

Segundo o aviso de recall, o chassi dos modelos listados poderia se romper e causar acidentes (imagine).

Bem que a VW poderia se inspirar no exemplo e admitir a falha do Fox. O Ministério da Justiça já abriu processo contra a montadora. Se perder, a VW poderá pagar multa de até 3 milhões de reais.

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Rebatimento do banco do Fox: o vídeo

A VW editou o vídeo que instrui a rebater o banco do Fox. Agora há flechas vermelhas piscantes indicando os passos críticos. A duração é de 4 minutos.
Veja também: o que o Ministério da Justiça disse à Volkswagen no comunicado de 2 de abril. E conheça detalhes do acordo, assinado em 14 de abril, que [...]

A VW editou o vídeo que instrui a rebater o banco do Fox. Agora há flechas vermelhas piscantes indicando os passos críticos. A duração é de 4 minutos.

Veja também: o que o Ministério da Justiça disse à Volkswagen no comunicado de 2 de abril. E conheça detalhes do acordo, assinado em 14 de abril, que a VW se comprometeu a cumprir.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ZNt1phECdPY&rel=1&border=1]

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Fox decepa dedo: a solução VW

Um anel de borracha foi a solução encontrada pela alemã Volkswagen para atenuar o risco de mutilação pelo sistema de rebatimento do banco traseiro do Fox.
O anel é instalado a pedido do proprietário por qualquer concessionária VW.
Além disso, a montadora publicou em seu site um vídeo – hospedado no YouTube – que demonstrava como rebater [...]

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Um anel de borracha foi a solução encontrada pela alemã Volkswagen para atenuar o risco de mutilação pelo sistema de rebatimento do banco traseiro do Fox.

O anel é instalado a pedido do proprietário por qualquer concessionária VW.

Além disso, a montadora publicou em seu site um vídeo – hospedado no YouTube – que demonstrava como rebater o banco do carro.

Ao clicar em Play, no entanto, este blog recebeu o aviso “this movie is no longer available”.

A VW ainda não explicou por que demorou tanto para providenciar uma resposta, já que o problema era conhecido desde 2006.

Tampouco sabemos se os novos Fox virão com um sistema de rebatimento melhorado.

Mudando de assunto: um dos signficados da palavra gambiarra é “lâmpada instalada na extremidade de um cabo elétrico comprido”…

Veja também: Recall da Porsche é outra coisa

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