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Bafômetro a menos de 40 reais? Tem, sim

É com surpresa que encontramos bafômetros pessoais à venda por menos de 40 reais – e que, embora não sejam tão avançados como os usados pela polícia, podem ajudar motoristas a evitar situações de risco.

Era junho de 2008 quando o Versão Zero, na esteira da Lei Seca (que não é seca coisa nenhuma, pois não proíbe ninguém de beber), pesquisou os bafômetros disponíveis no mercado, dos descartáveis aos sofisticados.

Não é sem surpresa, portanto, que recebemos a notícia de que já existem bafômetros em forma de chaveiro, que podem ser comprados por menos de 40 reais.

Confirme Álcool

Esse produto é o Confirme Álcool. Vendido a 39 reais pela Analitic, ele funciona como todos os outros: mede o porcentual de concentração de álcool no sangue por meio do sopro do ar contido nos pulmões.

E é barato (39 reais) porque sua escala é limitada. Há apenas três luzes indicadoras: verde significa OK (concentração menor que 0,02%), amarelo aponta 0,02% de concentração e vermelho indica 0,05%.

Em tempo: o site da Analitic não diz, mas produtos como esse são usados com propósito meramente “informativo” – ou seja, não valem como prova legal.

Um produto equivalente, com mais detalhes sobre sua operação, pode ser visto aqui.

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Romiseta de volta, 50 anos depois

Um empresário de Itapevi (SP) resolveu reviver um carrinho que há muito saiu das ruas: a Isetta. Feito com chassi tubular e carroceria de fibra de vidro, a réplica mantém o tamanho e muitos dos detalhes da versão original, que chegou a ser produzida no Brasil pelas Indústrias Romi em fins da década de 50 [...]

A réplica: volante fica na porta frontal. (Foto: divulgação)

A réplica: volante fica na porta frontal. (Foto: divulgação)

Um empresário de Itapevi (SP) resolveu reviver um carrinho que há muito saiu das ruas: a Isetta. Feito com chassi tubular e carroceria de fibra de vidro, a réplica mantém o tamanho e muitos dos detalhes da versão original, que chegou a ser produzida no Brasil pelas Indústrias Romi em fins da década de 50 – e ganhou, na época, o sonoro nome de Romiseta.

Por dentro e por fora, o carrinho é muito, muito pequeno – tanto que há quem nem a considere um carro. Quem viveu aquela época conta que a Romiseta era lembrada pela instabilidade; dependendo da curva, ela rolava pelo chão feito uma bola de futebol. Graças a sua baixa velocidade, na maioria das vezes, felizmente, bastava que o ocupante saísse e a colocasse de novo em pé.

Como teve vida curta por aqui, os poucos que restam andam nas mãos de colecionadores. A última que este Versão Zero viu disputava corajosamente o espaço com caminhões na Marginal Tietê, há cerca de 10 anos; depois disso, só no museu da sede da BMW em Munique, na Alemanha, onde se pode ver Isettas com 4 lugares e até com um trailer a reboque.

Motor de moto

O modelo produzido tem espaço para duas pessoas, que entram pela única porta frontal (e que também apóia o volante). Seu motor, como na Isetta original, é de moto – a opção mais barata é o da Honda Twister, mas outros podem ser adaptados. Com as opções mais básicas – pintura lisa, banco de tecido e roda de chapa -, a Isetta 0km sai por pouco mais de R$ 24 mil.

Segundo Américo Salomão, responsável pela produção, o carrinho pode ser emplacado desde que seguidas as exigências para licenciamento de carros de fabricação artesanal. A principal é a obtenção de um atestado de segurança veicular do Inmetro. O comprador deverá gastar R$ 6 mil com papelada para rodar com o brinquedo por aí. A previsão era que as primeiras unidades fossem entregues este mês. Encomendas e orçamentos podem ser solicitados pelo site www.replicadeisetta.com.br.

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Chery QQ: no Brasil até o fim do ano

A montadora chinesa de automóveis Chery quer ter uma fábrica no Brasil até 2011. Bem antes disso, em setembro, a marca chega (melhor seria dizer retorna) ao país com o supercompacto QQ (foto).
Dissemos “retorna” porque o modelo já tinha sido apresentado por aqui em 2007, mas não deslanchou. Ao contrário do vizinho Chile, onde se [...]

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A montadora chinesa de automóveis Chery quer ter uma fábrica no Brasil até 2011. Bem antes disso, em setembro, a marca chega (melhor seria dizer retorna) ao país com o supercompacto QQ (foto).

Dissemos “retorna” porque o modelo já tinha sido apresentado por aqui em 2007, mas não deslanchou. Ao contrário do vizinho Chile, onde se pode encontrar o QQ até em locadoras de automóveis.

E o preço? Bem, importado da China e montado no Uruguai, o QQ será vendido no Brasil por cerca de R$ 24 mil (previsão da fábrica). No Chile, ano passado, um QQ zero custava cerca de R$ 13.500.

Para quem não sabe, já temos um carrinho chinês em terras brasileiras – e com relativo sucesso, diga-se. Desde o ano passado já se pode comprar os modelos da Effa Motors. O modelo M100, de passeio, tem mecânica Suzuki, vem com diversos opcionais e custa a partir de R$ 23.500.

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Agora é oficial: Tata Nano chega 23 de março

A notícia do dia não tem lá muito de tecnológica, mas serve de alento a quem já se cansou de andar de ônibus: a Tata anunciou oficialmente a estreia do Nano no mercado indiano. O carrinho, que foi anunciado no começo de 2008 – e que foi responsável, na época, por uma avalanche de acessos [...]

Tata nano na versão Standard

A notícia do dia não tem lá muito de tecnológica, mas serve de alento a quem já se cansou de andar de ônibus: a Tata anunciou oficialmente a estreia do Nano no mercado indiano. O carrinho, que foi anunciado no começo de 2008 – e que foi responsável, na época, por uma avalanche de acessos a este blog -, será lançado dia 23 de março de 2009, em Mumbai.

>> Veja fotos do interior do Tata Nano

Já na primeira semana de abril, as concessionárias da Tata terão um Nano em seus showrooms. Na semana seguinte, as lojas passarão a receber pedidos para compra do Nano.

Preço de notebook

Extremamente básico – seu motor é de 624 cc -, o Nano foi anunciado como o carro das 100 mil rúpias (1 lakh), o que em janeiro de 2008 equivalia a 2.500 dólares, mas que hoje, com a depreciação da moeda americana, valem menos de 2 mil dólares – o mesmo que um notebook topo de linha no Brasil. Ele foi concebido para substituir as motocicletas e scooters que, na Índia, chegam a carregar famílias inteiras.

O Nano demorou a sair por diversas razões. A mais pitoresca foi a demora na escolha da região onde será instalada a fábrica dos Nano. O primeiro sítio, na região de Bengala Ocidental, mostrou-se complicado: além de ser disputado por agricultores em busca de terras cultiváveis, também dependia de uma intricada rede de decisões políticas, orquestrada por uma cacique local chamada, imaginem, Mamata Banerjee (que não tem nada a ver com o extinto banco carioca).

Mamata e Bengala ficaram para trás. Agora localizada em Sanand, na região de Gujarat, a fábrica da Tata terá capacidade de produzir 250 mil carros por ano, expansível para 500 mil. A Tata diz que a iniciativa irá criar cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos.

Ainda é uma produção modesta se levarmos em conta o potencial mercado global para o carrinho. Mas apostamos na possibilidade de que a Fiat, que é parceira da Tata em diversos países, venha a oferecer o Nano como substituto do velho Uno/Mille, que sairá do mercado em 2011. O preço, no entanto, deverá ser bem mais que os tais 2 mil dólares cobrados na Índia.

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Carro elétrico Tesla Roadster chega ao Brasil

Há quase um ano anunciávamos aqui neste mesmo blog o lançamento do Tesla Roadster, carrão esportivo elétrico projetado nos EUA que prometia acelerar de zero a 100 km/h em menos de 6 segundos.
Pois bem, o Tesla Roadster pode ser seu. Não o de verdade, que custa quase 100 mil dólares, mas sua réplica. Este Versão [...]

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Há quase um ano anunciávamos aqui neste mesmo blog o lançamento do Tesla Roadster, carrão esportivo elétrico projetado nos EUA que prometia acelerar de zero a 100 km/h em menos de 6 segundos.

Pois bem, o Tesla Roadster pode ser seu. Não o de verdade, que custa quase 100 mil dólares, mas sua réplica. Este Versão Zero encontrou um Tesla Roadster num cestão das Lojas Americanas, por 5 reais. É o número 26 da série “2008 New Models” da Hot Wheels.

Confira as fotos desta “ferrari” elétrica logo abaixo. Se quiser saber mais sobre o Tesla de verdade, clique aqui.

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Metrô: Santos-Imigrantes terá estacionamento

Começa a funcionar na segunda-feira, 22 de dezembro, o estacionamento que o Metrô construiu ao lado da estação Santos-Imigrantes da linha verde.
A idéia é que as pessoas deixem seus carros por lá e façam parte do trajeto de metrô, desafogando o trânsito na região central da cidade.
O estacionamento talvez não dê conta disso, mas é [...]

primeiros estacionamentos integrados ao Metrô deram origem a centros comerciais

Estação Tatuapé: os primeiros estacionamentos integrados a estaçoes do Metrô deram origem a grandes centros comerciais

Começa a funcionar na segunda-feira, 22 de dezembro, o estacionamento que o Metrô construiu ao lado da estação Santos-Imigrantes da linha verde.

A idéia é que as pessoas deixem seus carros por lá e façam parte do trajeto de metrô, desafogando o trânsito na região central da cidade.

O estacionamento talvez não dê conta disso, mas é um começo. Há vagas para 117 carros e 28 motos, além de um espaço para bicicletas.

Em janeiro deste ano, a frota de veículos da capital ultrapassou 6 milhões.

O preço será de 8,15 reais para o período de 12 horas. O pagamento será eletrônico, com um cartão igual ao do Bilhete Único.

O preço já inclui 2 passagens (de metrô, ônibus ou trem). Como a tarifa está em 2,40 reais, para quem usa o metrô, o estacionamento sai por 3,35.

História antiga

O Versão Zero lembra que estacionamentos integrados não são novidade. Os shoppings Tatuapé, Boulevard Tatuapé e Santa Cruz, por exemplo, foram construídos em estacionamentos do metrô – que, por sua vez, usavam terrenos que foram desapropriados para as obras e que depois ficaram sem uso.

Esses estacionamentos tinham preço fixo para uma diária e davam direito a 2 bilhetes magnéticos.

A cessão de terrenos públicos para exploração comercial faz parte da estratégia do Metrô de São Paulo de ganhar dinheiro de outras formas.

O estacionamento onde é hoje o shopping Tatuapé funcionou de 1981 (ano de inauguração da estação) até cerca de 1994. Em 1997, o shopping seria inaugurado.

Dessa época resta ainda um estacionamento, junto à estação Belém, mas que também já foi cedido para uso comercial. Lá, o Grupo Primo Rossi promoveu por seis meses, este ano, a venda de carros usados, e planeja construir em breve um teatro e uma loja de veículos.

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Nova Supermáquina também tem tela touch

Foi talvez com o iPhone que o brasileiro aprendeu a pronunciar “touch” – resultado da tela sensível ao toque que lhe deu a fama. O recurso, que pode ser visto também em sofisticados micros de mesa, como o HP TouchSmart, ganha agora uma vitrine de peso: o seriado de TV Knight Rider.
Knight Rider é o [...]

nanotecnologia e telas por todo canto

Kitt 2008: nanotecnologia vem de série

Foi talvez com o iPhone que o brasileiro aprendeu a pronunciar “touch” – resultado da tela sensível ao toque que lhe deu a fama. O recurso, que pode ser visto também em sofisticados micros de mesa, como o HP TouchSmart, ganha agora uma vitrine de peso: o seriado de TV Knight Rider.

Knight Rider é o nome original do seriado Supermáquina, que fez sucesso entre a molecada dos anos 80. A versão que estreou há cerca de um mês na rede NBC dos EUA foi bastante modernizada. A começar pelo carro, um Ford Shelby GT500KR Mustang capaz de rearranjar suas moléculas para se autotransformar em movimento.

Mas, do lado da base de controle, o que chamou a atenção foi a tecnologia “touch” desenvolvida pela Knight Industries, que permite arrastar uma janela de aplicativo de uma tela a outra. Você simplesmente toca na tela e a joga em direção a outra tela (clique na seqüência de fotos ao lado para ampliar).

Num dos episódios seguintes, a coisa adquire outra dimensão quando o operador joga a janela do aplicativo sobre o capô do Mustang, que – pasmem – também projeta fotos, documentos e aplicativos.

Se é para aí que a indústria caminha, ainda não sabemos. Mas que tudo isso é bastante curioso, isso é…

tudo pode, menos falar ao celular

Painel multimídia: tirando o celular, pode tudo

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TV digital no painel do carro? Tem, sim

Viajando privilegiadamente num daqueles bancos altos dos ônibus paulistanos, enxerguei, em plena Rua da Consolação, uma Kombi de carga, bastante acabada – e dentro dela, distraindo os ocupantes, uma TV LCD.
Já tinha ouvido falar dos receptores veiculares de TV. Muitas lojas de acessórios automotivos já oferecem o produto. O modelo que conheci – e que [...]

Viajando privilegiadamente num daqueles bancos altos dos ônibus paulistanos, enxerguei, em plena Rua da Consolação, uma Kombi de carga, bastante acabada – e dentro dela, distraindo os ocupantes, uma TV LCD.

Já tinha ouvido falar dos receptores veiculares de TV. Muitas lojas de acessórios automotivos já oferecem o produto. O modelo que conheci – e que deve valer tanto quanto aquela Kombi – é o Wii TV.

O Wii TV é um receptor digital alimentado por corrente continua de 12 volts – portanto, adequado para uso no carro. Ele recebe o sinal 1seg, que é o mesmo captado pelos receptores USB e pelos celulares.

A diferença é que ele vem com um controle remoto, útil para quem vai no banco de trás (ou montado nas caixas carregadas pela Kombi).

O ideal é que ele seja usado com uma tela LCD de 3,5 polegadas ou pouco maior, de modo a não ocupar tanto espaço – e não provocar a pixelização da imagem.

Quem fabrica é uma tal Zinwell. O preço? No Mercado Livre, cerca de 600 reais, sem a tela. É caro: vale a pena pechinchar.

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Carros mais econômicos dos EUA são elétricos

Quem usa o MSN Messenger sempre dá de cara com as notícias do portal MSN. No meu caso, o portal que aparece é o norte-americano. É que vez ou outra surgem notícias interessantes, que nem sempre são divulgadas por aqui.
A de hoje é um ranking dos carros mais econômicos à venda por lá. Apesar de [...]

Quem usa o MSN Messenger sempre dá de cara com as notícias do portal MSN. No meu caso, o portal que aparece é o norte-americano. É que vez ou outra surgem notícias interessantes, que nem sempre são divulgadas por aqui.

A de hoje é um ranking dos carros mais econômicos à venda por lá. Apesar de publicada pelo MSN, foi elaborada pelo pessoal da revista “Car and Driver” e traz diversos comentários.

Leia mais sobre carros elétricos

>> Inglaterra incentiva uso de carro elétrico

>> Elétricos esportivos agitam mercado do ecoluxo

>> Carro elétrico brasileiro virá da China

>> Filme: Quem matou o carro elétrico?

Que os carros de lá são mais baratos que os daqui, todo mundo sabe. O que surpreende é a economia alcançada pelos modelos híbridos – aqueles que combinam motor elétrico e a gasolina, e que podem reabastecer as baterias sempre que a propusão a gasolina for utilizada.

Nos EUA, o galão de gasolina – 3,78 l – custa US$ 4, o que dá cerca de R$ 1,70 por litro. Logo, para percorrer nos EUA o equivalente à distância entre São Paulo e Rio com um Toyota Prius, o motorista gastaria, com gasolina, cerca de 35 reais.

Confira a tabela resumida, com valores convertidos para nossas unidades de medida (km por litro).

Ranking dos carros mais econômicos à venda nos EUA
Modelo km/l cidade km/l estrada Preço US$
Toyota Prius 20,4 19,1 22.160
Honda Civic Hybrid 17,0 19,1 23.270
Smart fortwo 14,0 17,4 12.235
Nissan Altima Hybrid 14,9 14,0 26.140
Toyota Camry Hybrid 14,0 14,4 25.860
VW Jetta TDI 12,7 17,4 22.640
Ford Escape Hybrid 14,4 12,7 29.000
Toyota Yaris 12,3 15,3 12.210
Mini Cooper/Clubman 11,9 15,7 18.700
Honda Fit 11,9 14,4 14.620
Fonte: MSN/EUA      

Note que Smart, Yaris, Cooper e Fit usam gasolina, e o Jetta usa diesel. Todos os outros combinam gasolina com eletricidade. E a próxima geração de veículos elétricos híbridos, prometida para 2010/11, virá com a tão sonhada recarga pela tomada doméstica.

Enquanto isso, por aqui, estamos cada vez mais atrelados às usinas de álcool e aos postos de combustível e suas gasolinas batizadas. O carro elétrico brasileiro, pelo visto, vai demorar bastante para nascer.

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GPS português vem com bafômetro

No começo do ano, quando não se falava tanto em bafômetros, a N-Drive, de Porto (Portugal), anunciou o G400, um navegador GPS que tinha um etilômetro embutido.
Pois bem, agora a novidade já pode ser comprada no Brasil. Está à venda, por exemplo, no Mercado Livre, por 999 reais.
Leia mais sobre bafômetros
>> Lei seca: conheça os [...]

No começo do ano, quando não se falava tanto em bafômetros, a N-Drive, de Porto (Portugal), anunciou o G400, um navegador GPS que tinha um etilômetro embutido.

Pois bem, agora a novidade já pode ser comprada no Brasil. Está à venda, por exemplo, no Mercado Livre, por 999 reais.

Leia mais sobre bafômetros

>> Lei seca: conheça os tipos de bafômetro à venda

Por esse preço, o que se ganha? Além do GPS e do bafômetro, o aparelho permite a atualização dos mapas – que trazem, entre outras informações, a localização de radares e câmeras. E ainda toca música MP3, exibe vídeo (numa tela de 3,5 polegadas) e traz jogos.

Versão Zero se antecipa ao futuro e prevê o dia em que bafômetros e – por que não? – detetores de mentira baseados na análise de voz serão acoplados também aos celulares. Quem duvida?

O futuro nunca chegou tão rápido… Basta uma rápida pesquisa para descobrir que desde 2005 a LG oferece celulares com sensores capazes de medir o grau de intoxicação alcoólica de seu dono. O símbolo dessa categoria é o modelo KP-4100, cujo design lembra um carro esportivo. Em 2006, esse aparelho foi exibido em uma feira de telecomunicações em São Paulo, mas não chegou a ser vendido por aqui.

Quanto ao detetor de mentira, a coisa está bem adiantada. Encontrei pelo menos uma empresa, a Agile Mobile, que oferece um software desse tipo para usuários do celular Nokia Series 60. Portanto, cuidado com o que você diz ao telefone…

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