Plínio e Rosas em mais uma típica sessão de caça ao bug, que desta vez põe Pascal a nocaute. (Para ampliar, clique na ilustração.)
Você poderá encontrar mais tiras com os personagens de Aiô aqui.

Por que Pascal estaria tão alterado?
Plínio e Rosas em mais uma típica sessão de caça ao bug, que desta vez põe Pascal a nocaute. (Para ampliar, clique na ilustração.)
Você poderá encontrar mais tiras com os personagens de Aiô aqui.
O filme “Tron” (1982) foi profético ao imaginar pessoas “entrando” em computadores, e criou uma estética néon que se tornou sua assinatura. Sua continuação, prevista para dezembro de 2010, será em 3D, mas haverá algo além disso para cativar o espectador?
Lançado em 1982, o filme “Tron” foi, à sua moda, profético. Até então, “entrar” no computador significava conectar-se a um mainframe mediante o uso de senha – e isso só para especialistas.
Hoje, no entanto, as pessoas não só entram no computador como mantêm fazendas, negociam e até namoram, usando uma ou várias identidades – e tudo parece tão corriqueiro como beber leite.
Dito isso, ao ver o trailer de “Tron Legacy”, com estreia prevista para dezembro de 2010, vem a pergunta: como os estúdios Disney, dona da franquia, pretendem surpreender o espectador?
O primeiro “Tron” (trailer abaixo) inaugurou uma estética que combinava dark e néon. Tornou-se sua marca registrada. Note a qualidade dos gráficos computadorizados.
Mas as diversas batalhas de “Tron” ganharam vida nos videogames da época, o que deu uma dimensão nova ao filme (ou, ao contrário, teria sido o filme mero veículo para roteiros de games?).
Até as motocicletas futurísticas de “Tron” já não são tão futuristas assim – vide a moto Icare e outros projetos do estúdio francês de design Enzyme.
O trailer do novo “Tron” pouco revela sobre a história. Mostra que Jeff Bridges, o mocinho do primeiro filme, pode ter se tornado vilão. E o cartaz avisa: haverá versão em 3D.
Que não seja essa a principal motivação para assistir ao “Legacy”…
Versão Zero apresenta Aiô, quadrinhos de Miguel Pragier que retratam de forma bem humorada o dia-a-dia dos profissionais de TI.
Miguel Pragier tem um traço em evolução e um olhar bem humorado sobre o dia-a-dia do trabalho em TI. Essa combinação resultou no Aiô Strips.
As tiras Aiô são habitadas por três personagens: o robô Pascal, o jovem programador Plínio e o veterano Rosas – e não será difícil encontrar neles alguém que talvez trabalhe bem ao seu lado.
Com sua licença, o Versão Zero reproduz aqui alguns de seus trabalhos. Para conhecer mais, clique na imagem – ou visite Aiô Strips, blog-vitrine de seus trabalhos.
Site de leilão oferece netbook com Windows por menos de 50 dólares, dentro do limite de isenção de impostos. Uma oferta tentadora – mas há diversas pegadinhas.
Um netbook novo, com Windows, por menos de 50 dólares – justamente dentro do limite de isenção de impostos da Receita Federal.
Oferta boa demais para ser verdade, não é? Mas ela existe. E pode ser encontrada facilmente no site de leilões eBay. Basta procurar por “mini netbook laptop wifi windows”.
Concebidos provavelmente pelos mesmos engenheiros que criam os fantásticos aparelhos de baixo custo que vêm da China, esse laptop reúne tecnologia ultrapassada e limitada (e, por isso mesmo, barata) em uma embalagem que remete ao maior sucesso comercial da informática em 2008: o netbook.
Em muitos anúncios, o preço aparece em dólares australianos. O daí de cima sai por 45 dólares americanos. Alguns não entregam para o Brasil. Além disso, o preço não inclui o custo da remessa, nem eventual imposto – para o cálculo, a Receita considera a soma de preço e frete (a regra é: cobra-se 60% de imposto sobre o que passar 50 dólares).
Não que o aparelho seja inútil. A julgar pela configuração, ele poderá servir como terminal de acesso à internet, para acessar sites de notícias e webmails. Ou para escrever pequenos textos e atualizar planilhas, ou para ler arquivos PDF.
Mas seu pequeno tamanho, tela de 7 polegadas e teclado reduzido não será confortával para uso prolongado. O processador, um chip ARM de no máximo 300 MHz, já não é utilizado nem em smartphones – e nem pense em usá-lo para ver conteúdo mais pesado da web, como vídeos do YouTube.
A memória RAM de 128 MB e a capacidade de armazenamento de 2 GB (ou 1 GB, nos modelos mais simples) não vão permitir atualizações para sistemas operacionais mais recentes. Talvez o Windows 2000 lhe sirva bem, desde que se tenha os drivers adequados.
E ele vem com o Windows CE, uma versão que começou a ser usada nos palmtops dos anos 90 mas que ainda sobrevive eventualmente em máquinas industriais e outras aplicações específicas.
Com tudo isso, talvez o que sobra de positivo de suas especificações é a duração da bateria, estimada em um dia inteiro, e o peso de 600 gramas.
E a novidade já chegou ao Brasil. Há quem venda esse equipamento em sites como o Mercado Livre, por 360 reais (cerca de 200 dólares).
Aí, vai encarar?
Enquanto na Coreia a alta tecnologia ganha roupa antiga, no Brasil é a tecnologia antiga que ganha roupa nova. Qual delas você levaria para casa?
Quase no fim de janeiro de 2010, a fabricante coreana LG lançou uma TV portátil que, se não é inovadora, chama a atenção pela ousadia de marketing – e, por isso mesmo, não pode deixar de constar aqui no Versão Zero.
Seu nome é LG Serie 1 Retro Classic TV e, como o nome diz, trata-se de uma TV que celebra os designs antigos das pequenas TVs de tubo – coisa que no Brasil, pelo bem ou pelo mal, ainda pode ser facilmente encontrada em grandes lojas.
Além da embalagem, que lembra uma velha caixa de madeira, a Retro Classic TV tem controles frontais na forma de botões giratórios, e pés metálicos altos e finos típicos dos móveis da década de 1960.
O toque retrô definitivo fica por conta da imagem, que pode ser ajustada de colorida para preto e branco e sépia. Uma ótima forma de assistir àqueles seriados antigos que você comprou em DVD.
Para não dizer que ela é toda antiquada, a LG incluiu nela um sintonizador digital. Entradas de vídeo composto permitem seu uso com aqueles consoles antigos de videogame.
A Retro Classic TV é vendida apenas na Coreia do Sul, por cerca de 220 dólares (aproximadamente 390 reais, o preço de um conversor digital brasileiro).
Por curiosidade, compare: uma TV de tubo, com sintonizador analógico, gabinete “black piano” e tela plana de 14 polegadas, da mesma LG (modelo 14FK3RBLG), sai por cerca de 350 reais (cerca de 200 dólares).
Moral da história: enquanto na Coreia a alta tecnologia ganha roupa antiga, por aqui é a tecnologia antiga que ganha roupa nova. Qual delas você levaria para casa?
É com surpresa que encontramos bafômetros pessoais à venda por menos de 40 reais – e que, embora não sejam tão avançados como os usados pela polícia, podem ajudar motoristas a evitar situações de risco.
Era junho de 2008 quando o Versão Zero, na esteira da Lei Seca (que não é seca coisa nenhuma, pois não proíbe ninguém de beber), pesquisou os bafômetros disponíveis no mercado, dos descartáveis aos sofisticados.
Não é sem surpresa, portanto, que recebemos a notícia de que já existem bafômetros em forma de chaveiro, que podem ser comprados por menos de 40 reais.
Esse produto é o Confirme Álcool. Vendido a 39 reais pela Analitic, ele funciona como todos os outros: mede o porcentual de concentração de álcool no sangue por meio do sopro do ar contido nos pulmões.
E é barato (39 reais) porque sua escala é limitada. Há apenas três luzes indicadoras: verde significa OK (concentração menor que 0,02%), amarelo aponta 0,02% de concentração e vermelho indica 0,05%.
Em tempo: o site da Analitic não diz, mas produtos como esse são usados com propósito meramente “informativo” – ou seja, não valem como prova legal.
Um produto equivalente, com mais detalhes sobre sua operação, pode ser visto aqui.