
Parece que o programa federal de venda subsidiada de notebooks para professores desempacou. Prometido em julho de 2008, só agora, dia 31 de agosto – mais de um ano depois – alguns professores poderão adquirir o equipamento em prestações com juros camaradas.
Dissemos “alguns” porque inicialmente o programa vai atender apenas professores de 64 cidades, selecionadas entre as que tiveram maior índice de desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) – a lista completa está aqui. Essa é a primeira fase. Depois virão as capitais e, por último, o resto do país. É um projeto que começa lento, mas é ambicioso. Afinal, todos os professores na ativa das redes pública e privada podem participar.
Pelas regras, cada professor poderá comprar apenas uma máquina, pelo preço máximo de R$ 1.400. Quem vende são os próprios Correios. Se for à vista, o pagamento deverá ser feito em dinheiro (os Correios não aceitam cartões de crédito!). Se optar pelo financiamento, o professor deverá levar à agência dos Correios toda documentação necessária – os detalhes estão no site do programa, aqui. Ah: é preciso ser correntista do Banco Postal.
Tem mais. Para participar do programa, os fabricantes tinham de se candidatar. Parece que a indústria não se animou muito. Apenas a Positivo entrou no jogo, e mesmo assim com um único modelo – o Z50 (foto acima), com procesador Celeron 900 (2,2 GHz) e sistema Linux. A configuração inclui 1 GB de memória, HD de 160 GB, tela de 14 polegadas widescreen (1.280 x 800 pixels), gravador de CD e DVD, rede, Wi-Fi e leitor de cartões de memória, tudo por R$ 1.199.





Aos 32 anos, Chad Hurley não aparenta a idade que tem. Pode até ser confundido com mais um daqueles garotos americanos que ficaram milionários com um projeto concebido entre uma aula e outra da high school.
O Versão Zero está presente ao 


