Lexmark: laser colorida por menos de R$ 1 mil

Ah, as impressoras laser coloridas. Em menos de uma década, elas passaram a custar menos 20% do preço inicial, isso sem contar a inflação. É uma notícia boa, principalmente para quem precisa de impressão em cores com qualidade e durabilidade. Para o resto, a boa e velha tecnologia jato de tinta ainda dá conta do [...]

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Ah, as impressoras laser coloridas. Em menos de uma década, elas passaram a custar menos 20% do preço inicial, isso sem contar a inflação. É uma notícia boa, principalmente para quem precisa de impressão em cores com qualidade e durabilidade. Para o resto, a boa e velha tecnologia jato de tinta ainda dá conta do recado.

O lançamento mais recente vem da Lexmark. É a C540n, uma laser colorida com interfaces USB e Ethernet 10/100 que ejeta até 21 páginas por minuto com qualidade de até 1.200 dpi. C540, na verdade, é o nome que a Lexmark deu a toda uma série de máquinas; algumas delas vêm com recursos adicionais, como impressão frente e verso.

Para operação, há poucos botões, distribuídos ao redor de um pequeno display LCD de 2 linhas. A memória padrão, de 128 MB, pode ser ampliada para 640 MB. A lista de sistemas compatíveis é bastante extensa e inclui vários Linux e Unix, além de NetWare, Windows e Mac OS.

O modelo C540n, que é o mais básico, tem preço sugerido de R$ 999. Os mais avançados, como o C544dn, aceitam conexão PictBridge, imprimem em frente e verso e chegam a R$ 1.750. Mais informações aqui.

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Um dicionário para ler o “New York Times”

O inglês praticado pelo “The New York Times” é um dos mais rebuscados da imprensa norte-americana. Mas é, também, um prato cheio para quem quer aprender a língua. Sabendo disso, os editores da versão eletrônica do site criaram um mecanismo para lá de prático: a busca facilitada em dicionário.
A coisa funciona assim: se, ao ler [...]

nyt-busca-palavras-editadoO inglês praticado pelo “The New York Times” é um dos mais rebuscados da imprensa norte-americana. Mas é, também, um prato cheio para quem quer aprender a língua. Sabendo disso, os editores da versão eletrônica do site criaram um mecanismo para lá de prático: a busca facilitada em dicionário.

A coisa funciona assim: se, ao ler um dos artigos do jornal, você encontrar uma palavra que não conhece, marque-a com o mouse e clique no botão de interrogação que aparecerá sobre ela. Como resultado, aparecerá, como pop-up, a definição daquela palavra (fornecida pelo Answers.com).

Se preferir, você também poderá mudar o escopo da busca, selecionando entre os arquivos do NYT antes e depois de 1981, os blogs do NYT, o guia da cidade de Nova York e o Google.

O mais curioso disso tudo é que, graças a esse serviço, o jornal sabe quais as palavras que mais exigiram consultas ao dicionário. Parte dessa lista foi divulgada pelo Nieman Journalism Lab. A campeã – ou seja, a mais desconhecida entre os leitores – foi a expressão latina sui generis.

O jornal reconhece que, ao mesmo tempo que seus leitores formam a parcela mais bem educada do país, também não carregam um dicionário a tiracolo. A questão é: deve-se simplificar a linguagem, evitando as palavras menos conhecidas? Ou investir no gosto do leitorado pelo texto, digamos, mais erudito? Isso, infelizmente, a web e suas estatísticas não respondem.

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Dúvida na pronúncia? Peça ajuda à web

No aprendizado do inglês – como, de resto, no de qualquer outra língua -, pronúncia é repertório. Ou seja, quanto mais se ouve bem, mais se fala bem.
Como nenhum curso é capaz de dar o treinamento completo, a internet surge como aquela “ajuda indispensável”. E a descoberta da semana é o Forvo, um site espanhol [...]

cao-latindo-peqNo aprendizado do inglês – como, de resto, no de qualquer outra língua -, pronúncia é repertório. Ou seja, quanto mais se ouve bem, mais se fala bem.

Como nenhum curso é capaz de dar o treinamento completo, a internet surge como aquela “ajuda indispensável”. E a descoberta da semana é o Forvo, um site espanhol que promete “todas as palavras do mundo, pronunciadas”.

Trata-se de um site colaborativo. Se uma palavra não existir, você poderá gravar a pronúncia e enviá-la para os organizadores. E o acervo não é mau – pudemos conferir, por exemplo, a pronúncia de palavras tradicionalmente mal pronunciadas, como “gadget”, e marcas como “Kaspersky” (antivírus) e “IBM”.

No ar desde janeiro de 2008, o Forvo já não se limita ao inglês – embora seja dessa língua a maior parte do seu acervo. Pode-se encontrar de tudo, de iídiche a romeno, passando por francês, alemão e, claro, português.

Curioso? Então ligue a caixa de som e experimente, clicando aqui.

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SP: vetos abrandam lei do lixo eletrônico

Desde o começo de julho São Paulo tem uma lei específica para o lixo eletrônico. Sancionada pelo governador José Serra no dia 6 e publicada no dia 7, a Lei 13.576/09 busca obrigar empresas a dar destinação a produtos que fabricaram, mas que foram descartados pelos donos.
A lei determina que produtos e componentes considerados lixo [...]

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Pilha de entulho eletrônico. Foto: Greenpeace

Desde o começo de julho São Paulo tem uma lei específica para o lixo eletrônico. Sancionada pelo governador José Serra no dia 6 e publicada no dia 7, a Lei 13.576/09 busca obrigar empresas a dar destinação a produtos que fabricaram, mas que foram descartados pelos donos.

A lei determina que produtos e componentes considerados lixo tecnológico devam ter “destinação adequada”, que não provoquem “danos ou impactos negativos ao ambiente e à sociedade”.

A responsabilidade dessa destinação é atribuida às empresas, que terão de manter pontos de coleta no Estado. Para efeito da lei, a categoria “lixo tecnológico” inclui não apenas aparelhos como também baterias e produtos magnetizados.

Sem punição?

Serra, no entanto, julgou necessário vetar os artigos 6.o, 7.o, 9.o e 10.o. Todos, de uma forma ou de outra, atribuíam responsabilidades à empresa e ao Estado, e regulamentavam as punições em caso de desrespeito à lei (e que podiam chegar à proibição da venda de um produto dentro do Estado).

Do jeito que ficou, a Lei 13.576/09 parece ter perdido muito de sua força inicial, já que não prevê sanções em caso de desobediência. Tampouco cria um calendário que obrigue fabricantes à adesão. Sobrou, além dos pontos de descarte, apenas a obrigatoriedade de estampar, nas embalagens, avisos de alerta e orientações para descarte.

Pode ser pouco. Mas é um começo, não é?

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Notebook do professor: SP reabre inscrições

Termina dia 27 de julho, segunda-feira, o prazo para cadastramento no Programa Computador do Professor, da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Com o programa, educadores da rede estadual e do Centro Paula Souza podem comprar seu notebook em até 24 parcelas sem juros.
Leia também: SP lança programa Computador do Professor
O programa havia [...]

Positivo Mobile Linha Z

Positivo Mobile Linha Z

Termina dia 27 de julho, segunda-feira, o prazo para cadastramento no Programa Computador do Professor, da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Com o programa, educadores da rede estadual e do Centro Paula Souza podem comprar seu notebook em até 24 parcelas sem juros.

Leia também: SP lança programa Computador do Professor

O programa havia sido encerrado no fim do ano passado, mas foi reaberto em 29 de junho. Da primeira vez, 84 mil professores tinham se cadastrado. O número efetivo de adesões divulgado agora pela secretaria é bem menor – cerca de 43 mil. Nessa segunda fase, mais 2,3 mil teriam feito a inscrição.

O custo do laptop é de R$ 1.738, que podem ser pagos em até 24 parcelas iguais sem juros. O custo financeiro da operação é pago pelo governo.

Sem webcam

O portátil do programa foi escolhido em chamamento público. O modelo vencedor, da Positivo, tem processador Intel Pentium Dual Core, 2 GB de memória, HD de 160 GB, gravador de CD e DVD, tela de 14 polegadas widescreen e rede sem fio.

Muitos professores contemplados com os primeiros exemplares se queixaram da ausência de webcam. Embora não tenha sido previsto na configuração básica, o acessório equipou alguns milhares de portáteis – mas não todos -, que forem entregues depois da assinatura do contrato de financiamento com o banco Nossa Caixa.

Para atender aos que ficaram sem o equipamento, a secretaria pediu à Positivo que fornecesse câmeras avulsas. O lote, de 15 mil peças, deverá começar a ser distribuído em agosto, sem custo adicional.

A inscrição pode ser feita aqui.

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Fone Bluetooth da Motorola tem efeito surround

Na década de 1930, a Motorola fabricava rádios de carro. Não surpreende, portanto, que ainda tenha produtos para áudio, como esse bacana fone de ouvido estéreo Bluetooth.
O acessório S9-HD pesa cerca de 25 gramas e, segundo a empresa, foi projetado para se ajustar ao pescoço de quem o usa, mesmo durante a prática de esportes. [...]

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Na década de 1930, a Motorola fabricava rádios de carro. Não surpreende, portanto, que ainda tenha produtos para áudio, como esse bacana fone de ouvido estéreo Bluetooth.

O acessório S9-HD pesa cerca de 25 gramas e, segundo a empresa, foi projetado para se ajustar ao pescoço de quem o usa, mesmo durante a prática de esportes. Os fones são do tipo intrusivo – devem ser inseridos no canal auricular -, o que, para alguns, pode incomodar. Mas isso ajuda a reduzir o ruído ambiente, além de reforçar o efeito SRS WOW HD 3D (áudio com qualidade surround e com efeito mais realista).

O S9-HD também traz botões laterais para controle de volume e reprodução. A bateria promete autonomia de 6 horas de conversação, 7 horas de música e até 6 dias em modo de espera. E, claro, pode ser usado com micros que tenham conexão Bluetooth, embora tenha sido projetado primariamente para celulares.

O S9-HD deverá estar disponível no Brasil a partir de hoje, 15 de julho, por R$ 429 (preço sugerido), nas cores branca (foto) e preta.

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Sony Ericsson W705: a ordem é chacoalhar

O Sony Ericsson W705 Walkman é daqueles celulares que tentam ser úteis até quando não há sinal da operadora. Especialmente se o dono é fã de música: os efeitos Clear Stereo e Clear Bass prometem surpreender o audiófilo mais exigente – desde que, claro, ele use o fone de ouvido premium que acompanha o produto.
Para [...]

sony-ericsson-w705O Sony Ericsson W705 Walkman é daqueles celulares que tentam ser úteis até quando não há sinal da operadora. Especialmente se o dono é fã de música: os efeitos Clear Stereo e Clear Bass prometem surpreender o audiófilo mais exigente – desde que, claro, ele use o fone de ouvido premium que acompanha o produto.

Para controlar o bicho, há as funções Shake Control (que muda de faixa com o chacoalhar do aparelho) e o SenseMe (que escolhe as músicas de acordo com o humor declarado do dono). Outro mimo é a recepção FM – coisa, aliás, que todo celular tem hoje em dia – combinada com a função TrackID, de reconhecimento de música; assim será possível descobrir quem é o autor da tal música que não para de tocar na rádio.

Para completar, o aparelho vem com Google Maps e Walk Mate, um contador de passos (ou passômetro). Fica, no entanto, a dúvida se é possível mudar de faixa com o Shake Control sem alterar a medição do Walk Mate.

O W705 tem cartão de memória de 4 GB (lembra dos primeiros iPod Mini?), câmera de 3,2 megapixels e tela de 2,4 polegadas. Na Claro, sai por até R$ 299 (com o plano Estilo 300, mais pacote de dados de 250 MB).

E olhe lá: não deixe de usar fone de ouvido quando tocar suas músicas em locais públicos.

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Uma bateria universal para qualquer notebook

Quase todo mundo concorda: a bateria é o ponto fraco dos notebooks. Sua vida útil é determinada por ciclos de carga e descarga; quando estão perto do fim, elas seguram muita pouca carga – e uma bateria nova sai tão cara que a alternativa mais racional será comprar um portátil novo.
Bem, nem sempre. Uma saída [...]

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Quase todo mundo concorda: a bateria é o ponto fraco dos notebooks. Sua vida útil é determinada por ciclos de carga e descarga; quando estão perto do fim, elas seguram muita pouca carga – e uma bateria nova sai tão cara que a alternativa mais racional será comprar um portátil novo.

Bem, nem sempre. Uma saída são as baterias ditas universais, chamadas assim porque podem ser usadas pela maioria das marcas de notebooks. A NoteShip, da Leadership, é uma delas. Ela entrega tensões de corrente contínua na faixa entre 16 e 19 volts, e promete autonomia de até 4 horas.

O problema, aqui, é o peso. A bateria externa NoteShip pesa pouco mais de meio quilo – que, obviamente, deverá ser carregado junto com o note. Para piorar, você irá querer uma mesa sempre que abrir o micro.

A bateria externa NoteShip pode ser encontrada por R$ 369. Mais informações pelo (0800) 722-2208.

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Netbook Compaq a 99 centavos. Nos EUA

Que tal levar para casa um netbook Compaq Mini por apenas 99 centavos de dólar? Nos EUA, isso já é possível. Quem for às lojas da rede Best Buy irá encontrar o modelo, com chip Atom N270, por cerca de 2 reais – desde que contrate um plano de internet 3G por dois anos com [...]

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Que tal levar para casa um netbook Compaq Mini por apenas 99 centavos de dólar? Nos EUA, isso já é possível. Quem for às lojas da rede Best Buy irá encontrar o modelo, com chip Atom N270, por cerca de 2 reais – desde que contrate um plano de internet 3G por dois anos com a operadora Sprint.

O modelo oferecido é o Compaq Mini 110c – 1040dx. Sua configuração inclui 1 GB de memória, tela LED de 10,1″, disco em estado sólido (SSD) de 16 GB, webcam e Windows XP. A julgar pelo site, não é possível comprar o modelo e o serviço pela web. Avulso, ele sai (lá) por US$ 389,99.

Detalhes do plano podem ser vistos aqui.

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Teste: Seagate Free Agent Go

Já vimos muitas formas de armazenar dados para viagem, de gavetas com HD destacáveis do gabinete do PC a pen drives do tamanho da unha do polegar. Mas poucas tão elegantes quanto o Seagate Free Agent Go. O disco rígido externo, que permite levar no bolso 250 gigabytes (232,9 gigas livres, no formato NTFS), foi [...]

Um HD de 250 gigas que cabe no bolso

Um HD de 250 gigas que cabe no bolso

Já vimos muitas formas de armazenar dados para viagem, de gavetas com HD destacáveis do gabinete do PC a pen drives do tamanho da unha do polegar. Mas poucas tão elegantes quanto o Seagate Free Agent Go. O disco rígido externo, que permite levar no bolso 250 gigabytes (232,9 gigas livres, no formato NTFS), foi testado pelo Versão Zero.

Sob pretexto de ilustração (já que comparar seria covardia), tiramos do limbo nosso minichassi de disco rígido externo – comprado no eBay há pouco mais de um ano por menos de 20 reais, frete incluso, e que eventualmente tem servido nosso netbook Eee PC (sobre o qual comentamos aqui) -  e o colocamos ao lado do Go.

O genérico (E) e o de grife: sem comparação

O genérico (E) e o de grife: sem comparação

A diferença é enorme. Para começar, o Free Agent Go é uma unidade lacrada – a do eBay vem oca, para que você mesmo instale seu HD de notebook, e a tampinha do estojo sequer fecha com firmeza.

Tem mais. A base do Free Agent tem textura emborrachada antideslizante. Suas laterais são de um preto brilhante, no estilo piano. E o topo, preto fosco, traz um emblema reluzente e uma curiosa sequência de buraquinhos que, ao ligar o Free Agent, se iluminam de forma pulsante, no ritmo das leituras e das gravações. Chique, não?

LED: a diferença está nos detalhes

LED: a diferença está nos detalhes

O que vem na caixa

O Free Agent Go vem num blister compacto. Dentro, além do drive, você recebe um cabo USB, o termo de garantia e um guia ilustrado de instalação rápida (em inglês). No disco, há um manual em PDF com versões para diversas línguas, incluindo o português de Portugal (no site já há uma versão brasileira – veja abaixo).

Dada a facilidade de instalação, o guia é praticamente desnecessário, a não ser para lembrá-lo de que existe uma estação de acoplamento opcional, útil para quem quiser deixar o Free Agent em pé na mesa. O impresso nos diz que a garantia é de 5 anos. E o cabo USB tem 45 cm de ponta a ponta – bem que poderia ser mais longo.

Ter 250 gigabytes para sair por aí é uma comodidade e tanto. Mas é preciso paciência, pois copiar arquivos leva tempo. Nossa primeira cópia até que foi rápida. Uma pasta de 11 gigas levou cerca de 15 minutos, e isso com um ambiente Vista + notebook Turion X2 + USB 2.0.

A taxa de transferência, nesse primeiro ambiente, nos surpreendeu: a cópia começou com 2 megabytes/s e terminou com 17 MB/s. A 8 bits por byte, isso dá aproximadamente 136 Mbits/s – rápido, mas bem aquém dos prometidos 480 Mb/s da tecnologia USB 2.0.

Sabemos que atingir essa marca não é tão simples, pois a performance depende de vários fatores. De qualquer modo, é muito, muito, muito melhor que o desempenho com portas USB 1.1 – nessa conexão, a mesma cópia levou mais de uma hora. Zzz.

Serviços? Chame o gerente

O Free Agent Go vem com um software, o Seagate Manager, que oferece quatro serviços: criptografia, backup, sincronização e configuração. Vamos a eles.

Software: em inglês, mas fácil de usar

Software: em inglês, mas fácil de usar

O serviço de criptografia permite criar uma pasta especialmente codificada, acessível apenas por senha. Um arquivo arrastado e solto sobre esta pasta será automaticamente codificado. A atualização da senha é feita pelo Seagate Manager.

Estranhamos poder apagar a pasta criptografada sem que tivéssemos a senha. Mas faz sentido: isso garante que você consiga reiniciar o serviço a partir do zero se a tiver esquecido.

O serviço de backup permite agendar cópias do conteúdo da pasta Meus Documentos ou de uma lista de pastas quaisquer, em horários predeterminados.

Cada backup programado ganha um “plano” (Backup Plan); pode-se criar tantos planos quantos quiser. Você pode escolher os dias da semana em que o backup será feito; também dá para definir o horário, mas será uma hora única para todos os dias. Opcionalmente, as cópias podem ser criptografadas.

Backup programado, dia a dia

Backup programado: com dia e hora certos

O interessante é que, se você escolher uma subpasta, toda a árvore de pastas será replicada dentro da pasta Seagate Backup – útil para saber de onde aquela informação veio.

O serviço de sincronização é uma espécie de backup instantâneo; sempre que um arquivo ou pasta sofrer alteração, a pasta-clone Seagate Sync será atualizada. A sincronização pode ser automática ou acionada mediante um clique no botão Sync Now.

A parte de configuração surpreende. Você pode ligar e desligar as luzes indicadores do aparelho; atualizar o software pré-instalado no drive; determinar o tempo para que o drive entre no modo de economia de energia; e executar um teste do drive, tarefa que leva cerca de um minuto.

Se por alguma razão for preciso formatar o Free Agent Go, como recuperar os utilitários? Bem, será preciso baixar, do site da Seagate, um arquivo compactado de 73 gigas (aqui). Descompacte-o, rode o programa reinstalador e pronto. Ela vem com uma versão do manual em português brasileiro, mas há um revés: a versão baixada não terá a funcionalidade da criptografia. Para obtê-la, será preciso solicitá-la, via email, à Seagate, informando o número de série do aparelho. Questão de segurança nacional dos EUA…

Entre celular e calculadora: compacto

Entre celular e calculadora: compacto

Nossa conclusão

No fim, fica-se com a impressão de que o Free Agent Go é mais que um disco externo. A possibilidade de criptografia de backup, do sincronismo e das pastas pessoais dificulta o acesso de terceiros a dados sigilosos. Ajuda o fato de que o Seagate Manager, mesmo tendo interface em inglês, é realmente fácil de usar, coisa rara em ferramentas de backup (se bem que quem usa Linux ou Mac não poderá usar o Manager; para Mac, há o Seagate Diagnostics).

É verdade que o Free Agent Go é mais incômodo de carregar do que um pen drive, mas a capacidade do disco conta a favor. O preço – R$ 599 na lista oficial, mas que pode chegar a R$ 430 em algumas lojas – não é lá uma pechincha. No entanto, se a comodidade de transporte e as facilidades de backup compensarem, o Free Agent Go poderá ser justamente o que você precisa.

O Free Agent Go pode ser encontrado nas cores preto, prata, vermelho e azul. Além do modelo de 250 gigas, há opções de 320 gigas (R$ 719) e 500 gigas (R$ 999). Já a estação de acoplamento custa R$ 65. Os preços são sugeridos e podem variar entre os pontos de venda.

Seagate Free Agent Go
Categoria Disco rígido externo USB
Capacidade 250 gigabytes (232,9 GB livres)
Interface USB 2.0
Acessórios Cabo USB 45 cm, software
Peso 180 gramas (aproximado)
Preço R$ 599 (sugerido)
Informações www.seagate.com/www/pt-br


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