Livros raros de Mindlin, na USP e na web

A biblioteca Brasiliana, doada à USP pelo empresário José Mindlin, poderá em breve ser acessada pela internet. As versões digitais dos livros, muitos deles raros, vão compor a Brasiliana Digital, a ser inaugurada oficialmente em junho.
Inicialmente apenas algumas centenas de livros estarão disponiveis. A digitalização completa levará bastante tempo: para se ter um ideia, até [...]

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A biblioteca Brasiliana, doada à USP pelo empresário José Mindlin, poderá em breve ser acessada pela internet. As versões digitais dos livros, muitos deles raros, vão compor a Brasiliana Digital, a ser inaugurada oficialmente em junho.

Inicialmente apenas algumas centenas de livros estarão disponiveis. A digitalização completa levará bastante tempo: para se ter um ideia, até o fim de 2009 cerca de 4 mil dos 17 mil livros da coleção terão sido digitalizados. O processo, que é automático, usa um braço robótico para virar as páginas.

O bom é que, no fim dos trabalhos, as cópias das páginas, com tipografia e ilustrações originais, estarão disponíveis para consulta livre – um prato requintado para pesquisadores e curiosos de plantão.

Parte da coleção é formada por edições raras de romances brasileiros; outra parte reúne livros escritos sobre o Brasil e sua história, em português e em outras línguas.

A Biblioteca Brasiliana Digital será inaugurada durante o “Seminário Mindlin 2009 – Livros, Leituras e Novas Tecnologias“, agendado para os dias 16, 17 e 18 de junho, na USP. O encontro terá representantes da Biblioteca do Congresso dos EUA, da Escola Politécnica, da Biblioteca do Senado Federal e da Biblioteca Nacional de Portugal, entre outros.

A biblioteca Brasiliana “real”, de cimento e tijolo, está sendo construída no campus da Cidade Universitária e deverá ficar pronta em julho de 2010.

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Fábrica da APC, do Brasil para as Filipinas

Para alguns, o Brasil tem-se mostrado um bom mercado consumidor – e tem salvo o dia de muitas multinacionais, como mostra reportagem de capa da “IstoÉ Dinheiro” desta semana.
No entanto, nem sempre isso se traduz em aumento de emprego local. Exemplo disso é a decisão da múlti francesa Schneider Electric, controladora da APC, de transferir [...]

apc-no-breakPara alguns, o Brasil tem-se mostrado um bom mercado consumidor – e tem salvo o dia de muitas multinacionais, como mostra reportagem de capa da “IstoÉ Dinheiro” desta semana.

No entanto, nem sempre isso se traduz em aumento de emprego local. Exemplo disso é a decisão da múlti francesa Schneider Electric, controladora da APC, de transferir a produção de no-breaks monofásicos de Barueri, na Grande São Paulo, para as Filipinas, na Ásia.

Segundo a empresa, a transferência teve início em abril e será concluida em junho de 2009. Na operação cearense Microsol, em processo de aquisição pela APC, nada muda. Os módulos isoladores estabilizados da empresa continuarão a ser fabricados no Nordeste.

A fábrica paulista da APC foi inaugurada em dezembro de 2001, para fabricar estabilizadores de tensão e no-breaks. Chegou, em 2004, a empregar 130 pessoas. Com a mudança, a sede da empresa será transferida para o prédio da Schneider Electric, em São Paulo.

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