Com Inspiron 2100, Dell mira as escolas

A Dell anunciou nos EUA sua mais nova iniciativa para fornecer computadores para o ensino básico. Trata-se do Inspiron 2100, um netbook projetado para aguentar o tranco do dia-a-dia escolar.
Tirando alguns detalhes, o Inspiron 2100 é um netbook como qualquer outro. A diferença, segundo a fabricante, está no hardware mais resistente e na possibilidade de [...]

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A Dell anunciou nos EUA sua mais nova iniciativa para fornecer computadores para o ensino básico. Trata-se do Inspiron 2100, um netbook projetado para aguentar o tranco do dia-a-dia escolar.

Tirando alguns detalhes, o Inspiron 2100 é um netbook como qualquer outro. A diferença, segundo a fabricante, está no hardware mais resistente e na possibilidade de gerenciamento remoto e de preconfiguração para encomendas em grandes quantidades.

Dizemos que é um netbook como qualquer outro porque, por dentro, ele vem com a receita básica: processador Intel Atom N270 de 1,6 GHz, memória de 512 MB expansível a 2 GB, opção entre SSD (até 16 GB) e HD (até 250 GB), conexões Gigabit Ethernet, Wi-Fi e Bluetooth, bateria de 3 ou 6 células e a escolha entre os sistemas Windows XP Home SP3, Vista Home Basic ou Ubuntu.

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A riqueza de detalhes sobre o hardware contrasta com as informações limitadas diponíveis sobre gerenciamento. Afinal, duas das preocupações no uso de micros na escola são justamente o policiamento do uso dos micros em atividades de ensino e a restauração do sistema em caso de alterações  danosas feitas pelos alunos.

Além disso, há que se ressaltar que, em muitos aspectos, o micro na escola é um problema em busca de solução, já que a oferta de conexão à internet em sala de aula tem grande poder de dispersão. Ok, a Dell acena com um recurso inibidor – um LED que avisa se o aluno está acessando a rede -, mas que parece pouco diante das necessidades reais dos professores.

Por último, merece destaque a possibilidade de instalação de uma tela touch screen – útil em certas aplicações educacionais, mas que pode encarecer bastante o já salgado preço base (US$ 369 para a configuração mais simples, nos EUA). Para efeito de comparação, o Inspiron Mini 10 mais simples sai por US$ 299.

A Dell acena com a possibilidade de compra, pelas escolas, de um rack especial para 24 netbooks, que pode ser arrastado para a sala de aula e retirado dela sempre que necessário. Mas esse “Mobile Computing Station” dificilmente será mais econômico que manter uma sala de informática equipada com desktops. Além disso, salas especiais, se bem projetadas, dão conta das necessidades ergonômicas dos pequenos – e, nesse aspecto, os portáteis ainda ficam a dever solução a contento.

Pesando tudo, é de se comemorar que tenhamos mais uma opção de portátil. Pode ser que, por sua natureza mais resistente, o Inspiron 2100 venha a roubar um pouco do mercado do Inspiron Mini. O mais importante, contudo, é que a Dell e outros fabricantes continuem a oferecer netbooks com as características originais de mobilidade e baixo custo, que são no fim das contas seus principais apelos.

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Adamo, o micro “coisa fina” da Dell

Enquanto vasculhava o site da Dell para obter mais informações sobre seu novo netbook escolar, encontrei essa pérola aqui, que parece tirada de uma lasca do monólito do filme “2001″.
Trata-se do Adamo, um notebook (ou seria netbook?) com processador Intel Core 2 Duo (Centrino), memória DDR3 e disco em estado sólido (leia-se memória tipo Flash) [...]

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Enquanto vasculhava o site da Dell para obter mais informações sobre seu novo netbook escolar, encontrei essa pérola aqui, que parece tirada de uma lasca do monólito do filme “2001″.

Trata-se do Adamo, um notebook (ou seria netbook?) com processador Intel Core 2 Duo (Centrino), memória DDR3 e disco em estado sólido (leia-se memória tipo Flash) de 128 gigas. Foi apresentado em março nos EUA (sim, sim: é “velho”, para os padrões da web…) e duvido que seja vendido por aqui. (Duvidei e perdi: a Dell brasileira vende os 2 modelos, por R$ 8.999 e R$ 11.299, respectivamente.)

A tela, com tecnologia WLED, tem 13,4 polegadas e a bateria de lítio-polímero promete carga para mais de 5 horas de uso.

O charme, no entanto, está no acabamento (metalizado, com chassi de alumínio e teclado retroiluminado) e nas dimensões – fechado, ele tem 33,1 cm de largura, 24,2 cm de profundidade e 1,6 cm de espessura.

O micrinho pesa 1,8 kg e está disponível nas configurações Admire (chip de 1,2 GHz e 2 GB de RAM, US$ 1.999) e Desire (chip de 1,4 GHz e 4 GB de RAM, US$ 2.699).

Quer saber mais? Dê uma olhada no hot site do produto, em AdamoByDell.

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Da Itautec, um notebook turbinado para gráficos

Antes da alta do dólar havia notebook custando quase mil reais. Hoje a situação mudou – em parte por causa da crise financeira global, mas também pela integração de novas (e caras) tecnologias aos portáteis.
Quer um exemplo? O novo Infoway N8635, da Itautec (foto acima). Quando todos querem saber apenas do processador que vem com [...]

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Antes da alta do dólar havia notebook custando quase mil reais. Hoje a situação mudou – em parte por causa da crise financeira global, mas também pela integração de novas (e caras) tecnologias aos portáteis.

Quer um exemplo? O novo Infoway N8635, da Itautec (foto acima). Quando todos querem saber apenas do processador que vem com a máquina (que, aliás, é um Core 2 Duo P7350), ela acena com algo mais grandioso, que é o circuito gráfico GeForce 9600M GS com 32 núcleos e 512 MB da nVidia.

O circuito é a cereja de um bolo que, tendo em vista outros ingredientes, é até modesto (o HD, por exemplo, tem 250 gigas). Mas a capacidade da GeForce vai dar o gás necessário para explorar a interface gráfica do Windows, editar e produzir vídeos e animações e, claro, jogar.

O N8635 vem com 4 gigas de RAM, tela de 15 polegadas (1.280 x 800 pixels), saída HDMI (para exibição de vídeo em Full HD, mediante uso de tela auxiliar), leitor de cartões de memória SD e MS, webcam de 2 megapixels, porta híbrida USB/E-Sata, Bluetooth, Gigabit Ethernet e 3 modos de Wi-Fi.

Tudo isso pode ser seu por 3.999 reais. Para conferir eventuais promoções, visite o site da Itautecshop.

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Quem compraria um Palm Z22 hoje?

Uma colega de trabalho perguntou se um Palm Z22 seria adequado para usar no dia-a-dia. Disse que sim, a julgar pelo que ela sabia de computadores e do uso que ela faria dele.
Isso foi há cerca de 7 anos. Mesmo assim, o Palm Z22 continua a ser vendido. E por um preço que, embora congelado [...]

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Uma colega de trabalho perguntou se um Palm Z22 seria adequado para usar no dia-a-dia. Disse que sim, a julgar pelo que ela sabia de computadores e do uso que ela faria dele.

Isso foi há cerca de 7 anos. Mesmo assim, o Palm Z22 continua a ser vendido. E por um preço que, embora congelado no tempo (pouco menos de 400 reais), tornou-se caro diante de outros gadgets que fazem bem mais, por menos.

Por que falar dele agora? Bem, chegou à minha caixa postal uma oferta da loja virtual da Palm: um Z22, mais duas capinhas de silicone, por 359,10 reais, ou em 9 prestações de 39,90.

Apesar de ter um design que ainda captura minha atenção, fica a pergunta: quem gastaria quase 400 reais num micrinho de bolso que não tira fotos, não faz ligações, não tem Wi-Fi nem é expansível com cartões de memória?

Estranho, não?

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