Microboard apresenta seu netbook Ellite

Em dúvida sobre qual netbook comprar? Bem, prepare-se para pesquisar ainda mais. Mês que vem chega ao mercado brasileiro o netbook Ellite, da Microboard.
Oferecido nas cores branco, branco/rosa e preto, este novo netbook repete a configuração da maioria dos netbooks. Estão lá, por exemplo, o processador Intel Atom N270 e a tela (TFT) de 10,2 [...]

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Em dúvida sobre qual netbook comprar? Bem, prepare-se para pesquisar ainda mais. Mês que vem chega ao mercado brasileiro o netbook Ellite, da Microboard.

microboard-ellite-brancoOferecido nas cores branco, branco/rosa e preto, este novo netbook repete a configuração da maioria dos netbooks. Estão lá, por exemplo, o processador Intel Atom N270 e a tela (TFT) de 10,2 polegadas.

A diferença é que o Ellite será oferecido em duas versões, um com Windows Vista Starter Edition e outra com o velho XP.

Como era de se esperar, a versão com Vista (modelo E121) é mais parruda: vem com 2 gigas de memória. O modelo E111, com XP, tem 1 giga.

O netbook Ellite tem ainda 3 portas USB 2.0, câmera embutida de 1,3 megapixel, HD de 160 gigas, placa de rede 10/100 Mbps, Wi-Fi b/g, teclado ABNT2 (embora a foto abaixo diga o contrário!), leitor de cartão 3 em 1, saída VGA, bateria Li-Ion de 3 células e peso aproximado de 1,4 kg.

A garantia é de 1 ano, com exceção da bateria, que é garantida por 3 meses (só isso?). Os preços serão divulgados no começo de junho E os preços começam a sair: no Wal-Mart, o E111 com 2 GB e Vista (ué, não era o E121?) sai por R$ 1.599 (o preço de lista é R$ 1.899).

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Livros raros de Mindlin, na USP e na web

A biblioteca Brasiliana, doada à USP pelo empresário José Mindlin, poderá em breve ser acessada pela internet. As versões digitais dos livros, muitos deles raros, vão compor a Brasiliana Digital, a ser inaugurada oficialmente em junho.
Inicialmente apenas algumas centenas de livros estarão disponiveis. A digitalização completa levará bastante tempo: para se ter um ideia, até [...]

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A biblioteca Brasiliana, doada à USP pelo empresário José Mindlin, poderá em breve ser acessada pela internet. As versões digitais dos livros, muitos deles raros, vão compor a Brasiliana Digital, a ser inaugurada oficialmente em junho.

Inicialmente apenas algumas centenas de livros estarão disponiveis. A digitalização completa levará bastante tempo: para se ter um ideia, até o fim de 2009 cerca de 4 mil dos 17 mil livros da coleção terão sido digitalizados. O processo, que é automático, usa um braço robótico para virar as páginas.

O bom é que, no fim dos trabalhos, as cópias das páginas, com tipografia e ilustrações originais, estarão disponíveis para consulta livre – um prato requintado para pesquisadores e curiosos de plantão.

Parte da coleção é formada por edições raras de romances brasileiros; outra parte reúne livros escritos sobre o Brasil e sua história, em português e em outras línguas.

A Biblioteca Brasiliana Digital será inaugurada durante o “Seminário Mindlin 2009 – Livros, Leituras e Novas Tecnologias“, agendado para os dias 16, 17 e 18 de junho, na USP. O encontro terá representantes da Biblioteca do Congresso dos EUA, da Escola Politécnica, da Biblioteca do Senado Federal e da Biblioteca Nacional de Portugal, entre outros.

A biblioteca Brasiliana “real”, de cimento e tijolo, está sendo construída no campus da Cidade Universitária e deverá ficar pronta em julho de 2010.

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Fábrica da APC, do Brasil para as Filipinas

Para alguns, o Brasil tem-se mostrado um bom mercado consumidor – e tem salvo o dia de muitas multinacionais, como mostra reportagem de capa da “IstoÉ Dinheiro” desta semana.
No entanto, nem sempre isso se traduz em aumento de emprego local. Exemplo disso é a decisão da múlti francesa Schneider Electric, controladora da APC, de transferir [...]

apc-no-breakPara alguns, o Brasil tem-se mostrado um bom mercado consumidor – e tem salvo o dia de muitas multinacionais, como mostra reportagem de capa da “IstoÉ Dinheiro” desta semana.

No entanto, nem sempre isso se traduz em aumento de emprego local. Exemplo disso é a decisão da múlti francesa Schneider Electric, controladora da APC, de transferir a produção de no-breaks monofásicos de Barueri, na Grande São Paulo, para as Filipinas, na Ásia.

Segundo a empresa, a transferência teve início em abril e será concluida em junho de 2009. Na operação cearense Microsol, em processo de aquisição pela APC, nada muda. Os módulos isoladores estabilizados da empresa continuarão a ser fabricados no Nordeste.

A fábrica paulista da APC foi inaugurada em dezembro de 2001, para fabricar estabilizadores de tensão e no-breaks. Chegou, em 2004, a empregar 130 pessoas. Com a mudança, a sede da empresa será transferida para o prédio da Schneider Electric, em São Paulo.

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Pre: novo smart phone da Palm chega em 6/6

Leio hoje no site do “San Francisco Chronicle” que a Palm prepara o lançamento de um “iPhone killer”.
Bem sabemos que isso pode ser mais uma manifestação de desejo da Palm que a realidade que virá, mas o fato é que o Pre, um smart phone com tela de 3,1″ sensível ao toque (multi touch) e [...]

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Leio hoje no site do “San Francisco Chronicle” que a Palm prepara o lançamento de um “iPhone killer”.

Bem sabemos que isso pode ser mais uma manifestação de desejo da Palm que a realidade que virá, mas o fato é que o Pre, um smart phone com tela de 3,1″ sensível ao toque (multi touch) e teclado deslizante, promete fazer algum barulho quando for lançado, no próximo dia 6 de junho.

Coincidência ou não, dois dias depois a Apple começará sua conferência para desenvolvedores na aprazível cidade de San Francisco, e tudo que a Palm espera é que o Pre, que combina 3G (EVDO), Wi-Fi e Bluetooth estéreo, seja o principal tema de conversa nos corredores do evento.

O jornal lembra que, caso o Pre não seja bem aceito pelo mercado, poderá não haver segunda chance para a Palm. Seria uma injustiça com quem ajudou a inventar o conceito de computador de mão, mas há aí boa dose de verdade.

Segundo as informações preliminares, o Palm Pre vai custar cerca de US$ 200 e terá câmera 2.0 MP integrada, GPS e acelerômetro. Seu sistema operacional é o WebOS, cujos atributos de multitarefa e aceitação de linguagens comuns da web têm merecido atenção e conquistado elogios. A Palm também promete oferecer com o produto um emulador que irá rodar software feito para outros Palms – um alento principalmente para quem usa aplicações corporativas.

Fica, no entanto, a dúvida: será que o mercado estará disposto a abraçar mais um sistema operacional de smart phone?

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Expressões algébricas e a calculadora

Responda rápido: quanto é -2 ao quadrado?
Se respondeu 4, é por que ainda não programou um computador.
É que tanto o computador como as calculadoras modernas se apóiam em uma ordem de precedência de operadores aritméticos. Segundo essa ordem, a exponenciação é resolvida primeiro; depois vem o operador de sinal negativo. Como resultado, -2 ao quadrado [...]

Responda rápido: quanto é -2 ao quadrado?

Se respondeu 4, é por que ainda não programou um computador.

É que tanto o computador como as calculadoras modernas se apóiam em uma ordem de precedência de operadores aritméticos. Segundo essa ordem, a exponenciação é resolvida primeiro; depois vem o operador de sinal negativo. Como resultado, -2 ao quadrado é igual a -4.

Isso não acontece com todas as calculadoras. Na Sharp EL-501W, o quadrado de -2 é 4. Mas na Casio fx-82MS, -2^2 = -4. Em alguns casos, para obter o resultado desejado será preciso usar parênteses. Assim, o quadrado de -2 ainda será -4, mas (-2) ao quadrado será 4.

Para que você também não se perca na hora de calcular expressões algébricas, segue uma útil tabela, tirada de um velho livro sobre o Basic do micro Timex Sinclair 1000/ZX81. E boas contas.

Operadores aritméticos
Ordem de precedência
Símbolo Operação Nível
** Exponenciação 10
- Negativo 9
* e / Multiplicação e divisão 8
+ e - Adição e subtração 6
Fonte: “Basics – A Guide to the Timex/Sinclair 1000”


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Discos portáteis Seagate: com até 1,5 tera

Em casa de ferreiro, o espeto pode ser de ferro, sim – mas nem por isso é necessário ter o sortimento completo de uma churrascaria.
Um exemplo: embora o Versão Zero acompanhe a evolução dos dispositivos de armazenamento, todos os HDs somados daqui de nosso bunker mal chega a 100 gigas. Mas admitimos: não deixamos de [...]

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Em casa de ferreiro, o espeto pode ser de ferro, sim – mas nem por isso é necessário ter o sortimento completo de uma churrascaria.

Um exemplo: embora o Versão Zero acompanhe a evolução dos dispositivos de armazenamento, todos os HDs somados daqui de nosso bunker mal chega a 100 gigas. Mas admitimos: não deixamos de ter uma pontinha de inveja quando tomamos conhecimento de lançamentos como esses da Seagate.

A novidade da vez são os discos rígidos externos da linha External Drive Portable, com 3,5 polegadas e capacidades de 250, 320 e 500 gigas.

Quer mais? Os da linha External Desktop Drive têm capacidades de 500 GB, 1 tera e 1,5 teras.

Os discos são ligados ao PC pela porta USB 2.0, que também serve de alimentação de energia, e rodam a 5.400 rpm (Portable) e 7.200 rpm (Desktop). Os preços sugeridos para a linha Portable são R$ 499 (250 GB), R$ 599 (320 GB) e R$ 699 (500 GB). Para os Desktop, os preços são R$ 529 (500 GB), R$ 679 (1 TB) e R$ 799 (1,5 TB).

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Só achamos que, pelo volume de dados que comporta, o drive deveria uma ranhura para trava Kensington. Já pensou se alguém pega um desses e sai correndo?

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Com Inspiron 2100, Dell mira as escolas

A Dell anunciou nos EUA sua mais nova iniciativa para fornecer computadores para o ensino básico. Trata-se do Inspiron 2100, um netbook projetado para aguentar o tranco do dia-a-dia escolar.
Tirando alguns detalhes, o Inspiron 2100 é um netbook como qualquer outro. A diferença, segundo a fabricante, está no hardware mais resistente e na possibilidade de [...]

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A Dell anunciou nos EUA sua mais nova iniciativa para fornecer computadores para o ensino básico. Trata-se do Inspiron 2100, um netbook projetado para aguentar o tranco do dia-a-dia escolar.

Tirando alguns detalhes, o Inspiron 2100 é um netbook como qualquer outro. A diferença, segundo a fabricante, está no hardware mais resistente e na possibilidade de gerenciamento remoto e de preconfiguração para encomendas em grandes quantidades.

Dizemos que é um netbook como qualquer outro porque, por dentro, ele vem com a receita básica: processador Intel Atom N270 de 1,6 GHz, memória de 512 MB expansível a 2 GB, opção entre SSD (até 16 GB) e HD (até 250 GB), conexões Gigabit Ethernet, Wi-Fi e Bluetooth, bateria de 3 ou 6 células e a escolha entre os sistemas Windows XP Home SP3, Vista Home Basic ou Ubuntu.

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A riqueza de detalhes sobre o hardware contrasta com as informações limitadas diponíveis sobre gerenciamento. Afinal, duas das preocupações no uso de micros na escola são justamente o policiamento do uso dos micros em atividades de ensino e a restauração do sistema em caso de alterações  danosas feitas pelos alunos.

Além disso, há que se ressaltar que, em muitos aspectos, o micro na escola é um problema em busca de solução, já que a oferta de conexão à internet em sala de aula tem grande poder de dispersão. Ok, a Dell acena com um recurso inibidor – um LED que avisa se o aluno está acessando a rede -, mas que parece pouco diante das necessidades reais dos professores.

Por último, merece destaque a possibilidade de instalação de uma tela touch screen – útil em certas aplicações educacionais, mas que pode encarecer bastante o já salgado preço base (US$ 369 para a configuração mais simples, nos EUA). Para efeito de comparação, o Inspiron Mini 10 mais simples sai por US$ 299.

A Dell acena com a possibilidade de compra, pelas escolas, de um rack especial para 24 netbooks, que pode ser arrastado para a sala de aula e retirado dela sempre que necessário. Mas esse “Mobile Computing Station” dificilmente será mais econômico que manter uma sala de informática equipada com desktops. Além disso, salas especiais, se bem projetadas, dão conta das necessidades ergonômicas dos pequenos – e, nesse aspecto, os portáteis ainda ficam a dever solução a contento.

Pesando tudo, é de se comemorar que tenhamos mais uma opção de portátil. Pode ser que, por sua natureza mais resistente, o Inspiron 2100 venha a roubar um pouco do mercado do Inspiron Mini. O mais importante, contudo, é que a Dell e outros fabricantes continuem a oferecer netbooks com as características originais de mobilidade e baixo custo, que são no fim das contas seus principais apelos.

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Adamo, o micro “coisa fina” da Dell

Enquanto vasculhava o site da Dell para obter mais informações sobre seu novo netbook escolar, encontrei essa pérola aqui, que parece tirada de uma lasca do monólito do filme “2001″.
Trata-se do Adamo, um notebook (ou seria netbook?) com processador Intel Core 2 Duo (Centrino), memória DDR3 e disco em estado sólido (leia-se memória tipo Flash) [...]

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Enquanto vasculhava o site da Dell para obter mais informações sobre seu novo netbook escolar, encontrei essa pérola aqui, que parece tirada de uma lasca do monólito do filme “2001″.

Trata-se do Adamo, um notebook (ou seria netbook?) com processador Intel Core 2 Duo (Centrino), memória DDR3 e disco em estado sólido (leia-se memória tipo Flash) de 128 gigas. Foi apresentado em março nos EUA (sim, sim: é “velho”, para os padrões da web…) e duvido que seja vendido por aqui. (Duvidei e perdi: a Dell brasileira vende os 2 modelos, por R$ 8.999 e R$ 11.299, respectivamente.)

A tela, com tecnologia WLED, tem 13,4 polegadas e a bateria de lítio-polímero promete carga para mais de 5 horas de uso.

O charme, no entanto, está no acabamento (metalizado, com chassi de alumínio e teclado retroiluminado) e nas dimensões – fechado, ele tem 33,1 cm de largura, 24,2 cm de profundidade e 1,6 cm de espessura.

O micrinho pesa 1,8 kg e está disponível nas configurações Admire (chip de 1,2 GHz e 2 GB de RAM, US$ 1.999) e Desire (chip de 1,4 GHz e 4 GB de RAM, US$ 2.699).

Quer saber mais? Dê uma olhada no hot site do produto, em AdamoByDell.

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Da Itautec, um notebook turbinado para gráficos

Antes da alta do dólar havia notebook custando quase mil reais. Hoje a situação mudou – em parte por causa da crise financeira global, mas também pela integração de novas (e caras) tecnologias aos portáteis.
Quer um exemplo? O novo Infoway N8635, da Itautec (foto acima). Quando todos querem saber apenas do processador que vem com [...]

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Antes da alta do dólar havia notebook custando quase mil reais. Hoje a situação mudou – em parte por causa da crise financeira global, mas também pela integração de novas (e caras) tecnologias aos portáteis.

Quer um exemplo? O novo Infoway N8635, da Itautec (foto acima). Quando todos querem saber apenas do processador que vem com a máquina (que, aliás, é um Core 2 Duo P7350), ela acena com algo mais grandioso, que é o circuito gráfico GeForce 9600M GS com 32 núcleos e 512 MB da nVidia.

O circuito é a cereja de um bolo que, tendo em vista outros ingredientes, é até modesto (o HD, por exemplo, tem 250 gigas). Mas a capacidade da GeForce vai dar o gás necessário para explorar a interface gráfica do Windows, editar e produzir vídeos e animações e, claro, jogar.

O N8635 vem com 4 gigas de RAM, tela de 15 polegadas (1.280 x 800 pixels), saída HDMI (para exibição de vídeo em Full HD, mediante uso de tela auxiliar), leitor de cartões de memória SD e MS, webcam de 2 megapixels, porta híbrida USB/E-Sata, Bluetooth, Gigabit Ethernet e 3 modos de Wi-Fi.

Tudo isso pode ser seu por 3.999 reais. Para conferir eventuais promoções, visite o site da Itautecshop.

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Quem compraria um Palm Z22 hoje?

Uma colega de trabalho perguntou se um Palm Z22 seria adequado para usar no dia-a-dia. Disse que sim, a julgar pelo que ela sabia de computadores e do uso que ela faria dele.
Isso foi há cerca de 7 anos. Mesmo assim, o Palm Z22 continua a ser vendido. E por um preço que, embora congelado [...]

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Uma colega de trabalho perguntou se um Palm Z22 seria adequado para usar no dia-a-dia. Disse que sim, a julgar pelo que ela sabia de computadores e do uso que ela faria dele.

Isso foi há cerca de 7 anos. Mesmo assim, o Palm Z22 continua a ser vendido. E por um preço que, embora congelado no tempo (pouco menos de 400 reais), tornou-se caro diante de outros gadgets que fazem bem mais, por menos.

Por que falar dele agora? Bem, chegou à minha caixa postal uma oferta da loja virtual da Palm: um Z22, mais duas capinhas de silicone, por 359,10 reais, ou em 9 prestações de 39,90.

Apesar de ter um design que ainda captura minha atenção, fica a pergunta: quem gastaria quase 400 reais num micrinho de bolso que não tira fotos, não faz ligações, não tem Wi-Fi nem é expansível com cartões de memória?

Estranho, não?

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