
Sinceramente, pensei que os scanners do tipo flatbed (“de mesa”) tinham morrido – pelo menos os de uso doméstico, já que há tantos mutifuncionais a preços módicos por aí.
Me enganei: esta semana a Elgin, distribuidora de produtos de informática da Canon, anunciou o lançamento do LiDE 100, scanner de mesa com resolução máxima de 4.800 pontos por polegada (dpi) em cores de 48 bits.
O LiDE 100 é bem esguio – tem 4 cm de altura – e não requer tomada, pois sua alimentação vem da porta USB. Talvez aí resida sua vantagem, pois pode ser usado com notebooks, usando a energia da bateria.
Como é de praxe nos multifuncionais, o LiDE 100 vem com botões de acesso rápido a funções mais comuns, como cópia, conversão para PDF e produção de anexo para e-mail.
O maior obstáculo é o preço sugerido de R$ 349, equivalente ao de muitos multifuncionais jato de tinta que vemos por aí. O lado bom é que ele funciona também com Macs.
Nosso julgamento? Se você só usa Windows e quer economizar, talvez seja melhor pensar em um multifuncional jato de tinta que, além de digitalizar, também lê imagens de cartões de memória, tem tela LCD independente, imprime e copia sem ajuda do PC.
No entanto, se você já tem uma boa impressora e quer mais conveniência na digitalização de documentos, está profundamente envolvido na restauração de fotos em papel ou tem um Mac e trabalha com imagens, o LiDE 100 pode ser mais adequado.



29 de April de 2009 às 14:30
Antes da popularização das câmeras digitais, o scanner de mesa era mais necessário. Hoje, para uso pessoal em casa, possui um mercado bastante restrito.