A2000 IS, a nova PowerShot da Canon

Foi um repórter fotográfico – o competente Paulo Pinto, do “Estadão” – que me fez apreciar as câmeras digitais Canon. Comprei a PowerShot A40, que uso até hoje, motivado pela qualidade da lente, da possibilidade de ajustes (abertura e exposição) e do uso de pilhas comuns (o Paulo me convenceu de que, em lugares remotos, [...]

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Foi um repórter fotográfico – o competente Paulo Pinto, do “Estadão” – que me fez apreciar as câmeras digitais Canon. Comprei a PowerShot A40, que uso até hoje, motivado pela qualidade da lente, da possibilidade de ajustes (abertura e exposição) e do uso de pilhas comuns (o Paulo me convenceu de que, em lugares remotos, é bom saber que se pode comprar pilhas novas em qualquer armazém e continuar fotografando).

É reconfortante saber que a Canon também pensa assim. Prova disso é a nova Canon PowerShot A2000 IS, que a Elgin começa a vender por aqui. IS, no caso, responde por Image Stabilizer, ou estabilizador de imagem, coisa que as antigas como a A40 não tinham. Ela também tem detetor de face e uma telona de 3 polegadas. E sim, funciona com pilhas AA comuns – só que agora são duas, em vez das quatro exigidas pela A40.

A PowerShot A2000 IS tem zoom óptico de 6x (o digital é de 24x) e resolução de 10 megapixels – um número assombroso, que supera em muito as necessidades cotidianas de um fotógrafo ocasional. Ah, e tem ainda a questão da empunhadura: não é todo mundo que acha bacana uma câmera grandona e pesada. Para mim, é ponto positivo.

As possibilidades de ajuste melhoraram bastante. Agora se pode escolher níveis de sensibilidades ISO entre 80 e 1.600 e velocidade de disparo entre 1/1600 segundo e 15 segundos. Em disparo contínuo, ela não é de ponta – tira 1,3 fotos por segundo – mas não é uma marca ruim se você considerar que a foto tem 10 MP. Outra coisa: ela não trabalha com o modo RAW.

Já faz tempo que a PowerShot trocou o Compact Flash pelos cartões SD. A PowerShot A2000 IS aceita cartões SD e SDHC (de alta capacidade). Também pudera, uma foto de 10 MP em qualidade máxima supera 4 megas de tamanho. O que não dá para entender é por que a Canon coloca na caixa um mísero cartão de 32 MB…

De resto, ela traz algumas conveniências acessórias, como o modo Widescreen (que você poderia simular depois no PC com um “crop”) e a gravação de vídeo (com qualidade máxima de 640 x 480 pixels). Por tudo isso, você deverá pagar, no varejo, cerca de mil reais (o preço sugerido pela Elgin é 999 reais). Se for comprá-la, não saia da loja sem um cartão de memória novo. E boas fotos!

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Torpedo a cobrar e desconto para desempregado: as novidades das operadoras de celular

Em tempos de portabilidade numérica, é importante saber o que as outras operadoras estão oferecendo por aí. O Versão Zero tem descoberto algumas iniciativas interessantes. Confira.

A Portugal Telecom, que no Brasil controla a Vivo, decidiu dar desconto a quem está desempregado há mais de seis meses. O bônus, no valor de 50% da conta até [...]

Em tempos de portabilidade numérica, é importante saber o que as outras operadoras estão oferecendo por aí. O Versão Zero tem descoberto algumas iniciativas interessantes. Confira.

  • A Portugal Telecom, que no Brasil controla a Vivo, decidiu dar desconto a quem está desempregado há mais de seis meses. O bônus, no valor de 50% da conta até o teto de 7,50 euros (cerca de 23 reais), será concedido mensalmente até o fim de 2009. Mas não comemore ainda: a iniciativa vale apenas para Portugal.
  • Quer mandar um torpedo mas não tem crédito? Mande um torpedo a cobrar. O serviço já está disponível para usuários da operadora Claro. Cada torpedo custará 30 centavos – e, segundo a empresa, é mais barato que uma chamada. E fique tranquilo: assim como nas chamadas a cobrar, quem recebe poderá decidir se aceita a mensagem ou não.
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Yahoo mata serviço Briefcase em 30/03

Você usa o Briefcase, o serviço porta-arquivos do Yahoo? Então é bom fazer uma cópia de seus documentos. Em 30 de março (daqui a 6 dias, portanto) o serviço será encerrado. Após esta data, quem tiver arquivos guardados não terá chance de recuperá-los.
O serviço, que é gratuito, estava para completar 10 anos de atividade. Sua [...]

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Você usa o Briefcase, o serviço porta-arquivos do Yahoo? Então é bom fazer uma cópia de seus documentos. Em 30 de março (daqui a 6 dias, portanto) o serviço será encerrado. Após esta data, quem tiver arquivos guardados não terá chance de recuperá-los.

O serviço, que é gratuito, estava para completar 10 anos de atividade. Sua capacidade máxima era de 30 gigas e o usuário podia criar pastas para organizar seus documentos. Até o dia 30, que cai numa segunda-feira, você poderá marcar seus arquivos e baixá-los como arquivos Zip.

Em seu lugar, como alternativa, pode-se utilizar os serviços de e-mail gratuitos, como o do Google e o do próprio Yahoo, para guardar documentos. Mas a grande expectativa gira em torno do lançamento do GDrive, o tão aguardado serviço de armazenamento do Google. É esperar para ver.

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Adaptador leva HD de notebook ao PC de mesa

Que seríamos de nós sem as gambiarras chinesas? Uma delas é o adaptador de HD de notebook para conexões IDE comuns (foto acima), comprada na internet (Deal Extreme) por cerca de 2 dólares, com frete grátis.
Sua aplicação imediata está no aproveitamento de HDs de notebooks em desktops (saiba, porém, que não é muito fácil encontrar [...]

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Que seríamos de nós sem as gambiarras chinesas? Uma delas é o adaptador de HD de notebook para conexões IDE comuns (foto acima), comprada na internet (Deal Extreme) por cerca de 2 dólares, com frete grátis.

Sua aplicação imediata está no aproveitamento de HDs de notebooks em desktops (saiba, porém, que não é muito fácil encontrar pontos de fixação para eles no desktop). Também pode servir como apoio a quem precisa restaurar ou recuperar arquivos desses pequenos discos rígidos.

No nosso caso, o adaptador teve como missão ajudar a reformatar um HD de notebook com o velho MS-DOS, a partir de um micro de mesa. Isso foi necessário porque o jurássico notebook, que é objeto de restauro deste Versão Zero, não tinha nem leitor de disquete, nem porta USB (e nem CD-ROM – era, por assim dizer, o precursor do netbook…).

Tentativa e erro

A conexão física é simples, mas requer macetes. O adaptadorzinho foi inicialmente ligado em série (mesmo cabo) com o HD do desktop. Não deu certo. Não tínhamos os jumpers para torná-lo escravo. E o drive simplesmente não podia ser aberto nem formatado.

A saída foi ligar o adaptador chinês no cabo que servia ao gravador de DVD. Perdemos o leitor de CD, mas deu certo…  Até certo ponto. Sob Windows XP, a criação de um HD com sistema DOS não é tão simples assim – a opção Criar Disco de Sistema, presente no comando Formatar, simplesmente se recusa a funcionar com qualquer coisa que não seja disquete. Apelamos então para o site Bootdisk.com, de onde se pode baixar imagens de discos de boot.

Baixada a imagem, criamos o tal disquete (sim, ainda temos alguns) e carregamos o desktop com ele. Antes, porém, tivemos que desconectar o HD original; em seu lugar, ligamos o adaptador com o HD de notebook para que fosse ele o novo HD Master. Mais de uma hora depois, com paciência, formatamos o pequeno HD com o velho DOS. Missão cumprida.

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Elgin traz novos multifuncionais Canon ao Brasil

Há quase três anos comprei uma impressora laser pessoal por cerca de 300 reais. Diante de um toner que dá sinais de esgotamento, fui pesquisar o preço de um novo cilindro (original, claro) – e descubro que, em algumas lojas, a impressora nova é mais barata que o toner.
História velha? Com certeza. Já era assim [...]

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Há quase três anos comprei uma impressora laser pessoal por cerca de 300 reais. Diante de um toner que dá sinais de esgotamento, fui pesquisar o preço de um novo cilindro (original, claro) – e descubro que, em algumas lojas, a impressora nova é mais barata que o toner.

História velha? Com certeza. Já era assim com as impressoras jato de tinta: o preço dos 4 cartuchos coloridos podia superar o preço de uma impressora novinha em folha, e com muito mais recursos que a sua.

Para tornar o processo de decisão ainda mais difícil, fico sabendo que a Elgin acaba de lançar no Brasil novos modelos de multifuncionais Pixma (que imprime, escaneia e copia), com preços entre 299 e 399 reais.

A mais incrementada é a Pixma MP 480 (399 reais, foto acima), que vem com um visor LCD de 1,8 polegadas para pré-visualizar a impressão. Ela lê cartões de memória e tem interface PictBridge, que permite a impressão direta a partir de outros dispositivos, como câmeras e celulares, sem o PC.

Modelo intermediário, a Pixma MP 260 (349 reais) também vem com leitor de cartões (SD, SDHC, micro SD, MS, Compact Flash e outros). A caçula da turma é a Pixma MP 190 (299 reais, sem visor ou leitor de cartões).

E aí, será que vale a pena trocar de toner? Ou de impressora?

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Eee Keyboard, um micro como nos velhos tempos

Produzido pela Asus, o Eee Keyboard é mais que um teclado. Seu fino gabinete abriga, além das teclas, um PC inteiro, baseado no processador Atom – o mesmo dos netbooks. A novidade já havia dado as caras no início do ano, mas só foi apresentada oficialmente no começo deste mês.
O Eee PC foi concebido para [...]

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Produzido pela Asus, o Eee Keyboard é mais que um teclado. Seu fino gabinete abriga, além das teclas, um PC inteiro, baseado no processador Atom – o mesmo dos netbooks. A novidade já havia dado as caras no início do ano, mas só foi apresentada oficialmente no começo deste mês.

O Eee PC foi concebido para operar sem fios, do colo do usuário. Uma pequena tela lateral, sensível ao toque, dá acesso às funções mais importantes. Os primeiros relatos dão conta de que o Eee Keyboard virá com Wireless HDMI, o que permitirá usar sua TV de tela grande LCD ou plasma como monitor.

E o Aberto Até de Madrugada teve (antes) a mesma impressão que eu tive (depois): a de que o Eee Keyboard tem um ar de nostalgia, dos tempos em que o PC “era” o teclado e que a TV era o monitor.

Como os primeiros Eee Keyboard mostrados são protótipos, tudo que se lê acerca dos detalhes da configuração pode ser mudado até o lançamento. Que, por sinal, não demorará: o lançamento mundial está previsto para junho, no máximo – isso se o capitalismo como nós o conhecemos não acabar antes disso.

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Cubo mágico tem versão para iniciantes

Brinquedo nerd por excelência, o famoso cubo mágico, ou cubo de Rubik, não para de ganhar novas versões.
Tudo começou quando fomos surpreendidos por um cubo 2×2×2, oferecido como brinde em uma feira de tecnologia. Seu nome é Junior Cube. Ele é mais fácil de resolver não apenas por ser menor, mas por ter menos cores: [...]

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Brinquedo nerd por excelência, o famoso cubo mágico, ou cubo de Rubik, não para de ganhar novas versões.

Tudo começou quando fomos surpreendidos por um cubo 2×2x2, oferecido como brinde em uma feira de tecnologia. Seu nome é Junior Cube. Ele é mais fácil de resolver não apenas por ser menor, mas por ter menos cores: são 4 faces rosa, 1 face verde e 1 face com o rosto de um macaco. Um verdadeiro baby toy.

proffessor_5x5_hex_packagin1Mas você é adulto e não quer moleza, certo? Então vá direto ao Professor Cube 5×5x5, que vem acompanhado de um livro de dicas em PDF (provavelmente por causa do tamanho que a versão impressa ocuparia dentro da embalagem).

Já se a idéia é apenas mostrar seu fascínio pelo cubo mágico você pode apelar para o pen drive Rubik 1×1x3, que tem capacidade de 1 mega.

Os brinquedos estão à venda em www.rubiks.com e custam US$ 6,99 (2×2x2), US$ 30,99 (5×5x5) e US$ 19,99 (pen drive). Já as dicas para solucioná-los estão em todo lugar – basta procurar na internet. Mas você não faria isso, faria? Não, aposto que não…

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A Informática nos anos de chumbo

Uma aura de romantismo cerca a época em que vivíamos de programar micros brasileiros de 8 bits. São raras, no entanto, as vezes em que se notam vestígios, na informática, do contexto político daquela época. Falamos da ditadura militar de 1964 a 1985, que a “Folha de S.Paulo” classificou em editorial (17/02) como “ditabranda” pela [...]

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Uma aura de romantismo cerca a época em que vivíamos de programar micros brasileiros de 8 bits. São raras, no entanto, as vezes em que se notam vestígios, na informática, do contexto político daquela época. Falamos da ditadura militar de 1964 a 1985, que a “Folha de S.Paulo” classificou em editorial (17/02) como “ditabranda” pela suposta suavidade com que controlou a oposição e cerceou os direitos políticos e individuais.

Pois bem, um dos órgãos policiais mais ativos de repressão e censura no Brasil daqueles tempos era o DOPS – Departamento de Ordem Política e Social. Eis que o redator do “Manual de Operação do Microcomputador R-470 Ringo” resolveu, por brincadeira, citar o órgão numa crônica (págs. 105-106) que, embora tivesse intenção de divertir, não deixa dúvidas sobre o ideário de boa parcela da sociedade da época – e que persiste nos dias de hoje, como nos prova o editorial da “Folha”.

O manual foi obtido em versão digitalizada, no site DataCassete. Segue a transcrição.

Dinheiro… pra que dinheiro?

Um certo programa foi pedir empréstimo em um dos vários bancos de memória do nosso querido R-470. Ao entrar no BANCO SAVE, famoso por salvar programas perdidos pelos integrados da vida, avistou aquela moça que fica na entrada de todos os bancos e deu um EDIT de sua linha que estava com problema. Ela, processando os dados obtidos, conclui com quem ele deveria conversar. Em seguida, deu um GOTO sr. $, o gerente.

- Bom dígito, como vai?

- Vai-se indo. Naquele FOR NEXT de sempre. Mas, em que posso serví-lo?

- Bem. Vou dar logo a DIM de meu problema…

O programa deu um PAUSE 100, como quem está encontrando dificuldade para falar, e prosseguiu.

- Estou precisando urgentemente de uma expansão de memória. A que eu tenho já não é suficiente. Estou ficando sufocado.

De repente, toca o telefone e o sr. $ dá um BREAK na conversa. Era a sua esposa. Estava lhe mandando um LIST do que queria que ele levasse para casa depois do serviço.

Desligou o telefone e deu um CONT.

- Voltando ao assunto. Quanto é que o senhor está precisando?

- Aproximadamente, 16 bytes.

- Entendo… E sua renda? É fixa?

- Não, é variável, mas não se preocupe. Às vezes, tenho tanto serviço que até preciso de um SCROLL.

- Então, não tem problema nenhum. Agora, o senhos vai responder um pequeno questionário. Não demora nada. É FAST.

- Tudo bem.

- Bem. Este questionário é divido em 3 partes. O senhor só prossegue se atender às exigências de cada fase. Entendeu?

- Entendi.

- Então, vamos à primeira. O senhor só passa para a 2.a fase se tiver um veículo, um imóvel e uma renda mensal superior à 2 bytes. Traduzindo, é o seguinte: Passa para a 2.a fase IF tem veículo AND imóvel AND renda > 2 bytes.

- O senhor tem tudo isso?

- Sim, tenho.

- Vamos, então, à 2.a fase.

Para passar à terceira fase o senhos precisa ter um vídeo-inverso ou caracteres coloridos. Traduzindo… passa para a 3.a fase IF tem vídeo-inverso OR caracteres coloridos.

- Eu só tenho vídeo-inverso.

- Ótimo. Chegamos, com isso, à 3.a e última fase.

É preciso que o senhor não tenha nenhuma ENTER no DOPS (Departamento de Opressão à Programas Suspeitos).

- Não, nenhuma.

- Eu logo vi que o senhor era uma pessoa de caracter.

- Obrigado. Mas… fui aprovado?

- Claro. O empréstimo é seu. Só preciso de mais algumas coordenadas de praxe. Seu nome por favor.

- REM Digit Cavalcanti.

- Profissão…

- Autônomo. Dou PRINT à GRAPHICS.

- Endereço…

- PLOT 10,20. É NEXT daqui.

- Agora, INPUT sua assinatura aqui e espere um comando para voltar e acoplar seu empréstimo.

- Muito obrigado.

E, muito feliz, o programa REM Digit Cavalcanti RUN ENTER para casa.

STOP

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Globo reforça sinal digital em SP

Até que enfim as emissoras de TV estão se mexendo para divulgar a tecnologia digital.
Leio na coluna de hoje de Daniel Castro, da “Folha de S.Paulo”, que a Globo irá instalar reforçadores de sinal digital nos shopping centers de São Paulo.
A idéia é fazer com que os show rooms das lojas de eletrônicos possam demonstrar [...]

philcoAté que enfim as emissoras de TV estão se mexendo para divulgar a tecnologia digital.

Leio na coluna de hoje de Daniel Castro, da “Folha de S.Paulo”, que a Globo irá instalar reforçadores de sinal digital nos shopping centers de São Paulo.

A idéia é fazer com que os show rooms das lojas de eletrônicos possam demonstrar as tão alardeadas qualidades da TV digital – em muitos casos, o prédio do shopping acaba por atenuar o sinal.

Castro diz que a Globo já instalou os reforçadores nos shoppings Market Place e Morumbi, e que os próximos serão Anália Franco, Higienópolis e Eldorado.

Com atraso

A TV digital foi lançada com alarde em dezembro de 2007 inicialmente em São Paulo. Mas só agora, em fevereiro, as TVs começaram a veicular anúncios promovendo a tecnologia.

Os preços iniciais dos conversores, na casa dos R$ 1.000, também não ajudaram. Para alguns fabricantes, o alto custo foi reflexo de uma baixa demanda, responsável entre outros fatores pelas próprias emissoras, que não divulgavam a nova tecnologia.

Embora as emissoras tenham feito pouco mais que incluir um selo “HD” nos programas de sua grade, atualmente é possível encontrar conversores a partir de R$ 300 e receptores USB, de resolução menor, a partir de R$ 130.

O cenário parece mudar, e iniciativas como a da Globo certamente ajudarão o consumidor a compreender melhor os benefícios da recepção digital. Mas fica a pergunta: se todas as emissoras são beneficiadas, por que só a Globo pôs a mão no bolso?

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Netbook da Samsung tem chip Via Nano

Anunciado no fim de 2008, o NC20 – novo netbook da Samsung – teve suas especificações tornadas públicas pela Via, a fornecedora do processador que lhe dá a alma.
O fabricante afirma que o micrinho terá fôlego para até 6,5 horas de uso longe da tomada, resultado do equilíbrio entre uma bateria potente e um conjunto [...]

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Anunciado no fim de 2008, o NC20 – novo netbook da Samsung – teve suas especificações tornadas públicas pela Via, a fornecedora do processador que lhe dá a alma.

O fabricante afirma que o micrinho terá fôlego para até 6,5 horas de uso longe da tomada, resultado do equilíbrio entre uma bateria potente e um conjunto tela/processador bastante econômico.

Em relação ao Via C7, o Nano tem a performance bastante melhorada. (Lembre-se de que o C7 é usado, por exemplo, no Positivo Mobo de 7 polegadas.) Em alguns testes, a potência de um Nano é o dobro da de um C7 com mesma frequência.

Resta a dúvida: podemos mesmo classificar o NC20 como netbook? Afinal, a única marca que o faz pertencer à categoria é a ausência de um leitor/gravador de mídia embutido, já que o preço – US$ 650, no mercado internacional – o equipara aos notebooks…

Samsung NC20
Processador Via Nano U2250 1,3 Ghz (bus 800 MHz)
Chipset Via VX800 Unified Digital Media IGP
Tela 12,1 LED WXGA (1.280 x 800 pixels)
Memória 1 GB DDR2
Armazenamento HD 160 GB SATA
Rede 10/100 Mbps; Wi-Fi Atheros b/g, Bluetooth 2.0
Portas 3 USB 2.0
Bateria 6 células (autonomia de 6,5 horas)
Peso 1,52 kg
Cor Branco
Preço US$ 650 (estimado)


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