Você conhece os recursos do seu celular?

O brasileiro gosta de celulares com alta tecnologia, mas não sabe usá-la. Essa é a conclusão de uma pesquisa do Ibope, citada hoje na TV pelo “Jornal Hoje” da TV Globo.
Não surpreende – e nem é privilégio dos brasileiros. Pesquisa americana do NPD Group, divulgada em janeiro de 2009, chegou à mesma conclusão: 45% dos [...]

O brasileiro gosta de celulares com alta tecnologia, mas não sabe usá-la. Essa é a conclusão de uma pesquisa do Ibope, citada hoje na TV pelo “Jornal Hoje” da TV Globo.

Não surpreende – e nem é privilégio dos brasileiros. Pesquisa americana do NPD Group, divulgada em janeiro de 2009, chegou à mesma conclusão: 45% dos entrevistados querem o celular simplesmente para falar.

Dos usuários ouvidos pelo NPD, todos com idades acima de 13 anos, 23% não sabiam se seus celulares tinham GPS, e 21% não tinham idéia de que seus aparelhos podiam tocar música.

A pesquisa americana mostrou ainda que só 12% sabiam que seus celulares podiam acessar redes sem fio Wi-Fi. No “Jornal Hoje”, houve quem declarasse não usar a conexão Wi-Fi por medo de que fosse tarifada pela operadora. Não é.

Novo Walkman

sony-ericsson-w302-peqE por falar em celular multirrecurso, a Sony Ericsson acaba de lançar um celular que fica no meio termo – bom para quem quer só um pouco mais que o básico.

Com design metálico e reto, o W302 Walkman tem uma câmera de 2 megapixels (adequada para um celular) e tocador de mídia integrado. A memória de 512 megas é expansível com cartões M2.

Seu trunfo talvez sejam os recursos de integração com outros aparelhos e com a internet. A função PictBridge, por exemplo, permite imprimir a foto diretamente em impressoras compatíveis. E as fotos podem ser enviadas e publicadas diretamente nos blogs.

O aparelho é quadribanda, está disponível nas cores preto ou branco e a versão desbloqueada custa em torno de 500 reais.

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Conversor digital USB salva final de novela

A chuva cai forte e a TV a cabo sai do ar, levando junto a internet. Pior: é dia do antepenúltimo capítulo da novela, peça chave para entender o final da história. O que você faz?
Bom, se você tem um conversor de TV digital USB e alguns cabinhos, quase nada. Usamos o que tínhamos à [...]

Maísa no velho monitor: melhor que muita TV analógica

Maysa no monitor: melhor que TV analógica

A chuva cai forte e a TV a cabo sai do ar, levando junto a internet. Pior: é dia do antepenúltimo capítulo da novela, peça chave para entender o final da história. O que você faz?

Entra TV, sai VGA

Entra TV, sai VGA

Bom, se você tem um conversor de TV digital USB e alguns cabinhos, quase nada. Usamos o que tínhamos à mão: conversor, notebook e um monitor de tubo, emprestado de um velho Macintosh (com o devido adaptador VGA-Mac). Um cabinho de áudio estéreo levou o som do notebook aos alto-falantes embutidos no monitor.

Nessas horas, o monitor de tubo mostrou-se conveniente. É que a imagem captada por esses conversores USB tem resolução muito baixa (320 x 180 pontos). Quando ampliada na tela LCD do notebook, percebemos a granularidade da imagem. Efeito que fica bem disfarçado quando a vemos num monitor de tubo.

O mais importante é que não perdemos a novela, nem sob tempestade. E isso usando peças de fundo de gaveta, além do humilde conversor (que já pode ser encontrado por menos de 150 reais). Nossa conclusão: até para sinal de TV é preciso pensar em backup.

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