Loja Erro 404 volta a operar na web

Há um ano este blog noticiava o fim da Erro 404, uma irreverente lojinha de camisetas na web. Pois bem, parece que o tenebroso inverno ficou para trás. A Erro 404 está de volta, com as estampas capazes de divertir até o mais sisudo dos nerds.
A preferida da vez deste blog é “I see Dead [...]

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Há um ano este blog noticiava o fim da Erro 404, uma irreverente lojinha de camisetas na web. Pois bem, parece que o tenebroso inverno ficou para trás. A Erro 404 está de volta, com as estampas capazes de divertir até o mais sisudo dos nerds.

A preferida da vez deste blog é “I see Dead Pixels” – traje que combina bem com o teste que fizemos do monitor Matsui. Mas há muitas outras, como “No, I will not fix your computer”, “Eu não trabalho aqui” ou “Eu leio seus emails”.

Nossa sugestão para a loja é “Não tá bom, faz você” – uma homenagem aos ilustradores e webdesigners que, mesmo que tenham toda a boa vontade e talento do mundo, nunca irão satisfazer seus clientes.

Quem sabe não sai?

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Documentário investiga o fenômeno Apple

Muita coisa aconteceu em 1977. George Lucas lançou “Star Wars”, nevou em Miami, as bandas punk Sex Pistols e The Clash tornaram-se conhecidas, e a Apple começou a revolucionar a computação pessoal com seu Apple II. O problema é que muita gente nem tinha nascido, o que dá a tudo isso um ar de [...]

O colecionador: Apples no sótão

O colecionador: Apples no sótão

Muita coisa aconteceu em 1977. George Lucas lançou “Star Wars”, nevou em Miami, as bandas punk Sex Pistols e The Clash tornaram-se conhecidas, e a Apple começou a revolucionar a computação pessoal com seu Apple II. O problema é que muita gente nem tinha nascido, o que dá a tudo isso um ar de aula de história. Se esse é o seu caso e mesmo assim você se tornou fã da Apple e de seus produtos, então vale a pena assistir ao documentário “Welcome to Macintosh – The documentary for the rest of us” (2008), de Jeff Boca e Josh Rizzo.

“Welcome to Macintosh” fala da Apple e de suas principais criações, como o Apple II, o Mac clássico e o Lisa. E também de sua principal criatura, o carismático Steve Jobs. Mas nem Jobs, nem seu sócio, o cultuado nerd Steve Wozniak, foram ouvidos. Eles aparecem pelas falas de dezenas de entrevistados, muitos dos quais trabalhavam para a Apple à época do lançamento do Mac.

Como filme, “Welcome…” é um tanto pobre, e mesmo a história não traz muita coisa nova. Mas pode ter seu valor para quem está chegando agora. Seu maior mérito é aproveitar que as testemunhas do que se passou na Apple desde sua fundação estão vivas – e algumas, como o investidor Guy Kawasaki, que já foi o homem de marketing da Apple, já se sentem mais à vontade para falar o que pensam.

Curiosidades

Há, sim, algumas curiosidades, como a origem do primeiro logo da Apple – um escudo com Isaac Newton e a maçã em queda no centro -, concebido por Ron Wayne. Ou sobre a evolução do som que avisa a carga do sistema do Mac – que, segundo um engenheiro, deveria se comparar ao “primeiro grito de um recém-nascido”.

O filme nos leva a conhecer o dono da primeira loja a vender Macs, e a obsessão de um megacolecionador que mantém uma casa com centenas de peças, componentes e sistemas, incluindo dezenas de Apple II que entulham o sótão de sua casa no interior do Estado de Nova York.

Do inferno ao céu

Não dá para não refletir sobre a trajetória dessa empresa singular, que quase quebrou entre 1985 – ano da saída de Jobs – e 1997 – ano de seu retorno, e que de lá para cá não parou de surpreender. Primeiro foi o iMac, depois o iPod, para em seguida vir o iPhone – e sabe-se lá o que ainda estão a aprontar.

Kawasaki resume bem o espírito que anima a empresa. “A Apple é uma empresa de engenharia. Não é uma empresa de marketing. Se tem algo que a Apple não faz é perguntar a seus clientes o que eles querem.” Pensamento parecido com o do diretor de cinema Robert Altman, que disse certa vez, sobre roteiros baseados em pesquisas de mercado: “o público quer ver aquilo que nunca viu antes. Uma pesquisa nunca vai dizer a você o que eles querem ver.”

“Welcome to Macintosh” termina com uma pergunta: a Apple sobreviverá sem Steve Jobs? Por enquanto, não há como respondê-la. Mas, a depender da vontade de seus funcionários e da legião de fãs de seus produtos, a resposta é óbvia. História, pelo menos, ela já fez.

Welcome to Macintosh – The documentary for the rest of us, DVD/Region Free, US$ 19,84. Vende pela internet, com envio para qualquer país. www.welcometomacintosh.com

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Asus apresenta os Eee PC feitos no Brasil

Uma boa notícia para os fãs dos netbooks Asus: três novos Eee PC começam a ser vendidos oficialmente no país. E dois deles – o 904HD e o 1000H – são produzidos no Brasil pela Visum Sistemas, de Curitiba (PR).
O Versão Zero foi conferir de perto as maquininhas, que agora têm como principal apelo o [...]

Eee PC 1000H: made in Brazil

Eee PC 904HD: com cedilha e garantia local

Uma boa notícia para os fãs dos netbooks Asus: três novos Eee PC começam a ser vendidos oficialmente no país. E dois deles – o 904HD e o 1000H – são produzidos no Brasil pela Visum Sistemas, de Curitiba (PR).

O Versão Zero foi conferir de perto as maquininhas, que agora têm como principal apelo o suporte técnico em português e a garantia local (terceirizada à Computeasy). Além disso, as máquinas têm teclado padrão ABNT2 (com cedilha) e sistemas em português – inclusive o Linux Xandros, oferecido como alternativa ao Windows XP.

Interface do Linux: em português brasileiro

Interface do Linux: em português brasileiro

Quanto à garantia, a Asus diz acompanhar bem de perto a qualidade do atendimento ao usuário (na maioria, gente como eu e você, ou seja, usuários finais). E tranquiliza: segundo a empresa, o percentual de máquinas defeituosas sobre o total vendido está bem abaixo da média do mercado, que é de 0,3%.

Se eventualmente uma máquina der defeito irreparável dentro da garantia, a Asus substitui o equipamento por outro, igual ou melhor. Mas é bom ficar atento: o suporte e a garantia (de 1 ano) são oferecidos apenas para os produtos comprados pelos canais oficiais. Ou seja, micro comprado nos EUA terá garantia nos EUA.

Asus Eee PC 1002HA: 1,2 kg

Asus Eee PC 1002HA: 1,2 kg

1002HA: o maior deles

Com acabamento em alumínio escovado, o Eee PC 1002HA é o mais elegante dos três. O display, do tipo LED, tem 10 polegadas e resolução de 1.024 x 600 pixels. Seu procesador é um Atom N270, comum nos netbooks mais novos. Ao contrário dos primeiros nets, esse vem com HD (de 160 GB). Webcam de 1,3 MP, leitor de cartões 4 em 1 e conexões Bluetooth e Wi-Fi b/g/n completam o pacote.

Os outros dois Eee PC – 904HD e 1000H – vêm para substituir o pequenino 701 (do qual escrevo esta nota). O 904HD, aliás, ainda usa o chip Celeron M, mas tem disco rígido (de 160 GB) e tela de 8,9 polegadas. Já o Eee PC 1000H tem o apelo da tela maior (10 polegadas), do chip Atom N270 e do suporte a redes Wi-Fi padrão n.

A etiqueta com o "Fabricado no Brasil"

A etiqueta com o "Produzido no Brasil"

Curiosamente, no peso quem ganha é o 1002HA (1,2 kg). Mais gordinhos, o 904HD e o 1000H pesam, respectivamente, 1,4 kg e 1,45 kg. E os preços já não são tão leves assim: o 904HD sai por R$ 1.499; o 1000H, R$ 1.699; e o 1002HA, R$ 2.099. Por enquanto, ainda dá para encontrar o Eee PC 701 4G original por aí – e por menos de R$ 800.

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HP terá notebook com chip Neo em abril

E por falar no Neo – aliás, Athlon Neo -, eis que a HP já preparou um portátil que tem como principal ingrediente o novo chip da AMD.
O HP Pavilion dv2 Entertainement Notebook PC apóia-se na plataforma completa da AMD – que inclui, além de um Athlon Neo de 1,6 GHz, o chip gráfico ATI [...]

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E por falar no Neo – aliás, Athlon Neo -, eis que a HP já preparou um portátil que tem como principal ingrediente o novo chip da AMD.

O HP Pavilion dv2 Entertainement Notebook PC apóia-se na plataforma completa da AMD – que inclui, além de um Athlon Neo de 1,6 GHz, o chip gráfico ATI Radeon X1250 e (opcionalmente) o chip acelerador ATI Radeon HD 3410.

O dv2 pesa 1,8 kg e vem ainda com uma tela LED de 12 polegadas, teclado de tamanho próximo ao normal e drive Blu-ray externo. Foi mostrado na Consumer Electronics Show (CES), no começo de janeiro, em Las Vegas (EUA) – e saiu de lá com o prêmio de Melhor Laptop do Evento.

Interessado? Será preciso esperar. O dv2 está prometido para abril e deverá custar, por lá, 699 dólares.

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AMD: o Geode morreu. Viva o Neo

A fabricante de chips AMD decidiu suspender o desenvolvimento do Geode, processador voltado para aplicações específicas, mas que tem sido usado até em ultraportáteis – caso do Proview Compact PC-81001.
A essa altura, tal notícia não deveria surpreender. Afinal, o Geode nasceu há 10 anos como produto de outra empresa, a National Semiconductor. Em 2003, ele [...]

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A fabricante de chips AMD decidiu suspender o desenvolvimento do Geode, processador voltado para aplicações específicas, mas que tem sido usado até em ultraportáteis – caso do Proview Compact PC-81001.

A essa altura, tal notícia não deveria surpreender. Afinal, o Geode nasceu há 10 anos como produto de outra empresa, a National Semiconductor. Em 2003, ele passou às mãos da AMD, que apostou no seu potencial em projetos específicos.

Em seu lugar deverá entrar o Neo, chip da AMD voltado especialmente para o promissor mercado de ultraportáteis de baixo custo.

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Wi-Fi grátis vai ao ar na USP

Desde ontem, aniversário de São Paulo, os visitantes, estudantes e funcionários do Campus Butantã da USP já podem acessar a internet gratuitamente via rede Wi-Fi aberta, tal como foi prometido em dezembro pela Nokia.
A rede é administrada pela Vex, provedora de serviços de conexão sem fio. No primeiro acesso será preciso preencher um cadastro e [...]

uspDesde ontem, aniversário de São Paulo, os visitantes, estudantes e funcionários do Campus Butantã da USP já podem acessar a internet gratuitamente via rede Wi-Fi aberta, tal como foi prometido em dezembro pela Nokia.

A rede é administrada pela Vex, provedora de serviços de conexão sem fio. No primeiro acesso será preciso preencher um cadastro e aceitar os termos de adesão.

Segundo a Vex, o projeto da rede prevê que até mil usuários possam acessar a internet ao mesmo tempo. As antenas instaladas deverão levar o serviço a aproximadamente 90% da área do Campus.

No começo a rede vai permitir apenas o surfe na web e o envio e recebimento de e-mails, mas a idéia é permitir outros tipos de acesso ao longo do tempo.

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Teste: celular Sony Ericsson W302 Walkman

Por Robinson dos Santos, do Versão Zero

Quando vi o W302 pela primeira vez, esperava que fosse uma mera atualização do W300. Estava enganado. O celular da Sony Ericsson avança em pontos importantes, como o design. Mas alguns recursos bacanas ficaram de fora deste novo aparelho.

O tamanho do W302 é bem acertado. Tem 1,1 cm de [...]

Por Robinson dos Santos, do Versão Zero

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Quando vi o W302 pela primeira vez, esperava que fosse uma mera atualização do W300. Estava enganado. O celular da Sony Ericsson avança em pontos importantes, como o design. Mas alguns recursos bacanas ficaram de fora deste novo aparelho.

O tamanho do W302 é bem acertado. Tem 1,1 cm de espessura por 10 cm de altura e 4,6 cm de largura, e pesa cerca de 80 gramas. Como não faz volume, pode ser levado discretamente no bolso da camisa.

A tela, com diagonal de cerca de 5 cm (2 polegadas), tem tamanho adequado para mostrar as fotos tiradas com a câmera embutida de 2 megapixels.

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O compartimento traseiro tem acesso fácil. Para abrir, puxa-se a tampa a partir de uma ranhura. O cartão de expansão, tipo M2, é fácil de retirar. Já para trocar o chip SIM é preciso antes desencaixar a bateria – que é a BST-33, a mesma do W300.

O acabamento aparenta boa qualidade. O painel metalizado segue o padrão aço escovado e tem detalhes dourados no botão Play e no logotipo Walkman. A tampa traseira pode vir nas cores branco ou preto.

Nas laterais, apenas três controles: volume/zoom, foto/filme, e Walkman (este, por sinal, desnecessariamente pequeno). E o conector universal também é lateral – o que é bom quando se ouve música com o fone, pois o celular, no bolso, não faz dobrar o fio.

Já o teclado numérico, de tão pequeno, pode não agradar a todos. É preciso destreza para não apertar duas teclas de uma só vez.

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Sony Ericsson ou Sagem?

Antes de comentar sobre o software, cabe aqui um lembrete. Em março de 2007, a francesa Sagem e a Sony Ericsson anunciaram um acordo de produção conjunta de celulares de baixo custo (entry level).

Pelo acordo, não só a Sagem licenciou tecnologias para uso da Sony Ericsson, como também se comprometeu a fabricar aparelhos com a marca Sony Ericsson.

Embora não seja possível afirmar com precisão se um aparelho Sony Ericsson tenha sido projetado ou fabricado pela Sagem, é possível notar neste W302 algumas diferenças importantes em relação a outros modelos Walkman.

O primeiro deles é que este celular Walkman não tem a função Megabass. A alternativa é ativar, no Equalizador, o reforço de Grave.

O W302 também não grava as conversas ao telefone, nem vem com o útil aplicativo Remote Control, para controle de apresentações no PC via Bluetooth.

Em compensação, há um recurso interessante, na Agenda, que é o de registrar um novo compromisso usando o gravador de voz – e que já era conhecido dos usuários de aparelhos Sagem.

O volume máximo do W302 Walkman não é de impressionar. É possível que, em ambientes barulhentos como o trem do metrô, você deixe de notar muitos detalhes da música. Mas, sem dúvida, é mais seguro para os ouvidos.

O W302 tem Bluetooth e permite o uso de fones estéreo com perfil A2DP. Mas a surpresa foi descobrir que se pode ouvir música MP3 também com fone mono. No teste, usamos um Panasonic EB-BHX70CN. Rádio, no entanto, só com fone normal, já que o fio lhe serve de antena.

Ao contrário de outros Sony Ericsson, este não vem com o software PC Suite. Para copiar músicas de e para o W302 (e também as fotos e os vídeos), basta conectá-lo ao PC usando o cabo USB fornecido. O celular aparecerá no sistema como se fosse dois pen drives. Um será a memória interna, de 20 MB; o outro será o cartão de expansão (512 MB). Detalhe: com o W302, você pode fazer e atender chamadas mesmo com o telefone conectado ao PC.

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Fotografia

O W302 tem câmera, mas não aspira a ser uma Cyber-shot. As resoluções possíveis são 1600×1200 (2MP), 1280×1024 (1MP) e 640×480 (VGA), mas curiosamente o zoom só é possível no modo VGA. Inexplicavelmente, o zoom também não está disponível no modo Visualizar.

A caixa de ferramentas inclui os “efeitos de praxe” (negativo, sépia e preto e branco); temporizador (com intervalos de 5, 10 ou 15 segundos); balanço de branco; modo noturno; e ainda permite desligar o som do disparo. O W302 não tem flash.

Depois de tirada, a foto pode ser melhorada com o recurso PhotoFix e receber os tais “efeitos de praxe”.

Já vimos que zoom na fotografia, só em modo VGA. A surpresa foi notar que, na gravação de vídeo, também dá para usar o zoom. E melhor ainda: você decide se quer deixar o microfone ligado ou não.

A qualidade do vídeo 3gpp é boa nas cores, mas limitada na resolução (176×144 pixels). O destaque é o áudio, captado com precisão pelo microfone embutido.

Para completar, o W302 tem PictBridge, um recurso que permite imprimir fotos do celular diretamente na impressora, por meio do cabo USB. É preciso, no entanto, que a impressora também tenha o recurso.

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Internet

O W302 permite acessar a internet via rede GSM Edge ou GPRS. Não é, portanto, um celular 3G. Ele vem com um programa básico para ler e enviar e-mails e um navegador web, e vai um pouco além.

Gostou da música que está sendo tocada no rádio e não sabe qual é? Use o TrackID, um aplicativo que usa a internet para descobrir o nome e o intérprete da música. Basta ativar o programa e deixar o celular “ouvir” um pequeno trecho. Em segundos, os dados aparecem na tela do celular.

Outra opção curiosa do W302 é o Enviar para Blog. Com ele, você pode, depois de tirar uma foto, enviá-la para um blog, que será hospedado no serviço online Blogger. Para cada foto você escreve um título e um texto e, no primeiro envio, você receberá uma mensagem com informações como nome do blog, usuário e senha.

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Conclusão

O design limpo e contido faz com que o W302 não faça feio no dia-a-dia do trabalho. E, nas horas vagas, a câmera de 2 MP e o Walkman estarão lá para distrair e divertir.

Quem já teve um celular Walkman vai sentir falta de um som mais forte e do reforço Megabass para os graves. E algumas deficiências, como as limitações no uso do zoom nas fotos, vai irritar os mais exigentes.

A ausência do software PC Suite, para gerenciamento dos dados do celular a partir do PC, também é de se estranhar. Para quem já se acostumou a usar o celular simplesmente como pen drive, não haverá problema, pois o cabo USB dará conta do recado.

O importante é que os principais recursos esperados em um celular estarão lá: viva-voz, Bluetooth, conexão USB, expansão com cartão de memória, MP3 player, câmera fotográfica e acesso de conveniência à internet.

Se isso é justamente o que você precisa, o W302 pode ser o aparelho certo – profissional, sim, mas sem deixar de lado a diversão.

Sony Ericsson W302
Tecnologia GSM 2G Quadriband
Redes de dados GPRS, Edge
Tamanho (cm) 10 (A) x 4,6 (L) x1,1 (E)
Peso 78 gramas
Tela 2” (176×220 pixels), 262 mil cores
Conexões Bluetooth 2.0 com A2DP
Acessórios Fone, cabo USB, carregador, cartão 512 MB
Outros recursos Java, vivavoz, email
Câmera 2 MP, vídeo 176×144 pixels a 15fps
Cores Branco ou Preto
Memória interna 20 MB
Expansão Sim, com cartões M2
Preço (desbloqueado) 499 reais (sugerido)


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Como ouvir música do celular via Bluetooth

Se você tem um fone de ouvido Bluetooth mono e não sabe por que não consegue ouvir os MP3 do celular, saiba que não está sozinho.
Todos os dias, muita gente se frustra por só conseguir usar o fonezinho mono para chamadas de voz.
A solução? Na maioria dos casos, não existe. Ou seja, para ouvir som [...]

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Se você tem um fone de ouvido Bluetooth mono e não sabe por que não consegue ouvir os MP3 do celular, saiba que não está sozinho.

Todos os dias, muita gente se frustra por só conseguir usar o fonezinho mono para chamadas de voz.

A solução? Na maioria dos casos, não existe. Ou seja, para ouvir som estéreo, só comprando um fone estéreo, como o BH-501 da Nokia (acima). Desde que, claro, seu celular seja compatível com os tais fones.

A palavra mágica para ouvir som estéreo do celular via fones sem fio é A2DP. Essa é a sigla para Advanced Audio Distribution Profile (Perfil Avançado de Distribuição de Áudio).

Mais sobre perfis

Os perfis, no Bluetooth, descrevem as especificações mínimas necessárias para que determinado recurso esteja disponível.

Ocorre que, para que um celular com Bluetooth transmita som estéreo a um fone Bluetooth, tanto o aparelho quanto o fone precisam atender às especificações A2DP. Caso contrário, nada feito.

Há alternativas? Depende. Há relatos de programas capazes de desviar o som estéreo para fones mono. Mas esses programas, por enquanto, só existem para smartphones com sistema Microsoft Windows.

Se não é o seu caso, o jeito é se conformar. Ou usa o fone com fio, ou economiza para trocar seu fone Bluetooth por outro, estéreo.

Depois que escrevi este post, continuei meus testes com o novo celular Sony Ericsson W302 (que vai ser publicado aqui logo, logo). Liguei o fone Bluetooth mono (um Panasonic EB-BHX70CN), ativei o Bluetooth do celular, pressionei o botão Walkman… E não é que funcionou? Escrevo esta nota ouvindo “Alvorada”, de Cartola. Num sonzinho bem ruim, como o de um radinho de pilha. Mas sem fio! Conclusão: se o celular for novo, pode não fazer distinção entre fone mono ou estéreo!


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Teste: monitor LCD Matsui Wide 14

Por Robinson dos Santos, do Versão Zero

Seu netbook pede por um monitor de mesa quando está em casa? Um dos mais baratos é o Matsui widescreen de 14 polegadas, fabricado em Manaus pela Digibrás (ligada à CCE). O Versão Zero pôs as mãos num desses, que podem ser encontrados no varejo por 249 reais, ou [...]

Por Robinson dos Santos, do Versão Zero

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Seu netbook pede por um monitor de mesa quando está em casa? Um dos mais baratos é o Matsui widescreen de 14 polegadas, fabricado em Manaus pela Digibrás (ligada à CCE). O Versão Zero pôs as mãos num desses, que podem ser encontrados no varejo por 249 reais, ou até por menos.

O Matsui é um monitor bem simples. Tem apenas dois fios, o da eletricidade e o da conexão D-Sub, padrão de vídeo em PC. Além dos cabos, a caixa traz um manual de instruções em forma de folheto, o certificado de garantia (1 ano) e uma lista de oficinas autorizadas.

Sua resolução nativa é 1.280 x 800 pixels. O tamanho da tela, de 14 polegadas, adequa-se perfeitamente ao trabalho como monitor auxiliar de netbook e, dado o baixo preço, pode servir como substituto de tela de tubo de 15 polegadas.

Usamos o pequeno Matsui como monitor externo de 2 notebooks: um Eee PC com Linux Xandros e um Itautec com Windows XP. Nos dois, o ajuste foi automático, mas no XP a configuração mais próxima disponível foi a 1.280 x 768 pixels. Isso deu um leve desconforto na hora de rolar textos na tela, pois os pixels iam se ajustando à tela cada vez que se apertava a tecla de seta.

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Quase um espelho

É preciso ter em mente que o Matsui é um monitor de baixo custo. Isso significa que alguns detalhes do acabamento, apesar de simples e funcionais, podem lhe parecer frágeis, caso das capinhas plásticas que protegem as dobradiças traseiras. E a capacidade de reflexão da tela é absurda: quando desligado, o monitor quase pode ser usado como espelho.

Mas a surpresa definitiva deste monitor foi a presença de um stuck pixel – para quem não sabe, stuck pixel é aquele pontinho da tela que teima em permanecer aceso. O contrário dele é o dead pixel, pontinho que permanece apagado.

Assim que percebeu o problema do stuck pixel, a compradora desse monitor ligou para a loja virtual que o vendeu, pedindo uma troca. Como estava no prazo de 7 dias da compra, foi atendida. O problema é que o segundo monitor também veio com um stuck pixel.

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A compradora, enfim, decidiu ficar com a segunda peça, principalmente porque o ponto aceso fica bem em cima da linha que divide a barra de tarefas do resto da tela. No entanto, sua experiência indica que a chance de ganhar um pixel aceso ou morto é grande.

Atendimento nota 10

É preciso, aliás, ressaltar a boa vontade da loja que o vendeu, pois de acordo com o fabricante dead pixel não é defeito. Numa folha encartada no manual, a Digibrás afirma que, para um painel de 1.280 x 800 pixels de Classe II (coisa que ela não explica o que significa, mas tem relação com a qualidade do painel), ter até 2 pixels acesos, 2 apagados, ou 5 subpixels acesos ou apagados não constitui defeito (um subpixel é um dos 3 pontos – vermelho, verde ou azul – que formam o pixel).

Feitas essas ressalvas, por que alguém recomendaria o Matsui? Bem, porque é muito mais barato que outros monitores LCD de uso geral. Ele não será o mais rápido para jogos, nem terá conexão digital DVI. Mas vai lhe oferecer mais conforto e irá consumir menos energia que um monitor de tubo. Se é isso o que você precisa, não há por que gastar mais. Agora, se você não suporta a idéia de receber um painel com um pixel que ficará eternamente aceso ou apagado, melhor não tentar a sorte.

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Caneta-calendário já era. Vem aí a caneta-recado

Há quase um ano, nós aqui do Versão Zero flagramos em plena Avenida Paulista um gadget bem low tech: uma caneta-calendário, cujo principal recurso – o calendário – se escondia enrolado dentro da caneta, como um pergaminho.
De lá para cá, houve quem desafiasse a criar canetas com conteúdos diferentes, como convites de casamento, anúncios publicitários [...]

Há quase um ano, nós aqui do Versão Zero flagramos em plena Avenida Paulista um gadget bem low tech: uma caneta-calendário, cujo principal recurso – o calendário – se escondia enrolado dentro da caneta, como um pergaminho.

De lá para cá, houve quem desafiasse a criar canetas com conteúdos diferentes, como convites de casamento, anúncios publicitários e até “material paradidático”, como a tabela periódica.

Eis que o leitor Mauricio Torres aceitou o desafio. E nos mandou em primeira mão exemplares de duas de suas criações: a caneta-tabela-periódica e a caneta-recado.

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A caneta-tabela-periódica é autoexplicativa: ela traz impressa a tabela periódica dos elementos. São muitas informações num espaço beeem pequeno, mas dá para ler o nome do elemento, seu símbolo, número e massa atômicos. (A leitura da distribuição dos elétrons na última camada fica prejudicada, mas aí já seria exigir demais).

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Já a caneta-recado é mais instigante: seu pergaminho vem em branco, para ser preenchida pelo dono. Recomenda-se, para escrever, o uso de caneta para retroprojetor. Para apagar, uma borracha branca dá conta do recado. Sem trocadilhos.

Ainda acreditamos que a caneta-tabela-periódica é a melhor companheira para o lápis-tabuada. No mais, o Versão Zero dá os parabéns ao Mauricio pela iniciativa tão criativa!

Onde encontrar: canetapopular (at) hotmail.com

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