05
Nov
2008
Acabo de saber pelo The New York Times que Michael Crichton faleceu hoje ontem, 4/11, aos 66 anos. Pelo que fez à ficção científica, já deixa saudades.
Nos últimos tempos, Crichton trabalhava no roteiro de “Jurassic Park IV” e na refilmagem do clássico “Westworld – Onde ninguém tem alma”, de 1973 – história sobre um resort [...]
Acabo de saber pelo The New York Times que Michael Crichton faleceu hoje ontem, 4/11, aos 66 anos. Pelo que fez à ficção científica, já deixa saudades.
Nos últimos tempos, Crichton trabalhava no roteiro de “Jurassic Park IV” e na refilmagem do clássico “Westworld – Onde ninguém tem alma”, de 1973 – história sobre um resort habitado por robôs programados para satisfazer todas as necessidades humanas, mas que saem do controle.
Antes de “Westworld”, Crichton já havia escrito o romance-que-virou-filme “O Enigma de Andrômeda” (1971). Depois, ainda escreveria “O Homem Terminal” (1974), cujo filme contaria com uma atuação marcante de George Segal como o homem que recebe um implante cerebral para controlar seus acessos de fúria.
E há muito mais: Twister, Jurassic Park, Timeline, E.R…. Sem contar as dezenas de livros.
Do Versão Zero, nosso sincero obrigado!
05
Nov
2008
O tema é off-topic, mas merece nossa atenção porque o Versão Zero levantou a questão meses atrás.
A CPTM, empresa que controla os trens metropolitanos da Grande São Paulo, abriu uma passagem para que os passageiros desembarquem direto na calçada da Ponte Cidade Universitária.
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>> CPTM: entre perder o trem e perder a vida
>> Travessia CPTM-USP: [...]

Solução criativa: telhado serviu de base à nova passarela
O tema é off-topic, mas merece nossa atenção porque o Versão Zero levantou a questão meses atrás.
A CPTM, empresa que controla os trens metropolitanos da Grande São Paulo, abriu uma passagem para que os passageiros desembarquem direto na calçada da Ponte Cidade Universitária.
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>> CPTM: entre perder o trem e perder a vida
>> Travessia CPTM-USP: a resposta oficial
>> Estação Cidade Universitária: a USP se manifesta
A passarela foi improvisada sobre o próprio telhado da plataforma. Uma pequena escada faz com que a passagem alcance o nível da ponte.
É uma reforma simples, mas que traz muito mais segurança. Até então, os passageiros tinham que atravessar correndo a alça de acesso que leva da Marginal Pinheiros à ponte.
Atento à questão, o Versão Zero encaminhou e-mails para a CPTM, a ouvidoria da USP e a Prefeitura da Cidade Universitária. Obtivemos respostas em todas as instâncias. Solução havia. Só não tínhamos um prazo para que elas fossem implementadas.
Agora, com a liberação da passarela, o problema está resolvido em parte, já que cadeirantes ainda não podem usar o acesso. Os pedestres, por enquanto, agradecem.

Travessia perigosa: antes, era preciso correr