A máquina de escrever de Saramago

Não era hora nem lugar, admito. Mas o que me deixou curioso na exposição sobre José Saramago, em cartaz no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, foi a disposição das teclas da máquina de escrever que o escritor português usou até a década de 70.
Em princípio, achei que as teclas da velha Hermes Media, de [...]

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Não era hora nem lugar, admito. Mas o que me deixou curioso na exposição sobre José Saramago, em cartaz no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, foi a disposição das teclas da máquina de escrever que o escritor português usou até a década de 70.

Máquina Remington com teclado Azerty

Máquina Remington com teclado Azerty

Em princípio, achei que as teclas da velha Hermes Media, de origem suíça, tivessem sido trocadas por brincadeira. Mas não. Alguns minutos de busca na internet bastaram para descobrir que a máquina era um exemplo de uso do layout AZERTY – a alternativa francesa ao QWERTY, de origem inglesa.

Desconheço se Saramago continua a usar o layout AZERTY em seu computador (sim, há teclados de PC sob medida para os fãs do layout dos francófonos). Mas, quer você se interesse por teclados ou não, vale a pena conhecer mais a fundo a biografia e os trabalhos deste escritor que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1998.

E, se aparecer por lá, não saia sem dar uma olhadinha na medalha, que está em exposição na última sala do andar inferior, à esquerda. Bom passeio!

Serviço
A Consistência dos Sonhos – José Saramago
Quando De 29/11 a 15/02, ter-dom, 11-20h
Onde Instituto Tomie Ohtake, Av. Faria Lima, 201
Informações www.institutotomieohtake.org.br


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Nokia no Japão? Não, obrigado

É costume dizer que o trânsito de São Paulo, de tão duro, não é para amadores.
A Nokia está bem longe de ser amadora em seu ramo. Mas sua decisão de abandonar a venda de celulares no Japão, anunciada ontem, dá uma idéia de quão duro é o mercado de celulares daquele país.
E não é coisa [...]

bem ao gosto do mercado nipônico

Com alguns acessórios, celular da Toshiba vira um Transformer: bem ao gosto do mercado nipônico

É costume dizer que o trânsito de São Paulo, de tão duro, não é para amadores.

A Nokia está bem longe de ser amadora em seu ramo. Mas sua decisão de abandonar a venda de celulares no Japão, anunciada ontem, dá uma idéia de quão duro é o mercado de celulares daquele país.

E não é coisa só da Nokia. Qualquer fabricante estrangeiro tem muito trabalho para conquistar o mercado local. A Reuters, tomando como base dados do IDC Japão, disse que as empresas de fora têm, combinadas, 5% de participação. Sony Ericsson fica fora dessa conta.

Compare: no mundo, a Nokia tem cerca de 40% do mercado. No Japão, meros 0,3%.

E a culpa, de quem é? Bem, os fabricantes estrangeiros dizem que os japoneses gostam de aplicações diferenciadas, como assistir à TV ou fazer pagamentos pelo celular.

Sem contar que, no Japão, pelo que apuramos, não há redes GSM, uma tecnologia de origem européia (Roaming, no entanto, é possivel, mediante o uso de seu chip daqui com aparelhos 3G alugados por lá).

A Nokia permanecerá no Japão com a marca Vertu de aparelhos de luxo – aqueles modelos que se vê de vez em quando, com pedras preciosas incrustadas, e que podem custar até 100 mil euros.

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No Fleury, sala de espera tem Wi-Fi

Os clientes do laboratório Fleury ganharam uma nova opção para matar o tempo durante a espera pelos exames.
Eles agora têm direito a 30 minutos de uso gratuito de internet, via rede sem fio Wi-Fi. Para acessar a rede, basta pedir um cartãozinho com a senha de acesso à atendente.
É uma ótima forma de passar uma [...]

wi-fi-zoneOs clientes do laboratório Fleury ganharam uma nova opção para matar o tempo durante a espera pelos exames.

Eles agora têm direito a 30 minutos de uso gratuito de internet, via rede sem fio Wi-Fi. Para acessar a rede, basta pedir um cartãozinho com a senha de acesso à atendente.

É uma ótima forma de passar uma imagem de ocupado, mesmo que tudo que você tenha para fazer seja mandar recadinhos pelo Orkut – como vi outro dia, num café do Shopping Anália Franco, em São Paulo (SP).

A lista das unidades com internet sem fio inclui Paraíso, Ibirapuera, Villa-Lobos, Jardim América e Rochaverá-Morumbi.

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Vai um MP11 aí?

É de gargalhar a forma como o consumidor brasileiro adotou rapidamente os nomes MP6, MP7, MP8 e outros para identificar os aparelhos multifuncionais que vêm da China.
Na origem, MP era uma forma abreviada de escrever MPEG, que por sua vez significa Moving Picture Experts Group – um grupo de especialistas comissionado pela organização internacional de [...]

É de gargalhar a forma como o consumidor brasileiro adotou rapidamente os nomes MP6, MP7, MP8 e outros para identificar os aparelhos multifuncionais que vêm da China.

Na origem, MP era uma forma abreviada de escrever MPEG, que por sua vez significa Moving Picture Experts Group – um grupo de especialistas comissionado pela organização internacional de normas, a ISO, para estabelecer padrões de compactação de sinais digitais de áudio e vídeo.

Isso é velho – o MPEG existe desde 1988. Desde então, eles têm publicado as tais normas. Daí surgiram o MPEG1 (do qual a especificação de nível 3, ou MP3, é bastante conhecida); o MPEG2, para vídeo; e o MPEG4, para vídeo e animação 3D (e que se submete às exigências das normas da indústria para controle de direitos autorais).

Em nenhum lugar do mundo, contudo, as pessoas chamam os tocadores pessoais de mídia (PMP, na sigla em inglês) de MP6, MP7 ou MP11, como temos visto no Brasil. Esses números passaram a significar, por aqui, o número de recursos presentes no aparelho. Como se pudéssemos chamar um canivete suíço de CS7, CS8 ou CS9, tendo como base a contagem das lâminas.

Mas é preciso reconhecer que, a essa altura, já não dá para dizer que não existem MP7. Existem, sim – afinal, se o povo chama o aparelho de MP7, então ele está lá. As línguas são assim, vivas e maleáveis. Só nos resta esperar pelo MP30.

E quer saber o que é mais curioso? A própria página do MPEG, no site da ISO, cita o desenvolvimento de padrões chamados MPEG7 e MPEG21. Que, claro, não tem nada que ver com os aparelhos chineses – são só novas normas de compactação e codificação de áudio e vídeo.

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LCD de 22 por 360 reais. Nos EUA

Dia desses vi na loja (real) da Fnac um monitor AOC 1619SWA de 15 polegadas, tipo LCD widescreen, à venda por cerca de 350 reais. Achei barato e fiquei imaginando se ele não seria um companheiro legal para o Eee PC, quando se quer usá-lo como desktop.
Mas que dizer quando esbarramos com ofertas como [...]

um telão para quem não quer gastar muito

AOC 2216SW: um telão para gente econômica

Dia desses vi na loja (real) da Fnac um monitor AOC 1619SWA de 15 polegadas, tipo LCD widescreen, à venda por cerca de 350 reais. Achei barato e fiquei imaginando se ele não seria um companheiro legal para o Eee PC, quando se quer usá-lo como desktop.

Mas que dizer quando esbarramos com ofertas como a da loja americana Buy.com, que oferece um monitor AOC de 22 polegadas por 149,99 dólares (360 reais, no câmbio de 2,40), com frete grátis?

O monitorzão 2216SW é dos mais simples – não tem sequer conexão DVI. Mas tem o tamanhão, a resolução (1.680 x 1.050) e o preço. Sorte dos americanos.

PS: Não encontrei mais o monitor de 15 da AOC na Fnac. Mas na Kalunga o 1619SWA ainda é vendido e custa 369 reais.

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Celulares chineses: valem a pena?

Em dúvida sobre comprar um celular chinês sem marca, baratinho e cheio de recursos?
O Carlos Morimoto, do Guia do Hardware, decidiu destrinchar os mistérios por trás desse tipo de aparelho – um item cada vez mais popular por aqui, onde se anuncia celular MP7, MP9 e até MP11.
Leia mais sobre celulares chineses
>> Celular da Foston [...]

Duas linhas, tela sensivel ao toque e garantia zero. Será que vale o risco?

Duas linhas, tela sensível ao toque e garantia zero. Será que vale o risco? Muita gente acha que sim.

Em dúvida sobre comprar um celular chinês sem marca, baratinho e cheio de recursos?

O Carlos Morimoto, do Guia do Hardware, decidiu destrinchar os mistérios por trás desse tipo de aparelho – um item cada vez mais popular por aqui, onde se anuncia celular MP7, MP9 e até MP11.

Leia mais sobre celulares chineses

>> Celular da Foston permite uso de 2 chips

>> China inventa o celular de 3 chips

Na lista dos pontos fracos, Morimoto cita a falta de suporte a redes de dados de alta velocidade, como Edge ou UMTS; a impossibilidade de instalar novos aplicativos; a má qualidade das câmeras digitais embutidas; e até o uso de IMEI inválido, um potencial problema para os fabricantes que atuam na legalidade (o IMEI é um número que identifica o celular frente à operadora).

O texto completo você lê clicando aqui.

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Flash: Positivo Mobo a 899 reais

Deu no intervalo da TV: as Casas Bahia baixaram o preço do Positivo Mobile Mobo. De 999 reais, o micrinho foi remarcado para 899 reais.

Deu no intervalo da TV: as Casas Bahia baixaram o preço do Positivo Mobile Mobo. De 999 reais, o micrinho foi remarcado para 899 reais.

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Eee PC de 10 polegadas, agora em metal

A Asus mostrou à imprensa especializada ontem, em Nova York, um novo Eee PC em metal escovado.
Quem foi disse que o Eee PC de 10 polegadas, batizado Eee PC 1002HA, lembra muito o HP MiniNote 2133.
O bicho começa a ser vendido em dezembro nos EUA, por 499 dólares – dentro da cota de importação da [...]

eee-pc-no-craveA Asus mostrou à imprensa especializada ontem, em Nova York, um novo Eee PC em metal escovado.

Quem foi disse que o Eee PC de 10 polegadas, batizado Eee PC 1002HA, lembra muito o HP MiniNote 2133.

O bicho começa a ser vendido em dezembro nos EUA, por 499 dólares – dentro da cota de importação da Receita Federal, que é de 500 dólares.

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Acabou o toner? Troque de impressora

A impressora laser ML-1610, da Samsung, está em oferta na loja virtual da Kalunga por 249 reais, que podem ser pagos em 10 prestações de 24,90 reais sem juros.
Na mesma loja, o toner para a ML-1610 sai por 239 reais, que podem ser pagos em no máximo 3 parcelas de 79,67 reais sem juros.
É isso [...]

kalunga_samsung_ml1610

A impressora laser ML-1610, da Samsung, está em oferta na loja virtual da Kalunga por 249 reais, que podem ser pagos em 10 prestações de 24,90 reais sem juros.

Na mesma loja, o toner para a ML-1610 sai por 239 reais, que podem ser pagos em no máximo 3 parcelas de 79,67 reais sem juros.

É isso mesmo: por 10 reais a mais, você tem uma impressora novinha em folha, que pode ser paga de forma muito mais cômoda.

Quando é tão fácil comprar uma nova impressora, o que fazer com a velha? Eis mais um dos dilemas da informática.

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Microprojetor 3M, agora na Fnac

O microprojetor MPro110, da 3M, chega a mais lojas. Pelo site, a Fnac já oferece o produto em regime de pré-venda, por 1.799 reais – ou em 10 prestações de 179,90 reais, sem juros.
Para saber mais sobre o MPro110, clique aqui.

fnac_mpro110

O microprojetor MPro110, da 3M, chega a mais lojas. Pelo site, a Fnac já oferece o produto em regime de pré-venda, por 1.799 reais – ou em 10 prestações de 179,90 reais, sem juros.

Para saber mais sobre o MPro110, clique aqui.

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