Dell Studio Hybrid chega ao Brasil

Era para acontecer apenas dia 27. Mas o amigo René Ribeiro, da PC World, notou ontem: a Dell já vende no Brasil os desktops da linha Studio Hybrid.
Lembra? São micrinhos compactos, feitos para combinar com a decoração do escritório ou da sala de estar. Versão Zero falou deles aqui, na época do lançamento dos EUA.
Lá [...]

a partir de R$ 1.599

As torrezinhas: a partir de R$ 1.599

Era para acontecer apenas dia 27. Mas o amigo René Ribeiro, da PC World, notou ontem: a Dell já vende no Brasil os desktops da linha Studio Hybrid.

Lembra? São micrinhos compactos, feitos para combinar com a decoração do escritório ou da sala de estar. Versão Zero falou deles aqui, na época do lançamento dos EUA.

Lá no seu país de origem, o Studio Hybrid estreou custando a partir de 499 dólares. Por aqui, é um pouco mais caro: a partir de 1.599 reais.

O Hybrid tem um certo apelo ecológico: 95% de sua embalagem é de material reciclável e seu consumo de energia é 80% menor que o de um PC comum.

Como todo micro Dell, o Hybrid é configurável – daí a variação de preço. Seu processador pode ser um Celeron Dual Core T1400, Pentium Dual Core T2390 ou um Core 2 Duo T5850. O sistema é o Windows Vista, escolhido entre o Home Premium ou o Ultimate. O HD vai até 320 gigas. E a unidade óptica pode ser gravador de DVD ou Blu-Ray. Com todas as opções de luxo, o preço do micro vai para 4.500 reais.

Ah: a cor “bambu” é 233 reais mais cara. E um detalhe curioso: como o Studio Hybrid não tem modem, a Dell inclui na caixa um modem USB 56K. Se você não o quiser, terá um desconto de 30 reais. Minha dica? Leve o modem – vai servir de plano B na hora em que sua banda larga o deixar na mão.

Não tem modem? Tem, sim. Só que USB

Não tem modem? Tem, sim. Só que é USB

Avalie: 
Muito RuimRuimRegularBomMuito Bom
Compartilhe:
 
Notebook para professores do RJ: quem sabe?

Estranho que tão pouca gente em São Paulo tenha comentado o programa de distribuição de notebooks para professores conduzido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro no primeiro semestre deste ano.
Segundo matéria de André Machado, de “O Globo”, publicada em 22 de abril de 2008, o governo do Rio começava, na época, a “despejar [...]

Edward J. Olmos como professor em "O Preço do Desafio"

O ator Edward J. Olmos como o abnegado professor de matemática em O Preço do Desafio (1988)

Estranho que tão pouca gente em São Paulo tenha comentado o programa de distribuição de notebooks para professores conduzido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro no primeiro semestre deste ano.

Segundo matéria de André Machado, de “O Globo”, publicada em 22 de abril de 2008, o governo do Rio começava, na época, a “despejar 31 mil laptops sobre os professores das escolas públicas, com previsão de outros 10 mil em nova licitação” (a palavra que o repórter usou foi “despejando”, no presente).

Saiba mais sobre inclusão digital na educação

>> Governo federal cria portal para comprar notebook

>> São Paulo vende notebooks a professores da rede

>> Portugal distribui netbooks a estudantes

A iniciativa, batizada de “Conexão Professor”, já tinha sido alvo de matéria pelo mesmo jornal em fevereiro deste ano, quando o governo entregou os primeiros laptops a professores da cidade de Itaperuna (RJ). Segundo informações oficiais, cada note do primeiro lote custou R$ 1.903.

E como funciona o programa? De novo, nos baseamos nas informações de Machado. O governo, por meio de uma empresa estatal, a Investiplan, comprou, via licitação, os 31 mil notebooks. Ganharam a oferta CCE e Positivo, com máquinas cuja configuração incluía processador Celeron M, 512 MB de memória e disco de 80 gigas, gravador de CD e leitor de DVD, Windows XP Pro e MS Office.

Um diferencial importante: os notes vieram com um modem USB para acesso sem fio à internet, via operadora Oi.

Professores de mais de 1.430 escolas receberam os portáteis. Aqui, completamos com o que a leitora Marcia nos contou: para participar do programa, o professor tinha que trabalhar em sala de aula. Os nomes dos contemplados foram escolhidos a partir de uma lista elaborada pelas diretorias das escolas, junto com a Secretaria de Educação.

E foi isso. Muitos professores já receberam seu note com internet sem fio, que é de propriedade do governo, mas foi cedido em comodato – ao recebê-lo, o professor assina um termo de responsabilidade e pronto. O governo do Rio diz ter gasto até agora R$ 70 milhões na “empreitada” (outra palavra do repórter de “O Globo”).

O que paga o professor? Nada. Nem pelo note, que é do governo; nem pelo acesso à internet.

Por que será que soubemos tão pouco a respeito?

Avalie: 
Muito RuimRuimRegularBomMuito Bom
Compartilhe:
 
   Páginas:    
Versão Zero
 
Computadores, gadgets, celulares, software, internet, testes e muito mais
 
Páginas
 
 
Categorias
 
 
Twitter
 
 
Busca
 
 
Arquivo
 
October 2008
S M T W T F S
« Sep   Nov »
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  
 
Tags
 
 
Comentários