Professores paulistas da rede estadual acabam de ganhar uma alternativa para a compra de seu notebook.
Hoje, Dia do Professor, o governo do Estado anunciou o programa Computador do Professor / Professor em Rede. Quem aderir poderá comprar seu notebook em até 24 prestações sem juros. As adesões serão feitas neste site aqui, a partir de [...]
Professores paulistas da rede estadual acabam de ganhar uma alternativa para a compra de seu notebook.
Hoje, Dia do Professor, o governo do Estado anunciou o programa Computador do Professor / Professor em Rede. Quem aderir poderá comprar seu notebook em até 24 prestações sem juros. As adesões serão feitas neste site aqui, a partir de 20 de outubro, e serão encerradas em 3 de novembro.
O governo anunciou que 15 mil professores se inscreveram no 1.o dia do programa. A rede estadual paulista tem 130 mil professores efetivos.
[21/11/08] No total, cerca de 84 mil professores aderiram ao programa. Destes, 81 mil são vinculados à Secretaria da Educação e 3 mil ao Centro Paula Souza. O chamamento público para a recepção de propostas de venda vai ocorrer até o fim de novembro. (Thanks, Marcelo!)
O esquema desse projeto é bem diferente do proposto pelo Programa Computador Portátil para Professores do Governo Federal, que é mais amplo porém ainda não saiu do papel (ou do site).
Por enquanto, a única definição que existe – além do programa em si – é sobre a configuração do note (ver tabela abaixo). O preço é estimado em 1.600 reais, mas pode ser mais ou menos que isso.
E por que? Simples: com a lista de professores cadastrados, o banco Nossa Caixa vai fazer uma licitação para compra desses computadores.
Depois que a compra for realizada, o professor irá retirar o note na agência da Nossa Caixa que tiver indicado no ato da reserva. O valor será pago em 6, 12 ou 24 prestações sem juros, debitadas em folha.
O chato é que apenas professores efetivos do magistério estadual e docentes permanentes do Centro Paula Souza podem participar. Ficam de fora a legião de professores eventuais e os admitidos em caráter temporário.
O programa também poderia oferecer um plano amigo para contratação de banda larga. Afinal, computador sem internet hoje em dia é como carro sem combustível. Em vez disso, o governo paulista acena com um endereço de e-mail do tipo nome@professor.sp.gov.br.
E o subsídio do governo bem que poderia ser maior. No plano paulista, fica limitado aos juros e ao IOF. Mesmo assim, ainda é melhor que o proposto pelo Governo Federal: estima-se que a parcela em 24 vezes seja de 64 reais.
Coincidentemente, estamos às vésperas do segundo turno das eleições municipais. Mas isso é outra história, não é?
PS: A configuração do sistema operacional e do Office foi alterada no site do governo. A tabela abaixo já está atualizada (acesso feito em 24/10/2008).
| O notebook do professor paulista |
| Processador |
Processador de núcleo duplo de 1,46 GHz
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| Sistema |
Windows Vista Home Premium |
| Softwares |
Office 2007 Standard + sws pedagógicos
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| Memória RAM |
2 GB |
| Disco rígido |
160 GB (5.400 rpm)
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| Drive óptico |
Gravador de DVD |
| Tela |
15,4 polegadas widescreen |
Placa de vídeo
|
PCI Express com até 224 MB compartilhada
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Fonte: Governo do Estado de São Paulo
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