Gigabit internet: você ainda vai ter uma

Entediado com sua conexão banda larga à internet? Considere um upgrade para 1 gigabit. Essa pode não ser a opção de sua provedora de acesso, mas é a velocidade da MetroSampa, rede construída em fibra óptica que o Ministério de Ciência e Tecnologia inaugurou em São Paulo dia 19.
Num cálculo grosseiro, um filme DivX com [...]

a alma da MetroSampa

Fiozinhos de vidro: a alma da MetroSampa

Entediado com sua conexão banda larga à internet? Considere um upgrade para 1 gigabit. Essa pode não ser a opção de sua provedora de acesso, mas é a velocidade da MetroSampa, rede construída em fibra óptica que o Ministério de Ciência e Tecnologia inaugurou em São Paulo dia 19.

Num cálculo grosseiro, um filme DivX com duas horas de duração (750 MB, ou cerca de 6,3 milhões de bits) poderia ser transferido entre computadores dessa rede em pouco mais de 6 segundos. É para isso que nossa pequena Gigabit Internet foi feita: transmitir grandes volumes de dados entre os centros de pesquisa da cidade.

Além das trocas de dados, as instituições ligadas à rede poderão usá-la para ensino a distância e até nas videoconferências em alta definição (HD). Essa última aplicação serviu justamente como demonstração da nova rede e interligou Núcleos de Telemedicina da USP, da Unifesp e do Instituto Dante Pazzanesse. Um dia chega em casa.

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Eleições: democracia ou ficção?

Ainda não sabe em quem votar para vereador? Não se preocupe. Pelos cálculos nos quais se baseiam as eleições, em quem você vota é praticamente irrelevante – o que faz diferença, aqui, é o partido que você escolhe.
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Uma homenagem a Shepard Fairey

Uma homenagem à street art de Shepard Fairey

Ainda não sabe em quem votar para vereador? Não se preocupe. Pelos cálculos nos quais se baseiam as eleições, em quem você vota é praticamente irrelevante – o que faz diferença, aqui, é o partido que você escolhe.

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Não estranhe. É que o método de seleção dos vereadores se parece muito com o dos vestibulares mais concorridos. Tal como a nota de corte da Fuvest, o que manda é o quociente eleitoral: para eleger um vereador, o partido deve totalizar votos em número maior que esse quociente.

E como o quociente é calculado? Simples: pega-se o número de votos válidos (brancos e nulos não entram) e divide-se pelo número de vagas na Câmara Municipal. São Paulo, por exemplo, tem 55 vereadores. Se tivermos 5,5 milhões de votos válidos, serão necessários 100 mil votos para eleger um vereador. E reconheçamos, não é botando alto-falante num Fusca e saindo por aí que se consegue 100 mil votos.

Isso explica por que um candidato pode estar entre os mais votados e não levar o cargo. Um partido em que seu candidato mais votado tenha 10 mil votos, mas que totalize 200 mil votos, irá eleger 2 vereadores. Outro partido que tenha um candidato com 99 mil votos, mas que não tenha totalizado os 100 mil, ficará de fora.

Note que o quociente é, como o nome diz, uma divisão entre o total de votos válidos e o número de vagas. Logo, quanto maior o número de votos inválidos (brancos e nulos), menor será o quociente eleitoral.

Talvez seja o caso de revermos tais práticas. Mas, enquanto isso não acontece, é bom ficar de olho não apenas no candidato, mas também no partido que se escolhe, bem como em seus líderes.

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Lenine no vinil, para ouvidos exigentes

O vinil tateia o caminho para sua volta ao mercado. Isso no Brasil, pois em alguns países, como a Inglaterra, ele nunca foi embora. Uma nova prova disso apareceu esta semana, na revista Época, seção Mente Aberta: Labiata, o novo trabalho do cantor e compositor Lenine estréia em CD e no vinil.
Segundo a revista, a [...]

no CD e no vinil

"Labiata": no CD e no vinil

O vinil tateia o caminho para sua volta ao mercado. Isso no Brasil, pois em alguns países, como a Inglaterra, ele nunca foi embora. Uma nova prova disso apareceu esta semana, na revista Época, seção Mente Aberta: Labiata, o novo trabalho do cantor e compositor Lenine estréia em CD e no vinil.

Segundo a revista, a tiragem inicial da versão em vinil será de mil exemplares. Parte vai para o Exterior. Na verdade, nem chegará ao Brasil, já que não temos mais fábrica de discos de vinil. A última – a Polysom, de Belford Roxo (RJ), que funcionava precariamente havia anos – fechou no fim do ano passado.

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